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Peritonite por Candida albicans Candida albicans Peritonitis  [cached]
Pedro Monsanto,Clotilde Lérias,José Eduardo Pina Cabral,Carlos Sofia
Jornal Português de Gastrenterologia , 2011,
Abstract: Excluindo casos de peritonite secundária por perfura o de víscera oca, abcesso abdominal ou diálise peritoneal, o isolamento de fungos de uma ascite cirrótica é muito raro. Nesta, a peritonite bacteriana espontanea é uma das complica- es melhor descritas, sendo os bacilos entéricos Gram-negativos os patogénios mais frequentemente implicados. Ao invés, o significado clínico do isolamento de fungos na ascite de cirróticos permanece um tema controverso. No presente artigo, os autores, através da apresenta o de um caso clínico, pretendem debru ar-se sobre as implica es clínicas da identifica o de Candida albicans no líquido ascítico. Excluding cases of secondary peritonitis due to perforation of a hollow viscous, abdominal abscess or peri-toneal dialysis, the isolation of fungus from cirrhotic ascites is a very rare event. In cirrhotic ascites, spontaneous bacterial peritonitis is one of the most usual complications, and the enteric Gram negative bacilli are the most common pathogens in this condition. Contrarily, the clinical significance of fungal isolation in cirrhotic ascites remains controversial. In the present article, with the presentation of a clinical case, the authors review the clinical implications of the identification of Candida albicans in the ascitic fluid.
DESENVOLVIMENTO DE MODELO DE PERITONITE BACTERIANA PARA AVALIA O DO TRATAMENTO MEDIANTE ACESSO LAPAROT MICO E VIDEO-LAPAROSCóPICO  [cached]
Salgado Jr W.,Cunha FQ,Sankarankuty A.S.,Santos JS
Acta Cirurgica Brasileira , 2001,
Abstract: Introdu o: O emprego do acesso videolaparoscópico no tratamento das afec es digestivas que cursam com peritonite generalizada é motivo de controvérsia. Objetivo: Desenvolver um modelo de peritonite bacteriana para avalia o do tratamento mediante acesso laparot mico e videolaparoscópico. Métodos: Ratos machos Wistar foram submetidos à ligadura de ceco (CLP) sob molde rígido de 3mm de diametro; na seqüência foram feitas 14 pun es no ceco com agulha 15X10. Após 6 horas de indu o da peritonite, os animais foram tratados mediante laparotomia ou videolaparoscopia e avaliados com base nas hemoculturas e na taxa de mortalidade. O tratamento consistiu de tiflectomia seguida ou n o de lavagem da cavidade peritoneal com solu o fisiológica. Resultado: A mortalidade após CLP sem tratamento foi de 90% em uma semana. As hemoculturas positivas para bactérias após 3 horas variaram de 80 a 100% e após 24 horas de 60 a 80%, nos animais tratados com laparotomia sem lavagem do perit neo e com videolaparoscopia seguida ou n o de lavagem peritoneal. Todavia, a mortalidade após laparotomia foi de 20% e após videolaparoscopia foi de 80%. Conclus o: O modelo experimental desenvolvido induz a peritonite grave, e a bacteremia associada ao tratamento videolaparoscópico tem alta letalidade.
Infec o bacteriana no paciente cirrótico  [cached]
Mattos Angelo A. de,Coral Gabriela P.,Menti Eduardo,Valiatti Fabiana
Arquivos de Gastroenterologia , 2003,
Abstract: RACIONAL: Em torno de 30% dos pacientes com cirrose hepática apresentam infec o bacteriana na admiss o hospitalar ou a desenvolvem durante a mesma. As infec es bacterianas s o responsáveis por até 25% das mortes nesta popula o de pacientes. OBJETIVO: Avaliar a prevalência de infec o bacteriana em uma popula o de pacientes cirróticos internados em hospital geral, bem como correlacionar sua presen a com a etiologia alcoólica da hepatopatia, com o grau de comprometimento da fun o hepática e com a presen a de hemorragia digestiva alta. PACIENTES E MéTODOS: Foram avaliadas retrospectivamente 541 interna es hospitalares consecutivas em 426 pacientes com cirrose hepática, internados no período de 1992 a 2000. A média de idade destes pacientes foi de 50,5 anos (15-95), sendo 71,2% do sexo masculino. Etiologia alcoólica da hepatopatia esteve presente em 35,4% dos pacientes. Alta ou óbito do paciente no período da interna o hospitalar foi considerado como principal desfecho. O nível de significancia considerado na análise estatística foi de 5%. RESULTADOS: As infec es bacterianas ocorreram em 25% dos cirróticos (135 episódios). Destas, as mais freqüentes foram: a infec o do trato urinário em 31,1%, a peritonite bacteriana espontanea em 25,9% e a broncopneumonia em 25,2%. Ocorreu associa o de infec o urinária e broncopneumonia em 3,7% e infec o de pele e tecido celular subcutaneo em 11,11%. Bacteremia sem foco definido ocorreu nos quatro casos restantes (2,9%). Houve associa o da presen a de infec o com a etiologia alcoólica da hepatopatia, com a classifica o de Child-Pugh e com a ocorrência de hemorragia digestiva alta. A mortalidade hospitalar foi maior nos pacientes infectados (8,9%), estando a mesma associada ao grau de disfun o hepatocelular. CONCLUS ES: A ocorrência de infec o bacteriana no paciente cirrótico hospitalizado é freqüente e correlaciona-se com a etiologia alcoólica da hepatopatia, com a reserva funcional hepática e com a presen a de sangramento digestivo. Além disso, a presen a de infec o bacteriana correlaciona-se com mau prognóstico.
