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PROPOSTA DE REESTRUTURA O E GERENCIAMENTO LOGíSTICO DAS ATIVIDADES QUE COMP EM A CADEIA DE VALOR DE UMA EMPRESA DO SEGMENTO DE TRANSPORTADOR - REVENDEDOR - RETALHISTA (TRR)
Andréia Cittadin,Kátia Aurora Dalla Libera Soratto,Gizeli Zilli
Revista de Contabilidade do Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ , 2011,
Abstract: A logística vem sendo utilizada como instrumento que possibilita o desenvolvimento de diferenciais competitivos, pois visa identificar as oportunidades de melhoria dos processos, bem como, a redu o dos custos das atividades que comp em a cadeia de valor e a maximiza o dos resultados. Diante disso, o objetivo desse estudo consiste em apresentar uma proposta de otimiza o e gerenciamento logístico dos processos que comp em a cadeia de valor de uma empresa voltada à atividade de transportador, revendedor, retalhista (TRR). Para tanto, utilizou-se pesquisa descritiva, de natureza qualitativa, desenvolvida por meio de um estudo bibliográfico e de caso, cuja coleta de dados foi realizada, por meio de documenta o, entrevistas pessoais e observa o direta em campo. Os resultados apontaram que: (i) as atividades que comp em a cadeia de valor de uma TRR referem-se à aquisi o, transporte, armazenamento, venda e distribui o de combustível, e presta o de servi os inerentes a instala o e manuten o de equipamentos de abastecimentos; (ii) a organiza o em estudo apresenta algumas deficiências no desenvolvimento de seus processos, tais como, falta de defini o de responsabilidades, ausência de políticas de vendas, n o existem controles formais de pedidos e de estoques, n o há planejamento de compras e distribui o dos produtos, entre outros; (iii) na proposta apresentada recomenda-se a reestrutura o das atividades que comp em a cadeia de valor desta organiza o, bem como seu gerenciamento. Conclui-se que para implementar as adapta es indicadas n o é necessário contratar pessoas, basta apenas remanejar os funcionários, definir cargo e fun es, capacitá-los, e desenvolver um trabalho de conscientiza o com os proprietários e colaboradores.
A Cadeia de Suprimentos: a Nova Fronteira para a Competitividade de um Atacadista Distribuidor  [cached]
Angela Ramalho Patto,Bruno Pellizzaro Dias Afonso
Revista Gest?o & Tecnologia , 2009,
Abstract: A fim de investigar quais foram as principais mudan as ocorridas na estratégia de distribui o e logística de uma empresa, em virtude das transforma es ambientais ocorridas, foi realizado um estudo exploratório na empresa AtacaDist Comercial Ltda, que atua no segmento atacadista, na área de distribui o de produtos alimentícios, higiene pessoal e limpeza. Os resultados mostram que os ganhos competitivos proporcionados pela logística operacional, com objetivo restrito de redu o de custos e ganhos de produtividade, têm alcance limitado. Constatou-se que o gerenciamento da cadeia de suprimentos está sujeito às dificuldades e barreiras que surgem do próprio ambiente, como: press es por pre os, comunica o precária, falta de confian a, barreiras culturais e incompatibilidade tecnológica. Essas dificuldades impedem estabelecer um entrosamento mais profundo entre os membros da cadeia, sem acordos reais de parceria.
A Cadeia de Suprimentos: a Nova Fronteira para a Competitividade de um Atacadista Distribuidor
Angela Ramalho Patto,Bruno Pellizzaro Dias Afonso
Revista Gest?o & Tecnologia , 2010,
Abstract: A fim de investigar quais foram as principais mudan as ocorridas na estratégia de distribui o e logística de uma empresa, em virtude das transforma es ambientais ocorridas, foi realizado um estudo exploratório na empresa AtacaDist Comercial Ltda, que atua no segmento atacadista, na área de distribui o de produtos alimentícios, higiene pessoal e limpeza. Os resultados mostram que os ganhos competitivos proporcionados pela logística operacional, com objetivo restrito de redu o de custos e ganhos de produtividade, têm alcance limitado. Constatou-se que o gerenciamento da cadeia de suprimentos está sujeito às dificuldades e barreiras que surgem do próprio ambiente, como: press es por pre os, comunica o precária, falta de confian a, barreiras culturais e incompatibilidade tecnológica. Essas dificuldades impedem estabelecer um entrosamento mais profundo entre os membros da cadeia, sem acordos reais de parceria.
