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Influência de seis porta-enxertos sobre a produ??o de clones superiores de seringueira
Cardinal, átila Bento Beleti;Gon?alves, Paulo de Souza;Martins, Ant?nio Lúcio Mello;
Bragantia , 2007, DOI: 10.1590/S0006-87052007000200011
Abstract: in the rubber tree cultivation [hevea brasiliensis (willd. ex adr. de juss.) muell.-arg.], the most used propagation method is budding. the expected uniformity by using vegetative propagation is however not verified in fields commercial, because high variation for vigour and yield traits are induced by the rootstocks used. based on this issue and on the economical importance of the rubber tree in s?o paulo state, this study had as main objective the indication of the best combination of clones and rootstocks for planting in the state, aiming at high vigour and productivity. analysed data were five years of dry rubber yield from an experiment in split-plot design with four replications, conducted at pindorama (sp). treatments comprised 36 different combinations, subjected to analysis of variance and mean comparions of six rootsocks and six scions. it was observed strong effects of rootstock over the anylised variables, as well as differential behaviour among the tested combinations. it was concluded that, pb 235, gt 1 and ian 873 induced the largest yields, and should be recommended to the conditions of planalto paulista; the use of unselected seedlings (sns) as rootstocks is not recommended as it showed very low yields when compared to selected rootstock seedlings.
Resistência de clones e híbridos de porta-enxertos de citros à gomose de tronco causada por Phytophthora parasitica  [cached]
Medina Filho Herculano P.,Bordignon Rita,Siqueira Walter J.,Feichtenberger Eduardo
Fitopatologia Brasileira , 2003,
Abstract: Sete grupos de híbridos entre porta-enxertos elite de citros (Citrus sp.) e seus genitores foram estudados quanto a rea o à infec o de tronco por Phytophthora parasitica, em plantas adultas no campo. Inocularam-se artificialmente, em duas posi es do tronco, 132 plantas nucelares dos genitores e 486 híbridos entre lim o (Citrus limonia) Cravo 'Limeira' (C), Poncirus trifoliata 'Davis A' (T), tangerina (C.sunki) 'Sunki' (S) e laranja Azeda (C. aurantium) 'S o Paulo' (A). A classifica o do grau de resistência à gomose de tronco em plantas adultas no campo foi possível somente quando baseada na média do tamanho de les es de mais de 30 plantas nucelares, devido às grandes varia es observadas em plantas individuais do mesmo clone, impossibilitando a sele o precoce de híbridos baseada em valores de plantas individuais. O trifoliata e a laranja Azeda mostraram-se bastante resistentes, desenvolvendo, em geral, les es de tamanho reduzido. A tangerina Sunki e o lim o Cravo desenvolveram les es maiores, embora a tangerina Sunki tenha mostrado uma tendência em desenvolver les es maiores que às do lim o Cravo. Híbridos de trifoliata apresentaram, no geral, les es intermediárias. Os híbridos de Azeda apresentaram les es de tamanhos bastante variáveis, porém a maioria, com les es grandes. Da mesma forma comportaram-se os híbridos recíprocos entre Sunki e Cravo.
Características da laranjeira 'Valência' sobre clones e híbridos de porta-enxertos tolerantes à tristeza  [cached]
Bordignon Rita,Medina Filho Herculano Penna,Siqueira Walter José,Pio Rose Mary
Bragantia , 2003,