Um Caso Raro de Peritonite Fúngica Espontanea em Doente com Cirrose Hepática N o-Hospitalizado A Rare Case of Spontaneous Fungal Peritonitis in an Outpatient with Liver Cirrhosis  [cached]
Miguel Bispo,Ana Valente,Helena Glória,Paula Alexandrino
Jornal Português de Gastrenterologia , 2011,
Abstract: A peritonite fúngica, na ausência de uma fonte identificável de infec o, é uma entidade rara, com um número escasso de casos relatados na literatura em doentescirróticos n o-hospitalizados. O seu diagnóstico é habitualmente tardio, apresentando elevada mortalidade intra-hospitalar. Os autores descrevem o caso clínico de uma mulher de 64 anos, internada por cirrose hepática alcoólica descompensada (Child- Pugh C) e peritonite. A evolu o clínica foi desfavorável, com choque séptico refractário e óbito ao quarto dia de internamento. O isolamento de Candidaalbicans no líquido ascítico foi apenas conhecido postmortem, sem uma fonte de infec o identificável na autópsia. S o revistos alguns aspectos particulares na abordagem da peritonite fúngica, que é aparentemente subdiagnosticada na prática clínica. Fungal peritonitis, in the absence of an apparent source of infection, is a rare condition, with a few cases innonhospitalized cirrhotic patients reported in the literature. The often delayed diagnosis contributes for its high mortality rate. The authors present the case of a 64 year-old female, admitted with severely decompensated alcoholic cirrhosis (Child-Pugh C) and peritonitis. Clinical evolution was unfavorable, with refractory septic shock and death by the fourth day after admission. Candida albicans was isolated from ascites, without an identifiable source of infection on autopsy. Current perspectives and some particular features on the management of fungal peritonitis are reviewed, a condition which is underdiagnosed in clinical practice.
Peritonite em c es  [cached]
Zimmermann Marina,Raiser Alceu Gaspar,Mazzanti Alexandre,Lopes Sonia Terezinha dos Anjos
Ciência Rural , 2006,
Abstract: A peritonite em c es ainda é caracterizada como uma severa complica o de afec es na cavidade abdominal. Define-se a enfermidade como uma inflama o do perit nio, na maioria das vezes com prognóstico reservado, e que pode ser fatal. Ela se apresenta de diferentes formas, sendo a séptica a mais comum, em que microorganismos patogênicos proliferam rapidamente, e determinam processo infeccioso grave. Devido à importancia da peritonite em c es, s o abordados a etiopatogenia, os métodos diagnósticos e a conduta terapêutica mais apropriada. Para um prognóstico favorável, o diagnóstico precoce e o tratamento eficaz s o fundamentais.
Peritonite infecciosa felina: 13 casos  [cached]
Oliveira Fabiano Nunes de,Raffi Margarida Buss,Souza Tatiana Mello de,Barros Claudio Severo Lombardo de
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Numa pesquisa realizada em tecidos de 638 gatos necropsiados, foram encontrados 13 casos (2,03%) de peritonite infecciosa felina. Oito desses casos (61,53%) eram da forma efusiva ou úmida, e 5 apresentavam a forma seca ou n o-efusiva da doen a. A idade dos gatos afetados variou de 2 meses a 3 anos. Doze gatos (92,30%) eram de ra as puras, cinco deles (38,47%) eram oriundos de ambientes onde havia mais de um gato e três eram provenientes de um mesmo gatil. A dura o da doen a clínica foi de 7 a 45 dias e os sinais clínicos incluíram emagrecimento, anorexia, diarréia, icterícia, v mito, linfadenopatia e distúrbios neurológicos. Os achados de necropsia na forma úmida incluíam excesso de líquido viscoso (50ml a 1 litro), translúcido ou levemente opaco na cavidade peritoneal e, em um caso, na cavidade torácica. Exsudato fibrinoso cobria as superfícies serosas dos órg os abdominais dando-lhes aspecto granular e brancacento. Na forma seca, havia múltiplos focos granulomatosos sob a superfície serosa e para o interior do parênquima de órg os abdominais; esses achados eram particularmente proeminentes nos rins. Opacidade de córnea foi observada em um gato. Histologicamente, havia graus variáveis de vasculite e perivasculite piogranulomatosa, particularmente em arteríolas. Meningite ou meningoencefalite piogranulomatosa foram observadas em três gatos com a forma seca de peritonite infecciosa felina.
