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EFEITO DA COBERTURA VEGETAL DO SOLO SOBRE A ABUND NCIA E DIVERSIDADE DE INIMIGOS NATURAIS DE PRAGAS EM VINHEDOS
FADINI MARCOS ANT?NIO MATIELLO,REGINA MURILLO DE ALBUQUERQUE,FRáGUAS JOSé CARLOS,LOUZADA JULIO NEIL CASSA
Revista Brasileira de Fruticultura , 2001,
Abstract: O controle de pragas da videira no Brasil restringe-se basicamente ao uso de inseticidas, devido à inexistência de trabalhos que visem a complementar o manejo de pragas através de controle biológico. Neste trabalho, objetivou-se verificar o efeito de diferentes coberturas vegetais nas entrelinhas de plantio de videira sobre a abundancia e diversidade de potenciais inimigos naturais de pragas da videira no município de Caldas, regi o Sul do Estado de Minas Gerais. Foram testadas sete diferentes coberturas de solo (aveia-preta, aveia-preta e ervilhaca, ervilhaca, cobertura morta, uso de herbicida, capina mecanica e mato ro ado). A cobertura vegetal do solo influenciou tanto a diversidade quanto a abundancia de inimigos naturais, sendo o consórcio de aveia-preta e ervilhaca, cultivadas simultaneamente, o tratamento que proporcionou maior diversidade e abundancia de inimigos naturais. Assim, a cobertura vegetal do solo pode, potencialmente, ser um componente importante em programas de manejo integrado de pragas na cultura da videira.
Fatores antinutricionais: inibidores de proteases e lectinas  [cached]
SILVA Mara Reis,SILVA Maria Aparecida Azevedo Pereira da
Revista de Nutri??o , 2000,
Abstract: Os fatores antinutricionais presentes em alimentos podem provocar efeitos fisiológicos adversos ou diminuir a biodisponibilidade de nutrientes. A maior quest o sobre os riscos à saúde provocados por antinutrientes é o desconhecimento dos níveis de tolerancia, do grau de varia o do risco individual e da influência de fatores ambientais sobre a capacidade de detoxifica o do organismo humano. Dentre os fatores antinutricionais os inibidores de proteases e as lectinas s o considerados instáveis ao tratamento térmico. A hipertrofia pancreática causada pelos inibidores de tripsina tem sido relatada em alguns estudos com animais. As altera es da fun o fisiológica em animais causadas por a o de lectinas no intestino parecem estar relacionadas à especificidade destas substancias com as células da mucosa intestinal. Os possíveis efeitos adversos dos inibidores de proteases e das lectinas na maioria das vezes s o inferidos somente de experimentos com animais de laboratório.
Espécies vegetais hospedeiras de begomovírus isolados de tomateiro em Goiás e no Distrito Federal  [cached]
Santos Carmem D. G.,D'ávila Antonio C.,Inoue-Nagata Alice K.,Resende Renato O.
Fitopatologia Brasileira , 2004,
Abstract: A determina o da gama de hospedeiros de begomovírus isolados de tomateiro (Lycopersicon esculentum) é de elevada importancia nos estudos conduzidos com esses patógenos, uma vez que contribui para o entendimento da larga dissemina o dos vírus em condi es de campo e oferece subsídios para o estudo da variabilidade genética de espécies e estirpes identificadas em diversas regi es do país. Visando a determina o e a compara o da gama de hospedeiros de dois isolados de begomovírus de tomateiro obtidos de lavouras da regi o de Anápolis-GO (GO-ANPL) e do Distrito Federal (DF-BR2) inocularam-se 31 espécies vegetais pertencentes a oito famílias botanicas, sob duas modalidades de inocula o: mecanica e com a mosca branca, Bemisia tabaci biótipo B. Constatou-se que o GO-ANPL e o DF-BR2 infetaram exclusivamente plantas da família Solanaceae como Datura stramonium, Nicandra physalodes e Nicotiana benthamiana. Para o GO-ANPL, o número de espécies vegetais infetadas com o emprego do inseto vetor foi superior ao obtido pela inocula o mecanica, diferindo dos resultados obtidos para o DF-BR2 em que as plantas hospedeiras foram igualmente infetadas em ambos os métodos de inocula o. A compara o entre as hospedeiras dos dois isolados e destes com as de outros begomovírus de tomateiro da regi o Nordeste revelaram que há varia o tanto nas espécies hospedeiras como na sintomatologia exibida pelas plantas infetadas. Os testes foram todos confirmados com hibridiza o com sondas moleculares, em "dot blot".
