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A contradi??o entre universalidade da cultura humana e o esvaziamento das rela??es sociais: por uma educa??o que supere a falsa escolha entre etnocentrismo ou relativismo cultural
Duarte, Newton;
Educa??o e Pesquisa , 2006, DOI: 10.1590/S1517-97022006000300012
Abstract: the thesis of the end of the meta-narratives defended by postmodernism implies the negation of the universality of culture. it is not just the fact that human culture has not yet achieved true universality, and not even the fact that the ruling classes have so far subjected human culture to their own private interests and, to that end, have suffocated and destroyed much of the wealth contained in local cultures. to postmodernism the problem does not reside in the bourgeois vision of human culture, but in the very idea that a universal culture can exist. postmodernists declare that any educational project based on the idea of the existence or possibility of a universal culture is a conservative, authoritarian, ethnocentric project. this text argues for the thesis that the marxian conception of the historic process of constitution of the universal human wealth incorporates the theoretical elements necessary to overcome the false option, postulated by the various postmodernist trends, between ethnocentrism and cultural relativism. in marx, the universalization of human culture in the capitalist society takes place through the universalization of the exchange value of the goods as the fundamental mediation of social relations. it is, therefore, a dialectical process in which the humanization and the alienation of the human genre and of the individuals occur at the same time. the text concludes with the presentation of the challenges that, based on this marxian conception of universal wealth, must be faced in the process of constructing a marxist pedagogy.
Extrac o de rela es semanticas entre palavras a partir de um dicionário: o PAPEL e a sua avalia o
Hugo Gon?alo Oliveira,Diana Santos,Paulo Gomes
Linguamática , 2010,
Abstract: Neste artigo apresentamos o PAPEL, um recurso lexical para o português, constituído por rela es entre palavras, extraídas de forma automática de um dicionário da língua geral através da escrita manual de gramáticas para esse efeito. Depois de contextualizarmos o tipo de recurso e as op es tomadas, fornecemos uma vis o do processo da sua constru o, apresentando as rela es incluídas e a sua quantidade. Apresentamos também uma primeira avalia o, que tomou duas formas: para as rela es de sinonímia, a compara o com o TeP 2.0, um recurso publicamente acessível e de cobertura vasta; para as outras rela es, interrogando corpos em português. Esta segunda forma pode ser efectuada automaticamente, ou recorrendo a avaliadores. Nesta última vertente, integrado no projecto AC/DC, é oferecido mais um servi o de valida o de rela es à comunidade do processamento computacional da língua portuguesa, onde qualquer utilizador pode actuar como avaliador.
Condicionantes estruturais dos relacionamentos intraorganizacionais: uma análise da influência sobre rela es de comunica o e decis o
Luis Gabriel Abravanel dos Santos,Luciano Rossoni,Clóvis Luiz Machado-da-Silva
Revista de Administra??o Mackenzie , 2011,
Abstract: O presente trabalho tem como objetivo analisar as rela es intraorganizacionais de comunica o e de tomada de decis o estabelecidas entre gerentes de uma organiza o industrial. Partindo de aspectos conceituais delineados na teoria das organiza es e em teorias sobre redes sociais, buscamos, em primeiro lugar, avaliar como a estrutura formal condiciona as rela es de comunica o e de tomada de decis o. Depois, avaliamos como a estrutura departamental define os padr es de homofilia e heterofilia. Por fim, avaliamos como os aspectos formais do cargo, as características pessoais e a posi o na rede est o associados com o prestígio dos gerentes. Nos resultados, destacamos que, entre as rela es formais, aquela que apresenta maior condicionamento sobre as rela es naturais é a rela o hierárquica, e ela condiciona muito mais as escolhas instrumentais (tomada de decis o) que as escolhas sociais (comunica o). Observamos também que o departamento de produ o apresenta tendência de segrega o ou homofilia, enquanto os demais departamentos apresentam tendência de diferencia o ou heterofilia. Por fim, buscando compreender os antecedentes do prestígio dos gerentes, identificamos que, entre as variáveis de redes, aquelas que apontam para a forma o de capital social por meio dos la os fracos mostraram-se mais fortemente relacionadas com prestígio na tomada de decis o do que aquelas que indicam capital social por meio dos la os fortes.
