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Inquérito epidemiológico sobre características da popula o canina e felina de um bairro próximo à zona rural em Cuiabá-MT, visando o controle da raiva animal
Caramori Junior Jo?o Garcia,Lubas Marco Ant?nio da Silva,Kawatake Make Silva,Sales Katia Gouvea
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2003,
Abstract: Foram avaliados os questionários respondidos por 476 alunos, com idade entre 15 e 20 anos, de uma escola do bairro Pedra 90 em Cuiabá-MT, objetivando conhecer as características da popula o canina e felina daquele local. Dos 476 domicílios, em 371 (78%), foram registrados 513 c es e 307 gatos. Dos 513 c es, 289 (56,3%) eram machos e 224 (43,7%) fêmeas. Dos 307 gatos, 182 (59,3%) eram machos e 125 (40,7%) fêmeas. Os proprietários de 474 (92,4%) c es e 267 (86,9%) gatos afirmaram ter vacinado seus animais contra raiva.
Problemas na padroniza o da rea o em cadeia da polimerase para diagnóstico da tuberculose pulmonar  [cached]
Bollela Valdes R.,Sato Daisy N.,Fonseca Benedito A. L.
Revista de Saúde Pública , 1999,
Abstract: OBJETIVO: Padronizar rea o em cadeia da polimerase para diagnóstico de tuberculose pulmonar, comparando os resultados obtidos com as técnicas microbiológicas clássicas, e analisar seu uso numa regi o de alta prevalência da tuberculose. MéTODOS: Foram descontaminadas, após a baciloscopia, 42 amostras de escarro de pacientes. Em seguida, procedeu-se ao cultivo em Lowenstein-Jensen e à rea o em cadeia da polimerase com "primers" que amplificam um fragmento de 123 pares de base do genoma do Mycobacterium tuberculosis. RESULTADOS: Das 42 amostras de escarro, 10 apresentaram cultura positiva para M. tuberculosis. Dez foram positivas à baciloscopia e 16 mostraram-se positivas na rea o em cadeia da polimerase. A sensibilidade e especificidade do teste em rela o à cultura foi de 90% e 81%, respectivamente. CONCLUS ES: A rea o em cadeia da polimerase tem sensibilidade comparável à da cultura e pode ser realizada em apenas um dia, resultando em tratamento precoce e melhor controle da doen a. A padroniza o e avalia o de técnicas de biologia molecular no diagnóstico da tuberculose no Brasil é imprescindível na discuss o da implanta o deste exame na rotina diagnóstica em centros de referência.
Detec o de Ornithobacterium rhinotracheale (ORT) por meio da rea o em cadeia da polimerase (PCR)  [cached]
Canal Cláudio Wageck,Rocha Silvio Luís da Silveira,Le?o Joice Aparecida,Fallavena Luiz Cezar Bello
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Ornithobacterium rhinotracheale (ORT) é uma bactéria Gram negativa recentemente descrita que se encontra associada às doen as do trato respiratório em cria es de aves comerciais e silvestres em vários países do mundo. No Brasil, foram detectados anticorpos em um pequeno número de frangos de corte e suas matrizes dos Estados de S o Paulo e Minas Gerais. Como a bactéria é fastidiosa, a Rea o em Cadeia da Polimerase (PCR) torna-se útil para sua detec o e identifica o. O presente trabalho visou verificar a ocorrência da ORT no Rio Grande do Sul pela detec o do DNA da bactéria. Foram coletadas 84 amostras de suabe de traquéia de aves pertencentes a 14 lotes de diferentes empresas avícolas. O DNA foi purificado e a PCR realizada com iniciadores específicos para o gene do RNA ribossomal 16S da ORT. Foram observados produtos de amplifica o com 784 pares de bases em 10 das 84 amostras. As amostras positivas pertenciam a quatro lotes de três empresas estabelecidas em diferentes regi es do RS. Os resultados indicam que este patógeno respiratório de aves existe no Brasil e está presente em importantes regi es criatórias do RS. Outros estudos est o em andamento para determinar a prevalência e caracteriza o dos isolados obtidos.