Avalia o biológica de linhagem de soja com baixa atividade de inibidores de tripsina  [cached]
Miura Edna Mayumi Yuahasi,Binotti Marco Aurélio R.,Camargo Daliane Souza de,Mizubuti Ivone Yurika
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: Cultivar de soja BR 36 com atividades de inibidores de tripsina convencional e linhagem de soja BRM 95-5262 geneticamente modificadas para conter baixas atividades de inibidores de tripsina foram utilizados em ensaios biológicos com aves contendo 40 e 20% e 30 e 20% de atividades residuais relativa de inibidores de tripsina, respectivamente. Os valores médios de PER, NPR e CA indicaram que os tratamentos de soja crua foram inferiores aos tratamentos de soja processados termicamente. Entretanto, tratamentos de soja processados termicamente com inativa o de 20% de atividades residuais relativa de inibidores de tripsina n o apresentaram diferen as significativas entre si e em rela o ao padr o farelo de soja. Porém, quando as atividades de inibidores de tripsina final foram de 8,61 e 8,44 UIT/mg de amostra ou 20 e 30% de atividades residuais relativa dos respectivos cultivar BR 36 e linhagem BRM 95-5262, observou-se que os valores médios de PER, NPR e CA n o foram significativos. Concluiu-se que os valores de PER, NPR e CA obtidos com a proteína de soja foram dependentes das atividades iniciais de inibidores de tripsina e do seu respectivo tratamento térmico e que há vantagem na utiliza o da soja BRM 95-5262 com baixas atividades de inibidores de tripsina.
Revis o sobre alguns grupos de inseticidas utilizados no manejo integrado de pragas florestais / A review of some insecticide groups used in forest pest integrated management  [cached]
álvaro Boson de Castro Faria
Ambiência , 2009,
Abstract: ResumoMuito embora os princípios, critérios e indicadores da certifica o florestal exijam das empresas a valoriza o do controle biológico e a diminui o do uso de pesticidas, atualmente podemos nos valer de estratégias químicas que permitem minimizar os impactos sobre organismos n o alvo, em que, respeitadas as devidas autoriza es e disposi es legais, s o utilizadas como estratégias dos programas de controle e manejo integrados. Este trabalho tem como objetivo apresentar uma revis o bibliográfica a qual se estabeleceu um grau de evolu o entre os inseticidas no controle de pragas florestais. O desenvolvimento classifica os grupos químicos de defensivos em quatro gera es: na primeira, os produtos inorganicos; na segunda, os organoclorados, os organofosforados, os carbamatos e os piretróides; na terceira gera o, os reguladores de crescimento e os fagos-inibidores; e na quarta, a biotecnologia e os produtos neonicotinóides, seu modo de a o e seus métodos de aplica o. As técnicas precisam ter como meta o aumento das produtividades ao ponto em que, simultaneamente, preservem o meio ambiente no seu sentido mais amplo, inclusive, considerando o ser humano como parte deste sistema.AbstractThe principles, criteria and forest certification indicators demand from companies more use of biological control and instead of esticides use. However, nowadays it’s common to see the use chemical strategies that allow minimizing impacts on non-target organisms. Respecting the due authorizations and legal dispositions, these strategies is used in the integrated pest management (IPM) programs. This paper presents a revision of literature, establishing a degree of evolution amongst the insecticides used in forest pest control. The chemical groups are classified in four generations: in the first, the non-organics; in the second, the organochlorides, organophosphate, carbamates and piretroids; in the third, the insect growth regulators and limonoids; in the fourth, the biotechnology and neonicotinoids, presenting their way of action and application methods. All techniques need to have the productivity increase as goal, while concurrently preserving the environment in a wide sense - considering the human being as part of the system.
