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Arranjos produtivos locais: uma abordagem conceitual  [cached]
André Luiz de Aquino,Luis Paulo Bresciani
Revista Organiza??es em Contexto , 2005,
Abstract: Diante da discuss o sobre a reorganiza o das atividades industriais regionais em torno de Arranjos Produtivos Locais, surgiu o interesse para realiza o do presente artigo. O objetivo é apresentar as diferentes abordagens conceituais referentes aos Distritos Industriais, Cadeias Produtivas e Cluster, e contribuir para a discuss o e o entendimento do conceito de Arranjos Produtivos Locais (APL) e reorganiza o produtiva industrial nacional.
EXISTEM DANOS MORAIS REFLEXOS? – THERE ARE REFLECTED MORAL DAMAGES?
José Carlos Zebulum
Revista da SJRJ , 2011,
Abstract: O artigo exp e a impropriedade de se trabalhar com danos morais reflexos, dada a sua natureza peculiar, o que levaria, inclusive, a impor dificuldades e limita es na repara o, por conta da aplica o da teoria da causalidade adequada. A legitimidade para pleitear indeniza o em virtude de danos morais é, de fato, mais ampla que a legitimidade para pleitear indeniza o por danos materiais. PALAVRAS-CHAVE Danos morais reflexos. Danos em ricochete. Teoria da causalidade adequada. Responsabilidade civil. ABSTRACT The paper exposes the inadequacy of working with reflected moral damages, due to its peculiar nature, which would even impose limitations and difficulties in the repair, because of the application of the theory of appropriate causality. The legitimacy to claim compensation on account of moral damages is, in fact, broader than the one entitled to claim compensation for property damages. KEYWORDS Reflected moral damages. Damage to rebound. Theory of appropriate causality. Liability.
As novas dimens es do rural: territorio e arranjos produtivos locais  [cached]
Lucas Labigalini Fuini
Geografares , 2011,
Abstract: Esse artigo tem por objetivo enfatizar, na análise o meio rural contemporaneo, a dimens o do território, considerando a supera o de uma vis o de rural associado a atividades agrícolas strictu sensu, e na pior das hipóteses, à decadência sócio-econ mica das áreas rurais ante a urbaniza o. Deste modo, os Arranjos produtivos locais aparecem como instrumentos importantes para a análise territorial do desenvolvimento rural, sobretudo por sua capacidade de associar em meios periurbanos e semi-rurais, o ′empreendedorismo` local com as atividades inovadoras com forte conteúdo em ‘capital social’. A fim de ratificar tais hipóteses, a luz do exemplo bem sucedido de dinamismo econ mico proporcionado pelos distritos industriais marshallianos em regi es italianas semi-rurais, coloca-se como base empírica de análise um estudo de Arranjo produtivo brasileiro voltado a um tipo de atividade tipicamente rural: a produ o de mandioca realizada no Sudeste do Mato Grosso do Sul.
IDENTIFICA O DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS: O CASO DO ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO áLCOOL DE PIRACICABA
Clayton Daniel Masquietto,Mário Sacomano Neto,Antonio Carlos Giuliani
Gest?o & Regionalidade , 2010,
Abstract: Esse artigo buscou delimitar o Arranjo Produtivo Local do álcool de Piracicaba (Apla) através da aplica o de uma metodologia de identifica o de arranjos produtivos locais e da caracteriza o e defini o da cadeia produtiva sucroalcooleira. A metodologia de identifica o de arranjos produtivos locais adotada compreende a utiliza o do índice de quociente locacional. O estudo se faz relevante, tendo em vista que os APLs têm suscitado interesse por parte de governos e especialistas no Brasil no sentido de melhoralocar as a es de promo o de desenvolvimento local. Porém, ao se promoverem políticas públicas ou estudos para o desenvolvimento de aglomera es de empresas, surge a dificuldade de delimitar essaaglomera o. Nesse sentido, questiona-se: quais atores e setores fazem parte de um APL? Quais os condicionantes a serem levados em conta na identifica o de um APL e na delimita o de sua respectivacadeia produtiva? No sentido de responder a estas quest es, o presente estudo foi estruturado, tomando como objeto de análise um arranjo específico relacionado à cadeia produtiva sucroalcooleira.
