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Percep es sobre Fumo Passivo: um olhar sobre o ensino de ciências e seu comprometimento na constru o da cidadania para a saúde e qualidade de vida
Jo?o Batista Teixeira Rocha,Lilian Fenalti Salla,Angela Carine Moura Figueira,Letícia Moreira Flores Machado
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2009,
Abstract: Este estudo analisou as percep es acerca do Fumo Passivo entre estudantes de Ensino Fundamental de uma escola pública de Santa Maria (RS) com o objetivo de mensurar os conhecimentos sobre este tipo de polui o e sobre suas implica es na saúde e qualidade de vida da popula o. A amostra constou de 298 alunos das 5a, 6a, 7a e 8a séries com idades variando entre 10 e 15 anos. O instrumento utilizado para coleta de dados foi o questionário semiestruturado. A metodologia utilizada para o tratamento dos dados foi a Análise de Conteúdo. Os resultados demonstraram que a maioria dos estudantes (78,18%) associa o termo “Fumo Passivo” aos bin mios saúde/doen a e vida/ morte; 57,71% dos estudantes associam o termo ao cigarro e fuma a; porém, os dados apreendidos apontam que as percep es acerca do tema s o desencontradas e mal definidas, fato este que requer maiores investiga es. O entendimento da nocividade do Fumo Passivo para o sistema biológico requer da Educa o em Ciências alternativas no ensino que abarquem os efeitos tóxicos do mesmo sobre as células e tecidos. Dada a relevancia do Fumo Passivo enquanto agente causador de doen as, é importante que se conhe am as percep es prévias com o intuito de contribuir na implementa o de políticas socioeducativas, as quais coíbam esse tipo de polui o ambiental. é nesse sentido que a Educa o em Ciências pode contribuir para que os alunos construam uma cidadania voltada para a saúde e para a qualidade de vida. Palavras-chave: Fumo Passivo. Percep es. Educa o.
Mídia, educa o e cidadania: considera es sobre a impotancia da alfabetiza o tecnológica audio-visual na sociedade da informa o
Isabela Ruberti,Aldo Pontes,Rosangela Formentini Caldas,Maria De Cléofas Faggion Alencar,Maria de Lourdes Spazziani,Adriana Almeida Sales de Melo,Liane Maria Bertucci Bertucci,Márcia Denise de Oliveira Godoy,Alexsandra Siqueira,Débora Alves de Oliveira
ETD : Educa??o Temática Digital , 2001,
Abstract: O presente artigo, a partir de três concep es sobre o papel da escola na sociedade: funcionalista, reprodutivista e dialética, das exigências sociais da Sociedade da Informa o e dos temas que constantemente emergem das mídias de massa. Apresenta um olhar educacional sobre a importancia da alfabetiza o audiovisual crítica - na escola - para a forma o do cidad o globalizado. The present article, starting from three conceptions about paper of the school in the society: functionalist, reproductive and dialectics, of the social demands of the Information Society and of the themes that constantly emerge of the mass medias. It presents an criticize/constructive glance on the importance of the critical audiovisual literacy - in the school - for the formation of the global citizen. Keywords Educa o --- Mídia --- Cidadania --- Education --- Media --- Citizenship
O desenvolvimento do artesanato e a cria o da cidadania na Grécia
Jussemar Weiss Gon?alves
BIBLOS : Revista do Instituto de Ciências Humanas e da Informa??o , 2009,
Abstract: O artigo trata da importancia do desenvolvimento do comércio e do artesanato para a cria o da cidadania grega ateniense.
