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Vacina o contra a hepatite B entre cirurgi es dentistas  [cached]
Martins Andréa Maria Eleutério de Barros Lima,Barreto Sandhi Maria
Revista de Saúde Pública , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Inquéritos sorológicos realizados em diversos países mostraram uma maior prevalência da infec o pelo vírus da hepatite B (VHB) em dentistas, especialmente entre os cirurgi es, do que na popula o geral. O estudo realizado objetivou determinar a prevalência e os fatores associados à vacina o contra hepatite B (HB) entre os dentistas e investigar as principais raz es alegadas para a n o vacina o e vacina o incompleta. MéTODOS: Foi conduzido um inquérito entre 299 cirurgi es dentistas residentes em Montes Claros, MG, por meio de questionário auto-aplicável. Foi determinada a prevalência de vacina o segundo o número de doses e os fatores associados à n o vacina o e à vacina o incompleta através de regress o logística multinomial. RESULTADOS: Dos 299 questionários distribuídos, 296 (99%) foram respondidos. Destes, 74,9% tomaram três doses; 14%, duas doses; 2%, uma dose e 10% n o foram vacinados. A vacina o completa foi maior entre os que relataram fazer exclusivamente cirurgia e/ou periodontia (89%). A principal raz o alegada para a n o vacina o ou vacina o incompleta foi a necessitade de maiores informa es. A n o vacina o foi mais freqüente entre aqueles com mais de 40 anos (OR=8,62; IC 95%: 1,88-39,41) e os que n o se reciclaram nos dois anos prévios ao inquérito (OR=2,72; IC 95%: 1,02-7,22). A vacina o incompleta foi maior entre os que n o usam luva no trabalho (OR=2,32; IC 95%: 1,08-4,97). CONCLUS O: A falta de informa o, possivelmente relacionada a menor reciclagem profissional, parece ser um dos principais fatores limitantes da vacina o.
Vacina antivariólica: seu primeiro século no Brasil (da vacina jenneriana à animal)
Fernandes Tania
História, Ciências, Saúde-Manguinhos , 1999,
Abstract: Neste artigo abordamos aspectos da institucionaliza o da vacina antivariólica no Brasil, em cerca de um século. Apresentamos descobertas e discuss es ocorridas em outros países, mostrando seus reflexos em nosso país desde a introdu o da vacina humanizada até a chegada da vacina animal e a cria o do Instituto Vacínico Municipal, por iniciativa particular do dr. Pedro Affonso Franco, o bar o de Pedro Affonso. A introdu o da vacina animal significou um avan o no controle da doen a e impulsionou as discuss es que redundaram no alinhamento de grupos médicos e políticos em torno de Oswaldo Cruz ou do bar o de Pedro Affonso. Com a incorpora o do Instituto Vacínico aos laboratórios de Manguinhos, terminou a polêmica que agitou os meios acadêmicos e políticos.