Uso de inibidores da aromatase no tratamento do cancer de mama e osteoporose  [PDF]
Cassol, Lina Barbosa,Garicochea, Bernardo
Scientia Medica , 2005,
Abstract: Objetivos: Nos últimos anos, os inibidores da aromatase têm emergido como uma alternativa ao tamoxifen no tratamento hormonal de pacientes pósmenopáusicas com cancer de mama, expressando receptores hormonais. Apesar de os inibidores da aromatase possuírem, em geral, um perfil de efeitos colaterais favorável, existem preocupa es sobre seu impacto em longo prazo sobre a massa óssea e o desenvolvimento de osteoporose. Essa revis o descreve a rela o dos estrógenos com o metabolismo ósseo, o mecanismo de a o e dados clínicos sobre os principais inibidores da aromatase, o impacto dessas drogas no desenvolvimento de osteoporose e as estratégias diagnósticas, preventivas e terapêuticas de osteoporose que devem ser aplicadas em pacientes com cancer de mama recebendo inibidores da aromatase. Fonte dos dados: A presente revis o baseou-se em artigos publicados nos últimos cinco anos, selecionados a partir de uma busca no Medline e de referências da bibliografia selecionada. Síntese dos dados: O tratamento com inibidores da aromatase associa-se a aumento na incidência de osteoporose e fraturas. Conclus o: Estratégias diagnósticas, preventivas e, eventualmente, terapêuticas de osteoporose devem ser empregadas precocemente em pacientes com cancer de mama tratadas com inibidores da aromatase.
Tecnologia de manejo integrado de pragas em citros no convênio CEMIP/UNESP – Coopercitrus
Wilson Carlos Pazini,Luís Alberto Fabiano,Agostinho Mário Bóggio,Antonio Carlos Busoli
Revista Ciência em Extens?o , 2010,
Abstract: Introdu o: Uma forma de atingir a comunidade paulista de citricultores carentes de informa es, com a tecnologia gerada na UNESP, é através de convênios e/ou parcerias com a iniciativa privada. Assim, pode-se levar técnicas que priorizam a m o de obra qualificada, para isso treinando-a, n o só com conceitos teóricos, mas na prática cotidiana em seu próprio ambiente de trabalho. Para tanto, o Centro de Manejo Integrado de Pragas –CEMIP/UNESP e a COOPERCITRUS –Cooperativa dos Cafeicultores Citricultores de S o Paulo- estabeleceram um convênio com a finalidade de levar aos pequenos citricultores técnicas de manejo integrado de pragas (MIP), que visam diminuir o impacto ambiental causado pelo uso de agrotóxicos. Objetivos: Implanta o e desenvolvimento de MIP-citros a fim de treinar os citricultores a melhorar a rela o custo/benefício, quando comparado com o controle convencional regional de pragas. Material e Métodos: O trabalho foi realizado nos anos agrícolas 1995/96, 1996/97 e 1997/98, nos municípios de Barretos, Bebedouro, Catanduva, Itápolis, Limeira, Mat o, Monte Alto, Monte Azul Paulista, Olímpia, Pirassununga, S o José do Rio Preto, Taquaritinga e Viradouro...
Fatores promotores e inibidores ao uso de sistemas de informa o em órg os públicos
Ademir Macedo Nascimento,Maria Concei??o Melo Silva Luft
Revista Brasileira de Administra??o Científica , 2012, DOI: 10.6008/ess2179-684x.2012.002.0005
Abstract: Este estudo teve como objetivo verificar os fatores promotores e inibidores ao uso de sistemas de informa o em duas secretarias estaduais do governo de Sergipe. Para este fim, foram inicialmente sumarizados os fatores promotores e inibidores ao uso de um sistema de informa o e posteriormente, foi descrito o papel dos sistemas de informa o na administra o pública. Para tanto, a princípio foram realizadas entrevistas com funcionários da divis o de tecnologia de informa o de cada secretaria a fim de entender como os sistemas de informa o vêm sendo tratados, além de entrevistas com os gestores das áreas usuárias das respectivas secretarias com o intuito de verificar os fatores promotores e inibidores mais relatados. A partir dos relatos dos entrevistados das duas secretarias percebe-se que a tecnologia da informa o é vista como um setor estratégico pelo governo do Estado de Sergipe como um todo, embora em uma das secretarias estudadas, os investimentos nesta área tenham ocorrido mais tardiamente. Com rela o aos fatores promotores relatados nas duas secretarias, percebe-se que os sistemas de informa o tornaram o processo de tomada de decis o mais rápido e seguro, sendo este o maior fator promotor. Por outro lado, dentre os fatores inibidores, destacou-se nestas secretarias a falta de pessoal técnico suficiente para atender às demandas, sejam elas de desenvolvimento ou de suporte.
