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A linguagem audiovisual da lousa digital interativa no contexto educacional/Audiovisual language of the digital interactive whiteboard in the educational environment  [cached]
Rosária Helena Ruiz Nakashima,Sérgio Ferreira do Amaral
ETD : Educa??o Temática Digital , 2006,
Abstract: Neste artigo ser o apresentadas informa es sobre a lousa digital como um instrumento que proporciona a inser o da linguagem audiovisual no contexto escolar. Para o funcionamento da lousa digital interativa é necessário que esteja conectada a um computador e este a um projetor multimídia, sendo que, através da tecnologia Digital Vision Touch (DViT), a superfície desse quadro torna-se sensível ao toque. Dessa forma, utilizando-se o dedo, professores e alunos executar o fun es que aumentam a interatividade com as atividades propostas na lousa. Ser o apresentadas duas possibilidades de atividades pedagógicas, destacando as áreas do conhecimento de Ciências e Língua Portuguesa, que poder o ser aplicadas na educa o infantil, com alunos de cinco a seis anos. Essa tecnologia reflete a evolu o de um tipo de linguagem que n o é mais baseada somente na oralidade e na escrita, mas também é audiovisual e dinamica, pois permite que o sujeito além de receptor, seja produtor de informa es. Portanto, a escola deve aproveitar esses recursos tecnológicos que facilitam o trabalho com a linguagem audiovisual em sala de aula, permitindo a elabora o de aulas mais significativas e inovadoras. In this paper we present some information about the digital interactive whiteboard and its use as a tool to introduce the audiovisual language in the educational environment. The digital interactive whiteboard is connected to both a computer and a multimedia projector and it uses the Digital Vision Touch (DViT), which means that the screen is touch-sensitive. By touching with their fingers, both teachers and pupils have access to functionalities that increase the interactivity with the activities worked during the class. We present two pedagogical activities to be used in Science and Portuguese classes, for five- and six-years old pupils. This new technology is the result of the evolution of a new type of communication, which is not grounded solely in the oral and written languages, but is also audiovisual and dynamic, since it allows the student to become not merely a receptor but also a producer of knowledge. Therefore, our schools should be encouraged to use these new technological devices in order to facilitate their job and to promote more interesting and revolutionary classes.
A leitura de textos em língua estrangeira "entre" a ideologia, a estrutura da linguagem e o desejo: uma abordagem discursiva  [cached]
Edmundo Narracci Gasparini
Revista Brasileira de Linguística Aplicada , 2003,
Abstract: Buscando explicitar o que seria uma abordagem "discursiva" do ato de ler textos em língua estrangeira, este artigo indica que a interpreta o de textos numa língua outra se dá "entre" a estrutura lingüística do texto (que se apresenta como opacidade aos olhos daquele que lê), as determina es sócio-históricas do discurso e a singularidade do leitor. Ao longo de nossa argumenta o, tecemos também considera es críticas sobre o que chamamos de "abordagens interativas sobre leitura". With the objective of discussing what a "discoursive" approach to foreign language reading would be like, this paper indicates that the interpretation of texts written in a foreign language takes place "among" the linguistic structure of the text (which is essentially opaque to the foreign language reader), the socio-historical determination of discourse and the uniqueness of the reader. We also critically discussed what could be called the "interactive approaches to foreign language reading".
