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AVALIA O MULTICRITéRIO DO RISCO PERCEBIDO DE FALêNCIA DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS BRASILEIRAS
Marcus Vinicius Andrade de Lima,Fernando Filardi,Ana Lucia Miranda Lopes,Carlos Rogerio Montenegro de Lima
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: O objetivo do artigo é construir um modelo que possa avaliar os diversos fatores que contribuem para o risco percebido de mortalidade precoce de Micro e Pequenas Empresas (MPE). Os fatores foram extraídos de uma pesquisa elaborada por Filardi (2006), com cem MPE disponibilizadas pela Junta Comercial de S o Paulo (JUCESP), sobre quais fatores que contribuíram para a mortalidade prematura dessas empresas. Esse trabalho de caráter exploratório prop e a Metodologia Multicritério de Apoio à Decis o Construtivista (MCDAC) para identificar os riscos percebidos desses fatores. Como resultado o modelo pode auxiliar o empreendedor a se precaver da possibilidade de sua empresa aumentar as estatísticas de mortalidade precoce das MPE
Licita es verdes: como as micro e pequenas empresas brasileiras podem incrementar a conscientiza o ecológica  [cached]
Fernanda Macedo Pacobahyba
Scientia Iuris , 2011,
Abstract: Ao se observar a realidade empresarial brasileira constata-se a relevancia das microempresas e das empresas de pequeno porte no desenvolvimento nacional. Desde a constata o de sua grandiosidade numérica, por representarem 97% das empresas nacionais, até a indica o de que 64,9% dos empregos com carteira assinada encontram-se ali albergados, evidencia-se que se trata de nicho empresarial que há de ser considerado na consecu o das políticas públicas. Para tanto, foi estabelecido que a essas empresas seria concedido tratamento diferenciado e favorecido no tocante às obriga es administrativas, tributárias, previdenciárias e creditícias. Em outra dire o, a Constitui o Federal de 1988 inseriu, também, a defesa do meio ambiente ecologicamente equilibrado como princípio a ser perseguido pelo Estado Democrático de Direito. Com isso, para se alcan ar esses princípios na maior medida possível, prop e-se a cria o de “licita es verdes”, direcionadas àquelas microempresas e empresas de pequeno porte que tiverem as certifica es atestadoras da implementa o de medidas de preserva o do meio ambiente. O objetivo desse trabalho é, portanto, apresentar como se pode conciliar Direito Administrativo, Direito Ambiental e Direito Empresarial na busca da consecu o plena do direito fundamental ao meio ambiente equilibrado, com o alcance da proposta mais vantajosa para a Administra o. Para tanto, como forma de incentivar as empresas a adotarem posturas que conduzam a esse resultado, o papel fundamental de licita es a elas especialmente destinadas, que funcionar o como estimuladores de uma conduta equilibrada. Há de se ressaltar, ainda, que essa tomada de consciência empresarial geraria reflexos positivos para os empregados, que absorveriam naturalmente os procedimentos mais benéficos à sadia qualidade de vida e, por fim, est o em conformidade com a dignidade da pessoa humana. A metodologia utilizada é bibliográfica, descritiva, exploratória e dialética com predominancia indutiva. A importancia do trabalho reside na premente necessidade de modifica o legislativa que venha a alcan ar os valores indicados na CF/88, a come ar pela defesa do meio ambiente.
