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Análise da no o de variabilidade comportamental  [cached]
Hunziker Maria Helena Leite,Moreno Rafael
Psicologia: Teoria e Pesquisa , 2000,
Abstract: O presente trabalho faz uma análise do conceito de variabilidade comportamental com o objetivo de padronizar as diferentes defini es e usos do termo. Propomos: 1) uma defini o que recorra ao ponto comum dentre os diversos conceitos de variabilidade existentes na literatura, e 2) a descri o e sistematiza o dos aspectos específicos de cada uso do termo, utilizando os seguintes critérios: conteúdo e estrutura de cada conceito, níveis de análise empírico/teórico, molar/molecular, e tipos de medida e códigos com que s o especificados. Essa análise é uma tentativa inicial para a constru o de uma taxonomia da variabilidade comportamental.
Variabilidade espacial da taxa de infiltra o em Argissolo Vermelho  [cached]
Cichota R.,Jong van Lier Q. de,Leguizamón Rojas C. A.
Revista Brasileira de Ciência do Solo , 2003,
Abstract: A variabilidade espacial do solo, decorrente de sua forma o e manejo agrícola, tem atraído o interesse de cientistas do solo há muito tempo. Quando as varia es aumentam com a distancia entre amostras, uma parcela explicável pela dependência espacial está embutida na varia o geral do atributo. Nesse caso, a análise da variabilidade espacial tem importancia no sentido de subsidiar o planejamento de um experimento, bem como na avalia o dos efeitos dos tratamentos, visando reduzir a varia o experimental atribuída ao erro aleatório. A taxa de infiltra o, que, normalmente, apresenta alta variabilidade espacial, tem importancia agron mica pelo seu papel na forma o de enxurrada e na determina o de taxas viáveis de irriga o. Este trabalho teve por objetivos estimar o grau de dependência espacial, o seu alcance e sua influência na variabilidade geral da taxa de infiltra o, bem como determinar o número necessário de amostras para obter determinada precis o em um experimento realizado num Argissolo Vermelho textura média sob plantio direto. A taxa de infiltra o foi medida pelo método dos anéis concêntricos, fazendo observa es numa transe o de 40 pontos eqüidistantes de 1 m. O conjunto de resultados foi submetido à análise estatística descritiva, exploratória e geoestatística. A taxa de infiltra o apresentou-se altamente variável, especialmente para os tempos iniciais. Verificou-se a existência de dependência espacial com alcance na ordem de 3,5 m. A estimativa do número de observa es necessárias para um desvio definido aumentou quando se utilizaram apenas dados espacialmente independentes.
Interferência da variabilidade da popula o de plantas de milho sobre a precis o experimental  [cached]
Cargnelutti Filho Alberto,Storck Lindolfo,Lopes Sidinei José,Lúcio Alessandro Dal'Col
Ciência Rural , 2006,
Abstract: Com objetivo de verificar a interferência da variabilidade entre repeti es do número de dias da semeadura até 50% do florescimento masculino, da estatura de plantas na colheita e da popula o final de plantas no erro experimental da produtividade de gr os, foram usados os dados de 15 ensaios de competi o de cultivares de milho, realizados no Estado do Rio Grande do Sul. Em cada ensaio, foi realizada a análise de variancia e estimadas as correla es lineares residuais entre as variáveis. Foi ent o realizada a análise de trilha, usando a produtividade de gr os como variável principal. Nos 15 ensaios, foi realizada análise de variancia da produtividade de gr os ajustada em fun o da popula o, por meio dos métodos de covariancia da popula o média, covariancia da popula o ideal e corre o estratificada. Para reduzir o erro experimental da produtividade de gr os de milho, a escolha de cultivares e o manejo deve representar maior homogeneidade do número de plantas entre as repeti es, independente do ciclo e da estatura de plantas.
Reestrutura o produtiva e variabilidade do trabalho: uma abordagem da ergonomia  [cached]
Abrah?o Júlia Issy
Psicologia: Teoria e Pesquisa , 2000,
Abstract: Este artigo é um estudo teórico que discute a pertinência de incorporar no escopo de um projeto de automa o/informatiza o dos postos de trabalho o conceito de variabilidade. Neste sentido, ressalta a contribui o da ergonomia ao processo de introdu o de novas tecnologias que, além de modificar a natureza do trabalho, a produtividade afeta, muitas vezes a saúde do trabalhador. A variabilidade do trabalho, decorrente da diferen a entre a prescri o e a realidade, pode ser compreendida considerando: (a) as características do trabalhador, ressaltando a no o de variabilidade inter e intra individual, e (b) a organiza o do trabalho, onde destaca-se a variabilidade dos equipamentos/materiais e dos procedimentos. Ao considerar as variabilidades na concep o de um projeto ou na situa o de inova o tecnológica, propicia-se uma melhoria das condi es de trabalho, flexibilizando e reduzindo a polariza o imposta pelo trabalho prescrito, cuja referência é, geralmente, um operário médio, bem treinado, que trabalha em um posto estável.