Educa o, amplia o da cidadania e participa o
Jacobi Pedro Roberto
Educa??o e Pesquisa , 2000,
Abstract: Este artigo apresenta uma reflex o sobre educa o e as possibilidades de amplia o da cidadania e da participa o, considerando especialmente as condi es em que está se construindo um espa o público no Brasil, assim como os alcances e limites do processo de consolida o de engenharias institucionais inovadoras na gest o da coisa pública. Os dados foram colhidos em pesquisa realizada em quatro municípios paulistas S o Paulo, Santo André, Itu e Botucatu com a finalidade de examinar em que medida e de que forma se dá a participa o na gest o da educa o. Os resultados permitem avaliar as possibilidades e impossibilidades de viabiliza o de dinamicas inovadoras na rela o gest o local/popula o usuária. Dada a diversidade de formas de a o, foi possível analisar o papel dos diversos atores intervenientes, num contexto em que ainda convivem formas tradicionais de gest o e experiências inovadoras que come am a se legitimar aos olhos da popula o. O argumento que está no centro da reflex o sustenta que a participa o encontra-se em estreita vincula o com o processo de descentraliza o e pode ser um mecanismo essencial para a democratiza o do poder público, além de constituir um espa o vital para o fortalecimento de uma cidadania ativa e para o processo de democratiza o da a o do Estado e das suas práticas institucionalizadoras. O tema articulador tem em vista a participa o popular na gest o pública e as transforma es qualitativas na rela o Estado/Sociedade Civil, consideradas como referência de um ponto de inflex o e refor o das políticas públicas centradas na amplia o da cidadania ativa.
Cidadania e saúde mental no Brasil: contribui o ao debate
Medeiros Soraya Maria de,Guimar?es Jacileide
Ciência & Saúde Coletiva , 2002,
Abstract: O debate brasileiro em torno do exercício da cidadania, em especial, no ambito do setor saúde, recrudesce no pós-ditadura de 1964, destacando-se o final da década de 1970 com efervescência de questionamentos e movimentos organizados. Mas vale ressaltar a origem e destino da cidadania que no Brasil conformou-se e conforma-se ainda, predominantemente, como regulada, outorgada, ou seja, um "acerto de contas" concedido em detrimento da correspondência real dos direitos dos diversos segmentos da sociedade, especialmente, dos menos favorecidos. Na saúde mental brasileira, já marcada pela crítica elementar da superlota o e ineficiência dos hospícios, dá-se por volta de 1978 a organiza o incipiente de um novo olhar sobre a assistência psiquiátrica brasileira, fomentando-se a partir de ent o no Brasil a crítica n o apenas à situa o estrutural do manic mio, mas também e principalmente ao discurso autoritário do saber/prática da psiquiatria. Sob essa ótica a cidadania passa a ser fulcro do novo discurso psiquiátrico brasileiro, que, a partir de 1990 com a Declara o de Caracas, passa a ter maior poder de enfrentamento sobre a assistência tradicional.
O impacto da globaliza o em S o Paulo e a precariza o das condi es de vida  [cached]
Maria Cristina da Silva Leme
EURE (Santiago) , 2003,
Abstract: O trabalho analisa os processos que vêm transformando, recentemente, S o Paulo do ponto de vista econ mico e social. Ao abordar o impacto da reorganiza o do sistema produtivo na localiza o das atividades industriais e de comercio e servi os, procura avan ar no entendimento dos determinantes atuais da estrutura o do espa o urbano. Para isso retoma as principais etapas de constitui o de S o Paulo como metrópole no decorrer do século XX. Discute os impasses atuais da moderniza o econ mica e a precariza o das condi es de vida This work analyses the processes that have recently transformed Sao Paulo from an economic and social point of view. When approaching the impact of reorganising the productive system in the location of activities, it seeks to enhance the understanding of the present determinants in the urban space structuring. For this, it retakes the main constitution phases of Sao Paulo as a metropolis during the XX century. It discusses the present stalemates of the economic modernisation and the deterioration of living conditions
Lugares da participa o e forma o da cidadania  [PDF]
Streck, Danilo Romeu,Adams, Telmo
Civitas , 2006,
Abstract: O artigo tem como hipótese que a participa o corre o risco de ineficácia por se perder nos múltiplos canais e formas de participa o que raramente se comunicam entre si. O conhecimento e a análise dos lugares de participa o, como um complexo conjunto de rela es e estruturas, pode contribuir para 1) evidenciar os limites e as possibilidades de cada uma delas e 2) para a forma o de uma cidadania ativa. Faz-se uma breve argumenta o em torno das compreens es de participa o e controle social para em seguida apresentar um mapeamento de possibilidades de participa o através das quais se manifesta e forma a cidadania: o voto, as manifesta es públicas, os movimentos sociais, as associa es, as redes, os fóruns da sociadade civil, as conferências e a gest o participativa. O estudo dedica um espa o especial para o papel dos conselhos pelas atribui es que lhe cabem constitucionalmente em termos de participa o e controle social.
