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A santidade do contrato e das leis: considera??es sobre a religi?o civil de Rousseau
Kawauche, Thomaz;
Kriterion: Revista de Filosofia , 2011, DOI: 10.1590/S0100-512X2011000100002
Abstract: in the chapter about civil religion in the social contract, rousseau uses expressions such as "sanctity of social contract and laws", "purely civil profession of faith", and even "civil religion" for alluding to the necessary, although conflicting, relation between religion and politics. this article aims at discussing this rhetoric device (that is similar to the figure of speech named oxymoron) from a more general point of view, based on the exposition of contract's legislator speech procedure and of the similarities with rousseau's speech procedure to conciliate the contradictory exigencies of religion and politics in the problem of laws' institution in state.
Rousseau: Religión política o instrumentalización política de la religión?
Iván Garzón Vallejo
Revista de Derecho , 2010,
Abstract: Este artículo explora el problema de la política y la religión en Jean-Jacques Rousseau desde una perspectiva filosófica. Para ello expone la forma como Rousseau concibe la religión en sus principales obras, destacando su carácter equívoco y polémico. Luego analiza el concepto de la religión civil desde la óptica del papel público que debía desempe ar en la comunidad política. Finalmente, sugiere los argumentos que fundamentan la propuesta rousseauniana como el dise o de una religión civil o política, o si, por el contrario, es una suerte de instrumentalización política de la religión, elemento que lo emparentaría con otros autores modernos. Este texto no pretende resolver el dilema, sino sugerir que hay razones para sostener cualquiera de estas dos lecturas de la obra del ginebrino.
Soberania, lei, vontade geral e autoridade legítima segundo Do contrato social de Jean-Jacques Rousseau Soberania, lei, vontade geral e autoridade legítima segundo Do contrato social de Jean-Jacques Rousseau
Raquel Kritsch
Revista Espa?o Acadêmico , 2011,
Abstract: O objetivo deste artigo é introduzir o leitor no pensamento político de Jean-Jacques Rousseau, com base nas reflex es do autor em Do contrato social. Partindo-se da distin o entre poder e autoridade, procura-se mostrar o fundamento da legitimidade e a constru o do contrato social ideal. Para o filósofo genebrino, a soberania, entendida como a vontade geral em a o, constitui o fundamento mais adequado às repúblicas, regidas por leis emanadas da vontade geral, as únicas capazes de expressar os interesses gerais de um “eu comum” que n o se confunde nem com a maioria nem com os particulares. Depois de apresentadas as características centrais do poder soberano, discute-se o papel do governo e da religi o civil na vida politicamente organizada sob um Estado republicano. O objetivo deste artigo é introduzir o leitor no pensamento político de Jean-Jacques Rousseau, com base nas reflex es do autor em Do contrato social. Partindo-se da distin o entre poder e autoridade, procura-se mostrar o fundamento da legitimidade e a constru o do contrato social ideal. Para o filósofo genebrino, a soberania, entendida como a vontade geral em a o, constitui o fundamento mais adequado às repúblicas, regidas por leis emanadas da vontade geral, as únicas capazes de expressar os interesses gerais de um “eu comum” que n o se confunde nem com a maioria nem com os particulares. Depois de apresentadas as características centrais do poder soberano, discute-se o papel do governo e da religi o civil na vida politicamente organizada sob um Estado republicano.
Rousseau: ?Religión política o instrumentalización política de la religión?
Garzón Vallejo,Iván;
Revista de Derecho , 2010,
Abstract: this article explores the problem of politics and religion in jean-jacques rousseau from a philosophical perspective. in order to achieve this goal, this paper firstly shows how rousseau conceives religion in his major works, and it emphasizes in their ambiguous and controversial character. after that, this paper analyzes the concept of civil religion based on the public role that it was called to play within the political community. finally, this paper deals with the issue of whether the arguments behind rousseau's proposal are the design of a civil or political religion; or is it a sort of political manipulation of religion, and in consequence, an element that evidences a link between rousseau and other modern authors. the text does not purport to resolve the dilemma, but suggest that there are reasons to support either of these two readings of the work of the author.
Superstition, religion and the political / Supersti o, religi o e o político
Michel Despland
Plura : Revista de Estudos de Religi?o , 2011,
Abstract: /presentationAlthough a respected researcher of religion in both the European and North American intellectual scene, Michel Despland is to date still little known in Brazilian religion studies circles. Among his several publications, we name but a few: Kant on history and religion: with a translation of Kant's On the failure of all attempted philosophical theodicies (McGill-Queen's University Press, 1973); The education of desire, Plato and the philosophy of religion (University of Toronto Press, 1985); Les hierarchies sont ebranlees, politiques et theologies au XIXe siècle, (Fides, 1998); Comparatisme et Christianisme: questions d'histoire et de methode (L'Harmattan, 2002). In the paper before us, which was presented during the 12th Symposium of the Brazilian Association for the History of Religions (2011, UFJF), Professor Despland starts from the anthropological premise that religion is “something people do”. Drawing on Spinoza’s work, Despland elects the category of “superstition” as the most adequate tool for the analysis of the religious realm, rather than, for instance, “the sacred”. The author’s immediate goal is first to understand Spinoza’s own construal of the religious and political realms in their interrelatedness – both in conceptual continuity and rupture with the Western/Christian traditions of political theology. He then proceeds to probe historically into the moral and social dimensions of religion as embedded both in its own institutions and in the ever growing third realm of civil society vis-à-vis the state. This discussion, enriched by the contribution of other important writers such as J.-J. Rousseau, A. de Tocqueville, B. Constant and C. Lefort, should serve as a test for his theoretical choices. Despland hopes to have shown, at the end, that a consideration of religion as inevitably rooted in human nature, together with the analysis of the particular historical configuration of the political and religious realms in modern Western civilization, provides us with “a good context for the confrontation with some of the fundamental problems of justice that remain before us today”. Religion as he sees it, therefore, is finally to be understood as psychologically and historically contingent human action. All the same, it takes place over against the irrational-rational background of some philosophically resilient categories: superstition and morality. Resumo/apresenta oCientista da religi o reconhecido e respeitado em ambientes intelectuais da América do Norte e da Europa, Michel Despland é ainda pouco conhecido pela academia brasileira.
