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O SIGNIFICADO DO PROJETO PEDAGóGICO A PARTIR DAS REPRESENTA ES SOCIAIS DOS PROFESSORES  [cached]
Alberto Cervellini Filho
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2010,
Abstract: O SIGNIFICADO DO PROJETO PEDAGóGICO A PARTIR DAS REPRESENTA ES SOCIAIS DOS PROFESSORES
O imprescindível aporte das ciências sociais para o planejamento e a compreens o do turismo
Barretto Margarita
Horizontes Antropológicos , 2003,
Abstract: O artigo busca legitimar a necessidade do concurso das ciências sociais no planejamento do turismo, apresentando uma pequena revis o bibliográfica da história da produ o das ciências sociais aplicadas ao estudo do turismo e levantando quest es cruciais do planejamento de turismo que poderiam ser melhor resolvidas com a contribui o das pesquisas socioantropológicas.
O Programa de Voca o Científica da Funda o Oswaldo Cruz (Provoc) como estratégia educacional relevante
Amancio Ana Maria,Queiroz Ana Paula R. de,Amancio Filho Antenor
História, Ciências, Saúde-Manguinhos , 1999,
Abstract: A velocidade e a variedade dos avan os científicos e tecnológicos têm causado significativas altera es nos processos de produ o de bens e servi os e nas rela es sociais. Uma das preocupa es que emergem desse contexto refere-se à necessidade de iniciar, o mais precocemente possível, a forma o de profissionais para área da ciência e tecnologia, em especial nos países ?periféricos?, que têm urgência de ampliar quantitativa e qualitativamente o universo de seus pesquisadores, para que possam competir no mercado mundial. Este artigo aborda uma experiência de inicia o científica direcionada para alunos de segundo grau, respaldando-se em resultados de estudo realizado com alunos egressos do Programa de Voca o Científica (Provoc), proposta de educa o para a ciência em desenvolvimento na Funda o Oswaldo Cruz (Fiocruz) desde 1986. Contextualizando e problematizando a quest o frente à realidade brasileira da ciência e da tecnologia, o artigo recomenda fortalecer e ampliar o Provoc para outras áreas de conhecimento, em raz o da excelência dos resultados que vem obtendo na identifica o e incentivo de jovens talentos para a área biomédica.
Com as patas dos cavalos: a criminaliza o dos pobres e das lutas sociais
Fábio Alves Araújo
Geografares , 2006,
Abstract: Com as patas dos cavalos:a criminaliza o dos pobres e das lutas sociaisA incapacidade do Estado neoliberal de resolver as quest es sociais produziu uma forma penal de gest o da pobreza. A conten o punitiva dos deserdados tornouse palavra de ordem das políticas sociais. Neste sentido, tem ocorrido um processo de criminaliza o dos pobres e das lutas sociais em que os servi os públicos s o transformados em servi os de controle, vigilancia e repress o. No Brasil, um dos principais alvos da criminaliza o tem sido o Movimento Sem-Terra (MST).
O (im)próprio e o (im)pertinente na apropria o das práticas sociais  [cached]
Smolka Ana Luiza Bustamante
Cadernos CEDES , 2000,
Abstract: Nosso objetivo, neste trabalho, é discutir um certo modo de conceber e elaborar teoricamente a quest o da apropria o das práticas sociais, n o estritamente ligada ao construto de internaliza o, mas relacionada principalmente ao problema da significa o. Esse deslocamento encontra-se ancorado na concep o de media o do signo no desenvolvimento humano e na tese formulada por Vygotsky de que as fun es mentais s o rela es sociais internalizadas. Argumentando pela necessidade de considerar a apropria o como uma categoria essencialmente relacional, enfocamos e problematizamos as significa es das a es humanas, considerando que todas as a es adquirem múltiplos sentidos, tornam-se práticas significativas, dependendo das posi es e dos modos de participa o dos sujeitos nas rela es.
