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El papel de la institución en el escoger, acoger y acompa ar al profesor universitario O papel da institui o para escolher, acolher e acompanhar ao professor universitário The role of the institution in choosing, receiving and chaperone professors in the university  [cached]
Maria de Lourdes da Silva Marques Ferreira
Investigación y Educación en Enfermería , 2011,
Abstract: Objetivo. Analizar el papel de la institución en el proceso de escoger, acoger y acompa ar al profesor universitario. Metodología. Estudio cualitativo cuyo cuerpo de análisis estuvo compuesto por 32 participaciones en un foro temático de un grupo de nueve profesionales del área de la salud. Resultados. Después de la contratación del profesor es necesario acogerlo y acompa arlo. Los profesores con mayor tiempo en la institución representan un papel importante en la acogida del nuevo compa ero. El proceso de acompa amiento es una oportunidad para cambios y redefinición de reglas y debe ser apoyado por la evaluación permanente. La universidad como escenario legítimo de aprendizaje, producción y reconstrucción de conocimiento debe acompa ar las transformaciones de la ciencia contemporánea y apoyar las exigencias interdisciplinarias en la construcción de nuevo conocimiento. Conclusión. Es fundamental el papel de la universidad en acoger y acompa ar al docente desde su vinculación; así mismo la universidad debe favorecer el crecimiento del profesor, no solo apoyando los desafíos de su actividad pedagógica, sino principalmente a través del respeto de su autonomía. Objetivo. Analisar o papel da institui o ao escolher, acolher e acompanhar ao professor universitário. Metodologia. Estudo qualitativo, cujo corpo de análise esteve composto por 32 participa es num foro temático de um grupo de nove profissionais da área da saúde. Resultados. Depois da contrata o do professor, é necessário acolhê-lo e acompanhá-lo. Os professores com maior tempo de institui o representam um papel importante na acolhida do novo colega. O processo de acompanhamento é uma oportunidade para mudan as e redefini o de regras, e deve ser apoiado pela avalia o permanente. A universidade como palco legítimo de aprendizagem, produ o e reconstru o de conhecimento deve acompanhar as transforma es da ciência contemporanea e apoiar as exigências interdisciplinares na constru o de novo conhecimento. Conclus o. é fundamental o papel da universidade em acolher e acompanhar ao docente desde sua vincula o; assim mesmo a universidade deve favorecer o crescimento do professor, n o só apoiando os desafios de sua atividade pedagógica, sen o principalmente através do respeito de sua autonomia. Objective. To analyze the role of the institution in choosing, receiving and chaperone professors. Methodology. Qualitative study, which body analysis was composed of 32 participations in a thematic forum of a group of nine health professionals. Results. After professor hiring it is necessary to receive and c
AVALIA ES DA QUALIDADE DO AR EM PAULíNIA-SP*  [cached]
Mirian Ramos Gutjahr,José Roberto Tarifa
Boletim Goiano de Geografia , 2004,
Abstract: A obten o de dados relativos à polui o do ar é sistematicamentedifícil. O presente trabalho aborda a utiliza ode dados ‘proxi’ ou indiretos e sua compara ocom dados de monitoramento da qualidade do ar, como propósito de avaliar a qualidade do ar no municípiode Paulínia/SP. Levantamentos pontuais de polui o doar foram realizados pela agência ambiental na Regi oMetropolitana de S o Paulo – RMSP, Cubat o e outros17 municípios do Estado, que tem sido alvo de maioraten o quanto à qualidade ambiental. Os parametrosfísico-químicos e climáticos monitorados s o: partículasinaláveis (PI), dióxido de enxofre (SO2), oz nio (O3),monóxido de carbono (CO2), óxidos de nitrogênio (NOx),umidade relativa (%), temperatura (oC), velocidade(m/s) e dire o do vento (dire o predominante/24hs).Observou-se que as concentra es dos poluentes s odiretamente influenciadas pelas condi es climáticasatuantes no período. A pesquisa de opini o pública realizadaem 2001, comparada com a pesquisa semelhanterealizada, entre 1994 e 1995, tiveram o objetivo detra ar um perfil das condi es ambientais no município,através das atitudes, hábitos, percep es e expectativasdos seus moradores. Observou-se que um fatorde grande inc modo para a maior parte da popula o éa ocorrência de maus odores e que os mesmos est oligados ao conceito vigente de polui o do ar.