Abstract: Estudou-se a variabilidade e o potencial de sele o de 396 híbridos entre os porta-enxertos lim o Cravo 'Limeira' (Citrus limonia) (C), tangerina Sunki (C. sunki) (S), laranja Azeda 'S o Paulo' (C. aurantium) (A) e Trifoliata 'Davis A' (Poncirus trifoliata) (T) tolerantes à tristeza, comparativamente aos genitores Cravo, Sunki e Trifoliata. Foram investigados os híbridos T x A, T x S, S x T, C x S, S x C, C x A e S x A quanto à produ o das três primeiras colheitas, produtividade e várias características vegetativas e industriais da laranjeira 'Valência' neles enxertada. Cravo, Trifoliata e os híbridos T x S, S x T, T x A e C x A iniciaram a produ o precocemente comparado à Sunki, S x C, C x S e S x A, denotando a dominancia da produ o precoce do Trifoliata, mesmo nos híbridos com Sunki, e a tendência dos híbridos de Sunki em induzir produ o tardia, exceto na combina o com o Trifoliata. A produtividade por área de proje o da copa do Trifoliata foi baixa, ao contrário do Cravo, Sunki e híbridos T x S e S x T. Observou-se boa associa o entre os diametros dos enxertos e também dos porta-enxertos logo após o plantio no campo e nos quatro anos subseqüentes. Altura, diametro da copa, dos troncos do enxerto e porta-enxertos s o altamente relacionados e úteis para compor um índice caracterizando o vigor. Trifoliata e Sunki foram os mais divergentes quanto ao vigor e os híbridos entre eles, os que apresentaram maior variabilidade para essa característica. Em 2000, vigor e produ o correlacionaram-se com o diametro do enxerto em 1996, mostrando ser acertada a prática corrente de se escolherem as mudas mais vigorosas para o plantio comercial, indicando sua utilidade na pré-sele o de mudas de híbridos para o plantio de campos de sele o. A incompatibilidade parcial enxerto/porta-enxerto, observada em 'Valência'/Trifoliata, manifestou-se em seus híbridos, mas n o se correlacionou com os atributos produ o precoce e elevadosoBrix e ratio desse genitor, tratando-se de determinantes genéticos independentes. Trifoliata induziu altos valores de ratio do suco e, todos os seus grupos de híbridos foram superiores à Sunki e ao Cravo. Quanto à produ o, verificou-se a superioridade do Cravo em rela o à Sunki e esta em rela o ao Trifoliata, enquanto nos híbridos constatou-se ampla variabilidade genética, sendo 228 significativamente mais produtivos que o Trifoliata, 100 superiores à Sunki e 47 ao Cravo. Os resultados evidenciaram alto potencial de sele o desses híbridos.
Tolerancia de híbridos e de clones de porta-enxertos de citros à infec o de raízes por Phytophthora nicotianae  [cached]
Medina Filho Herculano P.,Bordignon Rita,Siqueira Walter J.,Feichtenberger Eduardo
Fitopatologia Brasileira , 2004,
Abstract: Estudaram-se clones de porta-enxertos de citros (Citrus spp.), híbridos e genitores quanto à tolerancia das raízes a Phytophthora nicotianae através de inocula es em substrato de argila expandida. Investigaram-se progênies nucelares dos clones Poncirus trifoliata 'Rich 16-6', citrumelo 'Swingle' (C. paradisi x P. trifoliolata ), tangerinas 'Cleópatra' (Citrus reshni) e 'Suen Kat' (C. sunki), lim o'Volkameriano' (C. volkameriana), dos genitores tangerina 'Sunki' (C. sunki) (S), lim o 'Cravo' (C. limonia) (C), laranja 'Azeda' (C. aurantium) ((A), Poncirus trifoliata 'Davis A' (T), e progênies nucelares de híbridos entre eles, totalizando 2303 plantulas. Avaliou-se a taxa de sobrevivência, redu o de raízes e partes aéreas, peso de raízes e de partes aéreas, diametro do caule e altura, comparando-se plantulas inoculadas e n o inoculadas. Atribuíram-se também notas subjetivas para volume de raízes, enfolhamento, colora o das folhas e altura. Desenvolveu-se um índice total de redu o (ITR) baseado na taxa de sobrevivência e nos parametros mencionados. Mostraram-se altamente tolerantes os trifoliatas 'Davis A' e 'Rich 16-6', o citrumelo 'Swingle', três híbridos TxS, dois SxT e dois SxA, com ITR < 20%. Laranja 'Azeda', tangerina 'Suen Kat', lim es 'Cravo' e 'Volkameriano', oito híbridos TxS, quatro SxT, dois TxA e um SxA mostraram-se tolerantes, com ITR entre 20 e 40%. Três híbridos SxA mostraram-se moderadamente tolerantes, com ITR entre 40 e 60%. Tangerinas 'Sunki' e 'Cleópatra', dois híbridos SxA, um TxA e dois SxC mostraram-se intolerantes, com ITR entre 60 e 80%. Cinco híbridos SxC mostraram-se altamente intolerantes, com ITR > 80%. A metodologia de inocula o e avalia o discriminou com precis o progênies nucelares dos clones e dos híbridos, evidenciando o potencial de sele o principalmente dos híbridos SxT e recíprocos.
