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Modelagem de Estima o da Volatilidade do Retorno das A es Brasileiras: os casos da Petrobras e Vale  [PDF]
Carlos Alberto Gon?alves da Silva
Cadernos do IME : Série Estatística , 2009,
Abstract: O presente estudo examina o processo de volatilidade do retorno das a es preferenciais da Petrobras e da Vale, utilizando os modelos heteroscedásticos, no período 03 de julho de 2000 a 11 de agosto de 2008. Os resultados empíricos mostraram rea es de persistência e assimetria na volatilidade, ou seja, os choques negativos e positivos têm impactos diferenciados sobre a volatilidade dos retornos, o que pode ser comprovado pelos modelos EGARCH(1,1) e TARCH(1,1). Com base no critério de raiz do erro quadrático médio (REQM),o modelo escolhido para a previs o da volatilidade das a es da Petrobras e da Vale foi o EGARCH(1,1), verificou-se a presen a da assimetria da volatilidade dos retornos, ou seja, choques de “boas” ou “más” notícias causam efeitos na volatilidade desses retornos.
Análise da Volatilidade do índice Bovespa: um estudo empírico utilizando modelos da classe ARCH  [cached]
Luiz Eduardo Gaio,Gabriel Rodrigo Gomes Pessanha,Denis Renato de Oliveira,Leiziane Neves de ázara
Contextus , 2007,
Abstract: A utiliza o de estudos sobre volatil idade como instrumento de orienta o de investimentos e classifica o de riscos tem sido uma estratégia muito utilizada no mercado de capitais. Este artigo faz uma análise empírica da volatilidade dos retornos do índice Bovespa por meio de modelos da classe ARCH. Os resultados empíricos sugerem fortes sinais de persis- tência e assimetria da volatilidade dos retornos da série Além disso, todos os modelos da classe ARCH estima- dos tiveram um bom desempenho, destacando o modelo EGARCH (1,1), gaussiano, apresentando o melhor ajuste considerando os critérios de qualidade. Os resultados sugerem, também, a diversifica o da carteira de investimentos como um importante instru- mento da administra o do risco e de suas opera es comerciais, uma vez que, os choques negativos e positivos têm impactos diferenciados sobre a volatilidade dos retornos.
ANáLISE COMPARATIVA DA VOLATILIDADE DAS A ES DE EMPRESAS DO SETOR SUCROALCOOLEIRO COM O IBOVESPA
ROSSETI, Nara,MEIRELLES, Jorge Luis Faria,VALLE, Maurício Ribeiro do
Nucleus , 2008,
Abstract: This paper aims to compare the volatility of stock returns of in the sugar and ethanolcompanies and compare them to the IBOVESPA. The stocks that make up the study are the shares of GroupCosan, the Group S o Martinho and A úcar Guarani. This analysis is important to the managers of portfolios,which make decisions on how to allocate investments, know the history and current relationship between thevolatilities of assets. The returns were calculated using the difference in the Napier’s logarithm the closing priceon daily stock and index. The volatilities were calculated using the monthly standard deviation of daily returns.The results show that the returns of the shares of companies in the sugar and ethanol companies are more volatilethat the returns of the IBOVESPA, on average, but there were periods where one of the companies presentedlower volatility compared to the index.O presente trabalho tem como objetivo comparar a volatilidade dos retornos das a es deempresas do setor sucroalcooleiro e compará-las ao IBOVESPA. As a es que comp em o estudo s o as a esdo Grupo Cosan, do Grupo S o Martinho e da A úcar Guarani. Tal análise é importante para que os gestores deportfólios, que tomam decis es de como alocar os investimentos, conhe am o histórico e o correnterelacionamento entre as volatilidades dos ativos. Os retornos foram calculados por meio da diferen a dologaritmo neperiano do pre o de fechamento diário das a es e do índice. As volatilidades foram calculadas pormeio do desvio padr o mensal dos retornos diários. Os resultados mostram que os retornos das a es deempresas do setor sucroalcooleiro s o mais voláteis que os retornos do IBOVESPA, na média, mas houveperíodos em que uma das empresas apresentou volatilidade inferior ao índice.
Desempenho e Volatilidade dos índices de Governan a Corporativa da BM&FBOVESPA  [cached]
Leandro Sanches Simplicio de Oliveira,David Ferreira Lopes Santos
Reunir : Revista de Administra??o, Contabilidade e Sustentabilidade , 2011,
Abstract: Esta pesquisa teve por objetivo observar o retorno e o risco dos dois índices de Governan a Corporativa (IGC e IGCT) da BM&FBOVESPA, tendo como benchmarking o IBOVESPA no período entre 2007 e 2010. A hipótese central assumiu que em raz o das práticas de governan a o IGC e IGCT apresentariam menor volatilidade e desempenho superior ao IBOVESPA. Essa proposi o é suportada pelo marco teórico utilizado, onde se postula a preeminência de um sistema de gest o que verse pela transparência, fidedignidade das informa es e a homogeneidade no relacionamento com os stakeholders e shareholders. Os procedimentosmetodológicos utilizados foram às técnicas estatísticas descritivas de análise de posi o, dispers o e correla o das séries temporais. Ademais, utilizou-se o índice de Sharpe Ajustado para mensurar a performance (risco x retorno) dos índices de governan a em rela o ao IBOVESPA. Os resultados empíricos alinham-se as pesquisas realizadas, onde os índices de governan a apresentaram menor volatilidade e melhor desempenho em rela o ao IBOVESPA, contudo, essa evidência n o é consistente para todo o período em análise, em especial para a crise financeira de 2008. Desta forma, o trabalho pondera que a despeito do esfor o em estimular as práticas de governan a corporativa, o mercado, ainda, n o demonstra plena seguran a nesta a o, apesar dos indícios de que no longo prazo, as empresas que utilizam esse modelo institucional apresentam performance superior.