Consenso 2012 da Sociedade Brasileira de Reumatologia sobre vacina o em pacientes com artrite reumatoide 2012 Brazilian Society of Rheumatology Consensus on vaccination of patients with rheumatoid arthritis
Claiton Viegas Brenol,Licia Maria Henrique da Mota,Bóris Afonso Cruz,Gecilmara Salviato Pileggi
Revista Brasileira de Reumatologia , 2013,
Abstract: OBJETIVO: Elaborar recomenda es para a vacina o em pacientes com artrite reumatoide (AR) no Brasil. MéTODO: Revis o da literatura e opini o de especialistas membros da Comiss o de AR da Sociedade Brasileira de Reumatologia e um pediatra reumatologista. RESULTADOS E CONCLUS ES: Foram estabelecidas 12 recomenda es: 1) Antes de iniciar drogas modificadoras do curso de doen a, deve-se revisar e atualizar o cart o vacinal; 2) As vacinas contra influenza sazonal e contra H1N1 est o indicadas anualmente para pacientes portadores de AR; 3) A vacina antipneumocócica deve ser indicada para todos os pacientes; 4) A vacina contra varicela deve ser indicada para pacientes com história negativa ou duvidosa de infec o prévia por varicela; 5) A vacina contra HPV deve ser considerada em adolescentes e mulheres jovens; 6) A vacina antimeningocócica é indicada para pacientes portadores de AR apenas em casos de asplenia ou deficiência de complemento; 7) Existe orienta o de imuniza o contra o Haemophilus influenzae tipo B de pacientes adultos asplênicos; 8) N o há indica o de uma vacina adicional contra BCG em pacientes com AR; 9) A vacina contra hepatite B é indicada para pacientes com anticorpos contra HBsAg negativos; considerar a vacina contra hepatite A em combina o com a hepatite B; 10) Pacientes com grande risco de contrair tétano que receberam rituximabe nas últimas 24 semanas devem utilizar imuniza o passiva com imunoglobulina antitetanica; 11) A vacina contra febre amarela é contraindicada nos pacientes com AR em uso de imunossupressores; 12) As recomenda es acima descritas devem ser revisadas ao longo da evolu o da AR. OBJECTIVE: To elaborate recommendations to the vaccination of patients with rheumatoid arthritis (RA) in Brazil. METHOD: Literature review and opinion of expert members of the Brazilian Society of Rheumatology Committee of Rheumatoid Arthritis and of an invited pediatric rheumatologist. RESULTS AND CONCLUSIONS: The following 12 recommendations were established: 1) Before starting disease-modifying anti-rheumatic drugs, the vaccine card should be reviewed and updated; 2) Vaccines against seasonal influenza and against H1N1 are indicated annually for patients with RA; 3) The pneumococcal vaccine should be indicated for all patients with RA; 4) The vaccine against varicella should be indicated for patients with RA and a negative or dubious history for that disease; 5) The HPV vaccine should be considered for adolescent and young females with RA; 6) The meningococcal vaccine is indicated for patients with RA only in the presence of asplenia
Resposta imune à vacina o contra hepatite B em recém-nascidos pré-termo, iniciada no primeiro dia de vida  [cached]
Sadeck Lilian S. R.,Ramos José L. A.
Jornal de Pediatria , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Investigar a resposta imune à vacina contra hepatite B em recém-nascidos pré-termo visando determinar a taxa de soroprote o, analisar a rela o desta com a idade gestacional e o peso de nascimento. MéTODOS: A vacina recombinante contra hepatite B (5 μg por dose) foi aplicada em 35 recém-nascidos pré-termo e 21 recém-nascidos a termo, no primeiro dia, a 1 mês e aos 6 meses de vida. Foram determinados os títulos de anti-HBs em todos os recém-nascidos com 6, 9 e 12 meses. RESULTADOS: Aos 9 meses, as taxas de soroprote o (anti-HBs > 10 mUI/mL) foram de 92,6 e 100% nos recém-nascidos pré-termo e a termo, respectivamente (p > 0,05). Nos recém-nascidos com peso de nascimento < 1.500 e > 1.500 g, as taxas foram de 75 e 100%, respectivamente. Nos recém-nascidos com idade gestacional < 34 semanas, foram encontradas taxas de soroprote o menores em todos os períodos. Estudando a influência do peso de nascimento e da idade gestacional, verificou-se que o peso foi o parametro que mais influenciou a taxa de soroprote o, especialmente na determina o sorológica aos 6 meses. Os recém-nascidos que n o responderam receberam uma quarta dose da vacina, com 100% de resposta. CONCLUS ES: Frente aos resultados obtidos, os recém-nascidos pré-termo apresentam resposta imunológica semelhante aos recém-nascidos a termo e, portanto, podem iniciar o esquema vacinal logo após o nascimento, seguindo o esquema aplicado aos recém-nascidos a termo. Deve-se ressaltar que os recém-nascidos com peso de nascimento < 1.500 g, nos quais 25% n o responderam com títulos protetores, deveriam ser avaliados através de sorologia após a terceira dose da vacina, ou ent o dever-se-ia preconizar um esquema vacinal constituído de quatro doses, aplicadas no primeiro dia de vida e a 1, 6 e 12 meses.