Peritonite esclerosante encapsulante pós-diálise peritoneal Sclerosing encapsulating peritonitis after peritoneal dialysis
Alexandre Tagliari Cestari,Marina Louren?o de Conti,Jo?o Antonio Gon?alves Garreta Prats,Henri Sato Junior
Jornal Brasileiro de Nefrologia , 2013,
Abstract: Pacientes com insuficiência renal cr nica terminal em uso de diálise peritoneal (DP) est o sujeitos a diversas complica es da própria terapia de substitui o renal. Relatamos uma complica o rara da DP na qual o perit neo, após anos de contato com a substancia hipert nica dialisante, é gradualmente substituído por tecido fibroso. O paciente em quest o teve diversas intercorrências após o início da DP, incluindo uma peritonite bacteriana, hiperparatireoidismo terciário (sendo tratado com duas paratireoidectomias) e colelitíase (sendo tratado com colecistectomia videolaparoscópica). Após 8 anos de diálise peritoneal, foi transferido para hemodiálise por diminui o da ultrafiltra o e episódios de suboclus o intestinal, sendo diagnosticado como peritonite esclerosante encapsulante (PEE). Atualmente, está em corticoterapia e com diminui o significativa dos sintomas e provável estabiliza o da PEE. Patients with chronic renal failure in use of peritoneal dialysis (PD) are subject to various complications of the renal replacement therapy. We report a rare complication of PD in which the peritoneum, after years of contact with hypertonic dialysate, is gradually replaced by fibrous tissue. This patient had several complications after initiation of PD including a bacterial peritonitis, tertiary hyperparathyroidism (being treated with parathyroidectomy 2) and cholelithiasis (being treated with laparoscopic cholecystectomy). After 8 years of peritoneal dialysis was transferred to hemodialysis by decreasing ultrafiltration and episodes of intestinal sub-occlusion, being diagnosed as sclerosing encapsulating peritonitis (SEP). He is currently on corticotherapy with a significant reduction of symptoms and likely stabilization of the SEP.
Resistencia bacteriana  [cached]
Fernando Fernández Riverón,Jorge López Hernández,Laida María Ponce Martínez,Caridad Machado Betarte
Revista Cubana de Medicina Militar , 2003,
Abstract: Se realizó una revisión del grave problema de la resistencia bacteriana y la inquietud que por su causa se tiene en muchos países y en organizaciones internacionales de salud. Se expone el concepto, clasificación y se describen las modalidades genéticas que intervienen en su adquisición y trasmisión. Se se alan los complejos mecanismos mediante los cuales las bacterias inactivan los agentes antimicrobianos y se puntualizan las medidas actuales que se consideran más efectivas para la prevención de estas. A review of the serious problem of bacterial resistance and of the concern it arises in many countries and international health organizations is made. The concept and classification are explained and the genetic modalities taking part in their acquisition and transmission are described. The mechanical complexes by which bacteria inactivate the antimicrobial agents are stressed and emphasis is made on the most effective current measures to prevent them.
Endocardite Bacteriana  [PDF]
Do Vale Barroso, Rogério Magno; de Paula, Thaís Melo; ávila Jr., Raul.
REDVET , 2005,
Abstract: A endocardite bacteriana (EB), se trata de uma patologia provocada por uma infec o microbiana na superfície endotelial valvular. Esta patologia pode desencadear uma Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC), bem como les es em diversos órg os devido a libera o de êmbolos bacterianos. Esta doen a n o é muito freqüente em c es e ainda mais rara em gatos; predomina em animais de grande porte e machos. A EB é de difícil diagnóstico pelo fato dos sinais clínicos serem comuns a diversas doen as e a hemocultura n o ser rotina na medicina veterinária. O prognóstico é desfavorável mesmo quando se aplica o tratamento adequado no inicio dos sintomas e a profilaxia é a medida recomendada em procedimentos que o animal será submetido e que podem provocar uma bacteremia transitória, principalmente se este animal possuir histórico de alguma patologia que predisp e a EB.
Hipotens o intracraniana espontanea: relato de caso  [cached]
CAGY MARCELO,BARDY FERNANDA BAHADIAN,POMPEU FILHO FERNANDO,OLIVEIRA MARCELLO A. R.
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 1998,
Abstract: Descrevemos o caso de um paciente de 45 anos de idade com cefaléia postural secundária a hipotens o liquórica espontanea, no qual a ressonancia nuclear magnética do cranio revelou impregna o de contraste e espessamento meníngeo.
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