oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Empreendedorismo social e educa o popular: há rela o teórica?  [cached]
Fabiano André Gon?alves Silva,Douglas Moraes Bezerra
Revista Espa?o Acadêmico , 2011,
Abstract: O empreendedorismo social, uma das vertentes do empreendedorismo, vem se apresentando como uma alternativa de promover a inclus o social de membros da sociedade que n o tem conseguido o seu espa o. Para que sejam alcan ados os objetivos deste tipo de empreendedorismo há a necessidade de se trabalhar as pessoas no ambito ideológico. Assim sendo, este ensaio tem por objetivo mostrar a rela o teórica do empreendedorismo social com a educa o popular. Para tanto foi feito uma revis o de literatura dos dois assuntos buscando comprovar que para se trabalhar com o empreendedorismo social há a necessidade de trabalhar a criticidade, reflexividade, a práxis das pessoas, características predominantes na educa o popular, levando-os assim a assumirem de fato a posi o de cidad os. Através do referencial teórico levantado e da rela o apresentada entre os dois assuntos chaves deste ensaio constate-se que a educa o popular é um importante elemento para a efetividade do empreendedorismo social.
EMPREENDEDORISMO E RACIONALIDADE  [cached]
Euler Alves Brand?o,Geraldo Magela Rodrigues Vasconcelos,Reynaldo Maia Muniz
Revista PRETEXTO , 2011,
Abstract: O fen meno do empreendedorismo tem sido tema relevante na ciência econ mica, com repercuss o em outras ciências, que procuram esclarecer qual efetivamente o papel desempenhado pelo empreendedor no desenvolvimento social. Os estudos procuram esclarecer como este indivíduo opera a partir do ponto de vista da cria o de negócios, da identifica o de oportunidades e da busca do lucro, e também do ponto vista pessoal, em termos de processo de decis o e de escolhas, e seus mecanismos. Este artigo apresenta uma breve discuss o dos motivos que levaram os autores neoclássicos a “abandonarem” a figura do empreendedor, o que transformou-se no principal debate entre os neoclássicos e seus críticos, especialmente Schumpeter. Posteriormente, destaca o contexto decisório em que o empreendedor opera, tanto do ponto de vista pessoal, quanto do ambiente em que trabalha. Finalizando, discute a quest o da racionalidade nesse processo, apresentando as considera es finais e quest es para discuss o e estudo.
Capital humano, empreendedorismo e desenvolvimento: evidências empíricas nos municípios do Ceará.
Raimundo Eduardo Silveira Fontenele,Heber José de Moura,Aurio Lucio Leocadio
Revista de Administra??o Mackenzie , 2011,
Abstract: A contribui o do capital humano para o processo de desenvolvimento econ mico das na es já foi objeto de vários estudos desde a década de 1960. Entretanto, a atualiza o do tema come ou na segunda metade dos anos 1990, com a necessidade de analisar o papel do empreendedorismo nesse processo. Este artigo estuda a influência do capital humano e do empreendedorismo no processo de desenvolvimento econ mico. Para o estudo, reuniu-se uma base de dados de indicadores sociais, demográficos, econ micos e de infraestrutura de todos os 184 municípios cearenses, a partir de dados secundários fornecidos pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econ mica do Ceará (Ipece) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e realizaram-se três técnicas de análise para confirmar as hipóteses formuladas com base na literatura publicada: análise fatorial, análise de regress o e modelo de equa es estruturais. Os resultados das análises refor am a hipótese de que a capacidade empreendedora nesse Estado tem consistido apenas em mais uma alternativa de trabalho e n o como uma contribui o para o desenvolvimento e crescimento econ micos. Tendo por objetivo a integra o dos construtos do estudo e análise de suas rela es, utilizou-se a modelagem de equa es estruturais. Os dados obtidos no modelo est o coerentes com os resultados da análise de regress o múltipla realizada, confirmando a existência de rela o do capital humano com o desenvolvimento. Apesar das limita es da medida do empreendedorismo pela atividade dos trabalhadores por conta própria, os resultados do estudo confirmam conclus es obtidas em outros trabalhos: o empreendedorismo pode ser diferente, dependendo do estágio de desenvolvimento do país (AGHION; HOWITT, 2005), e o impacto do empreendedorismo sobre as taxas de crescimento econ mico é negativo (BARROS; PEREIRA, 2008). Como pesquisa futura, sugere-se a constru o de um modelo que contemple outras variáveis explicativas, possibilitando ampliar o conhecimento do papel do empreendedorismo e do capital humano no desenvolvimento. Outra possibilidade seria a extens o da pesquisa fazendo compara es com outros Estados da Federa o e/ou entre países, bem como replicar este estudo longitudinalmente em outros anos.