Evaluating the effectiveness of an inactivated vaccine from Anaplasma marginale derived from tick cell culture Avalia o da eficácia de uma vacina inativada de Anaplasma marginale derivada de cultura de células de carrapato  [cached]
Pedro Veloso Facury Lasmar,Ant?nio último de Carvalho,Elias Jorge Facury Filho,Camila Valgas Bastos
Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária , 2012, DOI: 10.1590/s1984-29612012000200008
Abstract: The protective efficacy of an inactivated vaccine from Anaplasma marginale that was cultured in tick cells (IDE8) for use against bovine anaplasmosis was evaluated. Five calves (Group 1) were inoculated subcutaneously, at 21-day intervals, with three doses of vaccine containing 3 × 10(9) A. marginale initial bodies. Five control calves received saline solution alone (Group 2). Thirty-two days after the final inoculation, all the calves were challenged with approximately 3 × 10(5) erythrocytes infected with A. marginale high-virulence isolate (UFMG2). The Group 1 calves seroconverted 14 days after the second dose of vaccine. After the challenge, all the animals showed patent rickettsemia. There was no significant difference (p > 0.05) between the Group 1 and 2 calves during the incubation period, patency period or convalescence period. All the animals required treatment to prevent death. The results suggest that the inactivated vaccine from A. marginale produced in IDE8 induced seroconversion in calves, but was not effective for preventing anaplasmosis induced by the UFMG2 isolate under the conditions of this experiment. Foi avaliada a eficácia de uma vacina protetora para Anaplasma marginale cultivada em células de carrapato (IDE8) para uso contra a anaplasmose bovina. Cinco bezerros (Grupo 1) foram inoculados por via subcutanea com três doses, intervalados de 21 dias, de vacina contendo 3 × 10(9) corpúsculos iniciais de A. marginale inicial. Cinco bezerros do grupo controle receberam apenas solu o salina (Grupo 2). Trinta e dois dias após a inocula o final, todos os bezerros foram desafiados com aproximadamente 3 × 10(5) eritrócitos infectados com isolado de A. marginale alta virulência (UFMG2). Os bezerros do Grupo 1 soroconverteram-se 14 dias após a segunda dose da vacina. Após o desafio, todos os animais mostraram riquestsemia patente. N o houve diferen a significativa (p > 0,05) entre bezerros do Grupo 1 e 2 em período de incuba o, período de patência, ou período de convalescen a. Todos os animais necessitaram de tratamento para prevenir a morte. Os resultados sugerem que uma vacina inativada de A. marginale, produzida em IDE8, induz soroconvers o em bezerros, mas n o é eficaz na preven o de anaplasmose induzida pelo isolado UFMG2 nas condi es deste experimento.
Associa o dos antígenos leucocitários humanos com a ausência de resposta humoral à vacina da hepatite B em pacientes renais cr nicos hemodialisados
Sousa Júnior Joaquim Xavier de,Monte Neto José Tibúrcio do,Castro José Adail Fonseca de,Andrade Hélida Monteiro de
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2004,
Abstract: A vacina o com antígeno de superfície do vírus da hepatite B n o tem eficácia satisfatória em pacientes hemodialisados. O objetivo do estudo foi investigar uma possível associa o entre antígenos leucocitários humanos e a baixa capacidade de produ o de anticorpos protetores (anti-HbS) contra o antígeno de superfície do vírus da hepatite B em pacientes renais cr nicos de programa de hemodiálise. Os antígenos HLA DR e DQ foram determinados em 76 pacientes hemodialisados por meio da técnica clássica de microlinfocitotoxicidade. Os resultados demonstraram que 34,2% dos pacientes eram n o-respondedores à vacina VHB. As especificidades HLA mais freqüentes foram: HLA-DR3, DR7 e DQ2, com associa o significante para a especificidade HLA-DR3 (p=0,0025; OR 5,1; IC95% 1,36-19,10). Estes dados sugerem a associa o dos genes HLA de classe II com a incapacidade de resposta humoral à vacina VHB.