Peritonite infecciosa felina: 13 casos  [cached]
Oliveira Fabiano Nunes de,Raffi Margarida Buss,Souza Tatiana Mello de,Barros Claudio Severo Lombardo de
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Numa pesquisa realizada em tecidos de 638 gatos necropsiados, foram encontrados 13 casos (2,03%) de peritonite infecciosa felina. Oito desses casos (61,53%) eram da forma efusiva ou úmida, e 5 apresentavam a forma seca ou n o-efusiva da doen a. A idade dos gatos afetados variou de 2 meses a 3 anos. Doze gatos (92,30%) eram de ra as puras, cinco deles (38,47%) eram oriundos de ambientes onde havia mais de um gato e três eram provenientes de um mesmo gatil. A dura o da doen a clínica foi de 7 a 45 dias e os sinais clínicos incluíram emagrecimento, anorexia, diarréia, icterícia, v mito, linfadenopatia e distúrbios neurológicos. Os achados de necropsia na forma úmida incluíam excesso de líquido viscoso (50ml a 1 litro), translúcido ou levemente opaco na cavidade peritoneal e, em um caso, na cavidade torácica. Exsudato fibrinoso cobria as superfícies serosas dos órg os abdominais dando-lhes aspecto granular e brancacento. Na forma seca, havia múltiplos focos granulomatosos sob a superfície serosa e para o interior do parênquima de órg os abdominais; esses achados eram particularmente proeminentes nos rins. Opacidade de córnea foi observada em um gato. Histologicamente, havia graus variáveis de vasculite e perivasculite piogranulomatosa, particularmente em arteríolas. Meningite ou meningoencefalite piogranulomatosa foram observadas em três gatos com a forma seca de peritonite infecciosa felina.
VíRUS DA IMUNODEFICIêNCIA FELINA: UM DESAFIO CLíNICO
Guadalupe Sampaio Ferreira,Guido Carlos I. H. Masson,André Luiz Baptista Galv?o,Elzylene Léga
Nucleus Animalium , 2011,
Abstract: O vírus da imunodeficiência felina (FIV) é um retrovírus pertencente ao gênero Lentivirus, deocorrência mundial. Gatos infectados apresentam transtornos no sistema hematopoiético como anemia eprincipalmente um quadro de imunodeficiência o que predisp em os gatos infectados a infec es oportunistas.Em virtude de sua importancia clínica e epidemiológica realizou – se esta revis o com o objetivo de descrever avariabilidade genética FIV, métodos diagnóstico, medidas profiláticas e alternativas terapêuticas a seremrealizadas em gatos infectados além de criar condi es para discutir o prognóstico dos animais infectados e suaimportancia em saúde pública.The feline immunodeficiency virus (FIV) is worldwide retrovirus including at the Lentivirusgenus. Clinical sings of affected cats are characterized by disorder on the hematopoietic, like anemia and severeimmunodeficiency. Because it importance in veterinary medicine and it epidemiology a review has been writewith the aim to describe the genetic variability of FIV, methods for diagnosis, prophylaxis and alternativestreatments to be applied with infected cats to create conditions for discuss the prognosis of the infected animalsand their importance in public health.
Análise da contamina o por Salmonella em ovos do tipo colonial através da rea o em cadeia da polimerase  [cached]
Fl?res Maristela Lovato,Nascimento Vladimir Pinheiro do,Kader Ivonyr Irene Tróglio Abdel,Cardoso Martha
Ciência Rural , 2003,
Abstract: A identifica o de poedeiras comerciais infectadas por salmonelas tem sido um dos pontos fortes da profilaxia e conseqüente redu o de surtos de salmonelose em humanos associados ao consumo de ovos, sendo que a análise dos ovos pode ser mais um dos pontos de detec o da infec o, que, muitas vezes, cursa sem sinais clínicos. A Rea o em Cadeia da Polimerase (PCR) parece ser uma estratégia útil para detec o de Salmonella, pois vários autores têm utilizado a PCR para verificar a presen a da bactéria em carnes, fezes, tecidos, sangue, leite e ovos, com diferentes metodologias de manipula o das amostras. Foram analisados 360 ovos, procedentes de dez propriedades rurais, produtoras de ovos tipo colonial, no distrito de Camobi, em Santa Maria - RS. Os ovos foram divididos em grupos de seis, totalizando sessenta amostras. O exame bacteriológico foi realizado conforme metodologia preconizada pelas normas técnicas e a metodologia de extra o de DNA pelo fenol-clorofórmio. A PCR foi realizada para a amplifica o de um fragmento de DNA de 284 pb. A análise dos resultados n o demonstrou diferen a significativa entre a PCR e o bacteriológico. Todas as amostras positivas ao bacteriológico foram positivas na PCR, sendo que essa última detectou duas amostras a mais, devido a sua alta sensibilidade e especificidade, especialmente quando é sabido que os ovos apresentam uma popula o microbiana mista que, muitas vezes, impede o isolamento adequado das salmonelas no bacteriológico pela competi o com a flora bacteriana normalmente presente.
