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"áfrica em Portugal": devo??es, irmandades e escravid?o no Reino de Portugal, século XVIII
Reginaldo, Lucilene;
História (S?o Paulo) , 2009, DOI: 10.1590/S0101-90742009000100011
Abstract: the following article discusses the history of the brotherhoods that brought together slaves and free africans as well as their descendants in portugal during the 18th century. in this way, the article considers a more general panorama of the history and the historiography of slavery and the african presence in portugal. it tries to understand the contextual appearance and the singularities of the black brotherhoods within the setting of the portuguese lay fraternities. in conclusion it highlights the importance of these organizations in the constitution of community life and in defense of the interests of the black slave and free population in the kingdom of portugal.
A importancia do bloqueio continental para o futuro de Portugal e do Brasil
Jorge Martins Ribeiro
Revista da Faculdade de Letras : Historia , 2009,
Abstract:
Bloqueio do nervo maxilar para redu o de fraturas do osso zigomático e assoalho da órbita  [cached]
Geier Karl Otto
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2003,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Poucos relatos existem sobre redu o de fraturas da órbita zigomática e do arco zigomático sob anestesia regional. O objetivo deste estudo é verificar a qualidade do bloqueio do nervo maxilar por via extraoral, para redu o de fraturas do osso zigomático e do assoalho da órbita. MéTODO: Quinze pacientes foram submetidos à bloqueio do nervo maxilar pela técnica de Moore (abordagem infrazigomática) para redu o de fraturas isoladas do arco zigomático (oito pacientes) e associadas ao assoalho da órbita (sete pacientes). Nenhum paciente recebeu medica o pré-anestésica. Após seda o e anestesia local com 2 ml de lidocaína a 1,5% com adrenalina a 1:300.000, o nervo maxilar foi abordado com 8 ml da mesma solu o anestésica através de uma agulha 22G, 10 cm de comprimento de ponta romba. Foram avaliados: o tempo de bloqueio, a latência, o tempo de analgesia, a incidência de falhas, a necessidade de anestesia geral e as complica es. RESULTADOS: Os primeiros três bloqueios foram difíceis, resultando em dois bloqueios parciais e uma falha. Os restantes foram efetivos e os pacientes n o referiram nenhum desconforto ou dor durante o bloqueio e a cirurgia. O tempo para a realiza o do bloqueio variou de 5 a 20 minutos, enquanto a latência anestésica ficou entre 3 e 10 minutos. Foram registradas 7 ocorrências de pun o vascular, porém sem relatos de forma o de hematomas. CONCLUS ES: Redu o de fraturas zigomáticas s o factíveis sob bloqueio do nervo maxilar, quando realizadas na fossa ptérigo palatina, permitindo anestesia de seus dois ramos distais, nervo zigomático-temporal e nervo zigomático-frontal.
Influência do propofol e do etomidato no bloqueio neuromuscular produzido pelo rocur nio: avalia o pela aceleromiografia
Munhoz Derli Concei??o,Braga Angélica de Fátima de Assun??o,Potério Glória Maria Braga
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2002,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Alguns hipnóticos podem interagir com os bloqueadores neuromusculares (BNM) potencializando seus efeitos. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência do propofol e do etomidato sobre o bloqueio neuromuscular produzido pelo rocur nio. MéTODO: Foram incluídos no estudo 60 pacientes, estado físico ASA I e II, submetidos a cirurgias eletivas sob anestesia geral, distribuídos aleatoriamente em dois grupos de acordo com o hipnótico empregado: Grupo I (propofol) e Grupo II (etomidato). Todos os pacientes receberam midazolam (0,1 mg.kg-1) por via muscular como medica o pré-anestésica, 30 minutos antes da cirurgia. A indu o anestésica foi obtida com propofol (2,5 mg.kg-1) ou etomidato (0,3 mg.kg-1) precedido de alfentanil (50 μg.kg-1) e seguido de rocur nio (0,6 mg.kg-1). Os pacientes foram ventilados sob máscara com oxigênio a 100% até a obten o de redu o de 75% ou mais na amplitude da resposta do músculo adutor do polegar, quando foram realizadas as manobras de laringoscopia e intuba o traqueal. A fun o neuromuscular foi monitorizada com aceleromiografia. Foram avaliados: tempo de início de a o do rocur nio (T1 <= 25%); tempo para instala o do bloqueio neuromuscular total; grau de bloqueio neuromuscular no momento da intuba o traqueal; condi es de intuba o traqueal e repercuss es hemodinamicas. RESULTADOS: Os tempos de início de a o e instala o de bloqueio neuromuscular total (segundos) produzido pelo rocur nio foram: Grupo I (48,20 ± 10,85 s e 58,87 ± 10,73 s) e Grupo II (51,20 ± 13,80 s e 64,27 ± 18,55 s). O grau de bloqueio neuromuscular no momento da intuba o traqueal foi: Grupo I (77,50%) e Grupo II (76,96%). As condi es de intuba o traqueal foram satisfatórias em 100% dos pacientes do Grupo I e em 83,33% no Grupo II. Nos dois grupos, após a inje o do hipnótico, observou-se diminui o significativa da press o arterial média seguida de eleva o. CONCLUS ES: O propofol e o etomidato comportaram-se de maneira semelhante em rela o à instala o do bloqueio neuromuscular e às condi es de intuba o traqueal produzidos pelo rocur nio.
