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Serra do Mar: o turismo e as alternativas de se trabalhar a ideia de ecomercado de trabalho  [cached]
Rodrigo Machado,Rodrigo Montaldi Morales
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2010,
Abstract: Este trabalho relata a es que ocorrem no ambito do Projeto Serra do Mar, com o Programa de Jovens da Reserva da Biosfera do Cintur o Verde da Cidade de S o Paulo. Essas a es vinculam-se à oficina de turismo, propondo uma forma o direcionada ao turismo como vetor do ecomercado e também como recurso formativo. Um dos objetivos do texto é apresentar a constru o e proposi o experimental de rela es entre diferentes núcleos formativos e produtivos do referido programa, partindo de breve discuss o sobre a ideia de ecomercado de trabalho, tendo no turismo uma proposta integradora e o sentido de forma o do programa como busca de alternativas a um padr o insustentável de rela es sociais. Outro objetivo é buscar em depoimentos de alguns envolvidos a compreens o de experiência ocorrida em 2009. A finalidade do trabalho é sistematizar e registrar reflex es e compreens es diversas que orientem uma práxis que busque promover outras rela es, mais solidárias e esclarecidas, entre pessoas e local onde vivem através do turismo desenvolvido em outras bases que n o exclusivamente econ mico-financeiras, de maneira a propor a atividade como uma forma de conserva o ambiental correspondendo a outra lógica de produ o direcionada a necessidades sociais. O percurso para a exposi o passa pela apresenta o do contexto socioambiental e da no o de ecomercado, a síntese das a es desenvolvidas e a compreens o dos envolvidos (jovens e seus familiares) em rela o à experimenta o da proposta.
Ruralidades e a o coletiva através do turismo: construindo o desenvolvimento rural  [cached]
Mayara Roberta Martins,Marcelo Antonio Conterato
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2013,
Abstract: Este ensaio, de caráter analítico-descritivo, lan a algumas quest es sobre o contexto das ruralidades utilizando-se da contribui o do enfoque da a o coletiva na constru o do desenvolvimento rural através do turismo rural. Debatendo sobre isso, o objetivo foi tratar sobre as significa es que comp em as novas ruralidades na consolida o do turismo como estratégia de desenvolvimento rural. Em um segundo momento, evidenciam-se as colabora es da a o coletiva para a compreens o dos processos que envolvem as a es dos atores sociais, Estado e mediadores através dos arranjos institucionais voltados para o turismo, sobretudo, na forma o de roteiros turísticos na agricultura familiar. Assim, os desafios perante os novos sentidos, usos e significados do rural na abertura das propriedades rurais à recep o de turistas diante do contexto de tradi es versus modernidades, que marcam as novas dinamicas da ruralidade. Essa articula o se faz necessária, como forma de incentivar a investiga o que reforce aspectos aos tipos de desenvolvimento rural que s o almejados pelos atuantes no processo, bem como das características que agregam valor nas atividades de produ o agrícola, nas rela es sociais e culturais por meio do turismo rural.
A forma o das imagens no turismo: itinerário teórico e proposta de um modelo operacional  [cached]
Roque Pinto
Revista Turismo em Análise , 2012,
Abstract: Resumo Para muitos autores a escolha do destino é o momento mais importante para o funcionamento de todo o sistema turístico, sendo a imagem do lugar de frui o turística sua componente mais significativa. Assim, pretende-se aqui desenvolver uma discuss o sobre a forma o da imagem turística, enfatizando algumas das principais contribui es derivadas das investiga es especializadas sobre o tema. Partindo-se da proeminência do olhar do turista como fator decisivo para a afirma o do turismo no plano global, discute-se a rela o entre a imagem do destino e a conduta do turista (enfoque estático), bem como a forma o e as transforma es da imagem turística em si mesma no tempo (enfoque dinamico). Contudo, argumenta-se que a tendência dos estudos sobre a forma o da imagem turística (TDI) parte do pressuposto falso de que o turista seria um reflexo do Homo economicus, marcado pelo racionalismo, utilitarismo e individualismo. Nesse sentido prop e-se um modelo alternativo – pluralista e holístico – que procura relacionar as várias etapas do processo de forma o da imagem dentro de uma perspectiva multidimensional, sistêmica e