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Uso de clorexidina 2% gel e escova o mecanica na higiene bucal de pacientes sob ventila o mecanica: efeitos na pneumonia associada a ventilador The use of 2% chlorhexidine gel and toothbrushing for oral hygiene of patients receiving mechanical ventilation: effects on ventilator-associated pneumonia
Maria Cristina de Avila Meinberg,Maria de Fátima Meinberg Cheade,Amanda Lucia Dias Miranda,Marcela Mascaro Fachini
Revista Brasileira de Terapia Intensiva , 2012,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar os efeitos da higiene bucal com clorexidina 2% e escova o mecanica sobre a taxa de pneumonia associada a ventilador em uma popula o mista de pacientes sob ventila o mecanica prolongada. MéTODOS: Estudo piloto prospectivo, aleatório e placebo-controlado. Foram incluídos pacientes sob ventila o mecanica, com menos de 24 horas de interna o e cuja perspectiva de dura o da ventila o mecanica era a de um período >72 horas. Os pacientes foram randomizados para o grupo clorexidina (gel com clorexidina a 2%) e escova o mecanica ou grupo placebo (gel da mesma colora o e consistência e escova o mecanica) na higiene bucal. RESULTADOS: A análise interina planejada foi realizada quando 52 pacientes foram incluídos, e o estudo foi interrompido precocemente. Um total de 28 pacientes foi incluído no grupo clorexidina/escova o mecanica e 24 no grupo placebo. As taxas de pneumonia associada a ventilador foram de 45,8% no grupo placebo e de 64,3% no grupo clorexidine/escova o mecanica (RR=1,4; IC95%=0,83-2,34;p=0,29). CONCLUS O: Devido a interrup o precoce por futilidade, n o foi possível avaliar o impacto do uso de clorexidina a 2% e escova o mecanica na higiene bucal na incidência de pneumonia associada a ventilador nessa popula o heterogênea de pacientes críticos sob ventila o mecanica prolongada, n o tendo sido evidenciado nenhum efeito benéfico dessa interven o. OBJECTIVE: To evaluate the effects of oral chlorhexidine hygiene with toothbrushing on the rate of ventilator-associated pneumonia in a mixed population of critically ill patients under prolonged mechanical ventilation. METHODS: Prospective, randomized, and placebo-controlled pilot study. Patients who were receiving mechanical ventilation, had been admitted less than 24 hours prior, and were anticipated to require mechanical ventilation for more than 72 hours were included in the study. The patients were randomly divided into one of the following groups: chlorhexidine hygiene with toothbrushing or a placebo group (gel with the same color and consistency and toothbrushing). RESULTS: The planned interim analysis was conducted using 52 patients, and the study was terminated prematurely. In total, 28 patients were included in the chlorhexidine / toothbrushing group, and 24 patients were included in the placebo group. Ventilator-associated pneumonia occurred in 45.8% of the placebo group and in 64.3% of the chlorhexidine hygiene with toothbrushing group (RR=1.4; 95% CI=0.83-2.34; p=0.29). CONCLUSION: Because the study was terminated due to futility, it was not possible to evaluate
Traqueostomia em pacientes sob ventila o mecanica: quando indicar? Tracheostomy in patients on mechanical ventilation: when is it indicated?  [cached]
Arthur Vianna
Jornal Brasileiro de Pneumologia , 2007, DOI: 10.1590/s1806-37132007000600003
Abstract:
Impacto da remo o de biofilme lingual em pacientes sob ventila o mecanica Impact of tongue biofilm removal on mechanically ventilated patients
Paulo Sérgio da Silva Santos,Marcelo Mariano,Monira Samaan Kallas,Maria Carolina Nunes Vilela
