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Telarca reversível espontaneamente em meninas pré-púberes durante o tratamento com horm nio de crescimento recombinante humano
Carvalho Luciani R.S.,Osorio Maria G.F.,Mimura Lídia Y.,Estefan Vivian
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2001,
Abstract: OBJETIVO: Descri o de 4 casos de desenvolvimento transitório de mamas em meninas pré-púberes tratadas com horm nio de crescimento recombinante humano (rhGH). CASUíSTICA E MéTODOS: Quatro meninas pré-púberes com baixa estatura, duas com síndrome de Turner (ST) e duas com deficiência de horm nio de crescimento (DGH). O desenvolvimento das mamas (Tanner II e III) ocorreu com idade cronológica (IC) de 5,6 e 7,7 anos e idade óssea (IO) de 5,7 a 6,9 anos, 2 a 60 meses após o inicio do tratamento com rhGH na dose de 0,1 - 0,15U/kg/d. Todas as pacientes apresentaram regress o espontanea da telarca num período de 8 a 15 meses. Três pacientes foram submetidas ao teste de estímulo com GnRH apresentando resposta pré-puberal de LH. DISCUSS O: O desenvolvimento de mamas após o início do tratamento com rhGH tem sido relatado em meninos, mas n o em meninas pré-púberes. Concluímos que o rhGH pode induzir ao desenvolvimento transitório das mamas, também em meninas, sem a ativa o do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, n o se fazendo necessária a supress o da puberdade.
O horm nio de crescimento e a concentra o de colágeno na cicatriza o de feridas cutaneas de ratos  [cached]
Biondo-Sim?es Maria de Lourdes Pessole,Pante M?nica Lidia,Macedo Vanessa Lara de,Garcia Rodrigo Ferreira
Acta Cirurgica Brasileira , 2000,
Abstract: Investiga-se a interferência do horm nio de crescimento no processo de cicatriza o cutanea de ratos. Utilizaram-se 50 ratos machos com 170 dias de idade divididos em 2 grupos: controle (n=25) e experimento (n=25). Submeteram-se os ratos dos dois grupos à laparotomia mediana de 4 centímetros sob anestesia inalatória de éter etílico. Realizou-se a laparorrafia com 2 planos de sutura, o primeiro perit nio-músculo-aponevrótico e o segundo o da pele com chuleio contínuo de fio monofilamentar de náilon 4.0. Os animais do grupo experimento receberam 0,4U/kg/dia de horm nio de crescimento por via subcutanea diluído em 0,12 ml de água destilada e os do grupo controle recebiam igual volume do veículo pela mesma via. Realizaram-se as aferi es após 36, 72, 168, 240 e 336 horas, ressecando-se retalhos da parede abdominal contendo as cicatrizes, que após prepara o histológica e tratamento pelo Sirius red, forneceram a concentra o do colágeno. O percentual da área de cicatriz ocupada por colágeno foi maior no grupo experimento nas 36 horas (p=0,0106), 72 horas (p=0,0089, 168 horas (p=0,0149) e 336 horas (p=0,0116). O percentual de colágeno I foi semelhante nos dois grupos nas 36 e 72 horas e maior no grupo experimento nas 168 horas (p=0,0218), 240 horas (p=0,0067) e nas 336 horas (p=0,0027). O percentual de colágeno III apareceu em propor o semelhante nos 2 grupos nas 36 e 72 horas. Sua propor o foi maior no grupo controle nas 168 horas (p=0,0216), 240 horas (p=0,0067) e 336 horas (p=0,0027). Estes dados permitiram concluir que o horm nio de crescimento levou a maior concentra o de colágeno e acelerou a matura o das cicatrizes.
Deficiência de horm nio do crescimento após radioterapia por meduloblastoma na infancia: relato de caso
Goldberg Tamara B.L.,Rodrigues Maria A.M.,Takata Raquel T.,Nogueira Célia R.