Análise da Cadeia Produtiva de Batata Reno da Regi o do Vale do Zambeze (Mo ambique): Governan a e Coordena o  [cached]
Júlio ántónio,Luiz Andrea Favero,Romilson Marques Cabral
Contextus , 2011,
Abstract: O presente estudo tem como objetivo analisar a cadeia produtiva e as determinantes das estruturas de governan a e a coordena o sistêmica dos agentes da cadeia produtiva de batata reno no Vale do Zambeze em Mo ambique do Vale do Zambeze, em Mo ambique (áfrica). Com base na Teoria dos Custos de Transa o, s o discutidas as estratégias contratuais de suprimento das unidades de produ o de batata e comercializa o atacadista. Na primeira fase desenvolveu-se o modelo de análise das rela es contratuais na cadeia produtiva entre os seus segmentos em seguida fez-se a análise das transa es do segmento produtor e comerciante atacadista ambulante. Essas análises buscam entender os arranjos contratuais e as estruturas de governan a desse elo. Conclui-se que as atacadistas e os produtores apresentam três distintas formas de governan a - uma de mercado, e duas híbridas: contratos implícitos e parceria na produ o.
TRA OS CULTURAIS DE PEQUENAS EMPRESAS DO SETOR MADEIREIRO
Denise Del Prá Netto Machado,Carlos Eduardo Carvalho
Gest?o & Regionalidade , 2006,
Abstract: A cultura organizacional tem sido tema de estudos acadêmicos desde a década de 1980. Porém, poucos estudos brasileiros procuram identificar semelhan as em aspectos culturais entre empresas de um setor específico. Esta pesquisa, efetuada junto às indústrias madeireiras da regi o de Curitibanos, objetivou identificar tra os culturais relacionados às dimens es, de ênfase no futuro ou no presente, e de pessoalidade ou impessoalidade, na percep o dos líderes destas empresas. Trata-se de pesquisa quantitativa,descritiva e exploratória, realizada sob a forma de um levantamento de corte transversal e respondido por 67 líderes empresariais. Os resultadosapontam para uma cultura organizacional relativamente homogênea com fortes tra os de ênfase no presente, e de pessoalidade. Encontrou-se também uma relativa independência da cultura organizacional,permitindo afirmar que a cultura organizacional depende mais da própria cultura regional do que dos produtos e do faturamento das empresas, bem como da idade, escolaridade, gênero, tempo de empresa, renda e cargo.
Mensura o de interdisciplinaridade: um modelo operacional  [cached]
Alexandre do Espírito Santo
Semina : Ciências Sociais e Humanas , 1979, DOI: 10.5433/
Abstract: It is herewith theorized that one can measure the degrees of interdisciplinarity of sciences through the references those sciences make to the literature of the several disciplines upon which they depend for their unique identification of the phenomena with which they concern themselves. The observations (references) are expected to indicate a process of multiple symbiosis through which a discipline becomes differently dependent upon different disciplines involved In order to simplify the mesurement process the various dependences of two sciences are clustered into four dimensions: Intradependence, Interdependence, Homodependence and Heterodependence. An operational model is offered as useful in the determination of the sisterhood of two sciences considered to be derived sciences of the same parent-science. No presente trabalho discute-se a teoria da mensura o dos graus de interdisciplinaridade de ciências através das várias disciplinas das quais elas dependem para a identifica o de seus próprios fen menos. Acredita-se que as observa es (referências) indicam um processo de múltipla simbiose através do qual uma disciplina se torna diferentemente dependente de disciplinas diferentes. A fim de simplificar o processo de mensura o, as várias dependências foram consideradas num plano quadrimensional: Intradependência, Interdependência, Homodependência e Heterodependência. Prop e-se um modelo operacional que ser usado na determina o de irmandade de duas ciências consideradas derivadas da mesma ciência-m e.
RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NA CADEIA DE SUPRIMENTOS DO TABACO NO BRASIL  [PDF]
Silvana Mara Braga dos Santos,Carlos Eduardo Ferrari,Gino Giacomini Filho
Gest?o & Regionalidade , 2008,
Abstract: O presente artigo versa sobre a responsabilidade socioambiental organizacional (RSO) na cadeia de suprimentos (CS) do tabaco. O objetivo foi identificar, nas diversas etapas da cadeia de suprimentos, as a es da RSO, tomando-se como foco o fluxo interno do fumo no Brasil. A cadeia de suprimentos do tabaco oferece compatibilidade entre modelos de CS e de RSO, o que justificou essa abordagem. Este estudo exploratório baseou-se na pesquisabibliográfica e mostrou que as etapas da cadeia de suprimentos do tabaco convivem com atividades de RSO, o que serviria de apoio para uma análise mais completa da CS do tabaco.
