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Mortes no transito do Rio de Janeiro, Brasil  [cached]
Klein Carlos Henrique
Cadernos de Saúde Pública , 1994,
Abstract: A evolu o urbana do município do Rio de Janeiro durante o século XX, especialmente a partir da sua segunda metade, é fortemente marcada por crescentes privilégios concedidos ao crescimento da utiliza o dos meios de transporte de massa e, principalmente, individuais, feitos por veículos a motor de explos o. Uma das conseqüências desta política é a ascen o da mortalidade por acidentes de transito, verificada durante a década de 80, entre homens e mulheres de todas as idades. Neste trabalho demonstra-se também que, em 1990, apenas cerca de 1/3 das vítimas fatais nos acidentes de transito estavam "embarcadas" nos veículos. Portanto, a maioria dos óbitos por este tipo de acidente, cerca de 2/3, ocorreu por atropelamentos. Isto indica a necessidade de o poder público reverter a prioridade na preven o das mortes por acidentes de transito em favor de medidas eficazes que protejam os pedestres.
IV - Relato de experiência quanto à preven o de acidentes de transito: um modelo usado pela Organiza o Panamericana de Saúde  [cached]
Leit?o Fernando Bueno Pereira
Revista de Saúde Pública , 1997,
Abstract: é apresentado o relato de um programa relativo à preven o de acidentes de transito na cidade de Bogotá, Col mbia, em 1983. A metodologia aplicada mostrou que policiamento ostensivo e preventivo produziu resultados imediatos, sendo sua ado o relativamente simples: o número de acidentes declinou de 414 para 48 acidentes ano após o Programa.
Manifesta es comportamentais dos cinesíferos nos acidentes e "quase-acidentes" de transito  [cached]
Julieta Arsénio,Alexandre do Espírito Santo
Semina : Ciências Sociais e Humanas , 2010, DOI: 10.5433/
Abstract: Esta pesquisa buscou determinar a associa o entre as variáveis "agressividade", acidente e "quase-acidentes" e "habilidades de dire o e transito". O estudo contou com a participa o de 30 motoristas que voluntariaram a se submeterem aos testes, por ocasi o da renova o de suas carteiras. Encontraram-se coeficientes positivos de correla o entre "agressividade" e "número de acidentes e quase-acidentes" assim como entre "acidentes e”quase-acidentes" e "habilidades de dire o e transito". A correla o negativa entre "agressividade" e "habilidades de dire o de transito"dá especial importancia a outras verifica es desta busca exploratória por intera o entre as variáveis estudadas.
A atualidade dos acidentes de transito na era da velocidade: uma vis o geral  [cached]
Marín Letícia,Queiroz Marcos S.
Cadernos de Saúde Pública , 2000,
Abstract: Este artigo focaliza, numa perspectiva interdisciplinar, os estudos sobre acidentes de transito em escala nacional e internacional. Ele come a analisando o aumento da produ o e consumo de veículos motorizados em todo o mundo e as transforma es sociais que esse fato acarretou. Aten o especial é dada à degrada o do meio ambiente urbano e ao enorme custo social representado pelos acidentes de transito. Em seguida, é apresentado um panorama epidemiológico sobre as vítimas do transito. A rela o entre personalidade e acidente de transito mereceu aten o especial, principalmente no que se refere ao comportamento infrator e ao consumo de bebidas alcoólicas e de outras drogas. O artigo conclui enfatizando a necessidade de o Estado implementar políticas públicas específicas consistentes, a fim de se poder controlar o problema.
Desenvolvimento e aplica o de modelos para previs o de acidentes de transito
Gilmar Cardoso,Lenise Grando Goldner
Transportes , 2009,
Abstract: Este trabalho apresenta uma síntese do estudo que desenvolveu modelos para previs o de acidentes em vias arteriais urbanas, com enfoque na metodologia aplicada e resultados obtidos. O objetivo do trabalho foi gerar modelos de previs o de acidentes a partir de variáveis relacionadas à exposi o e fatores de risco. O estudo foi desenvolvido com dados de vias arteriais urbanas da cidade de Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Foi utilizada a técnica de Modelagem Linear Generalizada com distribui o de probabilidade de Poisson para relacionar a ocorrência de acidentes às variáveis explicativas. Os modelos de previs o de acidentes construídos explicaram mais de 60% da variabilidade dos dados. Isso comprova a rela o entre os acidentes de transito e as variáveis estudadas.