Avalia o da Metodologia Value-At-Risk Aplicada à Análise da Volatilidade de Títulos Públicos Federais Prefixados
Patrícia Mattos Goulart
Revista Gest?o & Tecnologia , 2010,
Abstract: A complexidade do mercado financeiro vem exigindo o desenvolvimento de técnicas que possibilitem avaliar o potencial de perdas. Torna-se, pois, fundamental avaliar a efetividade da metodologia Value-at-Risk, tendo em vista sua utiliza o por institui es e indica o pelos órg os reguladores. O objetivo deste artigo foi verificar a eficácia dos modelos paramétricos, históricos e EWMA, a partir de uma carteira teórica composta por títulos públicos prefixados. Na valida o dos resultados, foi realizado o teste Kupiec e, separadamente, analisadas as exce es negativas nas diferentes fases de volatilidade da crise subprime, período escolhido para a coleta da amostra. Conforme o teste Kupiec, o modelo padr o foi indicado mais vezes do que o modelo EWMA. Porém, as rejei es ocorridas nos testes do modelo padr o se deram por esse errar mais do que o esperado teoricamente, e nos testes do modelo EWMA por errar menos. Na análise efetuada em fases distintas da crise imobiliária, o modelo EWMA apresentou uma quantidade menor de erros. Pode-se concluir, no contexto desta pesquisa, que o modelo EWMA apresentou melhor desempenho, mas vale ressaltar que deve-se atentar para os diferentes interesses dos gestores e considerar as limita es de cada metodologia.
Avalia o da Metodologia Value-At-Risk Aplicada à Análise da Volatilidade de Títulos Públicos Federais Prefixados  [cached]
Patrícia Mattos Goulart
Revista Gest?o & Tecnologia , 2009,
Abstract: A complexidade do mercado financeiro vem exigindo o desenvolvimento de técnicas que possibilitem avaliar o potencial de perdas. Torna-se, pois, fundamental avaliar a efetividade da metodologia Value-at-Risk, tendo em vista sua utiliza o por institui es e indica o pelos órg os reguladores. O objetivo deste artigo foi verificar a eficácia dos modelos paramétricos, históricos e EWMA, a partir de uma carteira teórica composta por títulos públicos prefixados. Na valida o dos resultados, foi realizado o teste Kupiec e, separadamente, analisadas as exce es negativas nas diferentes fases de volatilidade da crise subprime, período escolhido para a coleta da amostra. Conforme o teste Kupiec, o modelo padr o foi indicado mais vezes do que o modelo EWMA. Porém, as rejei es ocorridas nos testes do modelo padr o se deram por esse errar mais do que o esperado teoricamente, e nos testes do modelo EWMA por errar menos. Na análise efetuada em fases distintas da crise imobiliária, o modelo EWMA apresentou uma quantidade menor de erros. Pode-se concluir, no contexto desta pesquisa, que o modelo EWMA apresentou melhor desempenho, mas vale ressaltar que deve-se atentar para os diferentes interesses dos gestores e considerar as limita es de cada metodologia.
Existe rela o entre Governan a Corporativa e volatilidade? Um estudo a partir da forma o de carteiras
Paulo Aguiar do Monte,Isabelle Carlos Campos Rezende,Gibran da Silva Teixeira,Cássio da Nobrega Besarria
Contabilidade Vista & Revista , 2010,
Abstract: Em finan as, a rela o entre risco e retorno é estabelecida pela incerteza associada aos retornos esperados de uma decis o de investimento. Nesse contexto, as boas práticas de Governan a Corporativa, que objetivam proporcionar uma maior transparência na divulga o de seus resultados econ micos e financeiros, auxiliam na redu o dos riscos de uma decis o. Para avaliar a rela o entre transparência/informa o e risco/retorno, o presente trabalho tem como objetivo geral analisar a composi o, o risco e a persistência da volatilidade de três carteiras de variancia mínima formadas, respectivamente, por ativos de empresas que fazem parte dos níveis de Governan a listadas na BM&FBOVESPA: N1 (nível 1), N2 (nível 2) e NM (Novo Mercado). Nesse intuito, foi desenvolvida uma pesquisa exploratório-descritiva, utilizando-se de técnicas econométricas aplicadas sobre as informa es primárias obtidas no sítio do BM&FBOVESPA. Os dados foram tratados com o auxílio do Excel, especificamente das ferramentas Solver, e com a aplica o do modelo CAPM e dos modelos da família ARCH. Os principais resultados encontrados revelam que a forma o da carteira de variancia mínima reduz, significativamente, o risco diversificável. Também se observou que, quanto maior o nível de Governan a, maior é o seu risco n o sistemático (NM>N2>N1). O estudo comparativo das carteiras formadas confirmou a tese de menor persistência de volatilidade das empresas do Novo Mercado. Concluiu-se, portanto, que a carteira formada por ativos de empresas do Novo Mercado é menos arriscada, comparativamente às formadas por ativos das empresas dos níveis 1 e 2.
