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Satisfa o profissional da equipe de enfermagem do SAMU/Natal  [PDF]
Renata Moreira Campos,Glaucea Maciel de Farias,Cristiane da Silva Ramos
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2009,
Abstract: Estudo exploratório descritivo, prospectivo, quantitativo, realizado no SAMU/Natal, para identificar o nível de satisfa oprofissional da equipe de enfermagem e verificar o grau de importancia atribuída a cada um dos componentes da satisfa oprofissional: autonomia, intera o, “status” profissional, requisitos do trabalho, normas organizacionais e remunera o. Apopula o foi de 60 profissionais, com dados coletados de janeiro a fevereiro de 2005. Utilizamos o ISP. Predominou o sexofeminino (54,9%); idade entre 36 a 45 anos (60,8%); casada (58,8%), 82,4% possuem filhos entre 05 e 09 anos (30,8%);78,4% eram técnicos e 21,6% enfermeiros, formados entre 11 a 15 anos (27,5%); 81,8% dos enfermeiros têmespecializa o; 29,4% trabalha de 11 a 15 anos na urgência; 58,8% trabalha a mais de 02 anos no SAMU; 72,6% temhorário fixo, 41,2% diurno e 53% noturno; 84% escolheu trabalhar neste servi o; destes 76,3% realizam cuidadosdiretos;96,1% gostam e est o satisfeitos. Dos enfermeiros 90,9% recebem de 05 a 10 salários mínimos e 70% dos técnicosde 02 a 05; atribuiram o componente autonomia o mais importante. O nível atual de satisfa o foi o “status” profissional. Onível real de satisfa o calculado retrata estarem mais satisfeitos com autonomia. O ISP foi 8,6, indicando uma equipe poucosatisfeita.
A enfermeira e a equipe de enfermagem: segundo m es acompanhantes  [cached]
Sugano Amélia Satiko,Sigaud Cecília Helena de Siqueira,Rezende Magda Andrade
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2003,
Abstract: Estudo realizado na unidade de interna o pediátrica de Hospital Escola do município de S o Paulo, durante o segundo semestre de 2000. Trata-se de pesquisa qualitativa cujo objetivo foi (1) compreender se m es acompanhantes identificavam a enfermeira, bem como os outros componentes da equipe de enfermagem (técnica e auxiliares), e (2) conhecer suas percep es acerca dos cuidados prestados pela equipe de enfermagem. Foram entrevistadas, individualmente, 8 m es acompanhantes das crian as internadas. Os discursos foram submetidos à análise temática de conteúdo. Obteve-se duas categorias: identifica o da enfermeira/equipe de enfermagem pelas m es acompanhantes e percep o das m es acompanhantes acerca da equipe de enfermagem. Na primeira categoria constatou-se dificuldade na identifica o dos componentes da equipe de enfermagem. Na segunda, constatou-se que a atividade de enfermagem é percebida como subordinada à área médica. Eventualmente as m es têm dificuldade para distingüir o que é realizado pela enfermeira ou pelos outros componentes da equipe, mas todos os cuidados s o avaliados como muito bons. Além disso, a enfermeira é percebida como aquela que resolve qualquer problema. Enfermagem é percebida pelas m es acompanhantes como atividade mediada pela representa o de maternidade. Conclui-se que o cuidado realizado por esta equipe, apesar de ser visto como muito bom, ainda precisa ser apresentado às m es como profissional e aut nomo, a fim de se superar a vis o estereotipada de enfermagem.
Percep??o do idoso dos comportamentos afetivos expressos pela equipe de enfermagem
Prochet, Teresa Cristina;Silva, Maria Julia Paes da;
Escola Anna Nery , 2011, DOI: 10.1590/S1414-81452011000400018
Abstract: objective: to identify the perception of affective behavior, by the elderly hospitalized, from the care provided by the nursing team. material and methodology: quantitative study, cross-sectional and developed with 28 individuals. it was used a tool consisted of 21 types of verbal and nonverbal behavior. results: the positive results of the actions included verbal behaviors to talk (57.2%), guide (60.7%), respect (50%), provide security (44.6%) and demonstrate honesty (96.4%). the positive of non-verbal dimension joined aspects related to respect (63.4%), touching (46.4%), hearing / listening (23.2%) and the look as a positive expression (71.4%). conclusion: most elderly people perceived as positive the affectivity of care received by the nursing team regarding the verbal dimension, with an emphasis on the honesty. the non-verbal attitudes of being heard/listened and touched gently turned into a negative assessment. the affection in nursing actions is perceived by the elderly and these interfere on the assessment of quality of care.
