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O “fracasso” da política ambiental: uma leitura teórica
Benilson Borinelli
Revista Espa?o Acadêmico , 2011,
Abstract: O objetivo desse trabalho é apresentar a dimens o política da política ambiental como forma de compreender as causas do recorrente fracasso de institui es que atuam nessa área. Embora, em geral, o problema da vulnerabilidade institucional da política ambiental seja descrito nos termos da estrutura burocrática e arranjos formais, demonstraremos que este problema encontra-se vinculado conflituosamente a dimens es institucionais mais amplas das atuais sociedades ocidentais. Tomando o Estado como institui o central para fins analíticos da política ambiental, destacamos a sociedade e economia capitalistas, a democracia liberal e a cultura política patrimonial como institui es que influenciam diretamente na dinamica e desempenho da política ambiental. Com isso, julgamentos quanto ao fracasso ou sucesso das institui es ambientais também devem estar sujeitos a uma interpreta o relacional no quadro de distribui o assimétrica de poder social e de interesses que comp em os conflitos sócio-ambientais. Como bem parece ilustrar a experiência geral da política ambiental, a funcionalidade sistêmica de uma institui o pode alcan ar a melhor performance em um desempenho organizacional próximo do fracasso institucional, entendido em seu sentido formal. Nesse sentido, a gest o ambiental pode ser interpretada também como a gest o de um fracasso muitas vezes necessário para a sustentabilidade da sociedade capitalista.
Economía ambiental: perspectiva institucional  [cached]
Gonzalo Caballero Míguez
Revista Galega de Economía , 2002,
Abstract: En este artículo se realiza una primera aproximación teórica de corte institucional al estudio de las interrelaciones entre economía y medio ambiente. En concreto, se manifiesta la insuficiencia de una Economía del Medio Ambiente edificada sobre la economía neoclásica ortodoxa. A partir del teorema de Coase, tantas veces mal interpretado en la economía ambiental, y del cuerpo teórico de la nueva economía institucional, se formula una revisión débil que destaca el peso de las instituciones sobre la cuestión ambiental. Pero además, se formulan una serie de argumentos alejados del reduccionismo económico que constituyen un intento de revisión fuerte al defender la insuficiencia de una economía ambiental neoclásica ortodoxa centrada en el objetivo de la eficiencia económica. A través de ambas vías se concluye la relevancia de cuestiones como las instituciones, la ética y el derecho en el análisis económico ambiental, por lo que se finaliza presentando unas consideraciones jurídicas generales sobre el medio ambiente.
Modelo teórico para compreens o do ambientalismo empresarial do setor florestal brasileiro  [cached]
Nardelli Aurea Maria Brandi,Griffith James Jackson
Revista árvore , 2003,
Abstract: O presente estudo foi desenvolvido com o objetivo de contribuir para a compreens o do "ambientalismo empresarial" do setor florestal brasileiro, particularmente sua rela o com os sistemas voluntários de certifica o florestal, identificando-se estratégias que possam conduzir a melhorias efetivas de seu desempenho ambiental. Desenvolveu-se um modelo teórico, utilizando a estrutura de Sistemas Abertos e técnicas do pensamento sistêmico, identificando as variáveis que comp em as dinamicas institucional e organizacional do setor. O modelo permitiu descrever, compreender e inferir sobre o comportamento futuro do sistema, além de estabelecer hipóteses para novos estudos. A partir do modelo, verificaram-se três diferentes estratégias empresariais na ado o dos padr es para certifica o, sendo elas a "Ado o Simbólica", o "Mimetismo" e a "Ado o Efetiva". Concluiu-se que a op o por uma estratégia que conduza a mudan as efetivas no setor florestal requer o estabelecimento de uma vis o compartilhada de sustentabilidade, que contribua para a consolida o de institui es e que oriente as respostas empresariais.
Desempenho Institucional em uma Universidade Pública
Edneilton Gomes Silva
Ciência & Desenvolvimento , 2010,
Abstract: Este artigo aborda o desempenho da política institucional de qualifica o dos docentes da UESB, como viés de articula o com a sociedade, com as suas necessidades e com o próprio vínculo com o desenvolvimento local, numa perspectiva de direcionamento claro das políticas institucionais, almejando, finalmente, apresentar sugest o e contribui es a política de qualifica o docente, como alternativa para o desenvolvimento do seu quadro docente, desenvolvimento local e otimiza o dos recursos públicos, cada vez mais escassos no contexto atual.
