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Tratamento de leucemia linfóide aguda e crescimento
Monteiro I.M.U.,Bedone A.J.,Pinto C.L.B.,Brandalise S.R.
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Determinar altera es no crescimento após o tratamento de leucemia linfóide aguda em meninas. PACIENTES E MéTODO: Realizou-se estudo retrospectivo com 59 meninas que apresentavam medidas de estatura antes e com no mínimo um ano do tratamento, subdivididas de acordo com a dose de radioterapia cranial utilizada [18 ou 24 Grays (Gy)] e com a idade no início do tratamento (antes e após os cinco anos de idade). RESULTADOS: Observou-se deficiência do crescimento com um, dois e mais de dois anos do tratamento. O crescimento foi mais afetado no grupo tratado com 24Gy, quando comparado com 18Gy. N o houve diferen as com rela o à idade no início do tratamento. CONCLUS ES: Houve retardo no crescimento após o tratamento, independentemente da idade em que foi realizado, mas dependente da dose de radioterapia cranial utilizada.
Reacciones adversas del imatinib como droga de segunda línea en pacientes con leucemia mieloide crónica Adverse reactions to imatinib as second-line drug in patients with chronic myeloid leukemia  [cached]
Onel M. ávila Cabrera,Edgardo E. Espinosa Estrada,Edgardo Espinosa Martínez,Carlos Hernández Padrón
Revista Cubana de Hematolog?-a, Inmunolog?-a y Hemoterapia , 2010,
Abstract: El imatinib es un inhibidor sintético de la tirosina cinasa usado en el tratamiento de la leucemia mieloide crónica (LMC) y considerado como la droga de primera línea para el tratamiento de la enfermedad. Los efectos adversos más comunes son: náuseas, dolores musculoesqueléticos, diarrea, erupción cutánea, fatiga y mielosupresión, a expensas, fundamentalmente, de la línea granulopoyética. Se realizó un estudio en 43 pacientes adultos (23 femeninos y 20 masculinos) con LMC Ph+ en fase crónica, atendidos en el Instituto de Hematología e Inmunología y en otros servicios de hematología del país. Todos los casos presentaron resistencia o intolerancia al tratamiento con interferón alfa recombinante (INFα) y recibieron terapia con imatinib (400mg/día) en el período comprendido entre abril del 2003 hasta julio del 2008. El 48,8 % de los pacientes no tuvieron reacciones adversas. Dentro de los efectos adversos no hematológicos, los más frecuentes fueron: 23,3 % dolores óseos, musculares o ambos; 23,3 % edemas; 20,9 % hipopigmentación de la piel; y 11,6 % nódulos subcutáneos. Dentro de las reacciones hematológicas, en el 14 % se diagnosticó la anemia hemolítica inmune por droga; en el 11,6 % la trombocitopenia inmune por droga; y en el 9,3 % bicitopenia. Imatinib is a synthetic inhibitor of kinase-tyrosine used in the treatment of chronic myeloid leukemia (CML) and also is considered as the first-line drug for the treatment of this entity. The commonest side effects include: nausea, musculoskeletal pains, diarrhea, cutaneous eruption, fatigue and myelosuppression mainly at the expense of granulopoiesis line. A study was conducted in 43 adult patients (23 females and 20 males) presenting with CML pH+ in chronic phase, seen in the Hematology and Immunology Institute and in other Hematology services in our country. All cases showed resistance and intolerance to treatment with recombinant Alfa-Interferon (INFα) and Imatinib therapy (400 mg/day) from April, 2003 to July, 2008. The 48,8% of patients have not adverse reactions. The more frequent non-hematologic side effects include bone, muscular or both pain (23%), edema (23,3%); skin hypopigmentation (20,9%), and subcutaneous nodules (11,6%). In hematological reactions are included the drug-hemolytic anemia (14%) drug-immune anemia, drug immune thrombocytopenia (11,6%) and bicitopenia ( 9,3%).
Metodologia diagnóstica e tratamento da recaída após transplante de medula óssea em paciente com leucemia promielocítica aguda
Pallotta Ronald,Ramos Estácio,Ribeiro Mara R.
Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia , 2000,
Abstract: O transplante de medula óssea, que é um consagrado tratamento de várias doen as oncológicas, hematológicas e imunológicas, tem a recaída como um das principais causas de falha. As variáveis de sele o, condicionamento e de seguimento devem ser analisadas, pois influenciam de maneira fundamental tal falha. O diagnóstico precoce da recaída tem como pilar de sustenta o a capacidade de detec o a doen a residual mínima. A metodologia empregada, com a citometria de fluxo, citogénetica convencional, fluorescent in situ hybridization e com o polimerase chain reaction, permite uma detec o cada vez mais precoce deste clone residual que é responsável pela volta da doen a de base. L.M.S.O, de 54 anos, teve o diagnóstico de leucemia promielocítica em 1997. Foi submetida a um transplante de medula óssea autogênico em 01/09/98 como terapêutica de consolida o. Dois anos após o transplante de medula óssea apresentou recaída molecular diagnosticada por RT PCR realizado sequencialmente. O uso de ácido all-trans-retinóico foi capaz de induzir a nova remiss o molecular. O all-trans-retinóico, que tem um mecanismo de a o n o bem estabelecido na indu o da remiss o completa na LMA M3, pode ser utilizado em recaídas. No caso apresentado o diagnóstico precoce a partir de um esquema de avalia o pós-transplante bem programado permitiu um bom resultado. Conclui-se que as variáveis de sele o, condicionamento e seguimento devem ser muito bem estudadas para planejar um acompanhamento adequado e prolongado após o transplante de medula óssea, permitindo cada vez mais melhores resultados com o procedimento.
Pneumonite intersticial em paciente sob tratamento com leflunomide: toxicidade da droga?  [cached]
Reichert Jonatas,Reichert Adriane,Bendhack Luci Iolanda,Noronha Lucia de
Jornal de Pneumologia , 2003,
Abstract: O leflunomide é uma droga anti-reumática com a o imunomoduladora. Pneumonia intersticial granulomatosa nunca foi descrita com o uso de leflunomide. Relata-se o caso de uma mulher de 33 anos que apresentou dor torácica, emagrecimento e síndrome infecciosa respiratória no quinto mês de monoterapia com leflunomide para artrite reumatóide, progredindo para insuficiência respiratória no sexto mês. A radiografia de tórax revelou infiltrado pulmonar intersticial e alveolar bilateral predominando em lobos superior e médio, micronódulos esparsos e ausência de altera es mediastinais. Suspendeu-se o leflunomide. Após a resolu o da infec o persistiram les es intersticiais retículo-nodulares predominantemente na periferia dos ter os superiores do pulm o direito e ter o médio do pulm o esquerdo, entremeadas por padr o de vidro fosco em lobos superiores. Biópsia pulmonar a céu aberto revelou granulomas tuberculóides sem necrose central. Foi realizada extensa investiga o etiológica, que resultou negativa. Ocorreu resolu o espontanea do quadro após quatro meses. O quadro sugere que as manifesta es pulmonares neste caso foram causadas pelo leflunomide.
Leucemia mielóide aguda Ph1-positivo de novo ou crise blástica de leucemia mielóide cr nica? Análise molecular e evolu o clínica de um caso
Colleoni G.W.B.,Satake M.,Borovik C.L.,Kerbauy J.
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 1998,
Abstract: Os autores relatam um caso de leucemia mielóide aguda (LMA) que apresentava, ao diagnóstico, basofilia no sangue periférico e cariótipo com presen a do cromossomo Filadélfia (Ph1). Após um ano de tratamento com quimioterapia intensiva e em fase de remiss o clínica e hematológica, a análise molecular pela técnica da rea o em cadeia da polimerase-transcriptase reversa (RT-PCR) revelou presen a de doen a residual (rearranjo b2-a2). A seguir, o paciente apresentou primeira recidiva como LMA e, após a remiss o, evoluiu com quadro hematológico sugestivo de leucemia mielóide cr nica (LMC) em fase cr nica. Após dez meses, apresentou nova recidiva da LMA. Os autores discutem a dificuldade do diagnóstico diferencial entre LMA Ph1-positivo de novo e crise blástica mielóide como primeira manifesta o clínica da LMC, baseados nos aspectos clínicos e moleculares.