Conhecimentos e práticas no uso do cateter periférico intermitente pela equipe de enfermagem  [PDF]
Ana Carolina Scarpel Moncaio,Rosely Moralez de Figueiredo
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2009,
Abstract: A terapia por infus o é indispensável na prática diária da enfermagem e os cateteres periféricos s o os maisutilizados. Trata-se de um estudo prospectivo, quantitativo, realizado, com o objetivo de identificar a freqüência,caracterizar o conhecimento e as práticas de utiliza o do cateter periférico intermitente (CPI) pela equipe deenfermagem. Os dados foram coletados por meio de questionário e por observa o sistematizada dos procedimentosde infus o e manuten o de CPI. Foram realizadas 41 visitas com 102 h de observa o e entrevistados 39profissionais de enfermagem. Com rela o ao índice de acertos nos questionários, 35 (89,7%) julgam necessário ouso de luvas durante o manuseio dos CPI e 38 (97,4%) referem à importancia da lavagem das m os. Osprocedimentos foram observados em 95 cateteres, sendo que 85 (89,4%) n o foram salinizados; 81(85,2%)encontravam-se pérvios; em 66 (69,4%) vezes os profissionais n o usaram luvas; em 71(74,8%) n o realizaramlavagem das m os e em 95 (100%) n o utilizaram álcool gel. Foi observado um descompasso entre o conhecimentoteórico e o observado na prática. Há a necessidade de se estabelecer práticas de educa o em servi o mais eficazes eintegradas, constituindo-se num importante instrumento de avalia o e controle da qualidade dos procedimentosrealizados.
Pesquisas de marketing pela internet: as percep es sob a ótica dos entrevistados.
Daniel Infante Ferreira Gon?alves
Revista de Administra??o Mackenzie , 2008,
Abstract: A importancia da internet como um meio de comunica o de massa já é realidade.Assim, se encararmos a realiza o de pesquisas de marketing como um processocomunicativo, notaremos o enorme potencial que a internet agrega aos pesquisadores.Partindo desse pressuposto, este estudo busca apontar as funcionalidadesda internet sob duas diferentes percep es: a partir de dados secundários, s oapresentadas as principais vantagens e desvantagens da utiliza o da rede sob aótica dos pesquisadores. Já em uma segunda etapa, a partir de dados primários,s o avaliadas as percep es dos entrevistados em rela o ao uso da internet empesquisas de marketing. Como resultado, três principais fatores s o identificados:a preferência subjetiva, o potencial interativo e a seguran a percebida no acesso àrede, os quais possibilitam agrupar os respondentes da pesquisa com percep essemelhantes em três grupos distintos: os “céticos e preocupados”, os “respondentesde plant o” e os “movidos pela tecnologia”.
A percep o da equipe de enfermagem sobre lideran a no servi o de urgência e emergência de um hospital geral de Belo Horizonte, MG  [cached]
Karla Rona Silva,Regina Coeli Can?ado P. Pires
Revista Tecer , 2011,
Abstract: No servi o de urgência e emergência a lideran a é importante para efetividade do trabalho do grupamento de enfermagem, podendo interferir diretamente nas articula es entre os membros da equipe, refletindo na assistência e recupera o do paciente. O Objetivo deste estudo foi avaliar a percep o da equipe de enfermagem sobre lideran a no servi o de urgência e emergência, a influência no desenvolvimento do trabalho e, conseqüentemente, as rela es interprofissionais. Além disso, pretendeu-se tra ar o perfil desses profissionais. Foi utilizada uma abordagem quantitativa e qualitativa, através de questionário, aplicado a 20 técnicos de enfermagem e 4 enfermeiros e entrevistas com 4 profissionais de cada uma dessas áreas, atuantes na equipe do servi o de atendimento de urgência e emergência de um hospital geral de grande porte, de Belo Horizonte. Observou-se que com rela o ao significado do trabalho em equipe 5 (21%) entenderam ser um agrupamento de diversos profissionais em determinado local desenvolvendo atividades no mesmo horário e para 19 (79%) o trabalho em equipe consiste na uni o de um grupo de pessoas em torno de um objetivo comum. Os 16 (67%) técnicos perceberam o enfermeiro como um líder democrático, contudo afirmaram que n o foram preparados para exercer lideran a durante sua forma o e que essa capacita o acontece com a vivência cotidiana. Concluiu-se que a lideran a é fundamental para o desenvolvimento da atividade de trabalho em equipe. Percebeu-se que esses profissionais possuem uma vis o crítica da capacidade de liderar e sabem identificar a qual tipo de lideran a est o submetidos e como interfere nas articula es do trabalho.