Variabilidade espacial da condutividade hidráulica e da infiltra o da água no solo = Spatial variability of hydraulic conductivity and water infiltration in the soil
Clementina Scherpinski,Miguel Angel Uribe-Opazo,Marcio Antonio Vilas Boas,Silvio César Sampaio
Acta Scientiarum : Agronomy , 2010,
Abstract: Quando as áreas cultivadas s o utilizadas com intensa produ o agrícola, o solo apresenta altera es espaciais e temporais em seus atributos físico-hídricos de modo que a viabilidade econ mica da produ o agrícola depende desses atributos, requerendo, consequentemente, estudos detalhados sobre a variabilidade espacial do solo. Desse modo, o objetivo do trabalho foi avaliar a variabilidade espacial da condutividade hidráulica saturada e dainfiltra o da água no solo, em uma área de 20 ha, caracterizada pela intensa produ o de gr os, foi usado uma grade de 50 x 50 m, utilizando o permeametro de Guelph. Nas análises da variabilidade espacial, utilizaram-se os métodos geoestatísticos. Concluiu-se que os atributos físico-hídricos estudados apresentaram estruturas de dependência espacial e tiveram comportamento diretamente proporcional, mas n o mostraram correla o espacial entre si nadensidade de 50 m estudada. When cultivated areas are used with intense agricultural production, the soil presents spatial and temporal alterations in its hydrophysical attributes so that the economical viability of the agricultural production depends on those attributes, requiringdetailed studies consequently about the spatial variability of the soil. Thus, the objective of this work was to evaluate the spatial variability of the saturated hydraulic conductivity and water infiltration in the soil, in an area of 20 ha, characterized by intensive grain production, was used a grid of 50 x 50 m grating, using the Guelph Permeameter. In the spatial variability analyses, geostatistics methods were used. It was concluded that the hydrophysical attributes studied presented structures of spatial dependence and behaved proportionally, but did not show spatial correlation in the 50 m density of studied.
Variabilidade da produ o de frutos de piment o em estufa plástica  [cached]
Lorentz Leandro Homrich,Dal?Col Lúcio Alessandro,Boligon Alexandra Augusti,Lopes Sidinei José
Ciência Rural , 2005,
Abstract: As estufas plásticas s o consideradas como um ambiente homogêneo. No entanto, essa afirmativa n o é comprovada, pois existem varia es de produ o entre plantas, causada por diversos fatores externos. S o escassas as informa es relacionadas a técnicas experimentais de planejamento de experimento nestes ambientes. Dessa forma, foram instalados experimentos no Departamento de Fitotecnia/UFSM com a cultura do piment o em estufa plástica nas esta es sazonais de cultivo ver o/outono e inverno/primavera com o objetivo de determinar a variabilidade da produ o, em torno da média, para cada colheita e no total produzido, em diferentes tamanhos de parcela dispostos no sentido da linha. Pelo teste de homogeneidade de variancias, em cada colheita e para produ o total e através da dispers o da produ o média, verificou-se que existe alta heterogeneidade na distribui o da produ o entre as parcelas experimentais de piment o em estufa plástica e que parcelas de 14 plantas na linha de cultivo amenizaram as varia es de solo existentes. O delineamento de blocos ao acaso no sentido das linhas se mostrou adequado para estes ambientes.
CARACTERIZA O DA VARIABILIDADE GENéTICA EM COUVE-MANTEIGA UTILIZANDO ISOENZIMAS E RAPD  [cached]
SAWAZAKI HAIKO ENOK,NAGAI IROSHI,SODEK LADASLAV
Bragantia , 1997,
Abstract: Estudou-se a variabilidade genética em couve (Brassica oleracea L. var. acephala D.C.) tipo manteiga por intermédio do polimorfismo enzimático em gel de poliacrilamida e do polimorfismo de DNA, denominado RAPD (Random Amplified Polymorphic DNA), com base na amplifica o de segmentos de DNA ao acaso. Avaliaram-se quinze clones de couve-manteiga do Banco Ativo de Germoplasma do Instituto Agron mico (IAC), utilizando-se extratos de folhas para análise de isoenzimas e marcador RAPD com os "primers" dos kits A e B da Operon Technologies. Entre as isoenzimas estudadas, as mais polimórficas foram as fosfoglucomutase (PGM), peroxidase (PRX) e esterase (EST), tendo o sistema PGM realizado a melhor caracteriza o. Verificou-se a ocorrência de variabilidade genética por meio de isoenzimas e RAPD, porém n o foi observada a similaridade entre os dendrogramas obtidos por ambos os tipos de marcadores, sugerindo que as isoenzimas forneceram menos informa o sobre o genoma. A maior eficácia do RAPD foi devida à possibilidade de processar maior número de análises, evidenciando mais detalhes sobre o genoma.
