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Determina o das fra es protéicas e de carboidratos e taxas de degrada o in vitro da cana-de-a úcar, da cama de frango e do farelo de algod o  [cached]
Pereira Elzania Sales,Queiroz Augusto César de,Paulino Mario Fonseca,Cecon Paulo Roberto
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: O objetivo do presente estudo foi determinar o fracionamento e a cinética de degrada o dos compostos nitrogenados e dos carboidratos da cana-de-a úcar, da cama de frango e do farelo de algod o. Para determina o das fra es nitrogenadas, foram analisados os compostos nitrogenados n o-protéicos, nitrogênio solúvel e insolúvel em tamp o borato-fosfato e nitrogênio protéico insolúvel em detergente neutro e em detergente ácido. As taxas de degrada o das fra es protéicas foram obtidas in vitro, a partir da incuba o dos alimentos com proteases isoladas do meio ruminal. Para obten o do fracionamento dos carboidratos, de acordo com o sistema Cornell, foram calculados os carboidratos totais, as suas fra es C, B2 e os componentes solúveis em detergente neutro. Foram determinadas as fra es potencialmente degradável (B2) e indegradável (C) da fibra em detergente neutro, corrigida para cinzas e proteína, e as taxas de latência dinamica, de degrada o e de crescimento específico dos microrganismos, a partir da fra o B2, além dos coeficientes de degradabilidade e do efeito de reple o ruminal da FDN dos alimentos. Valores de 71,01; 45,80; e 71,66% da fra o B2 dos compostos nitrogenados foram encontrados para cana-de-a úcar, cama de frango e farelo de algod o, respectivamente. A cama de frango destacou-se pela maior fra o B3 e C (23,57 e 10,11%). As taxas de degrada o da fra o B3 foram 0,03; 0,031; e 0,09 h-1 para cana-de-a úcar, cama de frango e farelo de algod o, respectivamente. A fra o C dos carboidratos foi 22,74; 28,00; e 32,64% para os três alimentos, respectivamente. A cana-de-a úcar apresentou elevada fra o de componentes solúveis (35,99%), porém mostrou baixa digest o da fra o potencialmente degradável (3,41% h-1), a qual apresentou significativo efeito de reple o (6,6 h-1). Com estas técnicas, foi possível detectar que alimentos como cana-de-a úcar e cama de frango apresentam baixo valor nutricional para atendimento das exigências dos microrganismos do rúmen e hospedeiro.
CLARIFICA O CONVENCIONAL DE “LEO DE SEMENTES DE ALGOD O (Gossipium hirsutum)  [cached]
HELENA MARIA BOLINI CARDELLO,ANA BEATRIZ MARTINS PEREIRA BORGHI,MARTA MARIA D. CARVALHO VILA,LIRENY A. G. GON??ALVES
Alimentos e Nutri??o , 2009,
Abstract: RESUMO: Durante o processo de refino de 3leos comest -veis, a clarifica § £o geralmente considerada como etapa de import ¢ncia cr -tica na determina § £o da qualidade e estabilidade do produto final. O 3leo de semente de algod £o (Gossipium hirsutum) o mais antigo 3leo vegetal produzido industrialmente no Brasil, teve seu consumo reduzido com o aumento da produ § £o de soja, mas ocupa ainda hoje lugar de import ¢ncia econ ′mica. A clarifica § £o remove tecofer 3is, produtos de oxida § £o, sab μes, metais, cidos graxos livres, impurezas, fosfat -deos, al m dos pigmentos. O presente estudo teve como objetivo comparar duas marcas de argila comercial, Tonsil Optimum FF (importada) e Argitex O. V. 270 (nacional), em termos de efici ancia na clarifica § £o de 3leo de sementes de algod £o. Foram realizadas determina § μes de cor, cidos graxos livres, f 3sforo total, sab μes e clorofila nas amostras clarificadas atrav s das argilas mencionadas. As duas argilas utilizadas foram igualmente eficientes na redu § £o de cidos graxos livres, sab μes, clorofila e cor, indicando que a argila brasileira pode ser comparada importada. PALAVRAS a€“ CHAVE: Argila ativada; clarifica § £o; 3leo de algod £o; semente de algod £o.