PREVALENCIA Y FACTORES ASOCIADOS AL CONSUMO DE ANFETAMINAS, EN ESTUDIANTES DEL PROGRAMA DE MEDICINA DE LA UNIVERSIDAD DE MANIZALES (COLOMBIA), 2010 The prevalence and factors associated with amphetamines use by medical students from the Universidad de Manizales (Colombia), 2010  [cached]
Laura Barón,Katherine Botero-Henao,José Jaime Casta?o-Castrillón,Karen Castillo-Chang
Revista Facultad de Medicina de la Universidad Nacional de Colombia , 2011,
Abstract: Antecedentes. Un estudio previo realizado en la Universidad de Manizales midió el consumo de anfetaminas para mejorar rendimiento académico y demostró que el 42,3% de los estudiantes de Medicina consumían anfetaminas con este propósito. Objetivo. Confirmar este resultado e indagar por los factores asociados al consumo de anfetaminas, en estos estudiantes. Materiales y métodos. Se realizó un estudio de corte transversal en el que participaron estudiantes del Programa de Medicina de la Universidad de Manizales. La población fue de 615 mediante un muestreo probabilístico se seleccionaron 234 estudiantes. El instrumento utilizado fue una encuesta anónima que permitió identificar el consumo de estimulantes y factores de riesgo asociados. Resultados. El 51,9% (lc95%:44,9%-58,95) de la muestra aseveró haber consumido anfetaminas para mejorar rendimiento académico; de estos el 70,9% refirieron haber logrado el objetivo. No se encontró relación con factores de riesgo clásicos como ansiedad, depresión o funcionalidad familiar. El 87,9% no consumía estimulantes previo al ingreso al programa. Los semestres VI, VII, VIII y IX mostraron un mayor índice de consumo de: 73,3%, 60%, 68,8% y 57,7% respectivamente. Entre las razones de consumo se resaltan motivos académicos 32,5% y preservar estado de vigilia 18,7%. El 65,8% consumen bebidas alcohólicas. Conclusiones. El consumo de anfetaminas para mejorar rendimiento académico en los estudiantes del Programa de Medicina de la Universidad de Manizales es realmente alarmante. Se hace necesario intervenir en la causa y plantear soluciones para de esta manera, impactar los índices de consumo. Background. A prior study carried out in the Universidad de Manizales measured amphetamine consumption aimed at improving academic performance and revealed that 42.3% of medical students consumed amphetamines for such purpose. Objective. Confirming the aforementioned result and investigating the factors associated with these students consuming amphetamines. Materials and methods. A cross-sectional study was carried out, involving medical students from the Universidad de Manizales. The population consisted of 615 students who participated in probabilistic sampling, leading to 234 students being selected. An anonymous survey was used, leading to stimulant consumption and associated risk factors being identified. Results. 51.9% (44.9%-58.95 95%CI) of the sample stated that they had taken amphetamines to improve their academic performance; 70.9% of them mentioned having achieved their objective. No relationship was found with classical risk
Acidentes de transito: uma vis o qualitativa no Município de Campinas, S o Paulo, Brasil  [cached]
Queiroz Marcos S.,Oliveira Patrícia C. P.
Cadernos de Saúde Pública , 2002,
Abstract: Este artigo focaliza, numa perspectiva interdisciplinar qualitativa, o problema de acidentes de transito no Município de Campinas. Ele come a analisando o processo de municipaliza o do transporte e transito no município, com base nas representa es sociais de técnicos da Secretaria Municipal de Transporte. Alguns números s o trazidos à tona para mostrar uma queda significativa de mortes no transito em Campinas nos últimos dez anos. Esses números demonstram que as políticas públicas implementadas nesse setor têm sido positivas em vários aspectos. Aten o especial é dada aos objetivos, estratégias e obstáculos encontrados pelo poder local no processo de municipaliza o do transito. O artigo conclui enfatizando que, além da municipaliza o, o Estado necessita implementar políticas públicas específicas consistentes, principalmente aquelas voltadas à revitaliza o do transporte coletivo e a programas de educa o no transito, a fim de se poder avan ar no controle do problema.
Acidentes de transito com vítimas: sub-registro, caracteriza o e letalidade  [cached]
Barros Aluísio J. D.,Amaral Rodrigo L.,Oliveira Maria Simone B.,Lima Scilla C.