(Re)pensando o problema dos gêneros do discurso por meio de uma rela o entre Bakhtin e Vigotsky / (Re)thinking the problem of speech genres by means of a relationship between Bakhtin and Vygotsky  [cached]
Anselmo Pereira de Lima
Bakhtiniana: Revista de Estudos do Discurso , 2010,
Abstract: RESUMO: Com base em nossa pesquisa de doutorado e a partir do estabelecimento de uma rela o entre alguns dos conceitos de Bakhtin e Vigotski, o objetivo deste texto é mostrar 1) que o domínio dos gêneros do discurso pelos sujeitos falantes se desenvolve progressivamente, por meio de uma atividade específica de regula o do uso da língua, e 2) que esse domínio progressivo coincidecom a elabora o e reelabora o constantes a que est o submetidos os gêneros do discurso. ABSTRACT: Based on our doctorate research and on the establishment of a relationship between some ofBakhtin's and Vygotsky's concepts, the aim of this text is to show that 1) the mastery of speech genres by different speakers develops itself progressively, by means of a specific language use regulating activity, and that 2) this progressive mastery coincides with the constant elaboration and reelaboration to which the speech genres are subject.
O sentimento de vergonha e suas rela es com a moralidade  [cached]
La Taille Yves de
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2002,
Abstract: O objetivo deste artigo é analisar a rela o entre o sentimento de vergonha e a moralidade. Para tanto, come amos por discutir uma perspectiva teórica do tema (a 'personalidade moral' ou moral self) que nos permite incluir a dimens o afetiva nas explica es psicológicas das a es morais. Uma vez feita esta discuss o, debru amo-nos sobre o sentimento de vergonha, analisando quatro aspectos essenciais: 1) o lugar do juízo alheio e do auto-juízo na experiência da vergonha, 2) a eixo temporal da vergonha (vergonha prospectiva e retrospectiva), 3) as avalia es positivas e negativas deste sentimento e, 4) sua rela o com o Eu. Acabamos nosso texto estabelecendo rela o entre vergonha e moralidade através do conceito de 'honra' (ou auto-respeito) procurando mostrar que o referido sentimento é condi o necessária ao agir moral.
A Rela o entre o Risco e as Práticas de Governan a Corporativa Diferenciada no Mercado Brasileiro de A es: uma abordagem sob a égide da teoria dos portfólios de Markowitz Risk Relation and the Corporative Governance Practice in the Brazilian Stock Market: an approach according to the portfolio theory by Markowitz La Relación entre el Riesgo y las Prácticas de Gobernanza Corporativa Diferenciada
SILVA, Rhoger Fellipe Marinho da,CARMONA, Charles Ulises De Montreuil,LAGIOIA, Umbelina Cravo Teixeira
Revista Brasileira de Gest?o de Negócios , 2011,
Abstract: RESUMO Este estudo objetivou analisar se há uma rela o entre o risco de uma carteira, considerada suficientemente diversificada no mercado brasileiro de a es, composta pelas empresas classificadas no IGC, em compara o à Carteira de Mercado. Para tanto, utilizou-se preliminarmente do proceder metodológico de pesquisa bibliográfico-documental de caráter exploratório e, posteriormente, do levantamento das carteiras teóricas do índice de a es com governan a corporativa diferenciada da BM&FBOVESPA válidas para o primeiro, segundo e terceiro quadrimestres de 2009. E, com o auxílio da planilha eletr nica Excel, utilizando-se do modelo de Markowitz (1952) e da metodologia desenvolvida por Gon alves Junior, Pamplona e Montevechi (2002), buscou-se encontrar as carteiras de variancia mínima para cada quadrimestre, a fim de testar a hipótese de que há uma rela o entre o risco dessas carteiras, consideradas suficientemente diversificadas no mercado brasileiro de a es (de acordo com os achados de Sanvicente e Bellato, 2004), compostas por empresas classificadas no IGC. Assim, os resultados indicaram que tais carteiras compostas pelos ativos do IGC, s o superiores à carteira de mercado, uma vez que teriam seus riscos representados por cerca de 34%, 32% e 21% do risco do IBOVESPA de seu período correspondente, em níveis de retorno idênticos, ou seja, por meio da teoria de diversifica o é possível obter uma rela o inversa entre o risco e as boas práticas de governan a corporativa. Adicionalmente, a carteira selecionada IGC domina a carteira do IGC e do IBOVESPA, respectivamente, utilizando-se o coeficiente de varia o, ou seja, possui o menor risco contido por cada retorno adicional. ABSTRACT This study examines whether there is a relationship between the risk of a portfolio that would be sufficiently diversified in the Brazilian stock market, made by companies classified in the IGC, in comparison with the Market Portfolio. For this purpose, a preliminary proceeding of the methodological research literature, documentary exploratory and subsequent research of the theoretical portfolio of the index shares differentiated corporate governance of BM&FBOVESPA valid for first, second and third quarters of 2009. Therefore, with the aid of the electronic spreadsheet Excel, being used with the model of Markowitz (1952) and of the methodology developed by Gon alves Jr, Pamplona and Montevechi (2002), we have attempted to find the minimum variance portfolios for each quarter in order to test the hypothesis that there is a relationship between the risk of these portfolios, co
Hipótese para uma genealogia biopolítica do gosto  [cached]
Marco Schneider
Galáxia , 2011,
Abstract: O objetivo deste trabalho é repensar a no o de biopolítica em um sentido neutro, n o exatamente oposto à acep o negativa de Foucault, de disciplina do corpo determinada por uma dada conjuntura sócio-histórica, mas enfatizando o caráter necessariamente bio-político de qualquer rela o concebível de poder entre os seres humanos, n o importa se de cima para baixo, como a do estado sobre o povo, ou mais "horizontal", como as rela es de micro-poder da vida cotidiana. Em outras palavras, n o há rela o de poder entre seres humanos em meio às quais os corpos n o desempenhem um papel central. Uma investiga o que toma o conceito de gosto como ponto de partida pode contribuir para a nossa compreens o sobre as rela es de poder em geral, em meio às quais os dispositivos de comunica o capitalisticamente socializados, isto é, a mídia, desempenham um papel n o negligenciável.