DETERMINA O DO NúMERO E DO NGULO DE CONVOLU O DA FIBRA DE ALGOD O E SUA RELA O COM PROPRIEDADES TECNOLóGICAS DA FIBRA E DO FIO  [cached]
ERISMANN NORMA DE MAGALH?ES,GONDIM-TOMAZ ROSE MARRY ARAúJO,SABINO NELSON PAULIERI,KONDO JúLIO ISAO
Bragantia , 1998,
Abstract: A linhagem de algodoeiro IAC 20-233 e as variedades comerciais IAC 21 e IAC 22 foram caracterizadas morfologicamente pelo número e pelo angulo de convolu o de suas fibras, utilizando-se microscopia óptica. A variedade IAC 21 apresentou fibras com menor número e angulo de convolu o que a IAC 20-233 e a IAC 22, enquanto estas foram semelhantes entre si. Os três genótipos apresentaram fibras de maturidade similar. O índice Micronaire (medida do complexo finura + maturidade) da variedade IAC 21 foi maior que o dos demais, correspondendo, portanto, a fibras mais grossas. Isso pode ter contribuído para diminuir o número e o angulo de convolu o e, como conseqüência, deprimido a elonga o da fibra e do fio de algod o produzido.
Efeito do tratamento de sementes de algod o com fungicidas no controle do tombamento de plantulas causado por Rhizoctonia solani  [cached]
GOULART AUGUSTO C. P.
Fitopatologia Brasileira , 2002,
Abstract: Este trabalho foi desenvolvido na Embrapa Agropecuária Oeste, em Dourados, MS, e teve por objetivo avaliar a eficiência de alguns fungicidas, aplicados no tratamento de sementes de algod o (Gossypium hirsutum), no controle do tombamento de plantulas causado por Rhizoctonia solani. Foi realizado teste em casa de vegeta o, utilizando a cultivar DeltaOpal. Sementes tratadas e n o tratadas com fungicidas foram semeadas em areia contida em bandejas plásticas, dispostas em orifícios individuais, eqüidistantes e a 3 cm de profundidade. A inocula o com R. solani foi feita pela distribui o homogênea do inóculo do fungo na superfície do substrato. O fungo foi cultivado por 35 dias em sementes de aveia autoclavadas e trituradas em moinho (1 mm). Foram utilizados 9 g de inóculo por bandeja de areia. Foi observado efeito do tratamento fungicida na emergência inicial e final de plantulas, com destaque para triadimenol + pencycuron + tolylfluanid e triadimenol + tolylfluanid, seguidos de carboxin + thiram, triadimenol e carboxin + thiram + carbendazim. Os tratamentos mais eficientes no controle do tombamento de pós-emergência do algodoeiro foi obtido com a mistura triadimenol + pencycuron + tolylfluanid, seguida de triadimenol, triadimenol + tolylfluanid e carboxin+thiram. Nenhum dos fungicidas testados foi fitotóxico ao algod o.
Rendimiento y calidad de fibra del algodón cultivado en surcos ultra-estrechos  [cached]
Omar O. Estrada Torres,Arturo Palomo Gil,Armando Espinoza Banda,Sergio A. Rodru00EDguez Herrera
Revista fitotecnia mexicana , 2008,
Abstract: La siembra de algodón (Gossypium hirsutum L.) en surcos más estrechos (surcos ultra-estrechos) que los convencionales (surcos de 75 cm o más de separación), es una alternativa para aumentar los rendimientos unitarios y reducir costos de producción. En este estudio, realizado en 2005 y 2006, se evaluó el comportamiento de dos variedades convencionales de algodón ( CIAN Precoz , de hoja peque a y Fiber Max 832 , de hoja tipo okra) y una transgénica ( NuCotn 35B ) sembradas en surcos ultra-estrechos (separados a 50 y 35 cm) en la Comarca Lagunera, México como testigo se incluyó la distancia de 75 cm entre surcos. En todos los casos la densidad fue 100 000 plantas ha-1. Se midieron: el rendimiento de algodón hueso y pluma, componentes del rendimiento (peso de capullo, porcentaje de fibra e índice de semilla) y calidad de fibra (longitud, finura, índice de madurez y resistencia de la fibra). Hubo efecto de a o en el rendimiento, peso de capullo, índice de semilla y longitud de fibra, y los mejores valores fueron en 2005. No hubo interacción de a o con distanciamiento de surco, a o con variedades, ni interacción distancia de surcos x variedades. En ambos a os la mejor producción se obtuvo en los surcos de 35 cm, que superó en 10 y 26 % a los surcos separados a 50 y 75 cm, respectivamente. La distancia de los surcos no afectó la calidad de la fibra. No hubo diferencias en el rendimiento de las variedades. Fiber Max 832 presentó la mejor calidad con longitud de 29.7 mm, resistencia de 288.1 kN m kg-1 y finura de 4.13 micronaire. Los resultados indican que el productor se puede beneficiar con la siembra de algodón en surcos ultra-estrechos.