Empreendedorismo no Brasil: situa o e tendências
Magali Geovana Ramlow Campelli,Nelson Casarotto Filho,Myriam Eugênia Ramalho Prata Barbejat,Gilberto de Oliveira Moritz
Revista de Ciências da Administra??o : RCA , 2011,
Abstract: Este artigo apresenta as tendências do empreendedorismo no Brasil. Neste trabalho s o destacadas as iniciativas adotadas no País com enfoque para a avalia o dos resultados produzidos pelo programa Empretec e o desempenho apontado pelos relatórios do Global Entrepreneurship Monitor – GEM. Temas recentes também s o introduzidos no cenário atual, tais como, o empreendedorismo social e o educacional.
Estratégia organizacional e empreendedorismo  [cached]
José Nicolas Albuja Salazar
Revista Organiza??es em Contexto , 2006,
Abstract: O empreendedorismo vincula-se à cria o da idéia inovadora de negócio que cause impacto dentro do ambiente organizacional, no qual ela for inserida. Essa idéia empreendedora deve estar baseada em uma forte racionalidade pelo que há necessidade da existência de um processo que chamamos de "pensamento estratégico. A idéia empreendedora é um ponto de partida para o desenvolvimento do pensamento estratégico, mas que permanece durante todo o processo cíclico do planejamento estratégico ao longo da estrutura o da idéia do negócio, seja este com ou sem fins lucrativos. O importante é que quanto mais bem depurada for a idéia, maior será o enlace entre oferta-demanda ou demanda-oferta, a criatividade é tratada pelas teorias causal e de efetua o. Pela primeira, há predetermina o dos objetivos, enquanto que, pela segunda, s o contingentes, o que permite o estabelecimento de limites à estratégia, levando em conta as restri es dos ambientes dinamicos e interativos. Sendo o pensamento estratégico um processo de análise que foca as necessidades e o ambiente no qual elas se apresentam, o redesenho organizacional é adequado, e, para transformar a idéia inovadora em uma bem estruturada estratégia, sugere-se executar a etapa do entendimento, usando o compasso do processo para visualizar a estrutura organizacional customizada à estratégia.
Potencialidades e espa os ao empreendedorismo  [PDF]
Adriano Lago,Daniel Arruda Coronel,Letícia Lengler,Tania Nunes da Silva
Estudos do CEPE , 2008,
Abstract: A cria o de negócios é apontada como uma das causas da prosperidade de um local, regi o, estado ou de um país. é neste sentido que o empreendedorismo tem recebido destaque nos últimos anos, como promotor de novos negócios. Captar, descrever e analisar o fen meno do empreendedorismo é, portanto, necessário para o desenho de a es de promo o do desenvolvimento. Assim, o presente estudo aborda o empreendedorismo na piscicultura, tomando como base três casos analisados: uma propriedade com rizipiscicultura, uma com piscicultura de ciclo completo inclusive com frigorífico, e outra onde a piscicultura desenvolve-se através de um pesque-pague, com vistas a proporcionar o turismo rural. Para fins de pesquisa, entrevistaram-se os proprietários de cada estabelecimento na busca dos dados necessários para a constru o de uma abordagem consistente da temática proposta, ou seja, identificar a presen a do empreendedorismo e suas características particulares em cada propriedade analisada. Verificou-se que determinadas características empreendedoras s o comuns aos três casos analisados: habilidade para identificar oportunidades; busca de conhecimento de sua área de atua o; senso de organiza o; disposi o para tomar decis es; capacidade de lideran a; talento para empreender; otimismo e tino empresarial; ser estrategista, além do dinamismo. Portanto, foi possível observar que o perfil empreendedor dos proprietários de cada negócio tornou possível a transforma o de idéias e problemas em oportunidades reais de negócio. Abstract The business opening is indicated as one of the prosperity causes of a country, state, region or local. It’s in this context that the entrepreneurship has received attention along the last years as new business promoter. This way, to study and promote development actions it’s necessary, firstly, to get, to describe and to analyze the entrepreneurship phenomenon by itself. So, this study approaches the entrepreneurship in the fish culture based on three different cases: a rice-fish culture property, a fish culture complete cycle property - from fresh to frozen fish production, and another fish culture property that offers a “catch and pay” service as a way to stimulate the rural tourism. To accomplish this study, the owners of this three properties were interviewed with the proposal of getting data to establish a consistent approach of the theme in study, which is, to identify the presence of entrepreneurship and its particular characteristics in each of the properties analyzed. It was verified that specific entrepreneurial characteristics are co
Rela es interorganizacionais e complementaridade de conhecimentos: proposi o de um esquema conceitual.
