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A pintura em Schelling e o problema da imagem =The painting in Schelling and the problem of image  [PDF]
Barros, Fernando Ribeiro de Moraes
Veritas , 2010,
Abstract: O propósito geral deste artigo consiste em mostrar, a partir de hipóteses globais de interpreta o da natureza e da arte, o lugar da pintura na filosofia de F. W. J. v. Schelling. Submetendo a obra pictórica a condi es teórico-especulativas inovadoras, a pondera o schellinguiana impele-nos, n o raro, a um tratamento diferenciado do visível. Por isso, a título de exercício de reflex o, espera-se igualmente indicar que tal caracteriza o da pintura ecoa e antecipa, ao longe, quest es levantadas pela filosofia contemporanea – em especial, pela fenomenologia – a respeito da imagem.
Introdu o ao Projeto de um Sistema da Filosofia da Natureza ou Sobre o Conceito da Física Especulativa e A Organiza o interna de um Sistema desta Ciência
Friedrich W. J. Schelling,Kleber Carneiro Amora
Princípios : Revista de Filosofia , 2010,
Abstract: Schelling, F. W. J.
A natureza da Filosofia e o seu ensino  [cached]
Desidério Murcho
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2002,
Abstract: O ensino da Filosofia é muitas vezes de má qualidade, devido a uma incompreens o da natureza da própria Filosofia — e do conhecimento em geral. Neste artigo, procuro mostrar que a Filosofia difere apenas em grau, e n o em espécie, de outros tipos de conhecimento, e retiro daí conseqüências para o seu ensino. Ensinar Filosofia é ensinar a pensar criticamente sobre os problemas, as teorias e os argumentos da filosofia. Para isso, o estudante tem de ter instrumentos críticos e informa o adequada. Só assim poderá participar de igual para igual no debate de idéias filosóficas. Apesar de essas idéias serem praticamente senso comum nas melhores universidades onde se ensina Filosofia, elas constituem algo que ainda está longe de ser uma realidade no ensino português da Filosofia. Palavras-chave: filosofar, discuss o, aprendizagem.
O ANTI-REALISMO NA FILOSOFIA DA FíSICA DE WERNER HEISENBERG: DA POTENTIA ARISTOTéLICA AO FORMALISMO PURO
Vinicius Carvalho da Silva
Griot : Revista de Filosofia , 2011,
Abstract: Qual a Filosofia da Natureza que podemos inferir da Física Contemporanea? Para Werner Karl Heisenberg, prêmio Nobel de Física de 1932, a ontologia da Ciência Moderna, estruturada no materialismo, no mecanicismo e no determinismo já n o pode servir de fundamento para a nova Física. Esta requer uma nova base ontológica, onde o anti-realismo, seguido de um formalismo puro, aparece como o princípio basilar de uma nova Filosofia Natural.
A emergência de um novo saber geográfico: o retorno da ciência à filosofia / The emergence of a new geographic knowledge: the return of science to philosophy  [cached]
Roberison Wittgeinstein Dias da Silveira,Antonio Carlos Vitte
Revista Sociedade & Natureza , 2011,
Abstract: No cenário atual do conhecimento, a separa o outrora tra ada entre ciência e Filosofia encontra seu ponto limite, cabendo agora uma nova unidade. A Geografia, nesse contexto geral do saber, encontra a justa forma de sua história fracassada enquanto ciência moderna e, ao mesmo tempo, a fun o pioneira de para além dos limites caminhar. Perdida em sua falta de unidade investigativa, em sua esquizofrenia Física/Humana, lida a Geografia com o ponto nodal de toda a dificuldade contemporanea do saber, na medida em que, nesse nada ser, busca a compreens o geral da unidade posta ao mundo pela rela o do homem com a natureza. Propriamente aqui, onde se funda toda a dificuldade histórica da análise geográfica, toma forma um saber que transcende a barreira criada pela cis o entre Filosofia e ciência.