Mecanismos de apoio às micro e pequenas empresas brasileiras: o caso patme no período 1992-98
Matesco, Virene Roxo;Deane, Tatiana;Nunes, Karen Matesco;Silva, Laura Ribeiro e;
Revista Brasileira de Economia , 2000, DOI: 10.1590/S0034-71402000000400005
Abstract: due to their great importance as job generating source as well as suppliers to big companies, also for their relatively more advantageous conditions to carry out technological innovation, micro and small companies have been receiving privileged treatment from the governments, regardless of their development levels. this differentiated treatment refers mainly to subsidised credits, especial financing programs, loans under favourable conditions and institutional support for investments in innovation, personnel training and commercialisation of new products. in the brazilian case, in the beginning of the 80s the finep, in association with the sebrae, created the patme - technological support to micro and small companies program. this program has its focus on both the micro and small companies' acess to more advanced productive and technological knowledge through external consultantship to the companies. so, this paper aims at appraising the patme's impact on the small size companies' creation, development and technological diffusion process. more specifically, we intend to analyse not only the comprehension of the program's performance in the support to industrial as well as to utility companies during the 1992-98 period, but also to suggest the implementation of a monitoring and evaluating simplified system which will permit the generation of information that will serve as subsidy to the process of decision making.
FORMULA O DA ESTRATéGIA COMPETITIVA PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS POR MEIO DO MODELO DE CAMPOS E ARMAS DA COMPETI O
Jose Celo Contador
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: O objetivo do presente artigo é apresentar, de forma inédita, uma metodologia de formula o da estratégia competitiva para micro e pequenas empresas, desenvolvida segundo os conceitos mais modernos da Teoria da Competitividade. Portanto, metodologia muito diferente daquelas baseadas no ultrapassado planejamento estratégico. A metodologia enfatiza a análise das exigências, necessidades, preferências, expectativas ou anseios do cliente dos clientes, a considera o das estratégias competitivas dos concorrentes e a avalia o do ambiente interno da empresa. é fundamentada no modelo de campos e armas da competi o, que tem se mostrado muito adequado e eficiente para explicar, analisar e ampliar a competitividade da empresa, por ser um modelo qualitativo e quantitativo, por utilizar diversas variáveis matemáticas e por ser suficientemente flexível para considerar combina es da influência do ambiente externo e do interno e da interpreta o dos dirigentes sobre o ambiente externo.
IMPACTOS DA LEI GERAL DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO DESENVOLVIMENTO DAS COMPRAS PúBLICAS DO CEARá
Reinaldo Marcelo Lima Braga,Fernando Menezes Xavier
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: A elabora o da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas surge com a reforma tributária, em 19/12/2003. Em 14/12/2006 é criada a Lei Complementar 123/06 (Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas – Simples Nacional), novo estatuto nacional das microempresas e empresas de pequeno porte. O trabalho identifica os ajustes que as micro e pequenas empresas tiveram que implementar para expandir suas vendas aos órg os públicos, a partir do surgimento e implanta o da Lei Complementar 123/06. A metodologia deste estudo consiste na abordagem ao problema e a natureza que é quanti-qualitativa; em rela o aos fins, é exploratória e descritiva; quanto aos meios é bibliográfica, documental, de campo e ex post facto; e efetuou-se um levantamento com cento e catorze micro e pequenas empresas fornecedoras do Estado do Ceará, dos certames eletr nicos de 2008 da BNB, TRE-CE e UFC. Os resultados demonstram a evolu o da participa o das micro e pequenas empresas em 294% (duzentos e noventa e quatro por cento), como fornecedoras de órg os públicos, e mostram que n o houve dificuldades encontradas pelas micro e pequenas empresas do Estado do Ceará em atender aos requisitos da Lei Complementar 123/06. Como possíveis dificuldades em seu desenvolvimento, identificaram-se a contrata o de pessoal especializado em vendas ao governo, aquisi o de softwares e sistemas operacionais. Ainda, como resultados, identificam-se as tecnologias adquiridas como compra de equipamento de informática, contrata o de banda larga e inova es de processo que foram implementadas, em decorrência dos aumentos nas vendas e capacita o de fornecimento com acesso a outros mercados pelas micro e pequenas empresas do Estado do Ceará.