Extra o da lignina e emprego da mesma em curvas de calibra o para a mensura o da lignina em produtos vegetais  [cached]
Fukushima Romualdo Shigueo,Garippo Geraldo,Habitante Ana M?nica Quinta Barbosa,Lacerda Roseli Sengling
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: O objetivo deste experimento foi a extra o da lignina e seu uso nas curvas de calibra o para determinar a concentra o de lignina em produtos vegetais. Dentre os métodos analíticos utilizados para a mensura o da lignina, pode-se mencionar o método "lignina solúvel em brometo de acetila - LSBA", no qual a lignina é solubilizada em uma solu o de brometo de acetila a 25% em ácido acético glacial e, depois, lida no comprimento de onda a 280 nm. Entretanto, todo método espectrofotométrico requer o emprego de um padr o de referência confiável; neste experimento utilizou-se como padr o de referência a lignina da planta forrageira extraída com o emprego do próprio brometo de acetila. Quantificou-se a lignina presente em quatro amostras de forrageiras, em dois estádios de maturidade e, ainda, em duas amostras de madeiras, comparando-se os dados com outros dois métodos de determina o da lignina (lignina em detergente ácido - LDA e lignina permanganato de potássio - LPer). Os três métodos n o foram concordantes entre si, sendo que, para praticamente todas as amostras, o método da LSBA mostrou valores mais elevados que os outros dois métodos. Para cada amostra analisada, foram confeccionados uma curva-padr o e um espectrograma na faixa de comprimento de luz de 240 a 320 nm. A análise dessas curvas e dos espectrogramas indicou diferen as qualitativas entre as amostras, em fun o n o apenas da espécie botanica, mas também do estádio de maturidade da planta.
Ensacamento de frutos do tomateiro visando ao controle de pragas e à redu o de defensivos  [cached]
Jord?o Alexandre Luis,Nakano Octávio
Scientia Agricola , 2002,
Abstract: O ensacamento de frutos durante o seu desenvolvimento na planta, além do objetivo de controlar pragas pode reduzir resíduos de defensivos e manejar aspectos qualitativos. Com o objetivo de controle das pragas Neoleucinodes elegantalis, Helicoverpa zea e Tuta absoluta e redu o de resíduos de inseticidas, pencas de tomates, foram ensacadas com papel-manteiga. Além do efeito do ensacamento, foram testados dois repelentes de insetos. Foram realizados cinco tratamentos. A eficiência do ensacamento e dos repelentes foi verificada por meio do número médio de lagartas encontradas por tratamento. A quantidade de resíduo de metamidofós encontrada nos frutos ensacados e nos frutos expostos diretamente à pulveriza o foi comparada ao limite máximo permitido. Verificou-se, também, a qualidade dos frutos produzidos pelo método do ensacamento através de análises físico-químicas dos tomates. Os custos do método do ensacamento foram comparados aos do método químico. O ensacamento, associado ou n o aos repelentes, reduz o ataque das lagartas N. elegantalis e H. zea aos frutos. Para o controle de T. absoluta é necessária a integra o com controle químico nas épocas de maior infesta o. Os frutos n o ensacados possuíam quantidade de metamidofós seis vezes superiores ao máximo tolerado e os frutos ensacados quantidade três vezes inferiores a este limite. O ensacamento das pencas de tomates n o modificou os parametros físico-químicos dos frutos produzidos. O método do ensacamento requer maior investimento econ mico, porém esse investimento atinge um mercado diferencial, com pre os mais elevados.
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