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En historia de las ideas, la pedagogía constructivista proviene del idealismo alemán.
Stefan Schweizer
Electroneurobiología , 2007,
Abstract: Many consequences of constructivism are nowadays widespread in the academic community concerned with pedagogy and didactics. As the theoretical source of constructivist theory, German Idealism –for example, the works of Johann Gottlieb Fichte and Friedrich W. J. Schelling– is identified. Siegfried Schmidt and Ernst von Glasersfeld later on contributed further specifications. Still older roots, digging in Aristotelean notions, have been pointed out by Mario Crocco and Colin Dougall for the theory of autopoiesis composed by neurobiologists Maturana and Varela, who were born in a culture partly shaped by four centuries of Aristotelean, Jesuit schooling; thus far, however, the present writer has not yet carried his research program onto the study of such roots. Autopoiesis theory, which basically dovetails and complements the constructivist paradigm, illustrates the implications of a theory of science as regards the theory of self-organisation. The main feature of constructivist pedagogy and didactics is the focus on the student. Students are considered autopoietically closed systems and structural-selective acting systems that are only able to act on their own motivation and are incapable to respond to external motives. Therefore self-study, partner- or groupwork is viewed as the ideal means of successful education. (Article in Spanish) SUMARIO CASTELLANO: En nuestros días muchas secuelas del constructivismo se expandieron ampliamente a través de la comunidad académica vinculada a la pedagogía y didáctica. Como raíz y fuente ideológica de la teoría constructivista se identifica al idealismo alemán; por ejemplo, la obra de Johann Gottlieb Fichte y Friedrich W. J. Schelling; más tarde, Siegfried Schmidt y Ernst von Glasersfeld aportarían mayores especificaciones. Raíces aún más antiguas, arraigadas en conceptos de Aristotéles, han sido se aladas por Mario Crocco y Colin Dougall para la teoría de la autopoiesis compuesta por los neurobiólogos Maturana y Varela, nacidos en una cultura en gran parte moldeada por cuatro siglos de ense anza aristotélica jesuítica; el presente autor, empero, hasta ahora no ha extendido su programa de investigación hasta el estudio de esas raíces. La teoría de la autopoiesis, que entronca, articula y complementa el paradigma constructivista, ilustra las implicaciones de una teoría de la ciencia sobre la teoría de la auto-organización. El rasgo prominente de la pedagogía y didáctica constructivistas es el foco que pone en el estudiante. Los estudiantes son considerados sistemas autopoieticamente cerrados y sistemas que obran de modo
Metafísica: história e problemas, de Bonaccini, J. A.; Medeiros, M. da Paz N.; Silva, M. F. e Bauchwitz, O. F.
Glenn W. Erickson
Princípios : Revista de Filosofia , 2006,
Abstract: Resenha do livro "Metafísica: história e problemas: atas do I Colóquio Internacional da Metafísica", Juan Adolfo Bonaccini, Maria de Paz Nunes Medeiros, Markus Figueira de Silva e Oscar Frederico Bauchwitz (Org.. Natal: EDUFRN, 2006, 332 páginas. [Cole o Metafísica n. 5].
Herdeiros do idealismo Alem?o
Musse, Ricardo;
Trans/Form/A??o , 1994, DOI: 10.1590/S0101-31731994000100003
Abstract: this article evaluates the pertinence of engel's lemma according to which marxism is the "heir of german idealism" in lukác's, horkheimer's and adorno's theories. while lukács considers the marxist method as springing from the hegelian philosophy and horkheimer explicitly assumes the kantian legacy, adorno does not intend to be himself the heir, but the critic of the german idealism.
Idealismo transcendental e ceticismo em Kant  [cached]
Flávio Williges
Barbarói , 2007,
Abstract: No capítulo IV do The Significance of Philosophical Scepticism, Stroud, depois de expor seu entendimento do “idealismo transcendental” e do “realismo empírico” de Kant, apresenta várias dificuldades presentes no projeto kantiano. A principal delas consiste em afirmar que o idealismo transcendental seria compatível com o ceticismo acerca do conhecimento objetivo, o conhecimento do modo como as coisas s o por si mesmas. Esse artigo apresenta uma crítica, exposta na forma de argumento condicional, a essa dificuldade do idealismo transcendental kantiano apontada por Stroud. O argumento consiste em sustentar que, se a interpreta o que Allison faz da distin o transcendental entre “fen meno” e “coisa em si” (como uma distin o de dois modos distintos de conceber um mesmo objeto) for correta, ent o a acusa o de um compromisso do idealismo transcendental com o ceticismo n o se sustenta. Abstract In the chapter IV of The Significance of Philosophical Scepticism, Stroud, after exposing his understanding of the "transcendental idealism" and of Kant’s "empiric realism", shows several difficulties present in the Kantian project. The main of them consists of affirming that the transcendental idealism would be compatible with the scepticism concerning to the objective knowledge, the knowledge about the way the things are for themselves. The present article presents a critics, exposed in the form of conditional argument, to that difficulty of the Kantian transcendental idealism pointed by Stroud. The argument consists of sustaining that, if the interpretation that Allison makes of the transcendental distinction between "phenomenon" and "thing in itself" (as a distinction of two different manners of conceiving a same object) is correct, then the accusation of a commitment of the transcendental idealism with the scepticism is not sustained.
Ensaio sobre o Idealismo Hegeliano  [PDF]
Diogo Ramos
PERI , 2010,
Abstract: Fazemos uma pequena apresenta o do idealismo hegeliano, dando especial aten o à sua tentativa de resgatar certos aspectos da filosofia antiga, em especial a no o aristotélica de substancia, cuja rejei o pode ser dita a grande peculiaridade da corrente epistemológica moderna, desde Descartes até Kant. Por o tema do idealismo em Hegel ser por demais complexo e vasto de forma alguma temos pretens o de ter abordado plenamente o assunto, limitando-nos por isso a algumas considera es que possam servir como uma primeira introdu o à filosofia hegeliana, em particular à sua Lógica.
