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Phenology of native species with landscaping potential / Fenologia de espécies nativas com potencial paisagístico  [cached]
Angeline Martini,Daniela Biondi,Antonio Carlos Batista,Camila Maria Natal
Semina : Ciências Agrárias , 2010,
Abstract: The aim of this work was to study the phenology of ten species that occur in the “Campos” ecosystem in Paraná state. They are: Borreria suaveolens G. Mey. ; Hilariana Crotalaria Benth. ; Cuphea calophylla Cham. & Schltdl.; Desmodium adscendens (Sw) DC.; Desmodium incanum DC.; Hypericum connatum Lam. ; Peltodon rugosus Tolmachev; Salvia lachnostachys Benth. ; Been macrodon DC.; Tibouchina gracilis (Bonpl.) Cogn. The monitoring, by qualitative character, realized each fifteen days, had beginning in the month of January of 2007. It had been evaluated reproductive and vegetative characteristics. The meteorological variables that had been related with the phenology were: air temperature, relative humidity, precipitation and photoperiod. The results show that 80% of the species present ending of the period of budding between April and May. Cuphea calophylla was the only species that presented budding during all the observed time. The bighest dispersal of seeds occurred in May and June. Temperature, photoperiod and precipitation had been the variables that had shown better relationship with phenophases of the plants, especially the temperature. O presente estudo visou determinar a fenologia de 10 espécies oriundas do ecossistema de Campos no estado do Paraná. S o elas: Borreria suaveolens G. Mey.; Crotalaria hilariana Benth.; Cuphea calophylla Cham. & Schltdl.; Desmodium adscendens (Sw) DC.; Desmodium incanum DC.; Hypericum connatum Lam.; Peltodon rugosus Tolmachev; Salvia lachnostachys Benth.; Sida macrodon DC.; Tibouchina gracilis (Bonpl.) Cogn.. O monitoramento de caráter qualitativo, realizado quinzenalmente, teve início no mês de janeiro de 2007. Foram avaliadas características reprodutivas e vegetativas. As variáveis meteorológicas relacionadas com a fenologia foram: temperatura do ar, umidade relativa, precipita o e fotoperíodo. Os resultados mostram que 80% das espécies apresentam término do período de flora o entre os meses de abril e maio. Apenas Cuphea calophylla apresentou flora o durante todo o tempo observado. Nos meses de maio e junho ocorreu a maior dispers o de sementes. As variáveis temperatura, fotoperíodo e precipita o apresentaram as melhores rela es com as fenofases das plantas, com destaque para a temperatura.
Fenologia reprodutiva de espécies arbóreas em uma forma o secundária da floresta Atlantica
Mantovani Marcelo,Ruschel Ademir Roberto,Reis Maurício Sedrez dos,Puchalski ?ngelo
Revista árvore , 2003,
Abstract: Os estudos sobre fenologia reprodutiva das espécies arbóreas geram conhecimentos que s o necessários para defini o de estratégias de conserva o e manejo florestal. Assim, o presente trabalho teve como objetivo a caracteriza o da fenologia reprodutiva de espécies para produ o de madeira ou lenha em forma es secundárias da Floresta Ombrófila Densa. Entre junho de 1998 e julho de 1999, foram avaliados os períodos de flora o e frutifica o de no mínimo 5 até 41 plantas arbóreas reprodutivas, pertencentes a 19 espécies, em uma área localizada no município de S o Pedro de Alcantara, Santa Catarina. As observa es fenológicas (flora o e frutifica o) foram realizadas a cada 15 dias. A propor o de plantas que floresceu e frutificou variou de 5,5 a 80,0% (média de 28,4%), dependendo da espécie. Também, existem diferen as entre espécies em rela o ao DAP mínimo para flora o, que variou de 5,6 a 21,5 cm. A flora o da maior parte das espécies ocorreu no período de outubro a janeiro. A frutifica o concentrou-se nos meses de janeiro a mar o. Além destes fatores, as fenofases reprodutivas também s o dependentes do ambiente onde se desenvolvem, raz o pela qual muitas espécies estudadas apresentaram períodos reprodutivos diferentes daqueles mencionados para outras regi es. Os resultados deste trabalho refor am a necessidade de estudos específicos para elabora o de planos de manejo florestal com espécies madeireiras nativas, bem como para definir estratégias de coleta de sementes.
