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Respostas produtivas e comportamentais durante a ordenha de vacas Holandesas em início de lacta o = Productive and behavioral responses during milking of Holstein cows in early lactation
Marco Aurélio de Felicio Porcionato,Jo?o Alberto Negr?o,Fernanda Alves de Paiva,Thiago Ferreira Gon?alves Delgado
Acta Scientiarum : Animal Sciences , 2009,
Abstract: Com o objetivo de avaliar a produ o de leite, o leite residual e as respostas comportamentais de vacas Holandesas durante a ordenha, 14 vacas foram ordenhadas mecanicamente, duas vezes ao dia e avaliadas durante as seis primeiras semanas de lacta o. A produ o leiteira foi mensurada diariamente e o volume de leite residual, semanalmente.A temperatura de corpo (regi o das costelas), úbere e tetos e a frequência respiratória foram mensuradas duas vezes por semana. O comportamento dos animais na sala de ordenha foi registrado duas vezes por semana em etogramas e pelas entrevistas com os ordenhadores.Nas primeiras semanas de lacta o, a porcentagem de coices, sobrepassos, derrubadas de teteira, mic es e vocaliza es observadas foram maiores para as vacas primíparas (p < 0,05), que também foram consideradas mais ‘reativas’ pelos ordenhadores em compara o às vacas multíparas. As multíparas produziram mais leite do que as primíparas (p < 0,05), porém n o houve diferen as significativas em rela o à porcentagem de leite residual (p > 0,05), sugerindo que houve adapta o de ambos os grupos ao ambiente de ordenha. Aiming to compare milk yield, residual milk and behavioral responses of Holstein cows during milking, fourteen experimental cows were mechanically milked twice a day, and evaluated during the first six weeks of lactation. Milk yield was measured daily, and residual milk volume weekly. Body (ribs region), udder and teat temperatures and respiratory frequency were measured twice a week. Animal behavior atthe milking parlor was registered using ethograms and interviews with the milkers. During the first weeks of lactation, a higher percentage of kicks, over-steps, milking cups being knocked down, urinations and vocalizations in primiparous cows (p < 0.05) was observed, which were also considered more reactive by the parlors compared to multiparous cows. Multiparous cows produced more milk than primiparous (p < 0.05). However, there were no significant differences in residual milk percentage (p > 0.05), which suggests adaptation of both groups to the milking environment.
Efeito do Estádio Vegetativo do Sorgo (Sorghum bicolor, (L.) Moench) sobre a Composi o Química da Silagem, Consumo, Produ o e Teor de Gordura do Leite para Vacas em lacta o, em Compara o à Silagem de Milho (Zea mays (L.))  [cached]
Dias Argélia Maria Araújo,Batista ?ngela Maria Vieira,Ferreira Marcelo de Andrade,Lira Mário de Andrade
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Este trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar o efeito do estádio de matura o do sorgo sobre a composi o química da silagem, o consumo, a produ o e o teor de gordura do leite em vacas holandesas, em compara o à silagem de milho. O experimento foi realizado na esta o experimental da Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária - IPA, localizada em S o Bento do Una-PE. Foram utilizadas nove vacas holandesas puras, em fase de lacta o, distribuídas em três quadrados latinos. Os quadrados foram formados de acordo com a produ o de leite e a ordem de lacta o e constavam de três vacas e três períodos. Cada período teve dura o de 28 dias. Os tratamentos consistiram de: SM - silagem de milho; SSE - silagem de sorgo fase de emborrachamento; SSL - silagem de sorgo gr o leitoso. Foram ainda fornecidos 25 Kg de palma forrageira animal/dia e concentrado comercial de acordo com a produ o de leite. A silagem de milho propiciou aos animais maior consumo médio de matéria seca da silagem e da dieta total. N o houve efeito significativo do estádio vegetativo do sorgo sobre o consumo de silagem. As produ es de leite total e corrigida para 4% de gordura foram maiores nos animais que consumiram silagem de milho em rela o aos que receberam silagem de sorgo no estádio de gr o leitoso, todavia os que ingeriram silagem de sorgo na fase de emborrachamento n o diferiram dos demais. Quanto ao teor de gordura do leite, n o houve diferen a significativa entre as silagens analisadas.