Análise de desempenho financeiro setorial no mercado brasileiro  [PDF]
Marcelo Brutti Righi,Paulo Sergio Ceretta,Vinicius Girardi da Silveira
Estudos do CEPE , 2012,
Abstract: O presente trabalho tem como objetivo auferir quais dos setores pertencentes àBM&F/Bovespa (Telecomunica es, Energia Elétrica, Industrial, Consumo,Imobiliário e Financeiro) possui o melhor desempenho. Para tanto s o utilizadosindicadores referenciados na literatura de finan as (índice de Sharpe, índice deSortino, índice de Treynor, Alfa de Jensen, Medida de Modigliani e Modigliani eíndice de Informa o). A amostra é composta por 812 observa es (02/01/2007 a19/04/2010). Os resultados obtidos permitem concluir que o setor de Energia Elétricaobteve o melhor desempenho no período amostral estudado, sendo, dentre osíndices setoriais da BM&F/Bovespa, o mais indicado para diversos tipos decomposi o, seja uma carteira inteira, uma fra o da mesma ou diversifica o. Abstract The present paper aims ascertain which sectors of the BM&F/Bovespa(Telecommunications, Electric Energy, Industrial, Consumption, Real Estate andFinancial) has the best performance. For this are used indicators referenced in thefinance literature (Sharpe Index, Sortino Index, Treynor Index, Jensen's Alpha,Modigliani and Modigliani Measure and Information Index). The sample is composedfor 812 observations (2007/01/02 to 2010/04/19). The results obtained allowconcluding that the sector of Electric Energy obtained the best performance in thesample period studied, and, among the sectorial indices of the BM&F/Bovespa, the most suitable for various kinds of composition, it is entire portfolio, a fraction of thesame or diversification.
ESTRATéGIAS DE GEST O AMBIENTAL E SEUS FATORES DETERMINANTES: UMA ANáLISE INSTITUCIONAL
Graziela Dias Alperstedt,Rogério Hermida Quintella,Luiz Ricardo Souza
Revista de Administra??o de Empresas , 2010,
Abstract: O objetivo deste trabalho consiste em analisar os fatores determinantes das estratégias de gest o ambiental das empresas industriaiscatarinenses. Os dados primários foram obtidos por meio de um questionário respondido por 88 empresas e analisadosquantitativamente por meio da análise descritiva e de correspondência múltipla. O estudo demonstrou que os fatoresinternos determinantes das estratégias de gest o ambiental foram o comprometimento dos colaboradores e o apoio dos gestorese, os externos, as exigências da sociedade, as regulamenta es governamentais, a adequa o aos padr es normativos ea concorrência. A pesquisa também aponta para um mimetismo que ainda n o foi rompido pelas empresas mais proativas,denotando uma homogeneidade na interpreta o do ambiente institucional por parte das empresas.
DESEMPENHO FINANCEIRO DE CURTO PRAZO NO SETOR BRASILEIRO DE TELECOMUNICA ES  [cached]
Calebe da Costa Ferreira,Marcelo Alvaro da Silva Macedo
Revista PRETEXTO , 2012,
Abstract: O objetivo deste trabalho é verificar o desempenho contábil-financeiro de curto prazo das empresas de capital aberto no setor de Telecomunica es, telefonia móvel e fixa, no Brasil no período de 2006 a 2008. Para tanto, utiliza-se a Análise Envoltória de Dados (DEA) aplicada à quatro indicadores contábil-financeiros de curto prazo: Liquidez Corrente, Liquidez Imediata, Ciclo Financeiro e Necessidade de Capital de Giro. Os resultados mostram que no ano de 2006 as empresas Tim e Telenorte s o tidas como eficientes em termos de gest o financeira de curto prazo. Já em 2007, a Vivo, a Telef nica e a Telemar NL alcan aram o desempenho máximo. Em 2008, novamente a Tim e a Telemar NL s o apontadas como as melhores. No período como um todo, a Tim e a Telemar NL s o as duas melhores empresas. Além disso, os resultados também mostraram que CTBC Telecom foi a empresa de pior desempenho. Por fim, os resultados apontam para o fato de que as empresas de pior desempenho precisariam de grandes mudan as em seus indicadores para alcan ar um patamar de eficiência na gest o financeira de curto prazo.