Soberania e justi a em Rousseau Sovereignty and Justice in Rousseau
Thomaz Kawauche
Trans/Form/A??o , 2013,
Abstract: Trata-se, neste artigo, de discutir a novidade introduzida por Rousseau em rela o à no o moderna de soberania, que tem Bodin como representante fundador. A análise toma por objeto a rela o entre soberania e leis civis, a qual é compreendida nos termos da oposi o, encontrada no Contrato social, entre justi a natural e justi a civil. This paper discusses the new ideas introduced by Rousseau in relation to the modern notion of sovereignty, of which Bodin is the representative founder. The analysis takes as its subject the relation between sovereignty and civil laws, which is comprehended in terms of the opposition between natural justice and civil justice found in the Social Contract.
Um Breve Panorama das Rela es entre Política e Religi o no Contexto do Estado Moderno  [cached]
Marco Aurélio Lagreca Casamasso
Lex Humana , 2010,
Abstract: O artigo objetiva proporcionar, a partir da perspectiva do pensamento político moderno, um breve panorama do modelo de rela o que se estabelece entre a política e a religi o no contexto do Estado Moderno. Destaca-se a hegemonia do poder estatal no ambito da sociedade política e, em particular, sua supremacia em face da religi o e dos atores religiosos. Apresenta-se um relato sucinto da problemática político-religiosa no pensamento de Maquiavel, Hobbes, Spinoza, Locke, Montesquieu e Rousseau.
Iluminismo pedagógico e educa o natural em Jean-Jacques Rousseau
Cristiano Eduardo Wendt,Claudio Almir Dalbosco
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2012, DOI: 10.5902/198464444827
Abstract: http://dx.doi.org/10.5902/198464444827 O ensaio discute a importancia de Jean-Jacques Rousseau para a pedagogia moderna, tendo por base sua obra filosófico-pedagógica Emílio ou Da Educa o. Busca apresentar qual o significado do iluminismo pedagógico, bem como, a concep o de educa o natural, e as duas grandes novidades trazidas por Rousseau para o campo educacional, a saber, os conceitos de infancia e de educa o. Nesta perspectiva, analisa as três principais interpreta es a que o iluminismo rousseauniano foi submetido ao longo da história: como otimista da raz o, primitivista e dialético da raz o. Assumindo o pensamento do genebrino como defensor de uma dialético da raz o, o ensaio procura refletir sobre os desdobramentos que esta concep o provoca ao seu projeto de educa o natural e como reflete no desenvolvimento cognitivo e moral dos infantes. Por fim trata de apresentar duas inova es que Rousseau traz para o campo da educa o, a primeira no que diz respeito ao conceito de infancia e, a segunda, ao processo pedagógico como um todo, considerando as fases de amadurecimento biológico, cognitivo e moral, nas quais cada crian a se encontra.
Primeira infancia e educa o natural em Rosseau: as necessidades da crian a = First childhood and natural education in Rousseau: the child's needs  [PDF]
Dalbosco, Cláudio Almir
Educa??o , 2007,
Abstract: No émile Rousseau esbo a o projeto de uma educa o natural ao seu aluno fictício, pensando seu desenvolvimento cognitivo-moral em diferentes fases e idades e elencando para cada uma delas situa es e problemas específicos. O artigo concentra-se em refletir sobre problemas que surgem na primeira infancia, considerando a tens o entre necessidades da crian a e cuidados do adulto como núcleo constitutivo do conteúdo da educa o natural atribuido por Rosseau a esta primeira fase de seu desenvolvimento.
Determina??o racional da vontade humana e educa??o natural em Rousseau
Dalbosco, Cláudio Almir;
Educa??o e Pesquisa , 2007, DOI: 10.1590/S1517-97022007000100009
Abstract: this article seeks to show, with the help of an analytical-reconstructive work, that at the basis of rousseau's "secular argument" about the origin of human evil, developed in book iv of the emile, lies a theory of the rational determination of the will that oscillates between the concepts of conscience and reason. by the expression "secular argument" is understood here the fact that rousseau no longer sees the origin of evil in a strange force, or in the singular individual, but in society itself. the present text attempts to clarify also that, despite this vacillation, such theory becomes decisive in the outline of a project of natural education offered by that author to his imaginary pupil in the emile. since his character is constituted in the intertwining of social relations, no alternative is left to emile but to try to educate himself in the social exchange, notwithstanding the permanent risk of being corrupted by society. because the outline of the theory of the rational determination of human will is closely associated with the drafts of social and anthropological theories also put forward by rousseau in the emile, he must also enlist arguments for the confrontation, through a work of education of the selfish tendency of the amour-propre, with the realization of otherness that comes from the human sociability, aiming at recovering the feeling of amour de soi-même in the social exchange.
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