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Com o objetivo de descrever os acidentes de transito de uma cidade de porte médio e comparar os riscos de les o e morte de diferentes tipos de veículos e pedestres, foram registrados dados de todos os acidentes de transito identificados por meio de boletins de ocorrência e de fichas de atendimento de pronto-socorro durante um período de dois anos. Os óbitos por acidentes de transito foram rastreados e verificados junto ao Instituto Médico Legal e o número de veículos registrados no município obtido através do Departamento Estadual de Transito do Rio Grande do Sul. Foram calculadas taxas de acidente e morte por habitante e por veículo, e realizados testes de associa o entre variáveis. Observou-se um sub-registro importante de acidentes a partir do boletim de ocorrência (até 53%), que variou em fun o do tipo do acidente e da hora de ocorrência. A maior letalidade ocorreu entre ciclistas e pedestres (cerca de 5%), seguidos pelos motociclistas (3%), sendo pedestres o maior contingente de vítimas fatais. Encontrou-se um risco oito vezes maior de morte, quatro vezes maior de les o e duas vezes maior de atropelar um pedestre para os motociclistas, comparados com os automobilistas. Concluímos que os pedestres e motociclistas s o os grupos prioritários para interven es preventivas.
Análise da concordancia da codifica o de causa básica de óbito por acidentes de transito
Ladeira Roberto M.,Guimar?es Mark D. C.
Revista de Saúde Pública , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a concordancia de informa es pesquisadas sobre causa básica de óbito por acidente de transito e compará-las com as codifica es feitas a partir das Declara es de óbitos. MATERIAL E MéTODO: Foram estudados 50 óbitos por acidentes de transito ocorridos em 5 hospitais de Belo Horizonte, MG.Com base nas informa es obtidas através de questionário procedeu-se à codifica o da causa básica dos óbitos. A seguir foi feita análise de concordancia entre esta classifica o e a registrada na Declara o do óbito. RESULTADOS: Foi calculado o Kappa (0,124) com intervalo de confian a 95% (-0,1533 - 0,4022), sendo considerada uma baixa concordancia. Os dados mostraram também uma subclassifica o de óbitos por acidentes de transito, uma vez que 32% dos 50 óbitos estudados foram codificados como acidentes n o especificados (E928.9). CONCLUS O: Concluiu-se pela necessidade de haver maior esfor o na melhoria do preenchimento da Declara o de óbito pelos médicos legistas que realizam as necrópsias em mortes por acidentes de transito.
Acidentes de transito no Brasil: dados e tendências  [cached]
Mello Jorge Maria Helena P. de,Latorre Maria Rosário D. O.
Cadernos de Saúde Pública , 1994,
Abstract: As estatísticas de mortalidade mostram, em 1988, para o Brasil, que cerca de 12% dos óbitos s o devidos a causas externas, e destes 30% s o por acidentes de transito. Quando se comparam com outros países, os dados referentes ao Brasil s o sempre elevados. O objetivo deste trabalho é apresentar os dados e analisar a tendência da mortalidade por acidentes de transito no Brasil e em cada uma das Capitais das Unidades da Federa o. Calcularam-se os coeficientes de mortalidade (bruto e padronizado), segundo sexo, bem como a mortalidade proporcional dentro das causas externas para os acidentes de transito no período de 1978 a 1989. Os resultados mostram que, para o Brasil, houve um aumento do número de óbitos, bem como dos coeficientes de mortalidade em cada faixa etária e sexo. Proporcionalmente, em rela o às causas externas, a representatividade esteve em torno de 30%. Em uma parcela significativa dos municípios estudados, a mortalidade por acidentes de transito corresponde a quase metade dos óbitos por causas externas. Os coeficientes padronizados s o quase sempre superiores a 20 por 100.000 habitantes, cifra esta muito superior àquela observada em outros países. Analisando-se o período de 1978 a 1989, observa-se uma tendência de aumento dos coeficientes de mortalidade em Porto Velho, Rio Branco, Recife, Maceió, Curitiba, Florianópolis, Campo Grande, Cuiabá, Goiania e Distrito Federal. Em Manaus, Macapá, Natal, Teresina, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro e S o Paulo, a mortalidade vem permanendo estacionária no período estudado. Nas demais seis capitais, a tendência é de declínio, concluindo-se que este permanece um importante problema de saúde pública no país.
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