Determina o do valor energético de alimentos para ruminantes pelo sistema de equa es
Rocha Júnior Vicente Ribeiro,Valadares Filho Sebasti?o de Campos,Borges álan Maia,Magalh?es Karla Alves
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Neste trabalho objetivou-se avaliar o sistema de equa es na determina o dos valores de NDT de seis alimentos volumosos (silagem de milho, cana-de-a úcar com 1% de uréia, feno de capim-coastcross 1, feno de capim-coastcross 2, silagem pré-secada de capim-tifton e capim-elefante) e de 12 alimentos concentrados (fubá de milho, gr o de sorgo moído, gérmen de milho, farelo de trigo, farelo de arroz integral, farelo de baba u, farelo de soja, farelo de algod o, caro o de algod o, glúten de milho, farelo de glúten de milho e casca de soja), utilizando-se ovinos como animais experimentais. Volumosos e concentrados foram combinados em dois níveis, com quatro repeti es para cada nível, a partir de um delineamento experimental inteiramente casualizado. Os mesmos animais foram utilizados nos dois níveis do ingrediente concentrado, em dois períodos consecutivos. As dietas referentes aos dois níveis do alimento concentrado foram isonitrogenadas. A silagem de milho, a cana-de-a úcar com 1% de uréia, o feno de capim-coastcross 1, o feno de capim-coastcross 2, a silagem pré-secada de capim-tifton e o capim-elefante apresentaram os seguintes valores de NDT, respectivamente: 59,56; 60,57; 48,59; 50,24; 60,49; e 49,59%. Já para os concentrados, constataram-se os seguintes valores de NDT: fubá de milho (93,75%), gr o de sorgo moído (82,82%), gérmen de milho (85,30%), farelo de trigo (74,28%), farelo de arroz integral (80,65%), farelo de baba u (49,38%), farelo de soja (83,24%), farelo de algod o (67,75%), caro o de algod o (88,07%), glúten de milho (85,34%), farelo de glúten de milho (75,61%) e casca de soja (68,95%). O sistema de equa es foi eficiente na determina o do valor energético dos alimentos devido à alta correla o obtida entre esses valores e as digestibilidades da matéria seca e matéria organica do conjunto de alimentos avaliados.
Crescimento inicial e absor o de nutrientes pelo algodoeiro cultivado sobre a palhada de Brachiaria ruziziensis Initial Growth and nutrient absorption of cotton cultivated on congo grass residues  [cached]
F.R. Echer,G.S.A. Castro,J.C. Bogiani,C.A. Rosolem
Planta Daninha , 2012, DOI: 10.1590/s0100-83582012000400012
Abstract: As gramíneas forrageiras possuem alta capacidade para produzir palha no sistema de semeadura direta em integra o lavoura-pecuária. No entanto, essas plantas podem reduzir o crescimento das culturas, em fun o de efeitos alelopáticos ou pela competi o por nutrientes. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de resíduos culturais de Brachiaria ruziziensis no crescimento inicial e no acúmulo de nutrientes na parte aérea do algodoeiro, quando foram deixados sobre o solo ou no solo. O experimento foi conduzido em casa de vegeta o, sendo o algod o cultivado com os tratamentos: raízes e parte aérea da braquiária cultivada previamente e deixadas no vaso; parte aérea da braquiária colocada sobre o solo; raízes da braquiária ficaram no solo, mas a parte aérea foi retirada; uma testemunha (sem braquiária). As raízes de braquiária remanescentes no solo causaram diminui o na produ o de matéria seca da parte aérea e no crescimento inicial das raízes do algodoeiro. O teor e o acúmulo de N na parte aérea da planta foram menores na presen a de raízes de braquiária, porém o teor de P na parte aérea do algodoeiro foi maior, e tanto o teor como o acúmulo de K na parte aérea do algod o foram maiores quando este foi cultivado sobre resíduos da parte aérea da braquiária. Grasses have a high ability to produce straw under no-tillage system. However, these plants can reduce the growth of crops, caused by allelopathic effects or competition for nutrients. An experiment was conducted to study the early growth and nutrition of cotton as affected by residues of Congo grass (Brachiaria ruziziensis) cropped before in the same pots. Cotton was grown in glass-windowed pots with a combination of congo grass roots, with shoot residues being left or not. Cotton growth and N accumulation were decreased in the presence of congo grass roots in the soil, probably due to N immobilization. However, these plants accumulated more P. When residues of congo grass shoots were left on the soil surface, cotton K uptake was increased.