processual, situando simultaneamente os vários agentes envolvidos no sistema turístico. Palavras-chave: turismo; forma o da imagem turística; TDI. According to many authors the choice of destination is the most important moment for the functioning of the whole tourism system, and this most significant component it is the tourist image. So here aims to develop a discussion on the formation of the tourist image, highlighting some of the main contributions arising from scholarly research on the subject. Based on the prominence of the tourist gaze as a decisive factor for the affirmation of tourism at the global frame, we discuss the relationship between the destination image and the tourist behavior (static approach) as well as the formation and transformation of the tourist image itself in time (dynamic approach). However, it is argued that the trend of studies on the ";;tourist destination image";; (TDI) part of the false assumption that the tourist would be a reflection of Homo economicus, marked by rationalism, utilitarianism and individualism. In this sense it is proposed an alternative model – pluralistic and holistic – which seeks to relate the various stages of image formation in a multidimensional, systemic and processual approach, simultaneously placing the different social agents involved in the tourism system.Keywords: tourism; tourist image formation; TDI. Resumen
Pensamento social, ciência e imagens do Brasil: tradi es revisitadas pelos educadores brasileiros  [cached]
Marcos Freitas Cezar de
Revista Brasileira de Educa??o , 2000,
Abstract: Este artigo analisa dois momentos decisivos no ambito da história das idéias no Brasil. Imagens e sínteses do Brasil tornaram-se referências fundamentais na história da cultura brasileira, especialmente aquelas produzidas por uma tradi o realista , que vem desde o século XIX, por intermédio dos escritos do Visconde do Uruguai, e prossegue com Silvio Romero, com Alberto Torres, com Oliveira Vianna e com Alberto Guerreiro Ramos. Tais autores deram vida à imagem do Brasil cindido em dois brasis: o país legal e o país real. A partir de 1902, o marco fundamental dessa tradi o passará a ser Euclides da Cunha, autor que projetou o sert o como metáfora para a na o . Nos anos cinqüentas, ao redor de Anísio Teixeira, intelectuais como Antonio Candido, Florestan Fernandes, Luiz Pereira, Fernando de Azevedo e muitos antropólogos mergulharam novamente nas metáforas euclidianas e compuseram novas imagens sobre a cultura regional no Brasil que se modernizava
Cosmologia, crise e paradoxo: da imagem de homens e mulheres brancos na tradi o Xamanica Kuna  [cached]
Severi Carlo
Mana , 2000,
Abstract: Tomando como foco uma análise da iconografia ritual kuna, este artigo procura delinear uma teoria da memória social baseando-se tanto em imagens quanto em narrativas. A emergência do Espírito do Branco na iconografia xamanica kuna refere-se à longa série de conflitos violentos entre índios e brancos que marcam a história desse povo. Todavia, uma vez inseridas na tradi o ritual, essas histórias do passado se fundem e condensam em imagens complexas. Dois processos parecem operantes na elabora o dessas imagens: um tende a obliterar o fato externo para inseri-lo em um quadro conceitual indígena (a cosmologia do mundo sobrenatural); o outro emprega as ambigüidades da cosmologia para representar um aspecto saliente dos recém-chegados. O resultado é um elaborado (e ritualmente poderoso) "engrama" da tradi o ritual, que passa a constituir uma parte significativa da memória social.
Imagens na oralidade  [cached]
?ngela Paiva Dionisio
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: Este artigo analisa a constru o de imagens em seqüências descritivas produzidas em intera es face a face por falantes analfabetos. Tomando por base o conceito de imagem apresentado por Palmer (1996) e o de seqüências descritivas proposto por Adam (1993), investiga-se como as constru es lingüísticas evocam imagens mentais e como os falantes traduzem a constru o de tais imagens em escolhas lexicais. Na constru o do texto descritivo, a escolha lexical constitui um aspecto basilar na constru o de imagens. Constatou-se que as constru es lingüísticas repercutem as estruturas conceptuais que s o ativadas concomitantemente em dimens es variadas, pois o conhecimento lingüístico, nos níveis gramatical, lexical e fonológico, deixa transparecer as influências culturais e expressa a vis o de mundo do usuário.