Imuniza o contra hepatite B em profissionais e estudantes da área da saúde: revis o integrativa  [PDF]
Rafael Mello Milani,Silvia Rita Marin da Silva Canini,Livia Maria Garbin,Sheila Araújo Teles
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2011,
Abstract: O objetivo desta revis o integrativa foi identificar as evidências disponíveis na literatura sobre o índice de ades o à imuniza o contra hepatite B por profissionais e estudantes da área da saúde e fatores que aumentam ou diminuem a ades o. A busca foi realizada na base de dados Medline. Dezenove estudos compuseram a amostra, todos com nível de evidência seis. A taxa de ades o variou segundo a categoria profissional e o curso de gradua o na área da saúde. Os fatores que contribuíram para melhor ades o foram vacina disponível no servi o e sem custos; e para a baixa ades o foram o custo elevado da vacina, descrédito quanto ao seu benefício e pouco investimento em campanhas de vacina o. Identificou-se a necessidade de estudos com outros delineamentos capazes de fornecer melhores subsídios para aumentar os níveis de ades o à vacina o e conseqüentemente a seguran a de profissionais e estudantes da área da saúde.
Resposta imune humoral de c es à vacina inativada, de cérebro de camundongos lactentes, utilizada nas campanhas anti-rábicas no Brasil  [cached]
Almeida Marilene F.,Aguiar Elizabeth A. C.,Martorelli Luzia A. F.,Presotto Douglas
Revista de Saúde Pública , 1997,
Abstract: INTRODU O: A campanha anti-rábica no Brasil é realizada anualmente utilizando a vacina de cérebro de camundongos lactentes Fuenzalida-Palacios. A resposta imune humoral de c es vacinados durante as campanhas foi analisada objetivando avaliar se os c es apresentavam título protetor (0,5 UI/ml), 12 meses após a vacina o, e quantos deles alcan am esse título 30 dias após o refor o vacinal. MATERIAL E MéTODO: Foram analisadas 341 amostras de soro de c es domiciliados (259 do Município de S o Paulo e 82 do Município de Paulínia), através da Técnica de Inibi o de Focos de Fluorescência Rápida. A resposta imune foi avaliada considerando o estado nutricional do animal e o número de vacina es anteriores. RESULTADO: A maioria dos c es n o tinha título de 0,5 UI/ml após 12 meses, independentemente do estado nutricional, e a resposta humoral ao refor o vacinal mostrou-se melhor em c es com duas ou mais vacina es prévias. DISCUSS O: S o discutidos o referencial de 0,5 Ul/ml como título protetor para a espécie canina e a influência do estado nutricional e condi o de saúde do animal como responsável pela resposta imune humoral.