A importancia dos fatores humanos no desenvolvimento de produtos com elevado desempenho ambiental: estudo de casos
Charbel José Chiappetta Jabbour,Fernando César Almada Santos,Ana Beatriz Lopes de Sousa Jabbour
Revista de Administra??o Mackenzie , 2009,
Abstract: Este artigo analisa a incorpora o de critérios ambientais no desenvolvimento de produtos, a partir da verifica o das contribui es dos fatores de recursos humanos para esse processo. Para tanto, após a revis o teórica, conduziu-se um estudo de casos em duas empresas brasileiras. Há indícios de que, quanto maior o nível de excelência em desenvolvimento de produtos com elevado desempenho ambiental, maior é a intera o desse processo com os fatores de recursos humanos. Por fim, s o registradas as principais oportunidades para a continuidade dessa linha de pesquisa.
TERM METRO AMBIENTAL: UM ESTUDO SOBRE NíVEIS DE COMPROMETIMENTO E DESEMPENHO DA GEST O AMBIENTAL DE UMA EMPRESA DO SETOR FABRIL DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Fabrícia Silva da Rosa,Gabriel Donadio Costa,Elisete Dahmer Pfitscher,Rogério Jo?o Lunkes
Revista Ambiente Contábil , 2012,
Abstract: A presente pesquisa visa analisar o efeito do nível de comprometimento no desempenho ambiental de uma empresa do setor têxtil do Estado de Santa Catarina. Para atingir este objetivo aplica-se um questionário estruturado composto de 28 quest es fechadas e uma análise de conteúdo do relatório de sustentabilidade do ano de 2011. O questionário é construído a partir da revis o de literatura sobre controle e evidencia o ambiental, a análise de conteúdo por sua vez, é realizada baseando-se nos 103 critérios de avalia o do modelo EDE. Como resultado verifica-se que a empresa compromete-se formalmente com quest es relacionados à água, energia, emiss es de efluentes e resíduos, e estabelece metas de redu o de água e energia. A responsabilidade profissional é incentivada, estabelece políticas e abordagem gerenciais em prol do meio ambiente. Como conseqüência deste comprometimento, percebe-se que a empresa possui controles e estabelece metas para a gest o ambiental, contudo, necessita ampliar seus níveis de evidencia o ambiental.Sugere-se para pesquisas futuras: (i) estudo de multi-casos; (ii) ampliar o período de analise dos relatório para avaliar também a evolu o das informa es prestadas; (iii) correlacionar dados do comprometimento, da gest o e da informa o com o desempenho econ mico e financeiro das empresas.
DESEMPENHO IMPORTADOR DO SEGMENTO DE MODA PRAIA BRASILEIRO: UMA PROPOSTA DE ANáLISE  [cached]
Ana Elizabeth Moiseichyk,T?nia Magali Moraes Brum,Cristiano Henrique Antonelli Da Veiga,Darcila Brum Da Veiga
InternexT : Revista Eletr?nica de Negócios Internacionais da ESPM , 2012,
Abstract: O vasto litoral brasileiro aliado a uma cultura de seu uso como meio de lazer propiciou ao país o surgimento de inúmeras empresas especializadas na produ o e comercializa o da moda praia. No entanto, existe um grupo de clientes que buscam produtos importados, mesmo neste segmento. Neste sentido, este estudo teve como objetivo caracterizar a importa o brasileira de moda praia feminina, investigando qual é sua importancia e participa o no contexto internacional, pelos desafios propostos pela competi o entre os diversos players e a necessidade de conhecimentos sobre inova o para se manter no mercado importador. Apoiado na análise de conteúdo da documenta o temática com dados quantitativos e oficiais coletados no portal Aliceweb do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil obteve-se como resultado final do estudo a estrutura o de uma tabela com os 10 principais países fornecedores e o comportamento de compra, onde, em 2011, o principal expoente foi a China com 90,9% da quantidade importada com 959.324 pe as compradas, valor médio US$ 2,17 FOB, desempenho de compra em crescimento e tendência de pre o em queda.
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