Crescimento de porta-enxertos de citros em tubetes influenciados por doses de N  [cached]
DECARLOS NETO ANT?NIO,SIQUEIRA DALMO LOPES DE,PEREIRA PAULO ROBERTO GOMES,ALVAREZ V. VICTOR HUGO
Revista Brasileira de Fruticultura , 2002,
Abstract: Este trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos de doses de N (0; 400; 800; 1.600; 3.200 e 4.800 mg/dm3 de N no substrato) sobre o crescimento de porta-enxertos de citros cultivados em tubetes. Os porta-enxertos limoeiros-'Cravo' e 'Volkameriano' mostraram maior crescimento, sendo que as tangerineiras-'Cleópatra' e 'Sunki' apresentaram crescimento intermediário, e o híbrido 'Tangelo-Orlando' exibiu crescimento inferior. A adi o de doses crescentes de N, utilizando-se do fertilizante uréia em cobertura, promoveu acréscimos nos teores de N-total na matéria seca da parte aérea destes porta-enxertos e aumento no crescimento dos porta-enxertos. Aos 120 dias após a semeadura, o limoeiro-'Cravo' apresentou altura máxima de 13,3 cm quando adubado com 1.240 mg/dm3 de N no substrato, sendo que o limoeiro-'Volkameriano' apresentou altura máxima de 12,3 cm adubado com 1.417 mg/dm3 de N no substrato. A tangerineira-'Cleópatra' apresentou altura máxima estimada de 12,0 cm quando adubada com 1.170 mg/dm3 de N no substrato, sendo que a tangerineira-'Sunki' apresentou altura de 10,1 cm adubada com 1.145 mg/dm3 de N no substrato, aos 120 dias após a semeadura. O híbrido 'Tangelo-Orlando' exibiu altura máxima de 9,1cm quando foi aplicada a dose de 1.117 mg/dm3 de N no substrato, aos 120 dias após a semeadura.
ESTABELECIMENTO IN VITRO DE PORTA-ENXERTOS DE VIDEIRA ATRAVéS DE áPICES MERISTEMáTICOS E SEGMENTOS NODAIS  [cached]
BIASI L.A.,PASSOS I.R. DA S.,POMMER C.V.
Scientia Agricola , 1998,
Abstract: Visando aumentar a eficiência de estabelecimento in vitro dos porta-enxertos de videira `Jales' e `Campinas', foram conduzidos alguns experimentos com ápices meristemáticos e segmentos nodais, retirados de brota es de estacas lenhosas. Foram testadas diversas concentra es de 6-benzilaminopurina (BAP) em meio de cultura MS com a metade da concentra o de sais. O efeito desta citocinina foi marcante sobre o crescimento dos explantes. O aumento da concentra o de BAP estimulou o crescimento e expans o foliar dos ápices meristemáticos e das gemas axilares até a concentra o de 10μM. O uso de 20μM de BAP reduziu o crescimento dos segmentos nodais. Conclui-se que o estabelecimento dos porta-enxertos pode ser realizado em meio MS, com a metade da concentra o de sais, suplementado com 10μM de BAP.
Propaga o in vitro e avalia o de parametros morfofisiológicos de porta-enxertos de videira
Borghezan Marcelo,Moraes Liziane Kadine Antunes de,Moreira Flávia Maia,Silva Aparecido Lima da
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2003,
Abstract: A micropropaga o de genótipos selecionados pode contribuir para atender a demanda de plantas matrizes e mudas de qualidade genética e sanitária comprovadas de videira (Vitis spp.) no Estado de Santa Catarina. O objetivo deste trabalho foi estabelecer e multiplicar in vitro porta-enxertos de videira e avaliar parametros morfofisiológicos fundamentais à micropropaga o e aclimatiza o. Os porta-enxertos VR043-43, VR039-16, Paulsen 1103, R110, SO4 e Kober 5BB foram estabelecidos e multiplicados in vitro pelo método de gemas axilares em meio de cultura DSD1. Quarenta e dois por cento dos explantes foram estabelecidos in vitro. Houve variabilidade de crescimento, área foliar e matéria seca entre os genótipos. O porta-enxerto Paulsen 1103 foi numericamente superior aos demais no desenvolvimento in vitro em comprimento de caule (6,2 cm), produ o de biomassa (34,8 mg) e área foliar (18,1 cm2) in vitro. O teor de clorofila total variou entre os porta-enxertos e o ambiente de cultura, com 0,7 e 2,8 mg/g de matéria fresca do R110 (in vitro) e VR043-43 (ex vitro), respectivamente. A maior (216,4/mm2) e a menor (119,2/mm2) densidade estomática foram apresentadas pelo VR039-16 in vitro e pelo SO4 ex vitro, respectivamente. A taxa de sobrevivência de plantas na aclimatiza o foi em média 90,3±1,1% por genótipo. Os porta-enxertos de videira avaliados apresentaram características morfofisiológicas apropriadas para a propaga o in vitro e a transferência ex vitro.