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2003,
Abstract: A radia o do cranio para tratamento das neoplasias do sistema nervoso central na infancia pode evoluir com sequelas neuroendócrinas, sendo a deficiência de horm nio do crescimento (GH) com retardo do crescimento linear, uma das mais frequentes. Relatamos o caso de menino de 10 anos com cefaléia occipital associada a vertigem, náuseas e v mitos. A tomografia do cranio demonstrou processo expansivo no hemisfério cerebelar esquerdo, que foi retirado cirurgicamente. O exame histopatológico revelou meduloblastoma e o paciente foi submetido a radioterapia cranio-espinhal. Evoluiu sem recidiva da neoplasia e sem déficits neurológicos durante 4 anos. Apresentou retardo do crescimento estatural, sendo confirmada a hipótese de deficiência de GH. Atualmente, encontra-se em uso de GH 0,1 U/kg/dia, tendo apresentado incremento de 4cm na estatura em 6 meses. O presente caso destaca a importancia do acompanhamento criterioso de pacientes submetidos à radia o do cranio para tratamento oncológico na infancia, visto que podem evoluir com deficiências neuroendócrinas e serem beneficiados com reposi o hormonal.
Análise das altera es cardiovasculares em adultos com deficiência de horm nio de crescimento através da dopplerecocardiografia e do teste de esfor o cardiopulmonar
Concei??o Flávia Lucia,Martins Adriana F.,Xavier Sérgio S.,Brasil Rosane R.O.L.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2001,
Abstract: A síndrome de deficiência de horm nio do crescimento (GHD) no adulto está bem estabelecida, assim como os benefícios da terapia com reposi o de horm nio de crescimento (GH). Dentre os aspectos mais estudados observam-se as altera es cardiovasculares. Tem sido descrito aumento de mortalidade, maior incidência de aterosclerose e altera es da fun o cardíaca. Através da análise da fun o cardíaca sistólica e diastólica pela dopplerecocardiografia e do comportamento no teste de esfor o cardiopulmonar, foram avaliadas as altera es cardiovasculares em 26 pacientes com GHD, sendo 4 com deficiêrncia desde a infancia (cGHD) e 22 com déficit adquirido na vida adulta (aGHD). Notou-se altera o da fun o cardíaca diastólica em 2 pacientes (7,7%), sem altera es na fun o sistólica e em 3 pacientes observou-se redu o dos valores de stress sistólico do ventrículo esquerdo. Em 1 paciente havia redu o da massa ventricular indexada pela superfície corporal. Na análise do teste de esfor o observou-se diminui o (VO2/FC) em 69% dos indivíduos. Conclui-se que adultos com GHD têm capacidade funcional reduzida e disfun o cardíaca sistólica incipiente. A avalia o em repouso pela Dopplerecocardiografia n o demonstrou altera es expressivas nesta popula o.
Avalia o do Metabolismo Glicídico e da Gordura Visceral em Adultos Deficientes de Horm nio de Crescimento
Spina Luciana D.C.,Soares Débora V.,Concei??o Flávia L.,Brasil Rosane R.L.O.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2002,
Abstract: A síndrome da deficiência de horm nio de crescimento (DGH) no adulto e o conseqüente aumento no risco cardiovascular têm sido bastante estudados nos últimos anos. Com o objetivo de avaliar as altera es na composi o corporal e a presen a de resistência à insulina em adultos com DGH, estudamos 27 pacientes comparados a 27 indivíduos saudáveis pareados por idade, sexo e índice de massa corporal, através de tomografia computadorizada de abd men para medida da gordura visceral e teste de tolerancia oral à glicose (TTOG), com curva de glicose e insulina e estimativa da resistência à insulina pelo Homeostasis Model Assessment (HOMA). Observamos, nos pacientes, aumento do tecido adiposo visceral (p= 0,008) sem aumento da freqüência de altera es no TTOG. As glicemias e insulinemias basais e após 2 horas de sobrecarga oral de glicose e as áreas sob as curvas de glicose e insulina foram semelhantes ao grupo controle (p> 0,05). N o houve diferen a na sensibilidade à insulina pelo método HOMA (p= 0,989). Houve correla o positiva significativa da medida de gordura visceral nos pacientes com as dosagens de glicemia (r= 0,583; p= 0,001) e insulina (r= 0,728; p= 0,001) após sobrecarga de glicose e as áreas sob a curvas de glicose (r= 0,403; p= 0,040) e insulina (r= 0,713; p= 0,001), porém sem correla o significativa nos controles (r< 0,40; p> 0,05). Em conclus o, n o houve altera o significativa no metabolismo glicídico, apesar do aumento da adiposidade visceral observada em adultos DGH.