Uso da fluoxetina no tratamento da tricotilomania felina  [cached]
Sousa Marlos Gon?alves,Ferreira Lilian Stefanoni,Gerardi Daniel Guimar?es,Costa Mirela Tinucci
Ciência Rural , 2004,
Abstract: A tricotilomania ou alopecia psicogênica felina é uma dermatopatia de origem psicogênica, decorrente da lambedura compulsiva do pelame, realizada pelo gato em situa es de estresse. Tal distúrbio decorre de altera es neuro-hormonais e pode associar-se à introdu o de novos animais e/ou crian as no ambiente. Além de mudan as de manejo e atitude para com o animal, sugere-se o emprego de ansiolíticos no tratamento da doen a. A fluoxetina foi utilizada no tratamento de cinco gatos domésticos com tricotilomania, apresentando inibi o do comportamento de lambedura, com repila o após dois a três meses de terapia.
Doen a de Chagas cr nica: do xenodiagnóstico e hemocultura à rea o em cadeia da polimerase  [cached]
Portela-Lindoso Ana Angélica Bulc?o,Shikanai-Yasuda Maria Aparecida
Revista de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Embora tenham ocorrido aprimoramentos no diagnóstico parasitológico da doen a de Chagas cr nica, a baixa sensibilidade dos exames indiretos é uma limita o para sua aplica o ao diagnóstico e controle pós-terapêutico. A rea o em cadeia da polimerase (PCR) tem seu emprego restrito na rotina diagnóstica pela necessidade de infra-estrutura adequada, facilidade de contamina o e custo elevado. Paralelamente, a variabilidade de resultados pela PCR observados em diferentes regi es do Brasil suscita quest es relativas à sua aplica o ao diagnóstico. Sua alta especificidade aponta para sua aplica o como método confirmatório no diagnóstico de pacientes com provas sorológicas duvidosas e como método auxiliar no controle pós-terapêutico da doen a cr nica em compara o às técnicas sorológicas e parasitológicas. O objetivo do trabalho foi discutir e comparar a aplica o dos métodos moleculares e parasitológicos indiretos no diagnóstico e controle pós-terapêutico da doen a de Chagas cr nica, com base na literatura publicada no período de 1954-2001.
Diagnóstico de infec o congênita e perinatal por citomegalovírus utilizando a rea o em cadeia da polimerase
Yamamoto Aparecida Yulie,Aquino Victor Hugo,Figueiredo Luis Tadeu Moraes,Mussi-Pinhata Marisa Marcia
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 1998,
Abstract: Aplicou-se uma rea o em cadeia da polimerase (PCR) no diagnóstico de infec o congênita e perinatal por citomegalovirus, comparando-a com a técnica de isolamento viral em cultura celular. Foram processadas 305 amostras de urina de crian as de 0 a 6 meses, por ambas as técnicas. Utilizou-se na PCR os primers que amplificam parte do gene codificador do principal antígeno precoce imediato de CMV. Detectou-se virúria em 47 amostras por PCR e comparando os resultados com aqueles obtidos pelo isolamento viral, observou-se copositividade de 89,6% e conegatividade de 98,5%. Estas amostras positivas tiveram o resultado confirmado por PCR utilizando outros primers que amplificam regi es dos genes codificadores das glicoproteínas B e H de CMV. O diagnóstico de infec o congênita e perinatal por CMV pela PCR mostrou sensibilidade comparável à do isolamento viral e o uso de vários primers conferiu alta especificidade ao teste.
Otimiza o da rea o de polimerase em cadeia para detec o de Toxoplasma gondii em sangue venoso e placenta de gestantes
Spalding Silvia Maria,Amendoeira Maria Regina Reis,Coelho Janice M.C.,Angel Sergio O.
Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial , 2002,
Abstract: A detec o de Toxoplasma gondii no sangue venoso e na placenta de gestantes pela rea o de polimerase em cadeia pode facilitar o diagnóstico pré-natal da toxoplasmose congênita. Foram avaliadas gestantes IgM-reagentes e os seus filhos. Além das dosagens de IgG, IgM, IgA e rea o de avidez de IgG (MEIA), foram realizadas a técnica de imunoperoxidase e a inocula o em camundongos. De cada amostra foi efetuada amplifica o gênica com primers do gene B1 e novos primers do gene TGR (chamados ABGTg7 C1 e N1). é preciso observar que o tratamento poderia ser responsável por uma diminui o da infec o. Desta forma, o diagnóstico negativo confirmaria a eficiência do tratamento preventivo na replica o parasitária no útero. A rea o de polimerase em cadeia mostrou-se sensível e específica; evidenciou a presen a de um a dez taquizoítas; pode ser utilizada com seguran a e confiabilidade, além de tornar rápido o diagnóstico da toxoplasmose congênita, sendo, assim, ferramenta importante na avalia o pré-natal.
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