Conserva o da natureza e turismo no Núcleo Picinguaba do Parque Estadual da Serra do Mar (SP)  [cached]
Sidnei Raimundo
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2008,
Abstract: Este artigo apresenta algumas características do entendimento da natureza pela sociedade ocidental e discute como o conceito de Unidades de Conserva o se insere nesse contexto. Com base no modelo adotado pelo Brasil para o manejo destas Unidades de Conserva o, s o apresentados os principais problemas e conflitos que ocorrem presentemente nestas unidades. Utilizando como área de estudo o Núcleo Picinguaba do Parque Estadual da Serra do Mar, situado no litoral norte do Estado de S o Paulo, s o apresentadas informa es para o planejamento e gest o do veraneio e do Ecoturismo no Núcleo Picinguaba, que visam contribuir para redu o dos problemas encontrados no manejo destas áreas protegidas.
PROCEDIMENTOS DESCRITIVOS NA CRIA O DE IMAGENS: ALGUNS ASPECTOS AVALIATIVOS Procedure described in CREATING IMAGES: SOME ASPECTS AVALIATIVO  [cached]
?NGELA PAIVA PAIVA
Signótica , 1998, DOI: 10.5216/sig.v10i1.7247
Abstract: Este artigo analisa a constru o de imagens em seqüências descritivas produzidas em intera es face-a-face por falantes analfabetos. Tomando por base o conceito de imagem apresentado por Palmer (1996) e o de seqüências descritivas proposto por Adam (1993), investiga-se como as constru es lingüísticas evocam imagens mentais e como os falantes traduzem a constru o de tais imagens em escolhas lexicais. This paper analyzes the construction of image in descriptive sequences produced by non-literate speakers in spontaneous face to face interactions. Based on image conception (PALMER, 1996) and descriptive sequences conception (ADAM, 1993), it investigates how linguistics constructions evoke mental images and how the speakers translate these images in the lexical choices.
Corpos autorizados: comunica o, poder e turismo  [cached]
Euler David de Siqueira,Denise da Costa Oliveira de Siqueira
Conex?o : Comunica??o e Cultura , 2007,
Abstract: O corpo é lugar de interven o da sociedade e da cultura sobre o indivíduo, espa o de controle amplamente reproduzido pela mídia. Meios de comunica o, os cart es-postais do Rio de Janeiro durante anos mostraram mulheres de biquíni nas praias da cidade. Em 2005, foi aprovado um projeto de lei que regulamenta a veicula o, exposi o e comercializa o de postais com imagens femininas, com intuito de inibir o turismo sexual no estado. O ato de proibir e controlar tais imagens levou a esta discuss o sobre as múltiplas e complexas rela es entre comunica o, turismo e estado. Neste trabalho, temos como objetivo refletir sobre como o Estado busca exercer o controle sobre a mídia cart o-postal. Para tal, recorremos à abordagem de Foucault acerca dos corpos dóceis e a de antropólogos sobre o corpo no universo da cultura. Esse referencial fundamentou a análise do ato do estado em sua rela o com a mídia e o corpo.
ENTRE OS LIMITES NATURAIS DO ESPA O URBANO E DA MARGINALIZA O, AS CONDI ES DE VIDA DAS COMUNIDADES RIBEIRINHAS
Ana Madruga
Cadernos do Logepa , 2002,
Abstract: Há séculos se desenvolve na regi o costeira do Brasil, um tipo da atividade artesanal que, por n o ter acompanhado o desenvolvimento tecnológico nem o desenvolvimento econ mico do país, segundo as necessidades urbanas do capitalismo, padece da falta de aten o do Estado. Trata-se da pesca artesanal, que a despeito das novas tecnologias espaciais, dá conta de um espa o cotidiano, fazendo circular informa es que numa escala de programas espaciais via satélite n o aparecem. Essa atividade desenvolvese às vezes em espa os considerados fragéis do ponto de vista ambiental, como os mangues. Os pescadores das áreas ribeirinhas, nem sempre de tradi o pesqueira, habitam centros urbanos de porte médio às margens de rios formadores de estuários, no limite entre as constru es legais da cidade e o rio. Esse limite é a área do mangue, que mesmo sendo imprópria ao habitat permanente, representa o abrigo de comunidades, cujas rela es com o urbano se d o naquilo em que a cidade tem como fetiche: o trabalho, os servi os e o consumo. O Estado mantém uma coexistência pacífica com essas comunidades que vivem na miséria, até o momento em que as áreas por elas ocupadas passam a servir a outras fun es como ao turismo, tornando-se valiosas do ponto de vista imobiliário.
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