Qualidade do ar na favela Paraisópolis, SP, e possíveis implica es à saúde  [cached]
Edelci Nunes Silva,Célia Pesquero,Helena Ribeiro,Jo?o Vicente Assun??o
Revista do Departamento de Geografia , 2006, DOI: 10.7154/rdg.v0i18.35
Abstract: O crescimento da popula o favelada no município de S o Paulo, o adensamento das constru es existentes no interior da favela de Paraisópolis e a alta prevalência de doen as respiratórias em crian as ali vivendo, motivaram o presente estudo. Buscou-se verificar se a polui o do ar seria fator agravante. A pesquisa analisou a qualidade do ar na favela de Paraisópolis, situada no distrito de Vila Andrade, ao sul do bairro do Morumbi. Mediram-se parametros de polui o atmosférica (PTS, PI, NO2) na favela, entre 15 e 31 de julho de 2003. Os dados de PI foram comparados com os dados das esta es da CETESB, de Pinheiros e de Santo Amaro, localizadas próximas à área de estudo. Verificou-se que a polui o do ar n o consistiu fator agravante na favela.
Determina o de volumes e press es de balonetes de tubos traqueais insuflados com ar ambiente ou óxido nitroso  [cached]
Pe?a Ernesto Leonardo Cárpio,Gregori Waldemar Montoya de,Piccinini Filho Luiz,Vieira Joaquim Edson
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2004,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A press o exercida pelo balonete do tubo traqueal contra a parede da traquéia deve permitir fluxo capilar adequado e prevenir escapes de ar ou aspira o pulmonar. Esta pesquisa procurou determinar as varia es de press o do balonete insuflado com ar ambiente ou com óxido nitroso a 100%. MéTODO: Trinta pacientes foram selecionados para receber anestesia geral balanceada com intuba o orotraqueal. O balonete foi insuflado conforme critérios clínicos. As medidas de base foram realizadas após 15 minutos do início da anestesia com um man metro aneróide calibrado em cm de H2O e forneceram os valores iniciais de press o e volume. Os pacientes foram divididos em dois grupos: balonete reinsuflado com ar ambiente, grupo A, ou com óxido nitroso, grupo B. As medidas de press o foram obtidas em intervalos até a primeira hora e os resultados comparados. RESULTADOS: Os grupos mostraram-se comparáveis para idade e sexo. Em ambos os grupos os valores basais médios para press o foram próximos de 40 cmH2O com 8 ml de volume. No grupo com ar ambiente, as press es aumentaram até 36 cmH2O em uma hora. No grupo de balonete insuflado com N2O, as press es diminuíram abaixo de 20 cmH2O entre 20 e 30 minutos de anestesia. CONCLUS ES: O uso de N2O a 100% para insufla o do balonete de sonda traqueal n o constitui método seguro, acarretando progressiva perda da capacidade de veda o. O uso de ar ambiente promove aumento de volume e de press o no balonete, aumentando possibilidade de les o da mucosa traqueal.