Revista Brasileira de Terapia Intensiva , 2013,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a eficiência de limpador de língua para remo o do biofilme lingual em pacientes sob ventila o mecanica. MéTODOS: Foram coletadas amostras de biofilme lingual e de secre o traqueal de 50 pacientes intubados ou traqueostomizados sob ventila o assistida em grupo de estudo (GE - uso de limpador lingual) e grupo controle (GC - sem higieniza o da língua). Foi realizada cultura de secre o oral e traqueal do GE (inicialmente e após 5 dias) e do GC (em momento único) para avaliar as modifica es na flora bacteriana. RESULTADOS: Os pacientes do GE tinham mediana de idade de 77 (45-99 anos), e os do GC de 79 (21-94) anos. O período de interna o dos pacientes do GE oscilou entre 17 e 1.370 dias, com mediana de 425 dias, e do GC, entre 4 e 240 dias, com mediana de 120 dias. Na compara o do índice de placa bacteriana bucal entre os grupos de estudo e controle, n o foram encontradas diferen as significantes. N o houve correla o entre esse índice e o tempo de interna o. A mesma flora bacteriana foi encontrada na placa bacteriana bucal antes e após 5 dias de uso do raspador lingual no GE, somente em 9 dos 27 casos em rela o ao encontrado no GC (p=0,683). Em 7 dos 27 pacientes do GE houve positividade de culturas bacterianas com as mesmas cepas tanto para biofilme lingual quanto para secre o traqueal (p=0,003 em rela o ao GC). A similaridade na resistência e na sensibilidade das cepas dos micro-organismos encontrados, com o objetivo de associar a flora do biofilme lingual com a da secre o traqueal, mostrou significancia em 6/23 casos somente no GC (p=0,006). CONCLUS O: O uso do limpador de língua é um mecanismo efetivo na redu o do biofilme lingual em pacientes sob ventila o mecanica, além de facilitar a a o dos cuidadores para a es de higiene bucal. OBJECTIVE: To evaluate the effectiveness of a tongue cleaner in the removal of tongue biofilm in mechanically ventilated patients. METHODS: Tongue biofilm and tracheal secretion samples were collected from a total of 50 patients: 27 in the study group (SG) who were intubated or tracheostomized under assisted ventilation and treated with the tongue cleaner and 23 in the control group (CG) who did not undergo tongue cleaning. Oral and tracheal secretion cultures of the SG (initially and after 5 days) and the CG (at a single time-point) were performed to evaluate the changes in bacterial flora. RESULTS: The median age of the SG patients was 77 years (45-99 years), and that of the CG patients was 79 years (21-94 years). The length of hospital stay ranged from 17-1,370 days for the SG with a med
Padr es de ventila o em anestesia: estudo retrospectivo  [cached]
Vieira Joaquim Edson,Silva Basílio Afonso Ribeiro,Garcia Júnior Daniel
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2002,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Altera es da mecanica pulmonar, diminui o da Capacidade Residual Funcional e forma o de atelectasias têm sido descritas durante anestesia geral. O objetivo desta investiga o foi avaliar de forma retrospectiva os padr es de ventila o mecanica adotados nas salas operatórias do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S o Paulo (HCFMUSP). MéTODO: Foram registrados dados de 240 pacientes sob anestesia geral, curarizados em ventila o mecanica. Foram observados os padr es de ventila o aplicados: volume corrente em ml (VC), freqüência respiratória por minuto, press es de vias aéreas em cmH2O e fluxo de gases frescos em L.min-1, SpO2 e P ET CO2. Dados demográficos: sexo, idade, peso, altura foram registrados e calculado o índice de massa corpórea (IMC). Os pacientes foram separados em grupos quanto ao IMC em: < 20; 20-25; 25-30; > 30 kg/m2. RESULTADOS: Observou-se rela o linear entre volume corrente (VC) e peso (r=0,640) e IMC (r=0,467). VC por peso corpóreo (ml.kg-1) mostrou-se inversamente relacionado ao IMC: IMC < 20 com 10,74 ± 1,39; IMC 20-25 em 9,67 ± 1,08; IMC 25-30 para 8,54 ± 1,09; IMC > 30 com 7,86 ± 1,26 (p < 0,001, ANOVA). N o houve diferen a entre esses grupos para a freqüência respiratória instalada. No momento dos registros, homens (n = 123) e mulheres (n = 117) apresentaram semelhantes SpO2 e P ET CO2. O IMC foi semelhante em ambos os grupos. Utilizou-se press o positiva no final da expira o (PEEP) em 78 dos procedimentos (33%). CONCLUS ES: Estes dados descritivos permitem afirmar que os padr es de ventila o mecanica em anestesia no HCFMUSP adotam volume corrente próximo de 9 ml.kg-1, freqüência respiratória em 10 incurs es por minuto. O uso de PEEP n o é disseminado e, quando utilizado, está próximo de 4 cmH2O. Há correla o positiva para peso e IMC com VC. A rela o entre VC por massa corpórea é inversamente relacionada ao IMC.