Uso de horm nio de crescimento em crian as com insuficiência renal cr nica: avalia o da composi o corporal nos primeiros 18 Meses de tratamento
Oliveira Josenilson C.,Machado Neto Francisco A.,Morcillo André M.,Belangero Vera Maria S.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2002,
Abstract: Atualmente, é grande o impacto psicossocial da baixa estatura nas crian as e adolescentes com insuficiência renal cr nica (IRC), sendo o horm nio de crescimento recombinante humano (rhGH) uma alternativa terapêutica. Avaliamos o crescimento e a composi o corporal (CC) em 11 crian as pré-púberes (9M/2F; 3,5-12,8a) com IRC e baixa estatura e/ou baixa velocidade de crescimento, tratadas com rhGH (0,7-1,0UI/Kg/semana) por 18 meses. Avaliamos antropometria e CC por impedancia bioelétrica tetrapolar antes e 6, 12 e 18 meses após o início do rhGH; matura o esquelética e fun o renal foram avaliadas antes e após 6 e 12 meses. Houve aumento significativo do peso, da altura, da VC e da massa magra (MM), com diminui o significativa da massa gorda (MG) no período de 0 a 6 meses de tratamento. Entre 0 e 12 meses houve apenas aumento significativo da altura. Entre 6 e 12 meses houve invers o da CC, com diminui o significativa da MM e aumento da MG. Entre 12 e 18 meses houve restabelecimento da CC inicial, com diminui o significativa da MG e aumento da MM. N o se observaram altera es na fun o renal, nem avan o exagerado da matura o esquelética. Em conclus o, o rhGH em doses de reposi o por 18 meses promoveu melhora do crescimento com mudan a da CC neste grupo de crian as com IRC, especialmente nos primeiros 12 meses de tratamento, sem efeitos colaterais.
Associa o do polimorfismo do gene do horm nio de crescimento com a caraterística peso em bovinos da ra a Nelore  [cached]
Unanian Maria Marina,Barreto Cristine Chaves,Freitas Alfredo Ribeiro de,Cordeiro Célia Maria Torres
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: O polimorfismo do gene do horm nio de crescimento bovino (bGH) foi estudado em 211 bovinos machos da ra a Nelore, puros de origem (PO), a fim de observar as freqüências genotípicas e alélicas, e a possível associa o com a característica peso. Para alcan ar este objetivo, foram considerados os pesos ao nascer, à desmama e mensais dos 10 aos 16 meses de idade, e calculados os ganhos de peso do nascimento à desmama e da desmama aos 16 meses. Foi coletado sangue para extra o do DNA e análise dos sítios polimórficos (RFLP) oriundos da digest o com as endonucleases Msp I (bGH/Msp I, 891 pb), Hae III (bGH/Hae III, 441 pb) e Alu I (bGH/Alu I, 427 pb). Para cada polimorfismo foram encontrados dois alelos, ocorrendo predominancia dos alelos D, F e A, respectivamente. Foi observado o efeito do genótipo AA do bGH/Alu I sobre o ganho de peso da desmama até 15 meses de idade e do genótipo DD do bGH/Msp I sobre os ganhos de peso da desmama aos 14 e 15 meses. Os resultados sugerem que os polimorfismos bGH/Alu I e bGH/Msp I constituem marcadores, em potencial, da característica ganho de peso em animais jovens.