Clonidina como droga adjuvante no tratamento da síndrome de abstinência alcoólica em unidade de terapia intensiva: relato de caso  [cached]
Braz Leandro Gobbo,Camacho Navarro Lais Helena,Braz José Reinaldo Cerqueira,Silva Ubirajara Teixeira da
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2003,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A seda o de dependentes de álcool e drogas em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) é um desafio pela elevada incidência de tolerancia às drogas sedativas e da elevada freqüência de síndromes de abstinência. O objetivo deste relato é mostrar um caso de paciente jovem admitido na UTI que desenvolveu síndrome de abstinência alcoólica e tolerancia às drogas sedativas, solucionadas somente após o uso de clonidina. RELATO DO CASO: Paciente do sexo masculino, 18 anos, dependente de álcool, tabaco, cocaína e maconha, vítima de acidente por arma de fogo, foi admitido na UTI no 1o dia de pós-operatório de enterectomia, após aspira o de conteúdo gástrico durante reintuba o traqueal. Evolu o clínica: drogas vasoativas até o 4o dia de interna o e broncopneumonia bilateral com derrame pleural e necessidade de ventila o artificial até o 15o dia. O esquema de seda o inicial utilizado foi a associa o de midazolam e fentanil. A partir do 4o dia, o paciente apresentou vários episódios de agita o psicomotora, mesmo com a associa o de lorazepam no 6° dia. No 9° dia, o paciente recebeu as maiores doses dos fármacos, mas permanecia agitado. Optou-se pela associa o de dexmedetomidina, que reduziu as doses das outras drogas em 35% e diminuiu a agita o. No 12° dia, o midazolam e a dexmedetomidina foram substituídos pela infus o de propofol, com piora do quadro. No 13° dia, foi associada clonidina ao esquema de seda o, com resolu o do quadro de agita o. No 14° dia, o propofol foi suspenso, sendo mantida a infus o de fentanil e reintroduzida a infus o de midazolam, com doses respectivamente 75% e 65% menores em rela o ao pico de uso destas drogas. No 15° dia, o paciente foi extubado e teve alta da UTI. CONCLUS ES: A droga de escolha para o tratamento da síndrome de abstinência alcoólica é o benzodiazepínico. Entretanto, no presente relato, somente o uso adjuvante de clonidina conseguiu proporcionar tratamento adequado ao paciente.
Recomenda es para o tratamento da filariose bancroftiana, na infec o e na doen a
Dreyer Gerusa,Dreyer Patrícia,Nor?es Joaquim
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2002,
Abstract: As bases para se instituir o tratamento da filariose linfática s o: prevenir, reverter ou diminuir a progress o da doen a e interromper a transmiss o do parasita. A escolha das medidas mais adequadas para o tratamento dos pacientes portadores de filariose linfática requer o conhecimento das diversas manifesta es clínicas, assim como os seus diferentes mecanismos patogênicos. No passado, o tratamento da filariose era baseado somente na prescri o da droga antifilarial, porém, para os pacientes apresentando as manifesta es agudas ou cr nicas da doen a, é imperativo que outras medidas sejam indicadas, incluindo higiene e dieta. Assim, essa nova vis o multidisciplinar terapêutica é t o ou mais importante do que o início imediato da terapia antifilarial. Independentemente da manifesta o clínica do paciente, três componentes est o agora indicados: 1) os cuidados clínicos e higiênico-dietéticos específicos para as diversas manifesta es clínicas, 2) a educa o e o suporte psicológico e finalmente 3) o tratamento quimioterápico com a dietilcarbamazina (DEC) ou a combina o de DEC e ivermectina. Os autores descrevem também as eficácias relativas macro e microfilaricidas da dietilcarbamazina e da ivermectina sozinhas ou em combina o usadas em programas de tratamento em massa para interrup o da transmiss o e comentam sobre a introdu o do uso da higiene em programas de saúde pública para a preven o do linfedema.