Aspectos Tect nicos das Intrus es dos Granitos do Cerne, Passa Três e Rio Abaixo, Sudeste do Pré-cambriano Paranaense. Estudo Baseado em Data es 39Ar-40Ar em Micas
Leonardo Fadel Cury,Oswaldo Siga Jr.,Ossama Mohamed Milad Harara,Helcio José dos Prazeres Filho
Geologia USP : Série Científica , 2008,
Abstract: Os stocks graníticos do Cerne, Passa Três e Rio Abaixo s o representados por corpos elípticos, alongados segundo NE-SW(granitos do Cerne e Passa Três) e com formas “ovóides” (Granito Rio Abaixo), intrusivos nas seqüências metavulcanossedimentaresda por o sudeste do Cintur o Ribeira, no Estado do Paraná. Esses corpos s o representados principalmente por biotitasienogranitos,monzogranitos e quartzo-sienitos porfiríticos, com megacristais de microclínio, isótropos ou com folia o de fluxomagmático, podendo apresentar termos deformados em regi es restritas às zonas de contato. Mostram afinidades petrológicas,geoquímicas e geocronológicas, com características semelhantes aos granitos tipo-A, porém, enriquecidos em Ba, Sr e Zr. Análises40Ar-39Ar em biotitas do Granito do Cerne indicaram idade integrada de 557 ± 2 Ma, valor este relativamente próximo à idade decristaliza o dos zirc es de aproximadamente 563 Ma, definida por Cury (2003). Determina es 40Ar-39Ar obtidas em rochasencaixantes (muscovitas xistos) das vizinhan as do Granito do Cerne apresentam idades mais antigas (800-1200 Ma), o quepermite concluir que a intrus o do granito, bem como o evento metamórfico regional ocorrido durante o Ciclo Brasiliano, n oatingiram temperaturas suficientes para apagar o registro isotópico das muscovitas (T < 300oC). Os stocks graníticos do Cerne,Passa Três e Rio Abaixo representam magmatismo tardi-orogênico no contexto das deforma es presentes no Domínio Apiaí eao arco-magmático Três Córregos-Cunhaporanga (630-590 Ma), relacionado aos estágios finais de transpress o, onde suacoloca o é intimamente associada às zonas de cisalhamento transcorrente e desenvolvimento das grandes antiformas e sinformas.Tal período (Proterozóico Superior/Cambriano) representa um importante marco na regi o, associado aos ajustes finais relacionadosà aglutina o do Supercontinente Gondwana.
Altera es bromatológicas nas silagens de milho submetidas a crescentes tempos de exposi o ao ar após "desensilagem"  [cached]
Velho Jo?o Pedro,Mühlbach Paulo Roberto Frenzel,Genro Teresa Cristina Moraes,Sanchez Luis Maria Bonnecarrère
Ciência Rural , 2006,
Abstract: O experimento foi conduzido em delineamento completamente casualizado, com o objetivo de avaliar os efeitos da exposi o de uma silagem ao ar por zero, 12, 24 e 36 horas após a "desensilagem". A ensilagem de um cultivo de milho "safrinha" foi realizada no dia 18/05/2004 em mini-silos com capacidade de 30 litros, com quatro repeti es por tratamento, quando os gr os de milho se encontravam no estádio fraction one-half leitoso fraction one-half farináceo. Os diferentes tempos de exposi o ao ar após a "desensilagem" afetaram significativamente (P<0,05) o teor de fibra em detergente neutro, corrigido para cinzas e proteínas, e o teor de lignina em ácido sulfúrico. N o houve efeito nos carboidratos n o estruturais e nas fra es nitrogenadas. Conclui-se que um período de 12 horas de aerobiose, após a "desensilagem", afeta o valor nutritivo das silagens de milho.
Assistência de ar na deposi o e perdas de produtos fitossanitários em pulveriza es na cultura da soja  [cached]
Bauer Fernando César,Raetano Carlos Gilberto
Scientia Agricola , 2000,
Abstract: Com o objetivo de se comparar a deposi o e as perdas em pulveriza es na cultura da soja dois pulverizadores tratorizados de barra sendo um convencional (Condor M12-Jacto) e outro com assistência de ar junto a barra de pulveriza o (Columbia Vortex-Jacto) foram calibrados para aplicar 100 L ha-1, respectivamente das solu es de NaCl e KCl a 2% (p/v) à press o de 207 kPa (30 lbf pol-2)e velocidade de 6 km h-1. Ambos os equipamentos utilizaram bicos de jato plano tipo API 110-1,5 espa ados a 0,5 m trabalhando a 0,4 m acima da cultura. A avalia o da deposi o deu-se em folhas das partes superior, média e inferior das plantas e as perdas para o solo em alvos artificiais (placas de fórmica) distribuídos no interior da cultura de soja. Além desse alvo artificial outros tipos de coletores (limpadores de cachimbo) também foram utilizados em ambos os lados da cultura para se estimar a deriva. Os resultados mostraram que n o houve diferen a significativa na deposi o entre os equipamentos em teste na parte superior das plantas de soja, mas houve diferen a significativa nos depósitos obtidos nos ter os médio e inferior, com vantagem para o equipamento com assistência de ar. A deriva foi consideravelmente maior para o equipamento convencional nas mesmas condi es meteorológicas.
