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A representa o do sujeito pronominal no grupo romanico: espanhol e italiano em contraste com o português  [cached]
Juliana Esposito Marins,Humberto Soares da Silva
Caligrama : Revista de Estudos Romanicos , 2012,
Abstract: Resumo: Este trabalho visa a mostrar o comportamento do sujeito pronominal em variedades do espanhol e no italiano, línguas prototipicamente de sujeito nulo, no intuito de evidenciar o distanciamento do comportamento do português brasileiro no que se refere ao preenchimento do sujeito pronominal. Além disso, o trabalho mostrará que parece existir uma escala quanto ao modo como as línguas exibem as propriedades relacionadas ao Parametro do Sujeito Nulo, o que parece estar relacionado com o número de oposi es que paradigma flexional do verbo exibe em cada língua. Palavras-chave: Parametro do Sujeito Nulo; sujeito pronominal; português brasileiro; espanhol; italiano. Abstract: This work aims to show the behavior of the pronominal subject in varieties of Spanish and Italian, prototypically null subject languages, in order to evince the distance of the behavior of Brazilian Portuguese regarding the filling of the pronominal subject. Moreover, this work shows that there seems to be a scale of how languages exhibit properties related to Null Subject Parameter, which seems to be related to the number of oppositions that inflectional paradigm of the verb displays in each language. Keywords: Null Subject Parameter; pronominal subject; Brazilian Portuguese; Spanish; Italian.
A rela o falado/escrito e a constru o dos dados no fórum "índio Pataxó"  [cached]
Manoel Luiz Gon?alves Corrêa
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: Como parte do projeto de pesquisa "A comunica o via Internet como material de pesquisa: a constru o de dados para uma abordagem transdisciplinar", este trabalho visa discutir, a partir da rela o entre o falado e o escrito, algumas possibilidades de tratamento dos dados lingüísticos do gênero "discuss o no tribunal" via Internet.
Varia o pronominal em cartas pessoais da família Penna  [cached]
Rachel de Oliveira Pereira
Caligrama : Revista de Estudos Romanicos , 2012,
Abstract: Resumo: Estudo da varia o da forma pronominal tu em oposi o à forma você, na posi o de sujeito, em cartas da família mineira de Affonso Penna, escritas em fins do século XIX e início do século XX. Leva-se em conta na análise a dicotomia poder e solidariedade (BROWN & GILMAN, 1960) e os pressupostos teóricos da teoria variacionista quantitativa laboviana (LABOV, 1994). Os resultados apontam para a maior utiliza o de você em cartas escritas por mulheres e um uso motivado da nova forma por homens. Palavras-chave: Pronomes; cortesia; varia o pronominal; cartas pessoais. Abstract: Study of variation of the pronoun tu opposed to você, in the subject position, in letters of Minas Gerais family of Affonso Penna, written in the late nineteenth and early twentieth century. It takes into account in the analysis the dichotomy power and solidarity (BROWN & GILMAN, 1960) and the theoretical assumptions of the Labovian quantitative variationist theory (LABOV, 1994). The results point to greater use of você in the letters written by women and to a motivated use of the new form by men. Keywords: Pronouns; courtesy; pronoun change; personal letters.
Lo escrito, escrito está  [cached]
Moreno Cardozo Belén del Rocío
Desde el Jardín de Freud , 2001,
Abstract: Texto en presentado, en "Lo escrito, escrito está": Jornadas sobre escritura, letra e inconsciente . Universidad Nacional de Colombia, noviembre 5 y 6 de 1999.
A ordem de palavras e o caráter nominativo/ergativo do português falado  [cached]
Erotilde Goreti Pezatti
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: O português falado do Brasil, contrariamente à afirma o de que é uma língua SVO (sujeito-verbo-objeto), apresenta duas ordens predominantes: SV(O) (sujeito-verbo-(objeto)) e VS (verbo- sujeito). Essas duas ordens, na verdade, representam dois padr es de constru o sintática, o nominativo e o ergativo. Do ponto de vista paradigmático-identificacional, a ordem SV(O) corresponde ao padr o nominativo, e a VS, ao ergativo, uma vez que o Si (sujeito de verbo intransitivo) da estrutura VS apresenta a mesma matriz de tra os do O (objeto) da estrutura SV(O), em contraposi o ao St (sujeito de verbo transitivo). Há assim um alinhamento Si-O, característico das línguas ergativas, em constru es existenciais/apresentativas (com verbo de um lugar existencial - V1e), mas um alinhamento St-Si, característico das línguas nominativas, em constru es com verbos de dois lugares (V2) e de um lugar n o-existencial (V1 ~e). O português apresenta, portanto, com as estruturas intransitivas, uma ergatividade cindida.
