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Images – perception and cinema in Bergson and Deleuze. [Spanish]  [cached]
Matthias Vollet
Eidos , 2006,
Abstract: Deleuze determines the nature of cinema in terms of two key concepts: image-movement and image-time. With the help of these concepts he explains the essence of cinema before WW II as being founded on action and movement, whereas cinema after WW II is explained as having changed into a reflexive cinema which is directed towards time and its realizations. Deleuze says that he has taken both concepts from Bergson’s “Matter and Memory”. In this article these Deleuzian concepts are roughly explained. I will then address the question in what sense Bergson can be considered as the originator of these concepts. I will finally specify the Deleuzian concepts of imagemovement and image-time and discuss their explanatory force.
Estranhos ensinamentos: Nietzsche-Deleuze
Cragnolini, Mónica;
Educa??o & Sociedade , 2005, DOI: 10.1590/S0101-73302005000400004
Abstract: in an already classic essay, which was presented at the 1972 cerisy-la-salle symposium, which focused on work of nietzsche, deleuze asks why there is no such thing as a nietzschean "school". if we consider the almost sacred group of the three demystifying masters, we will see that, schools and bureaucracies were established under the aegis of the freud and marx, but nothing of the sort occurred in the case of the philosopher of the eternal return. what, in nietzsche, prevents schools and bureaucracies from sprouting from his thought, even though many thinkers affirm or deny being nietzschean? why do so many different thinkers call themselves nietzschean whereas as many others insist on showing "why they are not nietzschean"? what would a nietzschean "school" be like, if one existed? what would its teachings be? who would its masters be?
Acerca do elemento diferencial na Genealogia de Nietzsche na interpreta o de Deleuze  [PDF]
Tiago Rickli
PERI , 2010,
Abstract: Na primeira parte da obra Nietzsche e a Filosofia intitulada “O Trágico”, Deleuze abre sua leitura do pensamento de Nietzsche interrogando o conceito de genealogia. A escolha feita pelo pensador transparece uma tentativa de elucida o preliminar do método nietzschiano: nas suas incurs es pela busca da proveniência das diversas morais, “das condi es e circunstancias nas quais nasceram”, Nietzsche desenvolve um método para escrutar os solos nos quais os valores s o gerados e avaliá-los em seu preciso ponto de cria o e ulterior desenvolvimento: “sob que condi es o homem inventou para si os juízos de valor “bom” e “mal”? E que valor têm eles? Obstruíram ou promoveram até agora o crescimento do homem?”. Enfatizando a iniciativa nietzschiana de importar os conceitos de sentido e valor à filosofia, Deleuze investiga, nos primeiros movimentos do seu ensaio, a problemática dos valores, ruminando como Nietzsche inaugura uma filosofia dos valores até ent o sem precedentes e realiza uma “crítica total”. Para que se compreenda o alcance que os valores envergam como componentes elementares na investiga o, um esclarecimento de sua natureza é promovido: como s o esses valores mesmos? De acordo com Deleuze, por um lado, os valores fundamentam princípios, componentes essenciais a partir dos quais uma aprecia o comp e-se, pontuando uma perspectiva de estima o. Todavia, esses valores têm procedência de uma avalia o da qual eles mesmos derivam seus respectivos valores. Em uma rela o mais profunda, os valores referentes a uma respectiva aprecia o s o eles mesmos oriundos de uma cria o crítica (avaliativa), que agrega um valor ao fen meno avaliado. Eis que se mostra a nós a quest o que procuramos: perguntar-se pelo valor dos valores é interrogar a proveniência dos valores, perscrutar seu momento de emergência. Em sua cria o, há o ato de concep o de uma perspectiva crítica da qual o valor de seus valores correspondentes é determinado, uma avalia o criativa que se define como o elemento diferencial dos valores. Aquilo a partir de que o valor é concebido Deleuze nomeia de elemento diferencial: o valor dos valores encontra sua procedência nesse elemento diferencial. O que quer dizer Deleuze ao caracterizar o elemento diferencial como “sentimento de diferen a ou de distancia”, ou ainda, que “distancia é o elemento diferencial compreendido em cada for a”? Em suma, eis nosso objeto de análise que buscaremos questionar e desdobrar.
Nietzsche e Deleuze: sobre a arte de transfigurar
Viesenteiner,Jorge Luiz;
Discusiones Filosóficas , 2011,
Abstract: this article aims at articulating the concept of transfiguration through the theoretical confrontation between the philosophies of nietzsche and deleuze, especially regarding the idea of an experimental philosophy. this is done from a theoretical common point between both philosophers, namely, the detachment of a conceptual understanding of existence, i. e., the attempt to overcome any moral, logical, metaphysical shields, etc. mechanism that stands as an interpreter between man and life. our hypothesis is that the notion of transfiguration is the horizon with which nietzsche and deleuze shift the conceptual requirement at all costs, to the detriment of the dialectic and in favor of the experimentation with life.
Forma o como deforma o: esgotamento entre Nietzsche e Deleuze
Alexandre de Oliveira Henz
Revista Mal-estar e Subjetividade , 2009,
Abstract: The objective of this article is to offer tools of evaluation that could be able to help in the complication about the question of the formation as deformation from some movements inscribed in the work of Nietzsche and Gilles Deleuze. For Nietzsche, "we are tired of the man, we suffer from the man". What tires us and what make us suffer is the fact that the man became something as medium, mediocre and flavorless. It is the diagnosis of Nietzsche of what emerges in the culture in the end of the century XVIII. And that sameness of the man, this diminution of the man, became the goal of our civilization, not an accident of journey, but a goal. How to resist that man-form? With that question, Gilles Deleuze indicates that: "resist means to extract of this man the forces of a more affirmative life ". For all of that helps us a cutting fillet, a powerful and faint thread that travels through the work of Deleuze and itself inscribes in one of the ways by the which he read Nietzsche. In the contemporary sensibility, this thread gives concerns to many of its configurations, in superimposition. That line of force is capable of tie or unties many bundles of present phenomenon, complicating four movements juxtaposed in the soul of the times of now, permitting think coexistences and simultaneities. I will treat thoroughly those movements and I will draw a historical arch to complicate the auto deformated forms in its harm and fertility in the contemporary. Question tried by Deleuze in his last long text, published in 1992, that titles "L'épuisé" ["The exhausted"] whose matter is the exhaustion of the possible one. The exhaustion is not a state of readiness that would guard a certain pragmatic field. The activation in the exhaustion is an intensive vibration, is not for something. It is a yes can say to the life, as being.