Inocula o micorrízica e aclimatiza o de dois porta-enxertos de macieira micropropagados
Locatelli Lucir Maria,Lovato Paulo Emílio
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2002,
Abstract: A micropropaga o e a inocula o de fungos micorrízicos arbusculares (FMA) podem melhorar a qualidade de mudas produzidas comercialmente. Essas técnicas permitem a produ o de plantas homogêneas e de alta qualidade em curtos períodos de tempo, mas isso exige o conhecimento da intera o entre fungos e plantas, substratos e técnicas de aclimatiza o e inocula o. Foi realizado um estudo em condi es controladas a fim de desenvolver procedimentos para aclimatizar e inocular FMA nos porta-enxertos de macieira (Malus spp.) Marubakaido, vigoroso e com forte sistema radicular, e M.9, nanizante e com sistema radicular pouco desenvolvido. Plantas oriundas de micropropaga o foram imersas em ácido indolebutírico (5miM) e transferidas para substrato à base de solo, a fim de serem enraizadas ex vitro. Antes ou após o enraizamento, inoculou-se uma mistura de isolados de Scutellospora pellucida, Glomus etunicatum e Glomus sp. A fase de enraizamento durou 21 dias, e após 51 e 81 dias avaliaram-se coloniza o micorrízica, altura, peso da matéria fresca e seca da parte aérea e rela o entre raiz e parte aérea das plantas. A coloniza o micorrízica variou entre 50% e 70% para ambos porta-enxertos, tendo efeito positivo sobre o crescimento do porta-enxerto Marubakaido, enquanto o porta-enxerto M.9 teve seu desenvolvimento inibido pela presen a dos FMA.
Enraizamento de estacas lenhosas de porta-enxertos de pereira sob nebuliza o intermitente
MURATA IVES MASSANORI,BARBOSA WILSON,NEVES CARMEN SILVIA VIEIRA JANEIRO,FRANCO JOAQUIM ANTONIO MARTINS
Revista Brasileira de Fruticultura , 2002,
Abstract: Pesquisou-se o enraizamento de estacas lenhosas dos porta-enxertos de pereira: Taiwan Nashi-C (Pyrus calleryana Decaisne), D'água (P. communis L) e Manshu Mamenashi (P. betulaefolia Bunge), na ausência de reguladores de crescimento. As estacas lenhosas, medindo 20 cm de comprimento e contendo de 3 a 4 gemas, foram submetidas aos tratamentos com e sem incis o na parte basal e mantidas por 60 dias em ambiente de nebuliza o intermitente. As estacas de 'Taiwan Nashi-C' e 'D'água' apresentaram 53,8 e 51,8 % de enraizamento, respectivamente, nos tratamentos com e sem incis o. Em estacas de 'Manshu Mamenashi', verificaram-se excesso de brota es foliares e índice de enraizamento quase nulo. O método de incis o na base das estacas influenciou significativamente no enraizamento do porta-enxerto 'D'água'.
Peroxidases e fenóis totais em tecidos de porta-enxertos de Prunus sp. nos períodos de crescimento vegetativo e de dormência  [cached]
Rodrigues Alexandre Couto,Diniz ?ngela Campos,Fachinello José Carlos,Silva Jo?o Baptista da
Ciência Rural , 2002,
Abstract: A atividade de peroxidases e a concentra o de fenóis apresentam uma grande importancia na uni o entre o enxerto e o porta-enxerto, podendo, desta forma, influenciar as respostas de estresse da incompatibilidade no processo de enxertia. O presente trabalho objetivou quantificar a atividade das peroxidases e dos fenóis totais em cultivares de Prunus sp. Amostras de casca e de lenho foram processadas e quantificadas por espectrofotometria, a partir dos porta-enxertos de pessegueiros GF 677, Okinawa, Capdeboscq e Aldrighi e de ameixeiras Mirabolano e Marianna comum, cultivados nos viveiros do Departamento de Fitotecnia da FAEM/UFPel. Concluiu-se que a atividade das peroxidases e dos fenóis totais varia entre porta-enxertos, período de crescimento e tipo de tecido; a maior atividade das peroxidases e dos fenóis totais ocorre nos porta-enxertos Mirabolano e Marianna; a atividade das peroxidases e dos fenóis totais é maior na casca do que no lenho; no período de dormência, ocorre maior atividade das peroxidases e menor quantidade de fenóis totais, sendo o inverso no período vegetativo.
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