A importancia da press o pleural na avalia o da mecanica respiratória  [cached]
Fernandes Cláudia Regina
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2006,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Para a parti o das medidas de mecanica do sistema respiratório em seus componentes pulm o e parede torácica, faz-se necessário o conhecimento da press o pleural. A finalidade desta revis o foi discutir sobre medidas alternativas à obten o da press o pleural para o cálculo da mecanica pulmonar, relatar as peculiaridades do método do bal o esofágico para obten o indireta da press o pleural, as particularidades da obten o da medida da press o esofágica em pacientes sedados ou anestesiados, discorrer sobre a medida direta da press o pleural e sua correla o com a press o esofágica, assim como relatar sobre o reflexo da PEEP nas press es pleural e esofágica. CONTEúDO: A varia o da press o intra-esofágica reflete a varia o da press o intrapleural, podendo ser usada como medida alternativa à press o pleural direta, no estudo da mecanica dos componentes pulm o e parede do sistema respiratório. A medida da press o esofágica pode ser realizada por meio de um delicado bal o posicionado no interior do es fago. O método e a técnica foram observados e validados em seres humanos e animais em diferentes condi es e posturas corporais. O emprego da PEEP em pacientes sob ventila o controlada mecanica está consolidado; no entanto, existem controvérsias da correla o próxima entre a press o esofágica e a press o pleural em pacientes ventilados com PEEP, o que pode resultar em erros de cálculo de mecanica respiratória considerando a press o esofágica. CONCLUS ES: O método do bal o esofágico é o mais utilizado para a obten o da medida indireta da press o pleural. Em pacientes sedados ou anestesiados sem altera es significativas da complacência respiratória, a varia o da press o esofágica corresponde à varia o da press o pleural quando a PEEP é aplicada.
Low pressure support changes the rapid shallow breathing index (RSBI) in critically ill patients on mechanical ventilation Baixos níveis de press o de suporte alteram o índice de respira o rápida e superficial (IRRS) em pacientes graves sob ventila o mecanica  [cached]
Elaine C. Gon?alves,Elaine C. Silva,Anibal Basile Filho,Maria Auxiliadora-Martins
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2012,
Abstract: BACKGROUND: The rapid shallow breathing index (RSBI) is the most widely used index within intensive care units as a predictor of the outcome of weaning, but differences in measurement techniques have generated doubts about its predictive value. OBJECTIVE: To investigate the influence of low levels of pressure support (PS) on the RSBI value of ill patients. METHOD: Prospective study including 30 patients on mechanical ventilation (MV) for 72 hours or more, ready for extubation. Prior to extubation, the RSBI was measured with the patient connected to the ventilator (DragerTM Evita XL) and receiving pressure support ventilation (PSV) and 5 cmH2O of positive end expiratory pressure or PEEP (RSBI_MIN) and then disconnected from the VM and connected to a Wright spirometer in which respiratory rate and exhaled tidal volume were recorded for 1 min (RSBI_ESP). Patients were divided into groups according to the outcome: successful extubation group (SG) and failed extubation group (FG). RESULTS: Of the 30 patients, 11 (37%) failed the extubation process. In the within-group comparison (RSBI_MIN versus RSBI_ESP), the values for RSBI_MIN were lower in both groups: SG (34.79±4.67 and 60.95±24.64) and FG (38.64±12.31 and 80.09±20.71; p<0.05). In the between-group comparison, there was no difference in RSBI_MIN (34.79±14.67 and 38.64±12.31), however RSBI_ESP was higher in patients with extubation failure: SG (60.95±24.64) and FG (80.09±20.71; p<0.05). CONCLUSIONS: In critically ill patients on MV for more than 72h, low levels of PS overestimate the RSBI, and the index needs to be measured with the patient breathing spontaneously without the aid of pressure support. CONTEXTUALIZA O: O índice de respira o rápida e superficial (IRRS) tem sido o mais utilizado dentro das unidades de terapia intensiva (UTIs) como preditor do resultado do desmame, porém diferen as no método de obten o têm gerado dúvidas quanto a seu valor preditivo. OBJETIVO: Verificar a influência de baixos níveis de press o de suporte (PS) no valor do IRRS em pacientes graves. MéTODO: Estudo prospectivo, incluindo 30 pacientes sob ventila o mecanica (VM) por 72 horas ou mais, prontos para extuba o. Anteriormente à extuba o, o IRRS foi obtido com o paciente conectado ao ventilador Evita-XL da DragerTM recebendo press o de suporte ventilatório (PSV) e PEEP=5 cmH2O (IRRS_MIN) e, logo após, desconectado da VM e conectado a um ventil metro de WrightTM, onde sua frequência respiratória e o volume corrente exalado eram registrados durante 1 minuto (IRRS_ESP). Os pacientes foram divididos de acordo com o des
Dosagem do fator natriurético atrial em pacientes pediátricos submetidos à ventila o pulmonar mecanica
Costa K.N.,Carvalho W.B.,Kopelman B.I.,Didio R.
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2000,
Abstract: OBJETIVOS: Os objetivos deste trabalho foram verificar se existe altera o na secre o do fator natriurético atrial (FNA) em crian as submetidas à ventila o pulmonar mecanica e se essas possíveis altera es levariam à modifica es no débito urinário e na excre o urinária de sódio. METODOLOGIA: Estudo prospectivo, realizado em uma Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos Terciária, em nove crian as submetidas à ventila o pulmonar mecanica para recupera o anestésica, exceto em uma que sofreu traumatismo cranioencefálico n o-cirúrgico. O período de estudo foi de Setembro de 1995 a Mar o de 1996. Aguardava-se pelo menos três horas do início da ventila o pulmonar mecanica e ent o colhia-se amostra de sangue para dosagem de fator natriurético atrial, gasometria arterial, glicemia, creatinina e eletrólitos. Coletava-se ainda urina durante 6 horas para a verifica o do débito urinário e da concentra o de sódio. Depois da extuba o, aguardava-se por um período de 15 a 30 minutos e colhia-se sangue e urina para as mesmas dosagens realizadas anteriormente. A compara o estatística foi feita pelo teste n o-paramétrico de Wilcoxon Signed Rank, sendo o nível de significancia de 0,05. RESULTADOS: O fator natriurético atrial mostrou uma tendência ao aumento quando a ventila o pulmonar mecanica foi retirada (p= 0,0547). O débito urinário e a natriurese n o se alteraram com a ventila o pulmonar mecanica. CONCLUS ES: A tendência ao aumento do fator natriuretico atrial ocorreu provavelmente por diminui o da press o intratorácica. A reposi o volêmica no trans-operatório pode ter influenciado no débito urinário e na natriurese. Em pacientes submetidos à ventila o pulmonar mecanica por períodos prolongados, com altos parametros de press o inspiratória e press o expiratória final positiva, seria interessante a dosagem do fator natriurético atrial e se esse se encontrasse diminuído, seria uma indica o para o seu uso.