INVESTIGA O DA INF NCIA E CRIAN AS COMO INVESTIGADORAS: METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS DOS MUNDOS SOCIAIS DAS CRIAN AS  [cached]
Natália Fernandes Soares,Manuel Jacinto Sarmento,Catarina Tomás
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2012,
Abstract: A participa o infantil assume-se na segunda modernidade como um princípio incontornável em grande parte dos discursos científicos que s o produzidos acerca da infancia. A Sociologia da Infancia, ao considerar as crian as como actores sociais e como sujeitos de direitos, assume a quest o da participa o das crian as como central na defini o de um estatuto social da infancia e na caracteriza o do seu campo científico. Considerar a participa o das crian as na investiga o é um passo decorrente da constru o de uma disciplina das ciências sociais que procura “ouvir a voz das crian as”, isto é, que assume que as crian as s o actores sociais plenos, competentes na formula o de interpreta es sobre os seus mundos de vida e reveladores das realidades sociais onde se inserem. As metodologias participativas com crian as atribuem aos mais jovens o estatuto de sujeitos de conhecimento, e n o de simples objecto, instituindo formas colaborativas de constru o do conhecimento nas ciências sociais, que se articulam com modos de produ o do saber empenhadas na transforma o social e na extens o dos direitos sociais. A investiga o participativa com crian as levanta, no entanto especiais dificuldades epistemológicas, relacionadas quer com a alteridade da infancia quer com a diversidade das suas condi es de existência. O entendimento da “crian a” como o outro do adulto decorre do reconhecimento das culturas da infancia como modo específico, geracionalmente construído, de interpreta o e de representa o do mundo. é o trabalho de tradu o entre a linguagem das ciências sociais e a linguagem das crian as (com as suas gramáticas culturais distintas) que as metodologias participativas s o chamadas a desempenhar, com a consequente recusa do etnocentrismo geracional e com a indispensável mobiliza o de um discurso polifónico, onde a voz das crian as-investigadoras colaborativas perpassa lado a lado com o trabalho interpretativo dos sociólogos da infancia. A aten o à diversidade da infancia, decorrente de categorias sociais como o género, a religi o, a etnia, a saúde e o (sub)grupo etário, imp e a recusa de olhares uniformizadores, desafiando a imagina o metodológica a uma aceita o e respeito pelas diferen as e pelos diversos modos da sua comunica o. Assente em trabalhos de investiga o em Sociologia da Infancia construídos com metodologias participativas, esta comunica o interroga a constru o do conhecimento em ciências sociais com e sobre as crian as e a infancia, atendendo à alteridade e diversidade, e incluindo o debate ético sobre a produ o de saber sobre os mu
Constru o de identidades docentes: entre a voca o, as necessidades objetivas e os processos sociais = Construction of teaching identities: gathering the vocation, the objective necessities and the social processes
Ferreira, Márcia Ondina
Educa??o , 2011,
Abstract: Aborda-se a constru o das identidades docentes, argumentando-se que decorrem das regula es do trabalho do professorado em cada contexto. Na primeira parte do texto apresenta-se uma concep o de identidade, defendendo-se a constante provisoriedade das identidades e indicando-se que s o resultado de disputas. Ao aplicar-se essa no o ao caso do professorado, afirma-se que a intensa referência às identidades, atualmente, denota que vivemos um momento de transforma o do que se espera do trabalho docente. As identidades docentes n o s o conferidas ao acaso, nem dependem, exclusivamente, da forma o recebida. Para exemplificar tal tese, na segunda parte do texto s o apresentadas a gênese e a constitui o da docência na Argentina, onde, com o passar do tempo, distintos modelos de docentes têm sido enfatizados: o modelo vocacional – sacerdotes e vestais; o de funcionários de Estado; o de técnicos especializados; o de trabalhadores assalariados. Por fim, nas conclus es, retoma-se o abordado, relacionando-o com o título do trabalho.