Microfia o e fia o industrial de algod o  [cached]
SABINO NELSON PAULIERI,KONDO JULIO ISAO
Bragantia , 2000,
Abstract: Foram estimados coeficientes de correla o e equa es de regress o linear para previs o da tenacidade e alongamento de fios de algod o de título 27 tex, em nível industrial (Y), com base nos resultados dessas mesmas propriedades obtidas de fios produzidos por microfia o (X), do Centro de Algod o e Fibrosas Diversas do Instituto Agron mico (IAC). Os coeficientes de correla o (r) entre os dois processos foram 0,958** e 0,973** para tenacidade e alongamento respectivamente.
Altera § μes oxidativas em 3leos de algod £o, girassol e palma utilizados em frituras de mandioca palito congelada  [cached]
M. S. CORSINI,N. JORGE
Alimentos e Nutri??o , 2008,
Abstract: O presente trabalho teve como objetivo avaliar as altera § μes oxidativas produzidas nos 3leos de algod £o, girassol e palma, durante o processo de fritura descont -nua de mandioca palito congelada. As frituras foram conduzidas em uma fritadeira el trica dom stica, onde o 3leo foi aquecido, temperatura de 180 °C, por 25 horas, com reposi § £o de 3leo fresco. Os resultados obtidos das determina § μes anal -ticas foram submetidos s an lises de vari ¢ncia, em esquema fatorial, no delineamento inteiramente casualizado, de modo a determinar a influ ancia dos fatores 3leos e tempos de fritura sobre as altera § μes nos 3leos e no produto. Os resultados mostraram que as menores altera § μes ocorreram para o 3leo de palma, mais saturado. Para os 3leos de algod £o e girassol, mais insaturados, verificou-se que ao longo dos tempos de frituras ocorreu um aumento da forma § £o dos compostos de degrada § £o e diminuiu a estabilidade oxidativa. Apesar das diferen §as na composi § £o em cidos graxos, os 3leos estudados n £o apresentaram, em nenhuma an lise, valores acima dos limites recomendados, independentemente do tempo de aquecimento. PALAVRAS-CHAVE: “leos vegetais; altera § μes oxidativas; estabilidade oxidativa; frituras.
Impacto da Aplica o de Glifosato na Microbiota do Solo Cultivado com Soja Geneticamente Modificada  [cached]
Camila Muller Dallmann,Lea Scheneider,Giani Mariza B?rwald Bohm,Claudio Rafael Kuhn
Revista Thema , 2010,
Abstract: O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de soja geneticamentemodificada (GMRR), contudo efeitos como inerentes à transforma ogenética, o uso do glifosato no controle de plantas daninhas eseu impacto sobre a planta e a microbiota do solo, nas condi es edafoclimáticasdo Brasil, ainda n o foram devidadamente elucidados e n oconstituem consenso. O trabalho avaliou o impacto do glifosato na microbiotado solo cultivado com soja BRS 243 RR e BRS Cambona no CentroAgropecuário da Palma da Universidade Federal de Pelotas na safra2008/2009. O comportamento da microbiota do solo foi avaliado medianteavalia o de parametros como determina es de contagem bacterianae de fungos, carbono organico total, o carbono da biomassa microbiana,a respira o basal e o quociente metabólico. Os tratamentos comglifosato e soja GMRR n o apresentaram efeitos sobre os teores de COT(carbono organico total) e biomassa microbiana (CBM), porém os tratamentoscom maiores níveis de herbicida apresentaram maior quocientemetabólico, pelo aumento nos níveis de CO2 e a redu o da biomassa. Ascontagens de microrganismos revelaram impacto negativo do glifosatosobre a popula o de fungos, com redu o da popula o microbiana.
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