Phenology and thermal summation (degree days) for ‘Isabel’ grape (Vitis labrusca) produced in the Northwest of Parana State/ Fenologia e soma térmica (graus-dia) para a videira ‘Isabel’ (Vitis labrusca) cultivada no Noroeste do Paraná  [cached]
Sérgio Ruffo Roberto,Alessandro Jefferson Sato,éverton Allen Brenner,Cristiano Ezequiel dos Santos
Semina : Ciências Agrárias , 2004,
Abstract: The objetive of this research was to characterize the phenological performance of ‘Isabel’ grape (Vitis labrusca) produced in the northwest of Parana state, as well to characterize its thermal demand in degree-days. The experimental area was established in a commercial vineyard of Vinícola Intervin , Maringá, PR. The vineyard was planted in August of 2000 and the trees were trained in a pergola system, in a 4.0 x 1.0 m spacing. The evaluations started from the winter pruning of 2003. The random design was used as the statistical model with 20 replications and each plot was composed by one tree. The phenology of grapes was evaluated considering the duration in days of each one of the following subperiods: pruning to bud swell, pruning to beggining of shoot growth, pruning to visible cluster, pruning to flowering, pruning to early ripening and pruning to harvest. The thermal demand of ‘Isabel’ grape was determined using the degree-days summation from the pruning to harvest, as well for each of the subperiods, considering two base-temperatures (10oC and 12oC). It was possible to conclude that: the duration of the ‘Isabel’ grape (pruning to harvest) in the northwest of Parana is 127 days, and its thermal demand is 1,238.20 degree-days. The most suitable base-temperature to calculate this demand was 10oC. O trabalho teve como objetivo caracterizar o comportamento fenológico da videira ‘Isabel’ (Vitis labrusca) cultivada no norte do Estado do Paraná, bem como caracterizar sua exigência térmica em graus-dia. A área experimental foi instalada em uma propriedade comercial pertencente à Vinícola Intervin , localizada no município de Maringá, PR. O vinhedo foi estabelecido em agosto de 2000 e as plantas foram conduzidas no sistema latada no espa amento de 4,0 m x 1,0 m. As avalia es tiveram início a partir da poda de frutifica o realizada no fim do inverno de 2003. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado com 20 repeti es, sendo cada parcela constituída por uma única planta. A fenologia das plantas foi avaliada quanto a dura o em dias de cada um dos seguintes subperíodos: poda à gema-algod o; poda à brota o; poda ao aparecimento da inflorescência; poda ao florescimento; poda ao início da matura o das bagas e poda à colheita. A exigência térmica da uva ‘Isabel’ foi calculada empregando-se o somatório de graus-dia desde a poda até a colheita, bem como para cada um dos subperíodos, considerando-se duas temperaturas-base (10oC e 12oC). Pelos resultados obtidos conclui-se que: a dura o do ciclo da poda à colheita da videira ‘Isabel’ no norte do
FLORESCIMENTO E FRUTIFICA O DE MANGUEIRA COM USO DE PACLOBUTRAZOL, ETHEPHON E NITRATO DE CáLCIO
MENDON?A VANDER,A. NETO SEBATI?O ELVIRO DE,HAFLE OSCAR MARIANO,MENEZES JOSIVAN BARBOSA
Revista Brasileira de Fruticultura , 2001,