Acessibilidade e paralelismo na interpreta o do pronome sujeito e o contraste pro/pronome em português  [cached]
CORRêA Letícia Maria Sicuro
DELTA: Documenta??o de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada , 1998,
Abstract: O contraste pro/pronome em ora es coordenadas em português é aqui explorado de modo a distinguirem-se os procedimentos através dos quais formas pronominais sujeito s o interpretadas em diferentes contextos sintáticos e discursivos ? através de estratégias de sele o de um antecedente lingüístico ou da recupera o "automática" de uma representa o mantida particularmente ativada na memória de trabalho. Dois experimentos s o relatados. O primeiro testa a hipótese de que o vínculo sintático entre a ora o que contém a forma pronominal e a que contém seus possíveis antecedentes define condi es de processamento que favorecem o uso de um ou de outro procedimento de interpreta o. O segundo testa a hipótese de que o grau de ativa o de uma dada representa o na memória de trabalho (definido em rela o a um sistema que opera em três níveis) afeta o modo como o sujeito pronominal de ora es independentes é interpretado no discurso. Verifica-se que o contraste pro/ pronome pode ser re-estabelecido fora do ambito de senten as complexas uma vez que haja altera o local do foco da referência. A natureza deste contraste é discutida levando-se em conta as condi es de processamento nas quais este se manifesta.
Nomes atributivos no português brasileiro falado  [cached]
Beatriz Nunes de Oliveira Longo
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: Apresentam-se os resultados do estudo de um corpus de constru es N1N2, do português brasileiro falado, em que se focalizaram os nomes em fun o adjetiva com o intuito de discutir as suas propriedades sintáticosemantícas e algumas condi es que favorecem ou inibem seu emprego.
Pronominal Subject Clitics in Igbo
Ogbonna Anyanwu
Theory and Practice in Language Studies , 2012, DOI: 10.4304/tpls.2.2.377-388
Abstract: Pronominal elements in Igbo have been categorized into two types; the independent ones and the dependent, short, weak ones. Whereas the independent pronominal elements can occur both at the subject and object positions, the so-called dependent ones (which have also been analyzed as resumptive pronouns (Uwalaka, 1995)) are restricted to the subject position. This paper seeks to examine the dependent pronominal elements in Igbo and it has reanalyzed them as pronominal subject clitics (PSCs) based on certain syntactic evidence such as pronouns as second objects, pronouns in relation to prepositions, pronouns and enclitics, reflexive constructions (Nwaozuzu, 2007). Other syntactic evidence which strengthen our analysis of the dependent pronouns as PSCs are strict adjacency to a main or auxiliary verb, modification facts, topicalization, clefting, emphasis, coordination. Furthermore, based on evidence from Igbo causative construction, the PSCs have been analyzed as occupying pro-argument positions in the constructions where they appear. The paper therefore, concludes that the Igbo PSCs do not constitute prosodically autonomous lexical entities; rather they are phonologically deficient and dependent on adjacent lexical items. This study is based on a database including both actual and potential expressions, which standard Igbo speakers find to be in consistent with their language rules. The approach, which has been adopted for the analysis is purely descriptive. Igbo is the third largest indigenous language in Nigeria. It is spoken indigenously in the South-Eastern states of Abia, Anambra, Ebonyi, Enugu and Imo.
Padr es de invers o do sujeito na escrita brasileira do século 19: evidências empíricas para a hipótese de competi o de gramáticas  [cached]
Izete Lehmkuhl Coelho,Marco Antonio Martins
Alfa : Revista de Linguística , 2012,
Abstract: Este artigo apresenta resultados de uma análise dos padr es de invers o do sujeito, restrita a ora es em que há um constituinte em posi o pré-verbal (em contextos XV(S)), em uma amostra extraída de cinco pe as de teatro escritas por brasileiros nascidos no curso do século 19, no litoral de Santa Catarina. A perspectiva teórica assumida buscará conciliar a grada o observada entre formas em varia o em textos escritos e uma interpreta o gramatical (estrutural) da mudan a sintática (KROCH, 1989). Os resultados atestam a recorrência de diferentes padr es de invers o: (i) constru es com invers o inacusativa, que s o encontradas tanto nas gramáticas do Português Antigo (PA), quanto na do Português do Brasil (PB) (ou mesmo do Português Europeu (PE)); (ii) constru es XVS, com invers o do sujeito (pronominal) em constru es com verbos n o inacusativos – invers o germanica – que parecem superficializar estruturas geradas pela gramática do PA; e (iii) constru es YXV, em que o sujeito ocupa sempre a posi o pré-verbal (XSV ou SXV), associadas a estruturas geradas pela gramática do PB (ou mesmo do PE). Interpretamos esses padr es empíricos como constru es geradas por estruturas que refletem nos textos a competi o de diferentes gramáticas do português.
O modalizador realmente no português falado  [cached]
Ataliba Teixeira de Castilho
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: Integrado no Projeto de Gramática do Português falado, este trabalho descreve os advérbios Qualificadores, que, juntamente com os Modalizadores e os Quantificadores, comp em o quadro dos Advérbios Predicativos. Os Qualificadores afetam as propriedades intensionais da classe-escopo, atuando como quase-argumentais (como em agir calmamente), os graduadores (falar muito /pouco), os aspectualizadores (foi pouco a pouco caindo) e os aproximadores (li o quase pronta). Parte desses itens é descrita como advérbios modais na gramática tradicional, solu o pouco satisfatória.
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