AS INFLUêNCIAS DA FILOSOFIA NATURAL E DA NATURPHILOSOPHIE NA CONSTITUI O DO DARWINISMO: ELEMENTOS PARA UMA FILOSOFIA DA GEOGRAFIA FíSICA MODERNA  [cached]
Antonio Carlos Vitte
Boletim Goiano de Geografia , 2009,
Abstract: Esse trabalho argumenta que a teoria da evolu o de Charles Darwin sofreu forte influência da naturphilosophie de Schelling e Hegel, representando um avan o positivo nas concep es de teleologia da natureza. Fortemente influenciado pelas obras de Alexander von Humboldt, de Werner e pelas pesquisas no campo da paleontologia, a Teoria da Evolu o, concebeu a transforma o dos organismos e a sua especia o a partir determinantes geográficos e temporais. Ideologicamente influenciado por Lyell, que acreditava na hipótese da vera causa, Darwin relegou a matriz espacial e concentrou suas argumenta es nas mudan as temporais, basicamente climáticas, como determinante da evolu o. Os impactos da teoria da evolu o atingem tanto o campo da geografia física, quanto da geografia humana, influenciando fortemente na postura metodológica das pesquisas geográficas, mas chamando a aten o para a complexidade das rela es entre o espa o e tempo que est o em constante mudan a.
Ensaio de introdu o à filosofia da história =Introductory essay to the philosophy of history  [PDF]
Juli?o, José Nicolao
Veritas , 2010,
Abstract: Nosso objetivo é o de fazer uma analise da natureza da Filosofia da História tendo em conta um período abrangente do seu desenvolvimento histórico, mas também nos centrando em alguns momentos axiais em que essa disciplina demarcou de maneira mais sistemática seu objeto, seus problemas e suas tarefas. Nesse sentido, o foco do nosso estudo n o está na mera apresenta o de um panorama geral e exaustivo da Filosofia da História, mas antes, mais modestamente e também mais substancialmente, pretendemos examinar a hipótese segundo a qual o surgimento das Teorias da História características do século XIX n o eliminou por completo alguns pressupostos metafísicos que fundamentavam as filosofias da história tradicionais e até, pelo contrário, se nutriu deles para lan ar as bases da epistemologia das ciências históricas que possibilitou, ent o, no século seguinte, o renascimento das Filosofias da História em suas diversas varia es.
A rela o homem-natureza e a práxis do turismo: um (re)encontro para a preserva o  [cached]
Bruna Raquel Alves Pinheiro,Artemísia dos Santos Soares,Francisco Fransualdo de Azevedo
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2010,
Abstract: O presente artigo constitui-se de um ensaio teórico conceitual focalizado nas rela es homem-natureza que se d o no espa o. Acredita-se assim, que por meio da prática do turismo em ambientes naturais, o homem pode (re)encontrar-se consigo mesmo em uma rela o individual, praxiológica que viabiliza a preserva o ambiental. Para tanto, o estudo aborda posicionamentos de estudiosos do turismo, geografia e filosofia que versam acerca desta temática, embasados no imperativo da preserva o, no conceito de totalidade, intrínseco a todos os elementos do Universo e na capacidade de percep o do turista. Portanto, defende-se a premissa de que o turismo pode ser um meio de sensibiliza o capaz de proporcionar a unicidade do ser humano com a natureza que na sociedade contemporanea ainda tem se revelado paradoxal.
SCHELLING E O CARáTER DUAL DA LUZ SCHELLING AND THE DUAL NATURE OF LIGHT  [cached]
Kleber Carneiro Amora
Philósophos : Revista de Filosofia , 2009, DOI: 10.5216/phi.v13i1.7993
Abstract: Neste trabalho procuramos mostrar como Schelling, baseado na dialética especulativa, antecipou, tal como o fizera em rela o a inúmeros outros fen menos físicos, uma importante teoria sobre a natureza da luz, a qual o físico Louis de Broglie demonstrou ser verdadeira apenas 150 anos mais tarde.
Filosofia do Envelhecimento: a Dialética dos Contrários
Izabel Maria Bellini Zielinsky
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2008,
Abstract: A Filosofia percebe o envelhecimento humano dentro do paradoxo dos contrários. A juventude e a velhice coexistem em um espa o de corpo e de alma desde o nosso nascimento e os contrários tornam-se um só num diálogo em que nunca desaparecer o. O envelhecimento humano é o belo em si mesmo, como o jovem em si mesmo e tudo o mais que a validade em si mesma contenha de saber eterno. O fim e o início, os segundos e o nada, os opostos e os contrários falam à natureza humana em sua mais alta voz, habitando o corpo com o paradoxo da juventude e da velhice.
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