oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Hume e Peirce acerca do ceticismo cartesiano
Albieri, Sara;
Kriterion: Revista de Filosofia , 2003, DOI: 10.1590/S0100-512X2003000200007
Abstract: hume and peirce criticize descartes' skepticism based on similar conceptions of doubt and belief as constituent parts of the cognitive process. this paper aims at throwing some light on their theory knowledge based on belief as an alternative to descartes' rationalist foundationalism.
O conceito hegeliano de "fenomenologia" e o problema do ceticismo  [PDF]
Bonaccini, Juan Adolfo
Veritas , 2006,
Abstract: A rela o de Hegel com o ceticismo está longe de ser clara. A par de existirem alguns poucos trabalhos sobre o assunto, e de Hegel abordar o tema em várias obras, n o está bem determinado se Hegel possui uma teoria global sobre o ceticismo ou se apenas é um mero crítico de posturas céticas clássicas na antigüidade e na modernidade. Em que pese Hegel ser um crítico ferrenho do ceticismo moderno (por ex. , em textos como Sobre a rela o do Ceticismo com a Filosofia, as Prele es sobre História da Filosofia e a Enciclopédia das Ciências Filosóficas), a sua crítica n o se restringe a esta ou aquela forma de ceticismo, mas se funda numa teoria geral do saber que compreende o ceticismo como uma atividade negativa constitutiva da consciência e pretende refutá-lo enquanto ele reifica essa negatividade numa pretens o de verdade. A refuta o consiste na descri o do modo como o ceticismo filosófico seria um saber parcial, e por isso auto-refutativo. O presente trabalho pretende sugerir que isto ocorre, sobretudo, na Fenomenologia do Espírito, cujo caráter "fenomenológico" propriamente dito n o parece poder ser bem compreendido, sem tomar como pano de fundo o problema do ceticismo. Hegel’s position towards skepticism is far from being clear. On the one hand, there are just a few studies on the subject and Hegel faces the issue in several of his writings; on the other hand, it is not established yet if Hegel has a global theory about skepticism or if he is just a critic of Ancient and Modern skeptical attitudes. In spite of Hegel being known as a sharp critic of Modern skepticism (for example, in works like On the relationship of skepticism to philosophy, Lectures on the history of philosophy and Encyclopedia of philosophical sciences), his criticism is not restricted to specific forms of skepticism, but it is rather founded upon a general theory of knowledge which takes skepticism as a negative activity constitutive of our natural consciousness and intends to refute the skeptical attitude as that negative activity of self-consciousness is reified and turned out into a special kind of truth claim. Hegel’s refutation consists in describing the way philosophical skepticism would be understood as a partial and self-defeating attitude of knowing. The present study suggests that this procedure is to be seen above all in the Phenomenology of Mind, whose “phenomenological” character cannot be rightly understood without taking properly into account the problem of skepticism.
Idealismo e refuta o do idealismo na filosofia crítica de Kant
Pedro Costa Rego
Kriterion: Revista de Filosofia , 2013,
Abstract: O presente trabalho versa sobre o tema, central no projeto filosófico de Kant, da refuta o do idealismo, concentrando-se em dois momentos da Crítica da Raz o Pura (CRP): a Dedu o Transcendental e a Refuta o do Idealismo. Adoto duas hipóteses interpretativas: a primeira, de que a se o da CRP intitulada "Refuta o do Idealismo" n o esgota o projeto kantiano de uma refuta o do idealismo, mas lhe fornece o acabamento, apresentando-se como um desenvolvimento de argumentos aduzidos na Dedu o Transcendental. A segunda, de que a refuta o kantiana do idealismo assume uma forma bipartida pelo fato de que s o essencialmente duas as figuras do idealista que a argumenta o implicitamente apresenta como adversário da teoria transcendental do conhecimento. Chamarei essas figuras de idealista cético e idealista da autoconsciência e procurarei demonstrar e discutir a presen a, na CRP, de dois distintos movimentos argumentativos anti-idealistas que lhes correspondem nas se es da Refuta o e da Dedu o. Finalmente, esbo arei a pergunta sobre se e em que medida, entendida na perspectiva de sua forma bipartida, a refuta o kantiana completa do idealismo na CRP apresenta uma prova suficiente contra o interlocutor que, apesar de admitir, por hipótese, tanto a possibilidade do