Alsones Balestrin,Jorge Renato Verschoore
Revista de Administra??o Mackenzie , 2007,
Abstract: O presente artigo aborda o tema sobre a complementaridade de conhecimentos entre Pequenas e Médias Empresas (PME) em um contexto em rede. Com base na revis o analítica das teorias de redes interorganizacionais, buscou-se a compreens o da relevancia estratégica das redes na complementaridade de conhecimentos entre as empresas. Para aprofundar tal problemática, o artigo teve como objetivo geral a proposi o de um esquema conceitual com a finalidade de auxiliar na compreens o da dinamica de complementaridade de conhecimentos em um contexto das redes. A pesquisa empírica foi conduzida por meio de entrevistas com os dirigentes de empresas e institui es localizadas na Agivest (Brasil), na Tecnópole do Futuroscope (Fran a) e no Pólo de Informática de S o Leopoldo (Brasil). Os resultados da pesquisa sinalizam que a existência de um ambiente de sinergia e complementaridade de conhecimentos em um contexto vai muito além da proximidade física entre as empresas, sofrendo forte influência de elementos, como fatores contingências, coerência, conectividade, mecanismos de coordena o e espa os de intera o.
Proposal for indicators for an entrepreneurship observatory in Brazil Proposta de indicadores para um observatório de empreendedorismo no Brasil
Marcia Regina Santiago Scarpin,Aleksander Roncon,Rion Brattig Correia,Marianne Hoeltgebaum
Revista Eletr?nica de Estratégia e Negócios , 2013,
Abstract: This study aims to build indicators helping the creation and development of a “Brazilian Entrepreneurship Observatory". This research is considered theoretical with a qualitative approach to document analysis, aiming the proposing of a observatory. Based on studies Vesper (1977) there was 10 indicators proposed for this study grouped into four broad areas. In group G1 education: 1. people with primary education; 2. undergraduate courses in federal and state universities with entrepreneurship discipline in the curriculum; 3. business post-graduate courses with entrepreneurship discipline in the curriculum; 4. entrepreneurship events; 5. publications in the entrepreneurship field; 6. thesis and dissertations published in the entrepreneurship field. In group G2 economic development: 7. installed business incubators; 8. social entrepreneurship; 9. training and credit to the entrepreneur by the federal government; 10. unemployment rate. In group G3 micro and small enterprises: 11. SEBRAE indicators and G4 entrepreneurship: 12. GEM data. With this it was outlined the necessary reference for the “Brazilian Entrepreneurship Observatory" as presented in this paper. Este estudo tem por objetivo levantar indicadores que auxiliem na cria o e desenvolvimento de um observatório do empreendedorismo no Brasil. Esta pesquisa é considerada um ensaio teórico, com abordagem qualitativa e análise documental. Com base nos estudos de Vesper (1977), foram levantados 10 (dez) indicadores, agrupados em quatro grandes áreas. No grupo G1 – Educa o, levantaram-se seis indicadores: 1) pessoas com ensino fundamental; 2) cursos de gradua o em universidades federais e estaduais com a disciplina de Empreendedorismo em sua matriz curricular; 3) cursos de pós-gradua o stricto sensu em Administra o com a disciplina de Empreendedorismo em sua matriz curricular; 4) eventos em empreendedorismo; 5) artigos publicados com tema “empreendedorismo”; e, 6) teses/disserta es divulgadas com o tema “empreendedorismo”. No grupo G2 – Desenvolvimento Econ mico, foram relacionados os indicadores: 7) incubadoras instaladas; 8) empreendedorismo social; 9) capacita o e crédito para empreendedores pelo governo federal; e 10) taxa de desocupa o. No grupo G3 – Micro e Pequenas Empresas, foram selecionados indicadores constantes no relatório do SEBRAE (2011). E, finalmente, no grupo G4 – Empreendedor, foram classificados e agrupados indicadores do relatório GEM (2009).