Abstract: Este trabalho objetivou testar diferentes doses de Paclobutrazol (PBZ), ethephon e nitrato de cálcio na indu o do florescimento e na produ o da mangueira (Mangifera indica L.) cv. Tommy Atkins, localizada no pomar didático da ESAM em Mossoró-RN, no ano de 1999/2000. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, no esquema fatorial 2x2x3, assim distribuídos: T1 1000 mg.L-1 de PBZ+ 2% de nitrato de cálcio; T2 1000 mg.L-1 de PBZ + 2% de nitrato de cálcio + 1,0 mL.L-1 de ethephon; T3 1000 mg.L-1 de PBZ + 2% de nitrato de cálcio + 3,0 mL.L-1 de ethephon; T4 1000 mg. L-1 de PBZ + 3% de nitrato de cálcio; T5 1000 mg.L-1 de PBZ + 3% de nitrato de cálcio + 1,0 mL.L-1 de ethephon; T6 1000 mg.L-1 de PBZ + 3% de nitrato de cálcio + 3,0 mL.L-1 de ethephon ; T7 1500 mg.L-1 de PBZ + 2% de nitrato de cálcio; T8 1500 mg.L-1 de PBZ + 2% de nitrato de cálcio + 1,0 mL.L-1 de ethephon; T9 1500 mg.L-1 de PBZ + 2% de nitrato de cálcio + 3,0 mL.L-1 de ethephon; T10 1500 mg.L-1 de PBZ+ 3% de nitrato de cálcio; T11 1500 mg.L-1 de PBZ + 3% de nitrato de cálcio + 1,0 mL.L-1 de ethephon.L; T12 1500 mg.L-1 de PBZ + 3% de nitrato de cálcio + 3,0 mL.L-1 de ethephon, com 4 repeti es. A mangueira teve um maior florescimento (81,75%) com 2% de nitrato de cálcio e 1500 mg. L-1 de PBZ, o número de frutos por planta teve seu maior valor (86 frutos) com 3% de nitrato de cálcio e 1500 mg L-1 de PBZ e o peso do fruto foi maior (425,5g) na dosagem de 3mL.L-1 de ethephon. Os produtos aplicados n o diferenciaram entre si em rela o à produ o.
Crescimento e fenologia de espécies de Jatropha durante a esta o chuvosa Growth and phenology of species of Jatropha during the rainy season  [cached]
Messias F. de Queiroz,Pedro D. Fernandes,José Dantas Neto,Nair H. C. Arriel
Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental , 2013,
Abstract: Jatropha curcas L., Jatropha mollissima (Pohl) Baill e Jatropha gossypiifolia L. s o Euforbiáceas com potencial para produ o de biodiesel e uso na indústria farmacêutica e em cosméticos. Objetivou-se, com este trabalho, avaliá-las em termos de crescimento e fenologia em pesquisa de campo. Adotou-se o delineamento experimental em blocos casualisados contendo na parcela 18 plantas e tendo área útil de 15 m2. Nos estudos fenológicos das plantas foram consideradas as seguintes fases: estabelecimento/crescimento vegetativo, flora o, frutifica o e matura o/colheita. As fases fenológicas das espécies diferiram cronologicamente. Jatropha mollissima cresceu mais do que as outras espécies em altura de plantas enquanto Jatropha curcas cresceu mais em diametro caulinar. As maiores taxas de crescimento relativo em altura de plantas ocorreram durante o crescimento vegetativo com os maiores valores sendo registrados em Jatropha mollissima enquanto as maiores taxas de crescimento relativo, também no crescimento vegetativo, foram registradas em Jatropha curcas. As menores taxas de crescimento relativo em altura de plantas e diametro caulinar das espécies estudadas coincidiram com as fases reprodutivas. Jatropha curcas L., Jatropha mollissima (Pohl) Baill and Jatropha gossypiifolia L. are Euphorbiaceae with potential for biodiesel production and use in pharmaceutical and cosmetic industries. The aim of this study was to evaluate these species in terms of growth and phenology in a field experiment. In this study an experimental design of randomized blocks was adopted. The experimental plot had 18 plants and a useful plot area of 15 m2. In the phenological studies of plants the following phases were considered: establishment/vegetative growth, flowering, fruiting and ripening/harvest. The phenological stages of the species differed chronologically. Jatropha mollissima outgrew the others in plant height, while Jatropha curcas outgrew the others in stem diameter. The highest relative growth rates in plant height occurred during vegetative growth, with the highest values being recorded in Jatropha mollissima, while the greatest relative growth rates also in vegetative growth were recorded in Jatropha curcas. The lowest relative growth rates in plant height and stem diameter of the studied species coincided with the reproductive phases.