O corredor da moda do norte-noroeste do Paraná à luz dos arranjos produtivos locais  [cached]
Marcia Regina Gabardo da Camara,Luiz Gustavo Antonio de Souza,Maria Aparecida de Oliveira
Revista Paranaense de Desenvolvimento , 2006,
Abstract: Este artigo discute o grau de desenvolvimento do corredor da moda do eixo norte e noroeste do Paraná por meio da análise de arranjos produtivos locais, abrangendo as cidades de Cianorte, Apucarana, Maringá e Londrina, a partir dos graus de especializa o obtidos pelo cálculo dos quocientes locacionais de emprego e estabelecimentos. Constatou-se que há especializa o na regi o em rela o ao Estado, sendo algumas das cidades reconhecidas nacionalmente no setor, além de possuírem sinergias ocasionadas pelas localiza es próximas, gerando ganhos para a economia regional. Identificou-se a predominancia de etapas da cadeia de forma distinta para cada cidade analisada. Cianorte e Apucarana possuem elevados graus de especializa o captados pelos quocientes, enquanto Londrina e Maringá possuem baixa especializa o, porém com predominancia em quase todas as etapas da cadeia produtiva, característica associada ao elevado grau de diversifica o das economias londrinense e maringaense. Conclui-se que houve transbordamento e que as vantagens de aglomera es beneficiam os quatro APLs, dada a proximidade geográfica. Ademais, eles devem ser beneficiados em conjunto pelas políticas públicas para transformar a regi o em pólo exportador reconhecido no futuro, via implanta o de programas como APL (Arranjos Produtivos Locais) e PEIEX (Programa Extens o Industrial Exportadora) nos APLs das quatro cidades que constituem o corredor da moda do Paraná.
IDENTIFICA O DE ATORES DO CONHECIMENTO E SUAS ATIVIDADES NO CONTEXTO DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS
José Osvaldo de Sordi,Manuel Antonio Meireles da Costa
Gest?o & Regionalidade , 2010,
Abstract: A capacidade inovativa é um dos aspectos centrais da competitividade dos arranjos produtivos locais (APLs). A inova o e, consequentemente, a atua o de atores do conhecimento no contexto do APL constituem temas de interesse tanto de pesquisadores quanto de órg os gestores dos APLs. Da experiência de campo, de levantamento dessas informa es a partir da percep o de atores centrais de três APLs, identificaram-se e analisaram-se dificuldades associadas à tarefa. Os problemas e os procedimentos alternativos para evitá-los ou reduzi-los s o discutidos e apresentados a partir de três dimens es do constructo teórico para gest o da qualidade da informa o: abrangência, confiabilidade e identidade.
Arranjos Produtivos Locais: O Caso de Chapas e Laminados de Ponta Grossa  [cached]
Natalino Avance de Souza,José Gabriel Porcile
Revista Paranaense de Desenvolvimento , 2008,
Abstract: Faz-se neste artigo uma análise do segmento de chapas e laminados de madeira da regi o de Ponta Grossa, segundo a abordagem de arranjos produtivos locais, tendo como enfoque o aprendizado interativo, a estrutura de governan a e as economias de aglomera o. O objetivo é caracterizar a estrutura do arranjo, identificando fatores que determinam as condi es, favoráveis ou desfavoráveis, para a sua consolida o. No segmento, caracteriza-se a presen a de economias externas, sendo constatadas a es de aprendizado interativo, mesmo que em pequenas propor es. Existe certo grau de relacionamento entre firmas, embora n o-sistemático, e a estrutura de governan a é difusa. A atividade é potencialmente importante ao desenvolvimento da regi o, mas n o se caracteriza como um arranjo consolidado em fun o da existência de fragilidades, tanto no interior das firmas como no ambiente do arranjo.