conhecimento objetivo quanto seu primado epistêmico em rela o à consciência do Eu (consciência dos estados internos ou autoconsciência), subordina o domínio da objetividade à instancia transcendental de uma consciência de objetos. This paper concerns about Kant's refutation of idealism and focuses on two chief sections of the Critique of Pure Reason: the Transcendental Deduction and the Refutation of Idealism. I shall argue firstly that the first Critique's section named "Refutation of Idealism", instead of exhausting Kant's project of refuting idealism, constitutes its accomplishment, offering a final deployment for some arguments adduced in the Transcendental Deduction. Secondly, I sustain that the refutation-project has two argumentative stages, since the idealist which is implicitly elected as the opponent of Kant's transcendental epistemology has essentially two faces. I shall term the one "skeptical idealist", and the other "self-consciousness idealist", and I'll endeavor to demonstrate accordingly two anti-idealistic lines of argument, both in the Refutation and in the Deduction. Finally, I shall attempt to assign some meaning to the question if kantian complete refutation of idealism amounts to a sufficient proof against a hypothetical opponent who, even though conceding both the possibi
Montaigne, a descoberta do Novo Mundo e o ceticismo moderno  [cached]
Danilo Marcondes
Kriterion: Revista de Filosofia , 2012,
Abstract: O descobrimento do Novo Mundo é um dos fatores fundamentais de ruptura com a tradi o, na inaugura o do pensamento moderno. A descoberta de povos no novo continente com culturas radicalmente diferentes da europeia leva a um questionamento cético sobre a universalidade da natureza humana, o que denominamos "argumento antropológico". Montaigne é o mais importante pensador deste contexto a discutir esta quest o nos Ensaios. Examinamos aqui alguns dos aspectos centrais de sua reflex o a este respeito. The Discovery of the New World is one of the central causes of the breakdown with tradition that opens the way to modern thought. The first contact of the Europeans with the native peoples of the New World shows radically different cultures giving rise to doubts about the universality of human nature, what might be called an "anthropological argument" in a skeptic sense. Michel de Montaigne is the major philosopher in this context to discuss these issues in his Essays and I shall examine some of the more relevant aspects of this discussion.
Peirce, Lacan e a quest?o do signo indicial
Cardoso, Mauricio José d'Escragnolle;
ágora: Estudos em Teoria Psicanalítica , 2012, DOI: 10.1590/S1516-14982012000100011
Abstract: the relationship between lacan and peirce has not been given much consideration in the psychoanalytical bibliography. however, the reference to peirce is a constant in lacan's teachings from the sixties. on the other hand, the analysis of this reference permits us to situate an important theoretical discontinuity in his teachings. this discontinuity concerns an important modification in the theory of the signifier based on the introduction of the concept of sign. the article aims to explicit the theoretical differences between peirce and lacan and their particular use of some concepts coming from pragmatism.
Ceticismo e Naturalismo: algumas variedades, de P. F. Strawson
Itamar Luís Gelain
Princípios : Revista de Filosofia , 2008,
Abstract: Resenha do livro de "Ceticismo e Naturalismo: algumas variedades", de Strawson, P. F. Tradu o de Jaimir Conte. S o Leopoldo: Editora Unisinos, 2008, 114 páginas
Pobreza rural e degrada??o ambiental: uma refuta??o da hipótese do círculo vicioso
Waquil, Paulo D.;Finco, Marcus V. A.;Mattos, Ely J.;
Revista de Economia e Sociologia Rural , 2004, DOI: 10.1590/S0103-20032004000200007
Abstract: this study analyses the relationships between rural poverty and environmental degradation in machadinho and maximiliano de almeida, in the state of rio grande do sul, brazil. a database was formed based on 48 interviews with small farmers, including several environmental and socioeconomic indicators. non-linear regression (probit) models were estimated, with dummy variables as dependents, expressing environmental degradation, and the socioeconomic indicators as independent variables, expressing the rural poverty situations. the main results point towards a refutation of the hypothesis that rural poverty and environmental degradation are directly correlated, forming a vicious circle.