Aspectos do tratamento da deficiência de horm nio de crescimento (GH) (parte II)
DAMIANI DURVAL
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2001,
Abstract:
Efeitos do treinamento físico contra resistência sobre a composi o corporal e a potência muscular em adultos deficientes de horm nio do crescimento
Brasil Rosane R.L.O.,Concei??o Flávia L.,Coelho Carla W.,Rebello Cláudio V.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2001,
Abstract: A síndrome da deficiência do horm nio do crescimento (GH) no adulto está bem estabelecida, assim como os benefícios da terapia de reposi o com o GH recombinante. Dentre as altera es observadas nesses pacientes, as da composi o corporal est o entre as mais estudadas, sendo caracterizadas por um aumento da gordura corporal total com predomínio de gordura no tronco, diminui o da massa magra, da for a muscular e da água corporal total. Todas s o quase completamente revertidas após tratamento de reposi o com GH. Estudamos a composi o corporal e potência muscular de 11 pacientes com deficiência de GH, antes e após serem submetidos a um programa de treinamento com exercícios contra resistência por 12 semanas, sem reposi o com o GH. Avaliamos a composi o corporal através de medidas de circunferências, dobras cutaneas, peso, altura, cálculo do índice de massa corporal e rela o cintura-quadril. A potência muscular localizada foi avaliada em vários grupos musculares através de cinco exercícios numa unidade de exercícios musculares localizados, onde foi acoplado um tensi metro. Após análise dos resultados, observamos que n o houve mudan a na composi o corporal destes pacientes, em rela o ao índice de massa corporal, rela o cintura-quadril e peso. Quando estudamos separadamente a soma das dobras cutaneas centrais e periféricas, houve diminui o no volume da soma das dobras centrais. Em rela o à for a e potência muscular, n o houve ganho de for a de preens o manual medida através do dinam metro (p>0,05), já a potência mostrou um aumento significativo após treinamento (p<0,01). Concluímos que esses pacientes, se submetidos a um programa de treinamento de exercícios contra resistência realizado em casa, ganham potência muscular e que esta forma de exercício é uma alternativa terapêutica para que possam melhorar sua qualidade de vida, quando n o for possível a utiliza o do GH.
Diagnóstico da Deficiência de Horm nio de Crescimento, a Rigor de IGF-1
Martinelli Júnior Carlos E.,Oliveira Carla R.P.,Brito Alan V. de O.,Costa Flavia O.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2002,
Abstract: O diagnóstico da deficiência de IGF-1 por anormalidade do eixo GH-IGF deve utilizar os parametros diagnósticos mais adequados para cada faixa etária e estágio puberal. Propomos o diagnóstico da deficiência de GH (DGH) baseado em uma hierarquia de dados clínicos e laboratoriais. A avalia o clínica e os exames laboratoriais gerais, incluindo fun o tireoideana, permitem excluir etiologias de deficiência de IGF que n o as intrínsecas ao eixo GH-IGF. Nestas, a dosagem do IGF-1 sérico deve ser o primeiro horm nio a ser dosado nos grupos pré-púberes, púberes e idosos. No grupo de adultos jovens, a dosagem do ALS livre é a mais adequada. As concentra es de IGF-1 podem caracterizar 4 situa es: muito reduzido, reduzido, normal e elevado. IGF-1 menor que 35μg/L ou -2 DP da média para a idade cronológica (EDP-IC) permite o diagnóstico de deficiência de IGF-1. Nesta situa o, a realiza o de apenas um teste de secre o de GH é necessária para diferenciar deficiência e resistência ao GH. O teste de gera o de IGF-1 ajuda a confirmar o diagnóstico de resistência ao GH. IGF-1 menor que 70μg/L em pré-púberes ou adultos e menor que 170μg/L em indivíduos púberes, ou entre -2 e -1 EDP-IC indicam provável deficiência de IGF-1. A realiza o de 2 testes de secre o de GH é recomendada; resposta sub-normal em ambos indica DGH. Exame de imagem da regi o hipotálamo-hipofisária deve ser realizado nos casos de DGH. Resposta normal ao teste de secre o do GH frente à forte suspeita clínica e laboratorial de deficiência de IGF-1 indica a realiza o de perfil noturno de GH para afastar o diagnóstico de disfun o neurossecretora de GH. IGF-1 maior que -1 DP, mas menor que a média para idade cronológica sugere ausência de deficiência de IGF-1. Concentra es altas de IGF-1 imp em a dosagem das IGFBPs e considera o da resistência ao IGF-1. Apesar das dificuldades, todo o esfor o deve ser feito no sentido de diagnosticar adequadamente as altera es do eixo GH-IGF para instituir a terapia apropriada.
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