Comportamento organizacional de Arranjos Produtivos Locais: um estudo aplicativo no setor de confec es  [PDF]
Elisabeth de Oliveira Andrade,Maria de Fátima Martins,Ana Cecília Feitosa de Vasconcelos,Patrícia Trindade Caldas
Sistemas & Gest?o , 2010,
Abstract: Em decorrência das constantes mudan as ocorridas no ambiente organizacional, asempresas têm adotado múltiplas formas de a es e comportamentos para se adequarem aesse novo contexto e que podem interferir positivamente na sua atua o competitiva. Nestaperspectiva, os arranjos produtivos locais (APLs), constituem-se como novos formatosorganizacionais e representam um tipo específico de redes de empresas, que proporcionauma maior sustentabilidade no mercado, por meio do tipo de comportamento e rela esexistentes entre os agentes do APL. No sentido de proporcionar uma maior compreens oacerca desses novos formatos organizacionais, através dos tipos de comportamentosadotados, o objetivo deste artigo é identificar o comportamento predominante adotado peloAPL de Confec es do Agreste Pernambucano, através da aplica o da Matriz ConFlexproposta por Pinto e Loiola (2007). Tal modelo permite identificar o comportamento-padr o,enquanto resultados de diferentes possibilidades de combina o entre confian a eflexibilidade. A pesquisa realizada pode ser caracterizada como exploratória e descritiva,conduzida sob a forma de estudo de caso, utilizando como técnicas a pesquisa bibliográficae a análise documental, sendo ainda caracterizada como um estudo qualitativo, a partir dautiliza o da técnica análise de conteúdo.Os resultados obtidos com a realiza o dapesquisa constataram que o APL do setor de Confec es do Agreste Pernambucanoapresenta alta competi o como comportamento predominante, identificado a partir do baixonível de confian a, o que evidencia possível resistência à constru o de relacionamentosduradouros no arranjo, assim como ao baixo nível de flexibilidade demonstrado por umaatua o mais reativa frente às transforma es do mercado.
AS REDES SOCIAIS, UMA FERRAMENTA DE DIAGNóSTICO PARA ESTRATéGIAS RELACIONAIS PARA A CRIA O DO CONHECIMENTO EM ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS
Edgar Reyes Junior,Claudio Reis Gon?alo
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: O presente estudo analisa as formas pelas quais as rela es sociais em arranjos de empresas ocorrem, visando estratégias relacionais para a cria o de conhecimento. A partir daí, é proposto um quadro conceitual de estudo que permite avaliar a gest o estratégica destas rela es de diferentes formas de redes interorganizacionais. Dentre as hipóteses levantadas, está que o poder dos atores é influenciado pela centralidade na rede e pela diversidade das rela es extra-rede dos atores; o ator ou a governan a da rede podem influir no poder deste; que as conex es s o recursos raros; que as rela es entre atores próximos demandam menos recursos e geram menor vantagem competitiva.
Aprendizagem por coopera o em rede: práticas de conhecimento em arranjos produtivos locais de software Learning by network cooperation: knowledge practices in local productive arrangements of software
Ana Paula dos Reis,Jo?o Amato Neto
Produ??o , 2012,
Abstract: O presente artigo objetiva contribuir para o estudo das redes de conhecimento em aglomera es produtivas por meio da análise de processos de aprendizado de pequenas e médias empresas (PMEs) de software . O estudo consiste em uma pesquisa exploratória e qualitativa de multicasos, tendo sido realizado em três arranjos produtivos locais (APLs) brasileiros (Campinas-SP, Belo Horizonte-MG e Blumenau-SC), envolvendo 14 empresas e 10 entidades e institui es de apoio. Tal análise buscou ressaltar, dentre outros aspectos: a) estrutura dos arranjos produtivos; b) principais fontes de aprendizagem; e c) ambiente de confian a necessário para tal aprendizagem. Para a coleta dos dados utilizou-se entrevista semiestruturada voltada aos principais agentes de governan a do setor e às PMEs. Os resultados apontam para a eficácia da organiza o interinstitucional em rede de coopera o na gest o dos processos de aprendizagem formal e informal em setores intensivos de conhecimento. This paper aims to contribute to the study of knowledge networks in regional clusters, by means of an analysis of the learning process in software small and medium enterprises (SME). The study consists of a multi-case exploratory and qualitative research in three Brazilian local productive arrangements (LPA) in Campinas, Belo Horizonte and Blumenau, involving 14 enterprises and 10 support institutions. The purpose of this analysis was to detach, among other aspects: a) the structure of clusters; b) the main learning sources and; c) the environment of trust necessary to this learning process. Data was collected through semi-structured interviews carried out with the main governance actors of the sector and with the SMEs. The results pointed out to the efficacy of inter-institutional organization through cooperation networks for the management of formal and informal learning processes in knowledge-intensive sectors.
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