Análise de categorias de perten a (ACP) em estudos de linguagem e gênero: a (des)constru o discursiva do homogêneo masculino  [cached]
Mariléia Sell,Ana Cristina Ostermann
Alfa : Revista de Linguística , 2009,
Abstract: Estudos sobre as rela es entre linguagem, gênero e, agora, sexualidade, a partir de uma perspectiva etnometodológica, trouxeram mudan as profundas na maneira como s o compreendidas essas rela es. Gênero, n o mais visto como natural e pré-discursivo, passa a ser entendido como uma constru o social, negociada, atualizada, reifi cada e/ou refutada a cada intera o. Essa transforma o epistemológica das concep es de gênero e sexualidade em sua liga o com a linguagem requer instrumentos analíticos adequados. Para entender como as identidades de gênero s o negociadas na esfera da fala-em-intera o, apresentamos a relevancia da Análise de Categorias de Perten a, quando aliada à Análise da Conversa (SACKS, 1992), por meio da análise de intera es entre uma psicóloga e candidatos à vasectomia em um posto do SUS. Trata-se de consultas em que pacientes buscam o seu aval de sanidade mental para conseguirem o direito à vasectomia pelo Programa Nacional de Planejamento Familiar. Pela a o de “categorizar” observada nessas intera es, é possível perceber a ordem social generifi cada, ou seja, as concep es normativas de gênero que operam em contextos macro-sociais e que s o trazidas para a micro-esfera interacional. Categorizar é, assim, uma a o explícita ou implícita de exercitar a agentividade (BUTLER, 1990) no mundo, expondo a tens o entre as vivências de cada um e as expectativas convencionais de performances de gênero.
Lexicografia discursiva  [cached]
Eni Pulcinelli Orlandi
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: Pela reflex o que toma o dicionário como discurso, trabalhamos a chamada "lexicografia discursiva" concentrando nossa aten o nas rela es intertextuais e interdiscursivas na produ o do efeito da completude. Consideramos assim n o a fun o, mas o funcionamento do dicionário na rela o do sujeito com a língua, incluindo sua rela o com a memória discursiva. Compreender como o dicionário funciona é compreender como s o praticadas as políticas da língua, especialmente a língua nacional em sua necessidade de unidade.
Atividades linguageiras e atividades de trabalho  [cached]
Maria Cecília Pérez de Souza-e-Silva
Alfa : Revista de Linguística , 2005,
Abstract: Pensar a linguagem em cenários profissionais, aqui compreendida como a linguagem no trabalho, apresenta algumas especificidades. Apresentá-las e discuti-las constitui o objetivo desde artigo, no qual a lingüística dialoga com pesquisas desenvolvidas pelo grupo Langage & Travail e com a ergonomia da atividade, disciplina que tem por objetivo de estudo a rela o homem/trabalho. Enquanto na era industrial, sob a influência do taylorismo, a fala e o trabalho eram considerados atividades antag nicas, na sociedade contemporanea, em decorrência da informatiza o e da automa o da produ o industrial e dos servi os, a competência para se comunicar passou a ser valorizada, avaliada e remunerada. Tal mudan a deu origem a diferentes tipos de rela o entre atividade linguageira e atividade de trabalho e a uma prolifera o de textos escritos, cuja proxima o cada vez maior com o oral tem gerado investimentos sociais e identitários diferentes. Ao mesmo tempo em que vêm sendo valorizada, as atividades linguageiras têm sido vistas como nova forma de dominar os assalariados por meio de novos modelos produtivos. Qualquer que seja a interpreta o, a parte a elas atribuída nas organiza es encontra-se transformada. De interdita, desconsiderada, a palavra se encontra reabilitada, convocada.
Metáfora e argumenta o: uma abordagem cognitivo-discursiva
Solange Coelho Vereza
Linguagem em (Dis)curso , 2007,
Abstract: O paradigma cognitivista no estudo da metáfora ressalta a natureza desse tropo como figura essencialmente de pensamento e n o apenas de linguagem. Como resultado desse novo enfoque, a linguagem passou a ter um papel relativamente secundário como lócus da metáfora e, conseqüentemente, como foco da pesquisa em metáfora. No entanto, vários teóricos vêm, mais recentemente, destacando a dimens o discursiva da metáfora, propondo uma articula o entre discurso e cogni o. Este trabalho afilia-se a esta tendência, tendo como objetivo explorar a dimens o argumentativa da metáfora, em especial a metáfora nova, como um recurso de natureza cognitivo-pragmática. Express es metafóricas, discursivamente inter-relacionadas, que formam “nichos metafóricos” em textos persuasivos, ser o examinadas.