Fenologia da trapoeraba como indicador para tolerancia ao herbicida glyphosate Phenology of bengal dayflower as indicator of glyphosate tolerance  [cached]
A.C.R Dias,S.J.P Carvalho,P.J Christoffoleti
Planta Daninha , 2013, DOI: 10.1590/s0100-83582013000100020
Abstract: Rotineiramente, tem sido desconsiderada a contribui o do estádio de desenvolvimento das espécies de plantas daninhas nas análises de tolerancia ou resistência a herbicidas, o que pode resultar em divergências entre a pesquisa teórica e a aplica o prática dos dados. Nesse sentido, este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar a resposta biológica da trapoeraba (Commelina benghalensis), comparativamente ao capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), a aplica es de doses do herbicida glyphosate, em seis estádios fenológicos. Dois experimentos foram desenvolvidos em casa de vegeta o, submetendo-se plantas de trapoeraba e capim-marmelada ao esquema fatorial de tratamentos 9 x 6, em que nove foram as doses de glyphosate e seis foram os estádios fenológicos das plantas daninhas, variáveis entre a emiss o da primeira folha definitiva e o início do florescimento. Por meio do emprego de curvas de dose-resposta e de regress es polinomiais, concluiu-se que o estádio de desenvolvimento da trapoeraba contribui significativamente para o grau de tolerancia da espécie ao herbicida glyphosate, de modo que, comparativamente ao capim-marmelada, plantas de trapoeraba tornam-se quatro vezes mais tolerantes ao glyphosate a cada dez unidades de desenvolvimento fenológico na escala BBCH. Essas considera es possuem importante aplicabilidade prática, justificando medidas de controle químico em estádios iniciais do crescimento da trapoeraba. The importance of the phenological development of weeds has been frequently ignored when analyzing plant-herbicide tolerance or resistance, what may result on divergences between theoretical research and practical data application. Thus, this work was carried out to evaluate the biological response of Bengal dayflower (Commelina benghalensis), comparatively to alexandergrass (Brachiaria plantaginea), to the application of different rates of glyphosate, at six phenological stages. Two experiments were developed under greenhouse conditions, with Bengal dayflower and alexandergrass plants being submitted to a 9 x6 factorial scheme, where nine treatments were the glyphosate rates and six, the weed phenological stages, varying between unfolding of the first true leaf and the beginning of flowering. Using dose-response curves and polynomial regressions, it could be concluded that the Bengal dayflower phenological stages significantly contribute to the species'degree of glyphosate-tolerance, since, compared to alexandergrass, Bengal dayflower plants became four times more tolerant to glyphosate at every ten units of phenological develop
Florescimento e frutifica??o em bambu
Azzini, Anísio;Aranha, Condorcet;Pio, Rose Mary;
Bragantia , 1982, DOI: 10.1590/S0006-87051982000100018
Abstract: in february 1977 the flowering and seeding of bamboo specie melocanna baccifera kurz was observed at the campinas experimental station. the morphological and botanical characteristics observed showed that the material belongs to the above mentioned specie.
Papilionoideae (Leguminosae) nos campos ferruginosos do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil: florística e fenologia
Dutra, Valquíria F.;Messias, Maria Cristina T.B.;Garcia, Flávia Cristina P.;
Brazilian Journal of Botany , 2005, DOI: 10.1590/S0100-84042005000300007
Abstract: a floristic survey of papilionoideae species was carried out in "campos ferruginosos" of itacolomy state park (pei), situated between ouro preto and mariana cities, minas gerais. the collections was made from march, 2001 to may, 2002. twenty species of 13 genera of papilionoideae were identified. the genera that had more representative number of species were desmodium (4), crotalaria (3), machaerium (2) and stylosanthes (2). the others had only one specie each. in the phenological study of the species, correlations between environmental parameters (temperature and rainfall) and the leaf fall, leaf flushing, flowering and the fruiting were verified.