Diversidade, variabilidade e freqüência em fonologia: o caso da epêntese vocálica
ParlatoOliveira, Erika
Letras de Hoje , 2007,
Abstract: O objetivo deste trabalho é investigar a variabilidade das características lingüísticas a partir de um estudo interlingüístico de observa o do fen meno de epêntese perceptual. Realizamos duas experiências, uma de identifica o de vogais e outra de descrimina o, a partir de logatomas, com falantes monolíngües de Língua Portuguesa Brasileira )PB), de Língua Portuguesa Européia (PE) e de Língua Japonesa (JP) Participaram da pesquisa quinze falantes de PB, 18 de PE e 28 de JP. Os estímulos utilizados consistiam em logatomas que continham contínuos de ′i′ e de ′u′. Os falantes de PB e de JP apresentaram epêntese perceptual (com a vogal ′i′e ′u′, respectivamente), enquanto que os locutores de PE n o apresentaram este fen meno. O fato dos falantes de PB apresentarem epêntese como os falantes de JP sugere que este efeito n o provém de propriedades do sistema de escritura. O fato dos falantes de PE n o apresentarem epêntese revela que o fator determinante é o ritmo da língua. Os resultados das duas experiências confirmem a no o de que a epêntese perceptual é um fen meno proveniente das primeiras regularidades perceptuais adquiridas e n o um efeito tardio da análise das propriedades ortográficas, lexicais ou gramaticais da língua. Outros aspectos dos nossos resultados s o congruentes com a interpreta o da epêntese como um efeito precoce, fonético, em oposi o a um efeito tardio, gramatical, considerando a escolha particular, influenciada pela coarticula o, da vogal epentética em cada uma das duas línguas.
VARIABILIDADE ESPACIAL DA RESISTêNCIA MEC NICA à PENETRA O EM ARGISSOLO AMARELO NO SEMIáRIDO NORDESTINO
CORTEZ, Jorge Wilson,FERREIRA, Bernardo José Marques,OLSZEVSKI, Nelci,LOPES, Hélio Leandro
Nucleus , 2010,
Abstract: Due to the constant movement of farm machinery in areas of perennial crops, among them the fruit,the soil gets load wheels of the tractor that increase resistance to penetration, or compression. The aim of this studywas to evaluate the spatial variability resistance to penetration of yellow argisol in property with the mango crop inthe semiarid northeast. The study was conducted in Nilo Coelho irrigation project, around the Campus AgriculturalSciences, Federal University of S o Francisco Valley – UNIVASF, Petrolina - PE. To collect data we used apenetrometer impact that sampling was performed as a space, forming a regularly spaced grid of 50 x 50 m, in whichpoints were taken in the projection of the skirt to a depth of 40 cm and its georeferenced using GPS. Data weresubjected to geostatistical analysis to construct semivariograms and spatial graphics for each layer. The resultsshowed compaction depth of 20 cm below the values being close to or higher than 6.0 MPa.Devido à constante movimenta o de máquinas agrícolas nas áreas de culturas perenes, dentre elas afruticultura, o solo recebe carga dos rodados do trator que aumentam à resistência do solo a penetra o, ou seja, acompacta o. O objetivo do trabalho foi avaliar a variabilidade espacial da resistência mecanica à penetra o emArgissolo Amarelo sob cultivo de manga. O trabalho foi realizado no projeto irrigado Nilo Coelho, próximo aoCampus Ciências Agrárias da Universidade Federal do Vale do S o Francisco - UNIVASF em Petrolina - PE. Paracoleta de dados utilizou-se um penetr metro de impacto em que a amostragem foi realizada de forma espacial, comespa amentos regulares formando malha de 50 x 50 m, em que foram tomados pontos na proje o da copa da culturaaté a profundidade de 40 cm e seus dados georreferenciados por meio de GPS. Os dados foram submetidos a análisegeoestatística para constru o dos semivariogramas e dos gráficos de espacializa o para cada camada. Osresultados indicam presen a de compacta o abaixo da camada de 20 cm sendo os valores próximo ou superiores a6,0 MPa.
RAPDs na caracteriza o genético-molecular e no estudo da variabilidade genética de cultivares de ameixeira  [cached]
Bianchi Valmor Jo?o,Fachinello José Carlos,Schuch Márcia Wulff
Revista Brasileira de Fruticultura , 2003,
Abstract: Marcadores moleculares têm sido amplamente utilizados nas mais variadas espécies frutíferas para análise de "fingerprinting", para o processo de certifica o de material vegetal e como ferramenta auxiliar em programas de melhoramento genético, para acessar a variabilidade genética entre genótipos. Dado a importancia da cultura da ameixeira para a regi o Sul do Brasil, o presente trabalho teve por finalidade contribuir para a caracteriza o genético-molecular de 17 cultivares. As cultivares foram analisadas com 12 marcadores RAPD, que produziram 187 polimorfismos. O marcador OP A20 foi o mais polimórfico, produzindo 26 perfis diferentes. A análise de agrupamento, realizada com o método UPGMA, produziu um dendrograma que permitiu uma clara separa o das cultivares em três grupos, correspondentes às suas respectivas espécies, Prunus salicina, Prunus domestica e Prunus cerasifera. O alto grau de polimorfismo detectado pelos marcadores RAPD confirma o potencial da técnica na análise de "fingerprinting" e sua utilidade na estimativa da variabilidade genética entre cultivares de ameixeira.
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