Produtos da linguagem: a hora e a vez de Macabéa  [cached]
Goiamérico Felício Carneiro dos Santos
Comunica??o, Mídia e Consumo , 2009,
Abstract: Na ordem do mercado dos bens simbólicos, em A hora da Estrela, n o estaria presentificada a enuncia o discursiva da linguagem-produto? N o teríamos, nessa trama textual clariceana, uma linguagem n o acessível, desafiadora, que fala de seus processos, de suas carências, driblando inúteis tentativas de decifrar, interpretar a vida e o destino de uma invisível Macabéa repleta de silêncios? Nessa obra, que mais claramente prenuncia a morte de uma estrela que explode sem experimentar o fulgor, a intensidade da vida plena, n o teríamos a representa o de uma linguagem em crise por ser autoconsciente de sua precariedade? Nessa enuncia o romanesca clariceana, a linguagem-produto se instaura, qual uma esfinge devoradora, apontando para os abismos dos nossos macabeicos destinos.
Consciência fonológica e linguagem escrita em pré-escolares  [cached]
Maluf Maria Regina,Barrera Sylvia Domingos
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 1997,
Abstract: Esta pesquisa tem por objetivo estudar a rela o entre consciência fonológica e aquisi o da linguagem escrita, a partir de uma perspectiva psicogenética. Um grupo de 55 pré-escolares de 4 a 6 anos foi analisado através da aplica o individual de um instrumento elaborado pelas pesquisadoras. Os resultados mostraram uma correla o positiva bastante significativa entre os níveis de consciência fonológica e de aquisi o da linguagem escrita, sobretudo no que se refere às crian as de 5 e 6 anos. Esses níveis mostraram-se correlacionados positivamente à idade e independentes do sexo dos sujeitos. Alguns níveis de consciência fonológica parecem preceder a aquisi o da linguagem escrita, o que sugere a importancia da realiza o de atividades pedagógicas voltadas para o desenvolvimento dessa capacidade em pré-escolares.
Considera es sobre o conceito de “internetês” nos estudos da linguagem
Fabiana Komesu,Luciani Tenani
Linguagem em (Dis)curso , 2009,
Abstract: Nosso objetivo neste ensaio é discutir o conceito do chamado “internetês”, popularmente conhecido como o português escrito (digitado) na internet. Da perspectiva dos estudos da linguagem, em particular, de teorias provenientes dos estudos do discurso, procuramos explicitar perguntas e apresentar hipóteses acerca desse fen meno em emergência, comumente tomado como escrita “fonetizada” ou como “interferência da fala na escrita”. De nosso ponto de vista, analisar o internetês permite observar uma possibilidade da língua e do discurso, considerando-se a heterogeneidade como tra o constitutivo da linguagem e das atividades verbais humanas. Com base, pois, em um conjunto de dados composto de enunciados escritos, os quais seriam característicos do internetês, buscamos mostrar a relevancia das defini es de escrita, de língua e de linguagem para sua conceitua o, levando se em conta a rela o radical entre linguagem e vida social.
POLIDEZ E LINGUAGEM: PERSPECTIVAS  [cached]
TAíSA PERES DE OLIVEIRA
Signótica , 2004, DOI: 10.5216/sig.v16i2.3746
Abstract: Tendo em vista o papel da polidez nas intera es sociais, entre elas a comunica o, neste trabalho pretende-se discutir a estreita rela o entre polidez e linguagem, destacando os principais conceitos que conduzem, atualmente, os estudos da polidez na lingüística. Assim, consideraremos as principais correntes que se ocupam desse fen meno, levantando os pontos mais relevantes de cada uma no estudo da rela o entre polidez e linguagem.
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