A presen?a religiosa brasileira no exterior: o caso da Igreja Universal do Reino de Deus
Oro, Ari Pedro;
Estudos Avan?ados , 2004, DOI: 10.1590/S0103-40142004000300011
Abstract: este texto analisa a dimens?o transnacional de uma igreja neopentecostal "brasileira", a igreja universal do reino de deus, presente na atualidade em oitenta países. ser?o privilegiados três países em que ela obteve sucesso (argentina, portugal e ?frica do sul) e três outros em que ela encontra problemas para deslanchar (uruguai, méxico e fran?a). nos três primeiros será visto como essa igreja consegue neles se enraizar e se adaptar às culturas locais, garantindo-lhe, assim, algum triunfo, contrariamente aos três outros onde ela enfrenta obstáculos locais que lhe fazem patinar.
Abla o com radiofreqüência do flutter atrial tipo I. Importancia do bloqueio bidirecional do istmo entre a veia cava inferior e o anel da valva tricúspide
Scanavacca Mauricio,Sosa Eduardo,Velarde José Luis,D'ávila André
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Estudar a importancia clínica da determina o eletrofisiológica da presen a de bloqueio bidirecional na condu o pelo istmo localizado entre a veia cava inferior e o anel da valva tricúspide (VCI - AT), após a abla o do flutter atrial tipo I (FL) com radiofreqüência (RF). MéTODOS: Quarenta pacientes consecutivos (idade média 51±11 anos) com FL foram submetidos a abla o do istmo VCI-AT com RF. Em 30 pacientes (GI), o sucesso foi avaliado pela interrup o e n o reindu o do FL com estimula o atrial programada. Nos últimos 10 pacientes foi avaliada também a condu o bidirecional pelo istmo, com cateteres posicionados na sua entrada e saída e em cada lado da linha de bloqueio. O bloqueio foi considerado bidirecional quando ocorrido nos dois sentidos e unidirecional quando ocorrido em um só sentido. RESULTADOS: Vinte e seis (86%) pacientes do GI e 10 (100%) do GII tiveram sucesso imediato (p= 0,5558). Durante o seguimento, 7 (30%) de 23 pacientes do GI e 3 (30%) de 9 do GII tiveram recorrência de FL (p= NS). Os três pacientes do GII que apresentaram recorrência tinham bloqueio unidirecional, enquanto os seis casos sem recorrência tinham bloqueio bidirecional (p=0,012). CONCLUS O: A demonstra o de bloqueio bidirecional no istmo VCI-AT, obtida imediatamente após a abla o do FL com RF, relaciona-se a menor índice de recorrência clínica, devendo ser o critério preferencial para término do procedimento.
Poeiras no caminho. Portugal e o espa o lusófono
Carlos Lopes
Revista Crítica de Ciências Sociais , 2012,
Abstract: Em Agosto de 1499, D. Manuel n o podia esconder a sua excita o quando escreveu ao Papa anunciando-lhe o seu novo título: “Rei de Portugal e dos Algarves d’aquém e d’além-mar em áfrica, Senhor de Guiné e da Conquista e Navega o e do Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e índia”. O rei tinha raz es para se regozijar, visto que Vasco da Gama acabava de descobrir o caminho marítimo para a índia, inaugurando um novo ciclo de globaliza o que Fern o de Magalh es completará pouco depois com a sua v...