Teriparatida (PTH[1-34]rh): uma nova perspectiva no tratamento da osteoporose  [cached]
Oliveira Juliana Helena Abreu de,Bracco Oswaldo Luís,Kayath Marcia,Guarniero Roberto
Acta Ortopédica Brasileira , 2003,
Abstract: No momento, as medica es aprovadas para tratamento da osteoporose agem reduzindo a taxa de perda óssea e diminuindo a reabsor o óssea. A teriparatida é um fragmento recombinante sintético de 34 aminoácidos do horm nio paratireóide humano. A teriparatida se liga ao receptor de PTH da proteína G e estimula a forma o e a a o dos osteoblastos, que s o as células responsáveis pela forma o dos ossos. Assim, a principal diferen a entre o tratamento da osteoporose com teriparatida e o tratamento anti-reabsor o é que a teriparatida promove o crescimento de osso novo. Em estudos pré-clínicos, o uso intermitente de PTH foi associado com um aumento significativo da massa óssea gradeada em diversos locais. A exposi o intermitente ao PTH durante 4 a 6 semanas em modelos de animais ovariectomizados leva a um aumento da espessura do osso gradeado. Há estudos clínicos que mostram que a teriparatida aumenta significativamente a densidade óssea e diminui a incidência de fraturas osteoporóticas vertebrais e n o-vertebrais nas mulheres com osteoporose pós-menopáusica e têm risco alto de fratura, e aumenta a densidade óssea nos homens com osteoporose, tanto hipogonádica como idiopática. A teriparatida é dada por inje o subcutanea diária e foi associada com um mínimo de efeitos colaterais, além de n o apresentar intera es medicamentosas. Sendo assim, a teriparatida surge como uma abordagem completamente nova no tratamento da osteoporose, estimulando diretamente a forma o do osso.
Effects of STI571 (gleevec) on pancreatic cancer cell growth
Junsheng Li, J?rg Kleeff, Junchao Guo, Lars Fischer, Nathalia Giese, Markus W Büchler, Helmut Friess
Molecular Cancer , 2003, DOI: 10.1186/1476-4598-2-32
Abstract: The GI50 of STI571 as well as the effects of STI571 on growth factor actions in pancreatic cell lines were analyzed using the MTT assay. FACS analysis using Annexin and PI staining was performed to study cell cycle, apoptosis, and cell death. Western blot analysis was carried out to investigate MAP kinase and receptor tyrosine kinase phosphorylation. STI571 inhibited cell proliferation in pancreatic cancer cell lines with GI50 concentrations ranging from 17 to 31.5 microM. EGF, IGF-1, and FGF-2 but not PDGF exerted growth stimulatory effects in pancreatic cancer cell lines. STI571 only partly blocked these effects on cell growth, and did not abrogate growth factor-induced receptor and MAPK phosphorylation.Our data demonstrate that STI571 inhibits pancreatic cancer cell growth with high GI50 concentrations through tyrosine-kinase receptor independent pathways. The clinical application of STI571 in pancreatic cancer is therefore rather doubtful.Although pancreatic cancer has an incidence of only about 10 cases/100,000 persons, it is the fourth to fifth leading cause of cancer-related deaths in the Western world [1]. Most of the newly diagnosed patients present at an already unresectable tumor stage. The 5-year survival rate of these patients is less than 1% [2-4] and the median survival time is approximately 5–6 months after tumor detection. One of the reasons for this is that conventional oncological strategies, such as chemotherapy, radiotherapy, antihormonal modalities or systemic use of monoclonal antibodies, have not achieved significant improvement in the survival of pancreatic cancer patients [5-9].In recent years, increasing attention has been directed towards the role of growth factors in the pathogenesis of human tumors. Human pancreatic cancers overexpress a number of important tyrosine kinase growth factor receptors and their ligands, such as those belonging to the epidermal growth factor (EGF), fibroblast growth factor (FGF), insulin-like growth factor (I
Usos de la droga  [cached]
Gallo Héctor
Desde el Jardín de Freud , 2007,
Abstract: Este texto está dedicado a hacer un examen de la relación del sujeto con la droga, tomada como objeto de goce y teniendo en cuenta las variaciones subjetivas que en dicha relación pueden ser localizadas.
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