CETICISMO E PRINCíPIOS EPISTêMICOS
Fernando Henrique Faustini Zarth
Griot : Revista de Filosofia , 2012,
Abstract: A identifica o e análise de princípios epistêmicos têm possibilitado ganhos significativos no estudo do ceticismo nas últimas décadas, isso n o significa que estejamos próximos de um consenso sobre quais princípios devem ser aceitos. Entendendo p como qualquer proposi o que geralmente admitiríamos saber, como “aqui há uma m o”, e sk como alguma proposi o incompatível, como “estou sendo enganado por um gênio que me induz a crer em coisas que n o existem”, o argumento can nico para o ceticismo acadêmico pode assim ser formalizado: (1) Se S está justificado ao crer que p, ent o S está justificado ao crer que ~sk; (2) S n o está justificado ao crer que ~sk, logo, (3) S n o está justificado ao crer que p. Implicitamente, pode-se notar: o cético advoga que a rela o epistêmica tida com uma proposi o deve ser preservada nas proposi es decorrentes dessa e, uma vez falho o cumprimento dessa exigência, resulta-se inescapavelmente no ceticismo. Para resolver essa quest o, alguns filósofos rejeitaram o ceticismo negando a premissa (1). Outros, como Klein, concedem (1) ao cético, porém negam sua conclus o, apontando que este falha em sua defesa de (2). Discute-se aqui a viabilidade dessas alternativas.
Ontopolítica e diagramas históricos do poder: maioria e minoria segundo Deleuze e a Teoria das Multid es segundo Peirce = Ontopolitics and historical diagrams of power: majority and minority according to Deleuze and the Theory of Multitudes according to Peirce  [cached]
Cardoso Júnior, Hélio Rebello
Veritas , 2012,
Abstract: Este artigo procura desenvolver o ambito da assim chamada ontopolítica como contribui o original do pensamento do G. Deleuze para a filosofia política contemporanea. Com este objetivo, veremos que Deleuze toma o conceito de poder em Foucault e lhe confere al ada ontológica. Este conceito de poder dá acesso a outro elemento importante da filosofia política deleuzeana, ou seja, o estudo dos diagramas históricos do poder nas denominadas sociedades disciplinar e de controle. Com o diagrama de funcionamento das mesmas podemos entender qual o retrato deleuzeano para a democracia em sociedades contemporaneas. Adentrando a ontopolítica deleuzeana, nos dedicaremos aos conceitos de maioria, minoria e devir-minoritário. é neste ponto que se faz o encontro da ontopolítica de Deleuze com a ontologia matemática de Ch. Sanders Peirce. Acontece que os conceitos ontopolíticos de Deleuze, além de sua vincula o com uma ontologia do poder, recebem também um tratamento matemático, tendo em vista certas no es aritméticas (contável e n o contável) e geométricas (linhas). As maiorias e minorias s o conjuntos contáveis que s o atravessados por devires n o contáveis. Com isso, chegaremos ao ponto central do presente artigo, onde realizamos uma incurs o inicial à imagem dos conceitos de maioria e minoria em Deleuze, com base na teoria das cole es e multid es de C. S. Peirce, principalmente com rela o à ontologia matemática nela incluída. Quanto a isso, a principal opera o será mostrar de que forma a distin o deleuzeana entre maiorias/minorias contáveis e devir-minoritário n o contável pode ser escandida em termos de cole es discretas denominadas enumeráveis, denumeráveis e abnumeráveis ou pós-numeráveis, de acordo com a terminologia de Peirce. This article aims at developing the so-called ontopolitics as G. Deleuze’s innovative contribution to contemporary political philosophy. This objective will lead us to inspect the concept of power that Deleuze borrowed from Foucault and extended in order to assign to it an ontological adequacy. The concept of power opens access to another important element of the Deleuzean political philosophy, that is, the study of the historical diagrams of the power in the so-called discipline and control societies. With the combined dynamical diagram of both, we become aware of the portrait Deleuze draws for the democracy in contemporary societies. Digging into the Deleuzean ontopolitics, we will devote ourselves to the concepts of majority, minority and minor-becoming. It is in this point that the meeting between Deleuze’s ontoplitics and Ch. Sa
O experimento Bayle: forma filosófica, ceticismo, cren?a e configura??o do mundo humano
Lessa, Renato;
Kriterion: Revista de Filosofia , 2009, DOI: 10.1590/S0100-512X2009000200013
Abstract: o artigo tem por objetivo principal definir o que designa como o experimento bayle. bayle praticou uma forma narrativa aberta, construída como diálogo do autor com seus personagens, e marcada pela recusa de um espírito geométrico. tal recusa formal da geometriza??o, por seu lado, é fundamental para o desenvolvimento, em bayle, de uma percep??o da história e da política como domínios constituídos por uma miríade incontável de a??es humanas fundadas sobre paix?es e cren?as. o artigo tenta buscar alguns tra?os dessa percep??o entre os textos dedicados por bayle a maquiavel, bodin e hobbes, no seu dicionário, assim como nas críticas dirigidas por montesquieu a bayle, a propósito do ateísmo e da desvaloriza??o moral do cristianismo.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.