Influência da freqüência de estímulos na instala o do bloqueio neuromuscular produzido pelo rocur nio e pancur nio: avalia o pelo método acelerográfico
Munhóz Derli da Concei??o,Braga Angélica de Fátima de Assun??o,Potério Glória Maria Braga
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2004,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Fatores relacionados ao paciente e ao bloqueador neuromuscular (BNM), assim como outros inerentes à monitoriza o da fun o neuromuscular podem influenciar na instala o do bloqueio neuromuscular. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência de duas diferentes freqüências de estímulos sobre o tempo de instala o do bloqueio produzido pelo pancur nio e pelo rocur nio. MéTODO: Foram incluídos no estudo 120 pacientes, estado físico ASA I e II, submetidos a cirurgias eletivas sob anestesia geral, distribuídos aleatoriamente em dois grupos, de acordo com a freqüência de estímulo empregada, para a monitoriza o do bloqueio neuromuscular: Grupo I - 0,1 Hz (n = 60) e Grupo II - 1 Hz (n = 60). Em cada grupo formaram-se dois subgrupos (n = 30) de acordo com o bloqueador neuromuscular empregado: Subgrupo P (pancur nio) e Subgrupo R (rocur nio). A medica o pré-anestésica consistiu de midazolam (0,1 mg.kg-1) por via muscular, 30 minutos antes da cirurgia. A indu o anestésica foi obtida com propofol (2,5 mg.kg-1) precedido de alfentanil (50 μg.kg-1) e seguido de pancur nio ou rocur nio. Os pacientes foram ventilados sob máscara com oxigênio a 100% até a obten o de redu o de 75% ou mais na amplitude da resposta do músculo adutor do polegar, quando foram realizadas as manobras de laringoscopia e intuba o traqueal. A fun o neuromuscular foi monitorizada com aceleromiografia. Foram avaliados: tempo de início de a o do pancur nio e do rocur nio; tempo para instala o do bloqueio total e condi es de intuba o traqueal. RESULTADOS: Os tempos médios (segundos) para o início de a o e instala o de bloqueio neuromuscular total produzido pelo pancur nio foram: Grupo I (159,33 ± 35,22 e 222 ± 46,56) e Grupo II (77,83 ± 9,52 e 105,96 ± 15,58); para o rocur nio: Grupo I (83 ± 17,25 e 125,33 ± 20,12) e Grupo II (48,96 ± 10,16 e 59,83 ± 10,36) com diferen a significativa entre os grupos. As condi es de intuba o traqueal foram satisfatórias em 117 pacientes (97,5%) e insatisfatórias em 3 (2,5%). CONCLUS ES: O início de a o e o tempo para obten o do bloqueio neuromuscular total no músculo adutor do polegar, produzidos pelo rocur nio e pelo pancur nio, s o mais curtos quando há emprego de maiores freqüências de estímulos.
Alumínio e a absor o de cálcio por mudas de pimenta do reino  [cached]
Veloso Carlos Alberto Costa,Malavolta Eurípedes,Muraoka Takashi,Carvalho Eduardo Jorge Maklouf
Scientia Agricola , 2000,
Abstract: Um experimento com solu o nutritiva foi conduzido em casa de vegeta o com o objetivo de verificar os efeitos da nutri o de cálcio na toxicidade de alumínio em mudas de pimenta do reino. Os tratamentos constituíram-se de três concentra es de cálcio (10; 40 e 160 mg L-1) adicionados como CaCl2 em combina o com três concentra es de alumínio (0; 10 e 20 mg L-1) adicionados como AlCl3.6H2O. A solu o nutritiva continha as seguintes concentra es dos íons expressos em mg L-1: N-NO3 (80,5); N-NH4 (10,5); P(1,5); K(39,0); Mg(24,0); S-SO4(32,0); B(0,5); Cu(0,06); Fe(5,0); Mn(1,0); Mo(0,03) e Zn(0,10). Os tratamentos com alumínio retardaram o crescimento das mudas de pimenta do reino, induziram sintomas de toxicidade de alumínio na parte aérea e principalmente aumentaram o diametro das raízes. O acúmulo de cálcio aumentou com o incremento da concentra o de cálcio na solu o na ausência de alumínio, nas raízes o conteúdo de cálcio foi diminuído com o aumento da concentra o de alumínio na solu o. A absor o de alumínio diminuiu com o aumento da concentra o de cálcio na solu o.
Organiza o eclesial e eficácia política: O caso da Igreja Universal do Reino de Deus  [PDF]
Oro, Ari Pedro
Civitas , 2003,
Abstract: Este texto resulta de uma pesquisa efetuada nos últimos anos no Rio Grande do Sul e de observa es realizadas em nível nacional. Nele sugiro que o crescente êxito político da Igreja Universal do Reino de Deus está diretamente relacionado como modelo eclesial adotado por esta Igreja e com a eficácia do seu carisma institucional.
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