Estudo comparativo entre aneurismas rotos tratados por cirurgia e por via endovascular
Conrad Marcelo D.,Pelissou-Guyotat Isabelle,Morel Christophe,Madarassy Gabor
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2002,
Abstract: Realizamos análise comparativa dos resultados clínicos e radiológicos após o tratamento de aneurisma roto, localizado no setor anterior, por cirurgia ou por via endovascular. Entre 1995 e 1999, 78 pacientes foram tratados em nosso servi o por apresentarem ruptura de aneurisma intracraniano com grau clínico (Hunt & Hess) variando entre I e III. Dentre estes pacientes, 52 foram operados, 21 embolizados e 5 fizeram tratamento combinado. Dos casos cirúrgicos, o resultado clínico foi considerado ótimo em 80,8% com mortalidade de 5% e oclus o completa do aneurisma em 96,2%. Dos pacientes embolizados, 95% dos casos o resultado foi considerado ótimo com oclus o completa do aneurisma em 42,8%. O tratamento endovascular de aneurismas intracranianos apresenta uma vantagem no resultado clínico em rela o aos aneurismas operados. Porém, apresentam taxa de exclus o completa baixa e podem necessitar de tratamento complementar.
Análise dos benefícios relacionais observados por usuários de servi os.
Márcio de Oliveira Mota,Ana Augusta Ferreira Freitas
Revista de Administra??o Mackenzie , 2008,
Abstract: Este estudo tem como objetivo analisar as rela es entre os benefícios relacionaispercebidos por consumidores e seus antecedentes e conseqüentes no contexto deservi os. O estudo compreendeu uma pesquisa descritiva, do tipo survey, de naturezaquantitativa. A pesquisa de campo foi realizada com 415 consumidores queinformaram o tipo de servi o analisado. Os dados coletados foram submetidos atestes estatísticos por meio da técnica de modelagem em equa es estruturais, nointuito de testar o modelo proposto. Ressalte-se o ineditismo do modelo proposto,pois, neste estudo, foi feita uma avalia o da rela o dos benefícios relacionais eseus antecedentes e conseqüentes. Este estudo concluiu que os benefícios relacionaiss o percebidos pelos consumidores independentemente do grau de customiza odos servi os ou da intensidade de contato. Foram encontradas significativasassocia es entre satisfa o com os empregados e os demais construtos, portantop de-se inferir a importancia do elo entre empregados e consumidores.
Jogos de pronomes, marcadores linguísticos e movimento discursivo no diálogo entre uma crian a e seus pais: manifesta o da subjetividade linguageira?  [cached]
Alessandra Del Ré
Alfa : Revista de Linguística , 2010,
Abstract: O objetivo deste artigo é estabelecer uma rela o entre as formas que a crian a encontra para se autodesignar em seus enunciados, fazendo uso de marcas como pronomes, verbos etc., e o processo de express o desta subjetividade, discutindo até que ponto esses indícios s o sufi cientes – ou n o – para refl etir esse processo. Para tanto, partimos de uma concep o dialógica e discursiva (BAKHTIN, 1984, 1988) que considera, de um lado, que o sujeito se constitui, em seu discurso, por meio do encadeamento dos enunciados e dos movimentos de sentido trazidos por esses encadeamentos e, por outro lado, que esse sujeito pode ser “recuperado” por meio de uma constru o do intérprete/receptor (FRAN OIS, 1994). Os dados utilizados neste trabalho pertencem a A., registrado entre 20-33 meses (estudo longitudinal), em situa es rotineiras de intera o com os pais, como o momento das refei es, do banho etc. Os resultados confi rmam nossa hipótese de que estudar esse processo de aquisi o n o se resume a observar as categorias gramaticais produzidas pela crian a, pois há outros indícios que podem indicar tal processo, como o posicionamento de oposi o em rela o ao outro quando a crian a nega, mostrando seu desejo (discursivo), ou o tipo de entona o (n o verbal) que ela utiliza.
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