Produtividade e mensura o de rendimento acadêmico Produtividade e mensura o de rendimento acadêmico  [cached]
Alexandre do Espírito Santo
Semina : Ciências Sociais e Humanas , 2010, DOI: 10.5433/
Abstract: ênfase à necessidade de identificar e medir o graduado competentemente treinado. Sugere-se que a universidade pode prover qualidade a seus graduados, melhorando seus exames vestibulares e desenvolvendo suas técnicas de mensura o de rendimento. Críticas de algumas técnicas de mensura o correntemente empregadas por algumas universidades. Prop e-se uma técnica que leva em considera o varia es individuais e nos testes. Emphasis is given on need to identify and measure the competently trained university graduate. It is suggested that the university can provide quality to its graduates by devising means to improve its entrance examinations and its techniques for educational measurement. Critiques of some educational measurement techniques currently employed in some Brazilian universities are made. A technique which takes into consideration individual and test variabilities is proposed.
Mensura o de coping no ambiente ocupacional  [cached]
Pinheiro Fernanda Amaral,Tróccoli Bartholomeu T?rres,Tamayo Mauricio Robayo
Psicologia: Teoria e Pesquisa , 2003,
Abstract: Coping2 pode ser definido pela forma como as pessoas comumente reagem ao estresse. Estas rea es est o relacionadas a fatores pessoais, demandas situacionais e recursos disponíveis (Lazarus & Folkman, 1984). Entretanto, medidas de coping geral raramente contemplam os fatores situacionais. A mensura o de coping no ambiente ocupacional deve considerar os recursos e estratégias disponíveis, permitir agilidade ao preenchimento e satisfazer critérios psicométricos usuais. O objetivo deste trabalho foi (1) traduzir e adaptar para a língua portuguesa uma escala de coping ocupacional; (2) investigar suas características psicométricas por meio de análise fatorial e por suas rela es com medidas de suporte social, sobrecarga de trabalho e exaust o emocional. Trezentos e noventa e sete trabalhadores em ambiente de escritório (x = 37,9; dp = 9,7) responderam à escala traduzida e a medidas de suporte social, sobrecarga e exaust o emocional durante o expediente de trabalho. A análise fatorial mostrou a existência de três fatores que explicaram 29,6% da variancia total. Os resultados forneceram evidências de validade de critério e confiabilidade à escala de coping ocupacional traduzida.
A a o dos ácidos graxos de cadeia curta na cicatriza o de anastomoses col nicas: estudo experimental em ratos  [cached]
Greca Fernando Hintz,Biondo-Sim?es Maria de Lourdes Pessole,Colla?o Luiz Martins,Martins Vanessa Dello Monaco
Acta Cirurgica Brasileira , 2000,
Abstract: Os ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) derivam da fermenta o das fibras ingeridas na dieta e atuam como substrato das células da mucosa col nica. O presente estudo tem como objetivo avaliar a a o dos AGCC na cicatriza o do cólon. Utilizaram-se 16 ratos fêmea divididos em 2 grupos de 8 animais. No grupo controle (HC) os animais foram submetidos à cirurgia de Hartmann e infus o pós-operatória de solu o salina isot nica via retal por 7 dias. No grupo experimento (HA) a solu o salina foi substituída por solu o isosmolar contendo AGCC. Nos animais do grupo controle, a press o média de ruptura do segmento distal do cólon foi de 128,37 mmHg, sendo este valor de 137,25 mmHg no grupo experimento (p=0,5693). A avalia o histológica em hematoxilina-eosina foi semelhante nos dois grupos estudados. A densitometria do colágeno demonstrou concentra o significativamente maior de colágeno maduro (tipo I) no grupo experimento, quando comparado com o grupo controle (p=0,0094). O colágeno total também foi mais encontrado no grupo experimento, comparado-se com o grupo controle (p=0,0371). Conclui-se que os ratos submetidos à infus o intraluminal de AGCC têm maior concentra o de colágeno maduro e total na linha de sutura do coto retal, quando comparados com o grupo controle.
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