EL ACOMPA AMIENTO A LOS MAESTROS Y PROFESORES EN SU PRIMER PUESTO DE TRABAJO  [cached]
Beatriz Alen
PROFESORADO , 2009,
Abstract: El propósito de esta comunicación es presentar algunos aspectos de la experiencia de Acompa amiento a los docentes noveles en su primera inserción laboral, que venimos desarrollando desde el Instituto Nacional de Formación Docente de la República Argentina, de manera conjunta con las Direcciones de Educación Superior de quince provincias y con 79 Institutos Superiores de Formación Docente (12% del total de las instituciones públicas de formación docente del país). El acompa amiento a los noveles, en tanto nueva función del sistema formador de la Argentina, nos plantea a los responsables de la gestión un desafío fundamental: el de promover las articulaciones necesarias entre las políticas de formación las prácticas efectivas de los formadores que acompa an a maestros y profesores en los inicios de su trabajo profesional. En estas páginas, después de hacer una breve descripción del sistema formador de mi país, relataré el trabajo de acompa amiento a los profesores y las profesoras principiantes que estamos implementando - y sobre todo explorando- en esto últimos tres a os. Comentaré luego cuáles son los actuales ejes de análisis y problematización derivados de esta nueva función asignada a los Institutos Superiores de Formación y, finalmente, me referiré a las estrategias que nos damos para llevar adelante esta innovación.
ACOMPA AMIENTO EN SALA DE PARTOS: REGLA O EXCEPCIóN  [cached]
Andrea Cantero,Lucrecia Fiuri,Karina Furfaro,M. Paula Jankovic
Revista del Hospital Materno Infantil Ramón Sardá , 2010,
Abstract: El apoyo continuo durante el trabajo de parto y parto se ha convertido en una excepción en vez de brindarse en forma habitual. Objetivos. a) Primario: Determinar en qué porcentaje las mujeres ingresan a sala de partos acompa adas por una persona de su elección. b) Secundarios: Identificar las causas que impiden el ingreso del acompa ante a sala de partos. Determinar el número de embarazadas que realizan el curso de preparación integral para la maternidad. Material y métodos. Dise o observacional, transversal; se realizó una encuesta a 390 gestantes que ingresaron al Hospital Materno Infantil Ramón Sardá para resolución de su parto, desde diciembre del 2007 hasta febrero del 2008 inclusive. Las variables fueron: deseo de estar acompa ada en el parto, ingreso de acompa ante, causa del no ingreso del acompa ante y asistencia al curso de preparación integral para la maternidad. Análisis estadístico. Frecuencias y sus IC 95%. Resultados. El 82,82%, deseó estar en compa ía de algún familiar. De las que desearon estar acompa adas, el 53,56% logró ese objetivo y el resto ingresaron a sala de partos sin acompa ante. Sólo el 10,76% había realizado el curso de preparación integral para la maternidad. Conclusiones. Existe un fuerte compromiso en llegar a ser una Maternidad Centrada en la Familia, pero todavía existen importantes interferencias que atentan para lograr este objetivo.
Acompa amiento pedagógico y profesionalización docente: sentido y perspectiva  [cached]
Héctor A. Martínez Diloné,Sandra González Pons
Ciencia y Sociedad , 2010,
Abstract: Las nuevas complejidades sociales que desafían las instituciones educativas, interpelan cada vez más a prestar una mayor atención al tema de la profesionalización docente. Para ello, no basta con procesos de formación atomizados y desvinculados de las problemáticas reales de la comunidad educativa. Es necesaria una dinámica formativa integral y sistémica que parta de necesidades reales sentidas. El acompa amiento pedagógico, se plantea como mediación de formación en centro y para la vida, desde donde se recrea la dinámica relacional de la acción educativa y se aporta sentido vinculante a los nuevos conocimientos y competencias docentes. El acompa amiento como trayecto constante de reencantamiento y transformación de la vida en comunidad de aprendizajes. Se enfatiza la necesidad e importancia de que cada comunidad educativa construya participativamente su horizonte pedagógico, como marco orientador de los procesos de aprendizajes y relaciones humanizadoras.
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