Caracteriza o da fenologia e da demanda térmica das videiras ‘Cabernet Sauvignon’ e ‘Tannat’ para a regi o norte do Paraná = Characterization of phenology and thermal demand for ‘Cabernet Sauvignon’ and ‘Tannat’ grapevines in the northern region of the state of Paraná
Cristiano Ezequiel dos Santos,Sérgio Ruffo Roberto,Alessandro Jefferson Sato,Bruno da Silva Jubileu
Acta Scientiarum : Agronomy , 2007,
Abstract: O trabalho teve como objetivo caracterizar o comportamento fenológico e determinar a demanda térmica das videiras ‘Cabernet Sauvignon’ e ‘Tannat’ (Vitis vinifera L.) cultivadas na regi o norte do Paraná. A área experimental foi instalada em vinhedos comerciais pertencentes à Vinícola Intervin , localizados no município de Maringá, estado do Paraná. Para cada variedade, foram marcadas 20 plantas, conduzidas em latada com espa amento de 4,0 x 1,5 m. A fenologia das plantas foi avaliada a partir da poda de produ o de 2004 quanto à dura o em dias de cada um dos subperíodos: poda à gema-algod o; poda à brota o, poda ao aparecimento da inflorescência; poda ao florescimento; poda ao início da matura o e poda à colheita. A demanda térmica foi calculada empregando-se o somatório de graus-dias (GD) desde a poda até a colheita e também para cada um dos subperíodos, considerando-se duas temperaturas base (10 e 12°C), sendo escolhida a que apresentou menor desvio padr o. Pelos resultados obtidos, determinou-se que a dura o dos subperíodos para a videira ‘Cabernet Sauvignon’ foi de 9; 13; 17; 40; 98 e 132 dias e, para a videira ‘Tannat’, foi de 13; 15; 19; 41; 99 e 139 dias, respectivamente. A temperatura-base de 10°C foi a mais adequada para o cálculo da demanda térmica. Para completar o seu ciclo, a demanda foi de 1.295,8 GD para a ‘Cabernet Sauvignon’ e de 1.375,5 GD para a ‘Tannat’. The aim of this research was to characterize the phenological performance, and determine the thermal demand of the ‘Cabernet Sauvignon’ and ‘Tannat’ grapevines (Vitis vinifera L.) cultivated in Northern Paraná. The experimental area was established in a commercialvineyard owned by Vinícola Intervin , located in the city of Maringá, state of Paraná, Southern Brazil. The vineyards were established in July, 2000, using the ‘IAC 766 Campinas’ as a rootstock. For each variety, 20 plants previously marked were used, all cultivated in pergola system, with 4.0 x 1.5-m spacing. The plants phenology evaluation began at the production pruning of 2004, compared to duration, in days, of each subperiod: pruning to bud swell; pruning to beginning of shot growth; pruning to visible cluster; pruning to flowering; pruning to early ripening and pruning to harvest. The thermal requirement was calculated using degree-days sum from pruning to harvest, and also for each subperiod, considering two base temperatures (10 and 12oC), being chosen those with lowest standard error. Results show that subperiods duration for ‘Cabernet Sauvignon’grape was 9; 13; 17; 40; 98 and 132 days, and for ‘Tannat’ grape wa
Fenologia da copaíba (Copaifera langsdorffii Desf. Leguminosae, Caesalpinioideae) em uma floresta semidecídua no sudeste do Brasil
PEDRONI FERNANDO,SANCHEZ MARYLAND,SANTOS FLAVIO A.M.
Brazilian Journal of Botany , 2002,
Abstract: A fenologia da emiss o foliar, flora o e frutifica o para espécies de florestas tropicais é pouco conhecida, embora estes ecossistemas apresentem grande diversidade de padr es fenológicos. Foi estudada, de fevereiro de 1991 a abril de 1993, a fenologia da copaíba (Copaifera langsdorffii Desf.) na Reserva de Santa Genebra. Foram feitas observa es em 36 indivíduos e analisadas queda de folhas, brotamento, flora o e frutifica o. A queda de folhas e o brotamento foram as fenofases mais sincronizadas dentro da popula o. Estes eventos ocorreram no final da esta o seca (queda de folhas) e início da esta o chuvosa (brotamento) e foram relacionados principalmente com a precipita o. A flora o ocorreu na esta o chuvosa e a frutifica o na esta o seca. A frutifica o ocorreu em ciclos supra-anuais, com anos de produ o intensa seguidos de anos sem frutifica o. Além dos fatores climáticos, as intera es com dispersores e predadores de sementes também parecem influenciar o padr o de frutifica o observado em Copaifera langsdorffii.
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