O estado de direito no idealismo alem o: Kant, Fichte, Hegel
Jean-Fran?ois Kervegan
DoisPontos , 2007,
Abstract: This paper argues, in sharp contrast to a traditional view, that classical German philosophy, far from considering individuals mere appendages of the state, proposes a significant theory of constitutional state (Rechtsstaat) even before liberal jurists have formulated it. This theory, however, is a critical one, inasmuch as it highlights the illusionary character of the liberal conception according to which civil society could completely escape the guardianship of the state. For Fichte and Hegel, as well as for Kant, only a true state, with attributes of its power, can be a true constitutional state.
A RELATIVIZA O DA COISA JULGADA
Renata Alice Bernardo Serafim de Oliveira
Revista da SJRJ , 2010,
Abstract: Este artigo analisa as teorias de relativiza o que prop em a ado o de meios atípicos para afastar a coisa julgada material. Aborda os institutos legais existentes em nosso ordenamento jurídico para desconstituir a coisa julgada. Por fim, promove um estudo de caso concreto observado em sede de juizado especial.
COISA JULGADA NO PROCESSO DE FAMíLIA  [cached]
Maria Berenice Dias,Marianna Chaves
Meritum : Revista de Direito da Universidade FUMEC , 2012,
Abstract: A coisa julgada é instituto jurídico que torna integral o conteúdo do direito fundamental à seguran a jurídica, garantido em todo o Estado Democrático de Direito. No ordenamento brasileiro, tal instituto se encontra consagrado no art. 5o, XXXVI, da Constitui o Federal. A proposta com este estudo é analisar a existência ou n o da coisa julgada nas a es de alimentos, uma vez que a Lei de Alimentos afirma que a senten a de alimentos n o transita em julgado e, havendo coisa julgada, se existe possibilidade de relativizá-la. A quest o da relativiza o também é trazida à baila no ambito da investiga o de parentalidade, em virtude dos avan os na seara dos marcadores genéticos.
Idealismo e refuta o do idealismo na filosofia crítica de Kant
Pedro Costa Rego
Kriterion: Revista de Filosofia , 2013,
Abstract: O presente trabalho versa sobre o tema, central no projeto filosófico de Kant, da refuta o do idealismo, concentrando-se em dois momentos da Crítica da Raz o Pura (CRP): a Dedu o Transcendental e a Refuta o do Idealismo. Adoto duas hipóteses interpretativas: a primeira, de que a se o da CRP intitulada "Refuta o do Idealismo" n o esgota o projeto kantiano de uma refuta o do idealismo, mas lhe fornece o acabamento, apresentando-se como um desenvolvimento de argumentos aduzidos na Dedu o Transcendental. A segunda, de que a refuta o kantiana do idealismo assume uma forma bipartida pelo fato de que s o essencialmente duas as figuras do idealista que a argumenta o implicitamente apresenta como adversário da teoria transcendental do conhecimento. Chamarei essas figuras de idealista cético e idealista da autoconsciência e procurarei demonstrar e discutir a presen a, na CRP, de dois distintos movimentos argumentativos anti-idealistas que lhes correspondem nas se es da Refuta o e da Dedu o. Finalmente, esbo arei a pergunta sobre se e em que medida, entendida na perspectiva de sua forma bipartida, a refuta o kantiana completa do idealismo na CRP apresenta uma prova suficiente contra o interlocutor que, apesar de admitir, por hipótese, tanto a possibilidade do conhecimento objetivo quanto seu primado epistêmico em rela o à consciência do Eu (consciência dos estados internos ou autoconsciência), subordina o domínio da objetividade à instancia transcendental de uma consciência de objetos. This paper concerns about Kant's refutation of idealism and focuses on two chief sections of the Critique of Pure Reason: the Transcendental Deduction and the Refutation of Idealism. I shall argue firstly that the first Critique's section named "Refutation of Idealism", instead of exhausting Kant's project of refuting idealism, constitutes its accomplishment, offering a final deployment for some arguments adduced in the Transcendental Deduction. Secondly, I sustain that the refutation-project has two argumentative stages, since the idealist which is implicitly elected as the opponent of Kant's transcendental epistemology has essentially two faces. I shall term the one "skeptical idealist", and the other "self-consciousness idealist", and I'll endeavor to demonstrate accordingly two anti-idealistic lines of argument, both in the Refutation and in the Deduction. Finally, I shall attempt to assign some meaning to the question if kantian complete refutation of idealism amounts to a sufficient proof against a hypothetical opponent who, even though conceding both the possibi
COISA JULGADA NAS A ES COLETIVAS  [cached]
Luciana de Castro Concentino
Meritum : Revista de Direito da Universidade FUMEC , 2012,
Abstract: As demandas de massa constituem uma realidade mundial. No Brasil, as a es coletivas come aram a ganhar for a com a introdu o do processo brasileiro do Código de Defesa do Consumidor Apesar de a demanda coletiva já ter sido regulamentada, em parte, por legisla es esparsas antes mesmo da promulga o do Código consumerista, foi com esse diploma legal que o ordenamento jurídico brasileiro conseguiu uma normatiza o própria que incidisse nas a es metaindividuais. Com este trabalho tem-se como fim analisar a extens o da coisa julgada nas demandas de massa, fazendo o estudo considerando as a es de direitos difusos, coletivo stricto sensu e individuais homogêneos.
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