A influência da desnutri o na utiliza o de ventila o mecanica em crian as admitidas em UTI pediátrica  [cached]
Mota Elaine Martins,Garcia Pedro Celiny Ramos,Piva Jefferson P.,Fritscher Carlos Cezar
Jornal de Pediatria , 2002,
Abstract: Objetivo: determinar a rela o entre a influência do estado nutricional de crian as no dia de sua admiss o na unidade de terapia intensiva pediátrica (UTIP), com a necessidade, o tempo de ventila o mecanica durante a interna o, e a mortalidade em UTIP.Métodos: estudo de coorte, entre 01/07/1995 e 30/06/1999, envolvendo todas as crian as (entre 28 dias e 48 meses de idade), admitidas na UTIP do Hospital S o Lucas da PUCRS, e com um tempo de permanência superior a 8 horas. Foram excluídas as crian as com cardiopatias complexas, ou aquelas admitidas para realizar procedimentos eletivos, ou por falta de vaga em outra unidade (ausência de critérios de admiss o em UTIP), ou, ainda, quando a ventila o mecanica foi considerada eletiva (pós-operatório cardíaco, torácico ou outra grande cirurgia). Os dados foram colhidos diari-amente no período de estudo, por uma equipe especialmente treinada para este estudo e n o envolvida com a rotina assistencial da unidade. No dia da admiss o, os pacientes eram classificados quanto ao grau de nutri o através do escore Z e quanto à gravidade através do escore de PRISM (Pediatric Risk Mortality). No acompanhamento diário, eram coletados dados referentes aos aspectos demográficos, necessidade de ventila o mecanica com o respectivo tempo total, diagnóstico principal e evolu o (desfecho clínico).Resultados: a desnutri o promoveu um significativo aumento no uso de ventila o mecanica, principalmente quando associado com: (i) idade inferior a um ano (RR= 2,4; 1,4-3,8), (ii) crian as admitidas na UTI pediátrica com baixos escores de gravidade - PRISM inferior a 10 - (RR=2,5; 1,3-4,7), (iii) pacientes admitidos por problemas respiratórios (RR=2,1; 1,3-4,7). O tempo de ventila o mecanica, independentemente da causa básica, foi significativamente maior no grupo de cri-an as definidas como desnutridas (RR=1,5; 1,1-2,3). Entretanto, a mortalidade n o foi afetada sig-nificativamente pela presen a de desnutri o.Conclus es: em nosso estudo, tivemos oportunidade de documentar que a presen a de desnutri o em crian as menores de 4 anos admitidas em UTI pediátrica representa um fator decisivo na sua evolu o, aumentando significativamente a necessidade de ventila o mecanica, o tempo de ventila o e o tempo de permanência em UTI pediátrica.
Fisioterapia no paciente sob ventila??o mecanica
Jerre, George;Beraldo, Marcelo A.;Silva, Thelso de Jesus;Gastaldi, Ada;Kondo, Claudia;Leme, Fábia;Guimar?es, Fernando;Forti Junior, Germano;Lucato, Jeanette J. J.;Veja, Joaquim M.;Luque, Alexandre;Tucci, Mauro R.;Okamoto, Valdelis N.;
Revista Brasileira de Terapia Intensiva , 2007, DOI: 10.1590/S0103-507X2007000300023
Abstract: background and objectives: the ii brazilian consensus conference on mechanical ventilation was published in 2000. knowledge on the field of mechanical ventilation evolved rapidly since then, with the publication of numerous clinical studies with potential impact on the ventilatory management of critically ill patients. moreover, the evolving concept of evidence - based medicine determined the grading of clinical recommendations according to the methodological value of the studies on which they are based. this explicit approach has broadened the understanding and adoption of clinical recommendations. for these reasons, amib - associa??o de medicina intensiva brasileira and sbpt - sociedade brasileira de pneumologia e tisiologia - decided to update the recommendations of the ii brazilian consensus. physical therapy during mechanical ventilation has been one of the updated topics. this objective was described the most important topics on the physical therapy during mechanical ventilation. methods: systematic review of the published literature and gradation of the studies in levels of evidence, using the key words: mechanical ventilation and physical therapy. results: recommendations on the most important techniques applied during mechanical ventilation. conclusions: physical therapy has a central role at the intensive care environment, mainly in patients submitted to a mechanical ventilatory support invasive or non invasive.
Fisioterapia no paciente sob ventila o mecanica  [cached]
George Jerre,Thelso de Jesus Silva,Marcelo A. Beraldo,Ada Gastaldi
Jornal Brasileiro de Pneumologia , 2007, DOI: 10.1590/s1806-37132007000800010
Abstract:
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