O empreendedorismo e o ambiente jurídico e institucional Entrepreneurship, law and the institutional context  [cached]
José Neves Cruz,Carla Sofia Cardoso
Economia Global e Gest?o , 2012,
Abstract: Este trabalho aborda e discute dois pressupostos normalmente implícitos no estudo do empreendedorismo: I) O empreendedorismo é um comportamento que cria valor social; II) a oferta de empreendedores n o é rígida, pois o comportamento empreendedor pode ser ensinado. Seguindo uma linha de investiga o iniciada por Baumol (1990), foi possível concluir que o empreendedorismo pode ser improdutivo, e até destrutivo, o que apela à discuss o crítica da premissa I). Com base na abordagem da influência dos fatores biológicos, em especial os genéticos, na tendência para ser empreendedor, constatou-se que o ensino de empreendedorismo pode ser afetado pela presen a ou ausência dos genótipos adequados. Como estes n o s o alteráveis, justifica-se um aprofundamento crítico do pressuposto II), daí que é devida uma maior aten o à qualidade do empreendedorismo enquadrada pelo ambiente jurídico e institucional. Este deve potenciar a utiliza o do talento empreendedor em atividades produtivas. The present paper focuses on two assumptions that usually are implicit in entrepreneurship: I) it creates social value; II) it can be taught. Firstly, we stress some empirical literature pointing to the non rejection of the Baumol′s hypothesis about unproductive entrepreneurship. This result fosters a critical discussion of assumption I). Secondly, from the empirical literature about biologic factors of entrepreneurship, it is highlighted that hereditable factors play a role. The consequence is that genetics interferes with the learning processes of entrepreneurship. This is valuable for the discussion of assumption II). If it is not easy to increase the supply of entrepreneurs, and if not all entrepreneurship increase social value, instead of focusing on the quantity of entrepreneurship, the political agenda should attend to the institutional context and the legal framework that affects the allocation of entrepreneur resources between productive and unproductive entrepreneurship.
Foco na inova o e complementaridade em equipes de dire o no desenvolvimento de novas empresas tecnológicas
Edmilson Lima,Vladas Urbanavicius Júnior,Emerson Antonio Maccari,Benny Kramer Costa
Revista de Administra??o da UFSM , 2009,
Abstract: Muitas novas empresas de base tecnológicas s o criadas devido às necessidades de produ o e comercializa o que se imp em aos aficionados em tecnologia que têm foco inicial apenas na inova o para a cria o de produtos. Uma das conseqüências comuns deste foco exacerbado na inova o é a forma o de equipes de dire o, nas quais falta a complementaridade de alguém hábil como empreendedor e gestor de negócios. O objetivo deste trabalho é apresentar um estudo comparativo de casos de novas pequenas e médias empresas (PME) tecnológicas criadas por aficionados em tecnologia e da influência da complementaridade de habilidades entre os membros das equipes de dire o sobre o desenvolvimento dessas empresas. O estudo identifica fatores viabilizadores e limitadores impostos pelo foco exacerbado na inova o. Ele também descreve algumas práticas úteis para se superar dificuldades provocadas pela falta de aten o inicial dos fundadores às competências empreendedoras e de gest o. A abordagem metodológica é descritiva e baseada em métodos qualitativos de pesquisa, integrando o estudo multi-caso (EISENHARDT, 1989). A coleta dos dados foi feita principalmente com entrevistas semiestruturadas em profundidade. A análise incluiu as etapas de análise intracaso e intercaso dos dados (MILES e HUBERMAN, 1994). Como resultado, verificou-se que a forma o e o histórico das experiências dos diferentes fundadores se mostraram relevantes para explicar o tipo de foco dado à inova o tecnológica e às quest es de negócio.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.