Comportamento e estrutura a termo da volatilidade de empresas de grande e pequeno porte Behavior and term structure of volatility for large and small companies  [cached]
Pablo Rogers,José Roberto Securato,Kárem Cristina de Sousa Ribeiro
Rege : Revista de Gest?o , 2008,
Abstract: Em contraposi o às hipóteses para sustenta o dos modelos financeiros "clássicos", como o Capital Asset Pricing Model (CAPM) de Sharpe-Litner-Mossin, a literatura recente de Finan as tem documentado que algumas características das empresas se mostram relevantes para explicar retornos esperados. Este artigo tem por objetivo analisar se o tamanho da empresa no Brasil é uma característica importante para explicar uma outra dimens o da rela o risco versus retorno: a volatilidade. Como metodologia, procedeu-se a uma reestrutura o completa do índice IBrX da Bolsa de Valores de S o Paulo (Bovespa), obtendo-se dois novos índices: um de empresas com grande porte e outro de empresas com pequeno porte. A partir dos índices construídos, analisaram-se o comportamento e a estrutura a termo da volatilidade, com ajustes dos modelos GARCH (1,1) e TARCH (1,1). Em linhas gerais, pode-se concluir que o comportamento e a estrutura a termo da volatilidade de empresas de grande e pequeno porte s o diferentes, o que permite a incorpora o da característica tamanho da empresa nas fun es financeiras, tais como decis es de investimentos, precifica o de títulos e gerenciamento de risco. Recent finance literature states that certain company characteristics are relevant to explain the returns expected, which is contrary to classic financial models such as the Capital Asset Pricing Model. The effect of company size in Brazil was investigated to verify if it explains another aspect of the relationship of risk versus return, which is volatility. The method used was to restructure the IBrX index (Sao Paulo Stock Exchange - Bovespa) to obtain a new index for large sized companies and also another for small companies. The behavior and term structure of volatility was analyzed using adjustments of the GARCH (1.1) and TARCH (1.1) models for each of the two new indices. It was concluded that, in general, small and large companies have different behaviors and term structures of volatility. Therefore, this size aspect should be taken into account for decisions, instrument pricing and risk management in financial considerations.
Geografia da desigualdade social: Uma perspectiva de geografia urbana crítica apresentada a partir do exemplo da produ o social da favela em Salvador-BA  [cached]
Veronika Deffner
Geotextos : Revista da Pós-Gradua??o em Geografia da Universidade Federal da Bahia , 2011,
Abstract: Para a análise empírica do fen meno da reprodu o invisível das desigualdades sociais e espaciais nas cidades brasileiras, elaborou-se a proposta, aqui apresentada, de uma geografía da desigualdade social, a fim de embasar uma investiga o das desigualdades, destacando o espa o como for a poderosa no processo de reprodu o social. Trata-se de uma geografía urbana hermenêutica, no sentido de entender a textura da cidade em sua constru o social. O conceito foi operacionalizado a partir do exemplo idiográfico da cidade de Salvador-BA, com o intuito de disponibilizar um modelo operacional e aplicável também a outras metrópoles, tanto no Brasil como em outras forma es sociais caraterizadas por mecanismos ocultos que disfar am e perpetuam a lógica da domina o social, as sociedades da chamada “perifería da modernidade”, segundo o sociólogo brasileiro Jessé Souza (2000, 2006). O papel da Geografia nessa perspectiva é o de buscar compreender a textura urbana fragmentada e dividida pelas disposi es sociais, a partir do exame do fen meno específico das favelas.
Desempenho de estimadores de volatilidade na bolsa de valores de S?o Paulo
Mota, Bernardo de Sá;Fernandes, Marcelo;
Revista Brasileira de Economia , 2004, DOI: 10.1590/S0034-71402004000300006
Abstract: o objetivo deste artigo é avaliar o desempenho de diferentes métodos de extra??o da volatilidade do índice da bolsa de valores de s?o paulo (ibovespa) tendo como referência a volatilidade realizada. comparamos modelos da família garch com estimadores alternativos baseados em cota??es de abertura, fechamento, máximo e mínimo. os resultados indicam que os estimadores alternativos s?o t?o precisos quanto os modelos do tipo garch, apesar de serem muito mais econ?micos em termos computacionais.
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