Implementa o do Alojamento Conjunto: dificuldades enfrentadas na percep o de uma equipe de enfermagem  [PDF]
Ana Carolina de Faria,Luciana Magalh?es,Sonia Regina Zerbetto
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2010,
Abstract: O alojamento conjunto (AC) consiste em um sistema de interna o hospitalar em que m e e recém-nascido sadio permanecem juntos por 24 horas. Estudo descritivo-analítico, de abordagem qualitativa, que objetivou identificar por meio da perspectiva da equipe de enfermagem, as dificuldades encontradas para implementa o do Alojamento Conjunto em uma maternidade do interior de S o Paulo, bem como analisar se o sistema respeita as normas básicas para o AC, preconizadas pelo Ministério da Saúde. Os dados foram coletados em 2008, por meio de entrevista semi-estruturada, observa o livre e submetidos à análise de conteúdo temática. Emergiram quatro categorias temáticas: AC – espa o de rela es e de cuidados; dificuldades da equipe de enfermagem ao cuidar das m es; condi es limitadoras de trabalho ao desenvolvimento das atividades de enfermagem e infraestrutura do AC - recursos materiais, físicos e humanos. Os resultados apontaram que as maiores dificuldades dos profissionais de enfermagem envolveram a execu o de suas atribui es devido às instala es físicas inadequadas, redu o de recursos humanos e materiais e ao processo educacional e técnico durante a orienta o às m es, principalmente quanto à amamenta o e cuidados com o coto umbilical. Concluiu-se que o AC necessita ser revisto, considerando as recomenda es advindas do Ministério da Saúde.
Capacidade funcional em idosos na comunidade e propostas de interven es pela equipe de saúde  [PDF]
Adélia Yaeko Kyosen Nakatani,Luciana Barbosa da Silva,Maria Márcia Bachion,Daniella Pires Nunes
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2009,
Abstract: Este estudo objetivou avaliar as Atividades de Vida Diária (AVD) e Atividades Instrumentais de Vida Diária(AIVD) de idosos cadastrados numa equipe da Estratégia de Saúde da Família de Goiania (GO) e propor a espertinentes para casos de dependência parcial ou total. Trata-se de uma pesquisa transversal e descritiva,realizada com 105 idosos em uma equipe da Estratégia de Saúde da Família. Aplicaram-se questionário eescalas de avalia o. Mediante análise de freqüência simples e percentual dos dados. Identificou-se que amaioria dos idosos era do sexo feminino, com 60 a 69 anos, casada, católica, com moradia própria, renda deaté um salário mínimo, n o-alfabetizada, apresentando uma a três patologias relatadas; 59,1% dos idososapresentaram independência para AVD e 58,1% comprometimento de AIVD. A es pertinentes referem-se àestimula o de exercícios para ganho de for a, alfabetiza o e motiva o para a busca de autonomia. Concluiseque, a maioria dos idosos consegue cuidar de si no domicílio, mas n o consegue viver de formaindependente com rela o às AIVD.