Adolescer cidad o: percep es da cidadania no cotidiano adolescente
Luciana Ramos Silveira,Felipa Rafaela Amadigi,Flávia Regina de Souza Ramos,Gelson Luiz de Albuquerque
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2011,
Abstract: Este artigo aborda quest es do adolescer cidad o e teve como objetivo analisar as percep es dos adolescentes sobre cidadania e como estes a percebem no cotidiano. Estudo qualitativo, descritivo, exploratório, realizado durante os meses de julho e agosto de 2007, cujas informa es foram coletadas por meio de questionários semiestruturados. Participaram da pesquisa 59 adolescentes regularmente matriculados na 8a série do ensino fundamental de uma escola da Rede Estadual de Educa o de Santa Catarina. Os dados foram agrupados segundo a técnica do discurso do sujeito coletivo e posteriormente analisados. Conclui-se que as percep es sobre cidadania s o pautadas por representa es culturais, políticas, econ micas e sociais, sendo seus valores produzidos na confluência de diferentes espa os e influências. Refletindo sobre situa es cotidianas, os alunos identificaram o exercício da cidadania em várias situa es, seja na família, na escola ou na comunidade.
A cidadania e o desperdício da inteligência  [cached]
Mário Lúcio de Lima Nogueira
Revista Educa??o Especial , 2003,
Abstract: . A quest o política da educa o assume, em nossos dias, uma importancia fundamental em virtude do contexto social em que vivemos e, por isto, é inevitável que os valores sejam impostos à sociedade por intermédio da forma o do comportamento que, no entanto, só ser o legítimos se forem universais. Esta luta de poderes, com base no domínio da inteligência, n o é nova. Sem dúvida, a inteligência é o maior atributo do ser humano e é ponto fundamental da aprendizagem e da adapta o psicossocial. O direito a educa o e o aproveitamento da inteligência s o essenciais para a sustenta o da cidadania em todas as suas formas de express o focalizadas, principalmente, nos princípios concretos dos direitos humanos e nas práticas da a o política. Para o portador de Altas Habilidades em particular, a possibilidade de desenvolver sua potencialidade avulta de importancia, pois estes indivíduos, quando bem orientados, podem contribuir decisivamente no progresso da humanidade. Palavras-chave: Educa o Especial, Altas Habilidades, Cidadania.
Informa o para promo o da cidadania: Projeto Rondon
Deise Parula Munhoz,Clériston Ribeiro Ramos,Andreia Parula Munhoz
BIBLOS : Revista do Instituto de Ciências Humanas e da Informa??o , 2010,
Abstract: Iniciado em 1966 e extinto em 1989, o Projeto Rondon foi reativado somente em 2003, subsidiado pelo governo federal. Desde sua concep o, o projeto visa a promover, entre outras coisas, a integra o social. Este texto diz respeito à participa o vivenciada na “Opera o Rio Grande do Sul 2008” e “Opera o Xingu 2008”. Foram realizadas oficinas de incentivo à leitura para professores da rede municipal nas duas regi es. Foi possível observar a rea o direta do acesso à informa o e à cidadania, em que o primeiro conceito serve como promo o do segundo. Entre os resultados, podemos destacar a receptividade das comunidades, e a experiência de vida para o participante do Projeto Rondon por meio da integra o das pessoas envolvidas no projeto.
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