Hepatitis A: an assessment of the cost-benefit ratio of prevention by the vaccine - Paraná, Brazil Hepatite A: avalia o do custo-beneficio da preven o pela vacina - Paraná, Brasil
Mariana Ribas Zahdi,Ivan Maluf Junior,Eliane Mara Cesario Pereira Maluf
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2010, DOI: 10.5712/rbmfc4(16)420
Abstract: Objectives: know the mqgniulde of the problem of Hepatitis A in Parana, Brazil, and assess the cost-benefit ratio of vaccination. Materials and methods: the study is descriptive and pharmacoeconomical. To assess the magnitude of the problem, data were collected on cases of hepatitis A from the Information System of Worsening Notification (SINAN), Information System in Mortality (SIM) and Hospitalization Authorization (AIH) of the State Secretariat of I Health of Paraná referring to the period from 2000 to 2003. The probability of one tenth of children acquiring Hepatitis A during their lifetime was estimated along with the costs of the treatments. These expenses were compared with the cost of vaccination. Results: there were 14,682 notices of which 12,102 (82.4%) occurred in children under 15 years of age. The incidence on the population was 37.5/100000. There were 20 deaths, being 7 due to liver failure. Costs with the disease were truly high.. The investment in children vaccination, with two doses (10 USD / dose), was also estimated. A positive cost-benefit relation of the vaccination was observed. For each dollar invested in vaccination, US$ 2.26 are saved on the treatment. Conclusions: the results confirm the positive cost-benefit relation of the vaccine. Since this is the first pharmacoeconomic study on vaccination against hepatitis A in our environment, the need for more in-depth and encompassing studies is highlighted with the goal of complementing a few aspects not explored yet. Objetivos: conhecer a magnitude do problema da Hepatite A no Parana. , Brasil, e avaliar custo-beneficio da vacina o. Materiais e métodos: o estudo é descritivo e de farmacoeconomia. Para avaliar a magnitude do problema, foram coletados dados sobre os casos de hepatite A do Sistema de Informa o de Agravos de Notifica o, (SIN AN), Sistema de Informa o em Mortalidade (SIM) e Autoriza o de Interna o Hospitalar (A114) da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná ao período de 2000 a 2003. Foi estimada a probabilidade de uma coorte de crian as adquirir Hepatite A durante a vida e os custos dos tratamentos. Esses gastos foram comparados corn o custo da vacina o. Resultados: foram 14.682 notifica es das quais 12.102 (82,4%) ocorreram em menores de 15 anos. A incidência na popula o foi de 37,5/100000. Ocorreram 20 óbitos, sendo sete por insuficiência hepática. O custo com a doen a foi comprovaciamente alto. 0 investimento para a vacina o de crian as, com duas doses (10 LTSD/dose), também foi estimado. Observou-se uma rela o custo-beneficio positiva da vacina o. Para ca
Prevalência do anticorpo da hepatite A em crian as e adolescentes com hepatopatia cr nica  [cached]
Ferreira Cristina T.,Taniguchi Adriano N. R.,Vieira Sandra M.,Lima Jorge P.
Jornal de Pediatria , 2002,
Abstract: Objetivo: avaliar a prevalência de hepatite viral A (HVA) em crian as e adolescentes portadores de doen as cr nicas do fígado, em um servi o de hepatologia pediátrica. Métodos: entre maio de 1999 e fevereiro de 2001, foi estudada a prevalência de anticorpos anti-HVA total em 60 crian as e adolescentes, entre 1 e 16 anos de idade, portadoras de hepatopatias cr nicas, provenientes da unidade de gastroenterologia pediátrica e programa de transplante hepático infantil do servi o de pediatria do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. O anti-HVA, realizado através de um teste laboratorial comercialmente disponível em nosso meio (Abbott - MEIA HAVAB - sistema AXSYM), foi determinado e relacionado com a idade, com o sexo, com a cor, com o diagnóstico etiológico da hepatopatia e com a renda familiar dos pacientes. Resultados: apenas uma crian a de 1 ano, portadora de atresia biliar, foi excluída do estudo por apresentar anti-HVA indeterminado, em duas ocasi es. Das 59 crian as restantes, 14 (24%) apresentavam resultados positivos para o anti-HVA total. As idades dos pacientes com anti-HVA positivos variaram de 1 a 16 anos (x= 7,7 anos e mediana 8,5 anos). N o houve diferen a significante entre idade, sexo e cor entre os grupos positivo e negativo. A renda familiar foi menor no grupo dos pacientes anti-HVA positivo, mas n o mostrou diferen a estatística significante. A diferen a de prevalência de anti-HVA entre as etiologias das hepatopatias está, provavelmente, relacionada à idade mais do que ao diagnóstico. Conclus es: na popula o estudada, a maioria (76%) das crian as e adolescentes portadoras de hepatopatias cr nicas é suscetível à infec o pelo vírus A, podendo apresentar, portanto, um curso mais grave e complica es, se adquirirem HVA. Sugerimos, ent o, que esses pacientes devam receber a vacina inativada contra HVA.
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