Nietzsche, Deleuze, and Nāgārjuna: Mapping the Dialectics of Will/Desire  [cached]
Che-ming Yang
Journal of Language Teaching and Research , 2010, DOI: 10.4304/jltr.1.6.842-847
Abstract: This paper aims to explore the correspondences between the dialectical analysis (the unique way of logical argumentation) of Nietzsche’s will and that of Deleuze’s desire—the discursive axis of two influential thinkers whose critiques of representation dominate the formation of postmodern theory and beyond. In addition, I make a comparative study of their dialectics and that of Nāgārjuna. The major Nietzschean/Deleuzean texts explored in this paper are some of those which foreground the everlasting deterritorialized movement of will (and its related themes—Overman and Eternal Recurrence) and desire: Nietzsche’s Thus Spoke Zarathustra and The Will to Power; and Deleuze’s Difference and Repetition, Nietzsche and Philosophy, Anti-Oedipus and A Thousand Plateaus. As for Nāgārjuna’s work, I choose to focus on his masterpiece and mostly valued one—Mūlamadhyamakakārikās (中論).The focus of this study is to attempt a mapping (characteristic of rhizomatics) of how their special dialectics of will/desire (Nihilism), without ever attempting to create another Absolute Truth, sets forth the non-totalizable multiplicities that characterizes the world of becoming
Para além do princípio de fidelidade: uma aproxima o à historiografia filosófica deleuziana
Eduardo Pellejero
Princípios : Revista de Filosofia , 2011,
Abstract: Temos a imagem de um Deleuze voluntariosamente hostil à história da filosofia, na medida em que esta encarnaria uma espécie de agente de repress o do pensamento, impedindo que as pessoas pensem por si próprias. Como conciliar esse Deleuze panfletário e revoltoso com o professor de filosofia e historiador especializado que publica estudos sobre a obra de Bergson, Nietzsche, Espinosa e Lucrécio? Como conciliá-lo com esse Deleuze que conscientemente come ou pela história da filosofia, quando ainda se impunha, fez durante muito tempo história da filosofia e leu livros sobre este ou aquele autor? Como, em última instancia, com esse outro Deleuze que, mesmo já assumindo escrever livros “por conta própria”, continua a considerar a necessidade de integrar notas históricas nos seus próprios textos? O presente texto pretende explorar essa aparente contradi o, analisando criticamente as condi es de efetividade de uma historiografia filosófica fundada sobre os primeiros princípios do pensamento deleuziano.
Entre Deleuze e Canguilhem: filosofia crítica, vitalismo e problema do pensamento  [cached]
Antoine Janvier
DoisPontos , 2011,
Abstract: Canguilhem's historical-rationalist epistemology, his penchant for the concrete, and the areas which he refers to - medicine, the study of pathology, physiology, biology - seem a long way from the sweeping metaphysical studies of the "first" Deleuze and his interest in abstract conceptual systematization. But, here, we will locate ourselves on another level - that of philosophical problems and projects. In this setting, we present an interweaving of readings of the Essai and Nietzsche et la philosophie in order to see how enlightening it is: there, a less exclusively rationalistic Canguilhem appears, and we see in Deleuze's philosophical research something other than a gesture that raises reflection to another level of abstraction. More profoundly, such an approximation places under new perspectives the triple meaning of the refounding of Kantian criticism as a philosophy of values, of its relationship to a "philosophy of life" and its culmination in the problematization of the image of thought.
O “CORPO” E A CRíTICA à MODERNIDADE NO PENSAMENTO DE FRIEDRICH NIETZSCHE
Márcio José S. Lima
Griot : Revista de Filosofia , 2012,
Abstract: O presente trabalho tem como objetivo apresentar uma abordagem daquilo que o filósofo alem o Friedrich Nietzsche entende por “Corpo”. A partir de uma crítica endere ada ao pensamento moderno, sobretudo pelas no es de sujeito e objeto formuladas por Descartes, Nietzsche elabora sua crítica levando em considera o o conceito do corpo, n o como algo puramente sensível e fisiológico, mas, como um acontecimento originário da vida, uma afec o, um modo particular de percep o, capaz de perceber vida em seu próprio processo de constitui o. A partir da análise dos textos foi possível perceber que Nietzsche se contrap e ao modo como a tradi o filosófica moderna compreendia o corpo. Diferentemente da concep o cartesiana, sua reflex o parte da no o de Corpo como uma “grande raz o”, como uma afec o originária a partir da qual o homem vem a se constituir como um determinado eu.
TODOS SOMOS AMNéSICOS: MARCAS DO PENSAMENTO DE BERGSON E DA REMINISCêNCIA PLAT NICA EM NENHUM, NENHUMA
Amanda Teixeira Silva
Macabéa : Revista Eletr?nica do Netlli , 2012,
Abstract: This paper seeks to analyze the concepts of memory present in Guimar es Rosa’s short story Nenhum, Nenhuma. We start from the assumption that the writer used the ideas of Plato and Bergson in the construction of this story.
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