Percep o da equipe de enfermagem no acompanhamento do processo de trabalho no Programa Saúde da Família Percepción del equipo de enfermería sobre el acompa amiento en el proceso de trabajo en el programa Salud de la Familia Nursing team perception in the accompanying of the work process in the Family Health program  [cached]
Leticia Silveira Cardoso,Marta Regina Cezar-Vaz,Valdecir Zavarese da Costa,Jorgana Fernanda de Souza Soares
Investigación y Educación en Enfermería , 2011,
Abstract: Objetivo. Descrever as percep es da equipe de enfermagem com respeito à importancia, a es e propósitos do acompanhamento realizado no processo de trabalho no programa de Saúde da Família (SF). Metodologia. Estudo descritivo qualitativo no participaram 185 pessoas da equipe de enfermagem que laboram em 12 municípios que possuem unidades de SF inscritos à Terceira Coordena o Regional de Saúde de Rio Grande do Sul, Brasil. Fizeram-se entrevistas semi-estruturadas que foram gravadas, cuja informa o foi posteriormente analisada com o software NVivo 7.0. Resultados. Destacam-se as a es de investiga o das necessidades em saúde. A assistência, a administra o e os procedimentos curativos têm um fluxo normativo trabalhista. A finalidade do acompanhamento é a cria o de um vínculo entre enfermeiros e agentes comunitários de saúde, o qual facilita o alcance das metas da estratégia de saúde familiar e que também permite a organiza o do trabalho nas unidades. Conclus o. O acompanhamento ao pessoal de enfermagem que trabalham em SF é um processo contínuo que deve ser apoiado pela comunidade. Objetivo. Describir las percepciones del equipo de enfermería con respecto a la importancia, acciones y propósitos del acompa amiento realizado en el proceso de trabajo en Salud de la Familia (SF). Metodología. Estudio descriptivo cualitativo en el que participaron 185 personas del equipo de enfermería que laboran en 12 municipios que poseen unidades de SF adscritos a la Tercera Coordinación Regional de Salud de Rio Grande do Sul, Brasil. Se hicieron entrevistas semiestructuradas que fueron grabadas, cuya información fue posteriormente analizada con el software NVivo 7.0. Resultados. Se destacan las acciones de investigación de las necesidades en salud. La asistencia, la administración y los procedimientos curativos tienen un flujo normativo laboral. La finalidad del acompa amiento es la creación de un vínculo entre enfermeros y agentes comunitarios de salud, el cual facilita el alcance de las metas de la Estrategia de SF y, también, facilita la organización del trabajo en las unidades. Conclusión. El acompa amiento al personal de enfermería que trabaja en SF es un proceso continuo que debe ser apoyado por la comunidad. Objective. To describe the nursing team perceptions regarding the importance, actions and purposes of accompanying the work process in the Family Health program (FH). Methodology. Descriptive study, where 185 people from nursing teams that work in 12 cities that have FH units subscribed to the Third Regional Health Coordination of Rio Grande do sul, Brazil,
Aten o ao pré-natal na percep o das usuárias do Sistema único de Saúde: um estudo comparativo  [cached]
Ribeiro José Mendes,Costa Nílson do Rosário,Pinto Luiz Felipe da Silva,Silva Pedro Luiz Barros
Cadernos de Saúde Pública , 2004,
Abstract: Estudo comparativo transversal com usuárias do pré-natal de servi os do SUS em unidades básicas de saúde e módulos de saúde da família (MSF), para determinar diferen as na percep o sobre a qualidade desses servi os, segundo as disposi es normativas do Ministério da Saúde para esse programa. Uma amostra de 203 gestantes usuárias da rede básica pública, distribuída por 22 municípios nas cinco regi es do país foi estuda por meio de entrevistas em salas de espera dos servi os. Além de analisar as opini es das gestantes, busca observar as possíveis vantagens das inova es em aten o familiar em termos de ades o e acesso das usuárias. A aprova o das usuárias ao atendimento recebido em ambos os modelos sugere solidez nas a es de aten o básica. A baixa cobertura de consultas odontológicas (18,9%), preventivos ginecológicos (39,6%) e testes de HIV (52,6%) revelam obstáculos da política. Em termos comparativos, os MSF foram melhor avaliados significativamente quanto à qualidade da última consulta (p = 0,0432), acesso a maternidades (p = 0,0106), vacina o atualizada (p = 0,0023), distribui o de medicamentos (p = 0,0053), determina o de glicemia (p = 0,0309), consulta de enfermagem (p = 0,0469) e visitas domiciliares (p < 0,0001).
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