CONTROLADORIA EMPRESARIAL: GEST O ECON MICA PARA AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Jose Morais Monteiro,Jenny Dantas Barbosa
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: O presente trabalho tem por objetivo identificar a aplicabilidade da Controladoria Empresarial nas micro e pequenas empresa para aperfei oar o processo da gest o. As informa es foram coletadas com entrevistas aos gestores/proprietários de quarenta micro e pequenas empresas nos municípios de Aracaju e Nossa Senhora do Socorro, Sergipe. Dentre os resultados destacam-se: a) as ferramentas da Controladoria Empresarial (planejamento, or amento, análise financeira, gest o da informa o), n o s o utilizadas por completo nas empresas pesquisadas; b) os micro e pequenos empresários possuem uma vis o integrada da gest o e da necessidade de informa es para que os objetivos sejam alcan ados de forma mais coerente e com minimiza o de riscos do negócio; c) a percep o dessa evolu o é aparente quando os entrevistados afirmam a necessidade de ampliar o conhecimento sobre estratégia, controles, finan as e contabilidade gerencial, com o fim específico de ter informa es para decidir os rumos do empreendimento. Dessa forma, consolida-se a necessidade de administrar as micro e pequenas empresas com profissionalismo, objetivando reduzir o óbito empresarial do segmento, uma vez que a representatividade no cenário econ mico e social do país é considerável.
UM ESTUDO SOBRE A NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Pamela Espindola de Oliveira,Ronara Cristina Bozi dos Reis,Marinette Santana Fraga,Mariano Yoshitake
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: O presente trabalho buscou investigar como os microempresários e pequenos empresários do município de Jo o Monlevade superam uma possível necessidade de capital de giro, dentro da realidade de cada um. A partir de uma pesquisa de campo envolvendo sessenta e três micro e pequenas empresas, e de fundamenta o bibliográfica, este estudo visou arrolar diversos dados acerca da realidade dessas empresas como, por exemplo, suas estruturas organizacionais, se encontram dificuldades na capta o de financiamento para capital de giro junto às institui es financeiras, como s o gerenciadas e como reagem diante de tantas mudan as e incertezas vivenciadas no cenário econ mico brasileiro.
INTERA O E COOPERA O EM ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Antonio Iacono,Marcelo Seido Nagano
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: Este artigo tem por objetivo apresentar os fatores que inibem as rela es de coopera o e intera o entre os diversos tipos de agentes e institui es, conformados em um Arranjo Produtivo Local (APL) de micro e pequenas empresas. Para a investiga o desses fatores inibidores realizou-se um estudo exploratório em um APL de máquinas e implementos agrícolas, localizado no Estado do Paraná. Os principais resultados indicam que os fatores inibidores identificados como de maior impacto sobre as intera es e a es conjuntas est o fortemente relacionados a quest es voltadas à infra-estrutura e gest o das empresas.
Clusters em bioindústria e biotecnologia em minas gerais - habitats construídos de inova o, competitividade e desenvolvimento regional  [cached]
Valéria M.M. Judice,Adelaide Maria Coelho Baêta
Revista Gest?o & Tecnologia , 2002,
Abstract: Este artigo estuda fatores de inova o e competitividade de Micro e Pequenas Empresas (MPEs) pertencentes a “indústrias emergentes” (criadas em período recente) e localizadas em clusters ou arranjos produtivos locais. A referência empírica é a bio-indústria e os desenvolvimentos do “cluster biotecnologia” de Belo Horizonte, estado de Minas Gerais.
Clusters em bioindústria e biotecnologia em minas gerais - habitats construídos de inova o, competitividade e desenvolvimento regional
Valéria M.M. Judice,Adelaide Maria Coelho Baêta
Revista Gest?o & Tecnologia , 2010,
Abstract: Este artigo estuda fatores de inova o e competitividade de Micro e Pequenas Empresas (MPEs) pertencentes a “indústrias emergentes” (criadas em período recente) e localizadas em clusters ou arranjos produtivos locais. A referência empírica é a bio-indústria e os desenvolvimentos do “cluster biotecnologia” de Belo Horizonte, estado de Minas Gerais.
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