O ensino das ciências sociais nas escolas médicas: revis o de experiências
Nunes Everardo Duarte,Hennington Elida Azevedo,Barros Nelson Filice de,Montagner Miguel ?ngelo
Ciência & Saúde Coletiva , 2003,
Abstract: O presente artigo descreve e analisa a literatura sobre o ensino das ciências sociais nas escolas médicas em diferentes países, durante o período de 1960 a 2000. A metodologia baseia-se na análise documental/bibliográfica de estudos já sistematizados sobre o tema e de levantamento realizado nos bancos de dados Lilacs, Medline e Sociological Abstracts. Com referência às experiências de 1980 a 2000, os dados levantados de 21 artigos assinalam: objetivos - acompanhar e atender às mudan as sociais, às ocorridas na presta o de servi os de saúde, às necessidades da popula o; técnicas de ensino - ênfase no processo de ensino-aprendizagem ativo, atividades em pequenos grupos, problemas como ponto de partida, trabalhos de campo, pesquisas, uso de material audiovisual, dramatiza o e outros; conteúdos - grande diversidade temática comprovando os resultados das décadas anteriores e variando de acordo com as diferentes escolas médicas: comportamento pessoal, interpessoal, médico, comunidade e ambiente, organiza o do cuidado à saúde; rela es saúde-sociedade; rela o médico-paciente; aspectos histórico-sociais da prática médica; variáveis sociais no diagnóstico, prognóstico e tratamento; rela es doen a-família. As conclus es apresentam alguns aspectos gerais e os principais resultados encontrados na pesquisa.
Das ciências sociais para as ciências sociais em saúde: a produ o científica de pós-gradua o em ciências sociais
Marsiglia Regina Maria Giffoni,Spinelli Selma Patti,Lopes Marina Fran?a,Silva Thiago Carvalho Pelucio
Ciência & Saúde Coletiva , 2003,
Abstract: Este artigo apresenta algumas características da produ o intelectual desenvolvida em disciplinas de pós-gradua o das ciências sociais e humanas tendo como objeto a saúde, durante os anos 90 e nos anos de 2000 e 2001 em S o Paulo. Partimos da identifica o desses trabalhos nas bibliotecas da Universidade de S o Paulo, Universidade Estadual de Campinas, Pontifícia Universidade Católica de S o Paulo e Escola de Administra o de Empresas da Funda o Getúlio Vargas de S o Paulo. As 258 disserta es de mestrado e teses de doutorado encontradas foram classificadas de acordo com: institui o de ensino, ano de conclus o, nível de pós-gradua o, disciplinas, temáticas abordadas e orientadores. Os professores que orientaram o maior número desses trabalhos foram entrevistados com o intuito de conhecermos suas experiências e reflex es sobre a inser o da saúde como objeto de investiga o nos programas de pós-gradua o das disciplinas de antropologia, sociologia, política, geografia, história, administra o, direito, economia, educa o, psicologia social e servi o social.
ENTRE AS FLORES DA PAIX O E OS ESPINHOS DA RAZ O: MAX WEBER NOS JARDINS DAS CIêNCIAS SOCIAIS  [cached]
Cristina Maria Silva
Revista Emancipa??o , 2004,
Abstract: Neste ensaio abordamos o pensamento de Max Weber para refletirmos sobre como temos vivido e construído nossos conhecimentos sobre a realidade social. Muitas vezes esquecemos que a vida ultrapassa nossos autores, teses e paradigmas e que a linguagem que utilizamos é apenas o nosso esfor o limitado para revelar tudo o que vemos diante da elabora o das a es humanas. Somente nossa imagina o é que pode reunir o que vemos, lemos e ouvimos para elaborarmos diferentes rumos para esta estrada do conhecimento. O pretenso caminho límpido da ciência é na verdade movido pela raz o, mas impulsionado pela chamas da paix o, pois é através desta que o cientista delimita uma trilha a seguir, fazendo prevalecer alguns valores e rejeitando outros, sendo assim buscamos perceber como a voca o científica n o se restringe somente a p r em práticas regras estabelecidas, mas que também que precisamos estar abertos à intui o e à paix o pelo o que fazemos.
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