Efeito da metionina protegida e n o protegida da degrada o ruminal sobre a produ o e composi o do leite de vacas holandesas  [cached]
Sancanari Juliana Borsari Dourado,Ezequiel Jane Maria Bertocco,Galati Rosemary Laís,Vieira Paulo de Figueiredo
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Utilizaram-se vacas Holandesas com produ o superior a 20 kg de leite/dia, de primeira e segunda lacta es, com 19±6 dias em lacta o, para avaliar o efeito da suplementa o com 8,4 g/dia de metionina protegida (MPDR) ou 8,4 g/dia de metionina n o-protegida da degrada o ruminal (MNPDR) sobre a produ o e composi o do leite, comparativamente a vacas controle, durante 90 dias. As vacas foram alimentadas com ra o completa constituída por silagem de milho e concentrado. Produ o de leite, teor de proteína do leite e produ o de proteína n o foram afetados pela suplementa o com MPDR. As produ es médias de leite foram 27,70; 27,09 e 27,61 kg/dia; os teores médios de proteína, 2,83; 2,85 e 2,77%; e as produ es de proteína do leite, 0,77; 0,76 e 0,79 kg/dia, respectivamente, para vacas controle, suplementadas com MPDR e MNPDR. O teor de gordura do leite foi de 2,39; 2,12 e 1,89% paras vacas suplementadas com MPDR, MNPDR e controle, respectivamente. A produ o diária de gordura foi 0,57; 0,58 e 0,58 kg/dia e a produ o diária de leite corrigido para gordura (3,5%), 21,25; 21,19 e 21,35 kg/dia, para os respectivos tratamentos controle, MPDR e MNPDR. A suplementa o com MPDR n o alterou a produ o de leite, porém melhorou a sua composi o no início da lacta o.
Diferen as entre produ es de leite e de gordura de vacas PC e PO da ra aHolandesa no Estado de Minas Gerais  [cached]
Dur?es M.C.,Valente J.,Freitas A.F.,Teixeira N.M.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2001,
Abstract: As produ es de leite e de gordura de vacas da ra a Holandesa puras de origem (PO) e puras por cruzamento (PC), com gera es controladas, foram analisadas por meio da metodologia de modelos mistos, utilizando máxima verossimilhan a restrita e modelo animal. Foram utilizados dados coletados de 1986 a 1996, num total de 49.666 lacta es de 26.822 vacas em 380 rebanhos, 9.468 PO e 17.354 PC. Os efeitos fixos foram rebanho/ano/esta o, considerando-se três classes de dois meses em cada esta o do ano, isto é, seca (abril - maio, junho - julho, agosto - setembro) e águas (outubro - novembro, dezembro - janeiro e fevereiro - mar o) e dois graus de sangue (PO e PC), além dos efeitos linear e quadrático de idade ao parto. O animal foi considerado como efeito aleatório. Para estimar o ganho genético das produ es de leite e de gordura foram utilizadas 18.482 primeiras lacta es, 8.938 de vacas PO e 9.544 de vacas PC. Foram também formadas cinco classes de produ o: até 4.000kg, de 4.000 a 6.000kg, de 6.000 a 8.000kg, de 8.000 a 10.000kg e acima de 10.000kg. As médias gerais estimadas para produ o de leite e de gordura até 305 dias, em duas ordenhas diárias, foram, respectivamente, 5.865,54 e 196,85kg. As médias de produ o de leite e de gordura para a mesma classe de idade ao parto foram consistentemente maiores para as vacas PO. As estimativas de ganho genético anual para leite e gordura nas classes de produ o citadas foram, respectivamente: 10,52 e 0,33kg; 8,31 e 0,25kg; 8,90 e 0,29kg; 11,00 e 0,36kg; e 9,50 e 0,36kg. As médias de produ o de leite e de gordura para as vacas de primeira cria foram: 6.084,6 e 205,1kg e 5.739,5 e 191,8kg para vacas PO e PC, respectivamente. As estimativas de tendências genéticas de 8,7 e 9,6kg por ano para vacas PO e PC, embora pequenas, refletem aumento na capacidade de produ o de leite no período.
Estima o de parametros genéticos para produ o de leite no dia do controle e produ o acumulada até 305 dias, para as primeiras lacta es de vacas da ra a Caracu  [cached]
El Faro Lenira,Albuquerque Lucia Galv?o de
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Foram estimados parametros genéticos para produ o de leite no dia do controle e produ o acumulada até 305 dias (P305) de primeiras lacta es de vacas da ra a Caracu. O modelo animal considerado conteve efeito genético aditivo, como aleatório, além dos efeitos fixos de grupo contemporaneo e da idade ao parto, como covariável. Foram definidos dois grupos contemporaneos para explicar a varia o ocorrida nas produ es em cada controle leiteiro, compostos por ano, semana do controle e retiro (gc1) ou ano, mês do controle e retiro (gc2). Os componentes de variancia foram estimados pelo método da máxima verossimilhan a restrita. As variancias fenotípicas, residuais e genéticas foram maiores no início da lacta o, entretanto, a variancia genética aditiva foi proporcionalmente menor em rela o às demais variancias. As estimativas de herdabilidade oscilaram entre 0,09 e 0,32 e foram maiores no final da lacta o, indicando maior variabilidade genética nesse período. As correla es genéticas (r a) entre as produ es em cada controle foram positivas e maiores, quanto menor a distancia entre eles. A herdabilidade para P305 foi de 0,27 e as r a desta com os controles, positivas e elevadas, principalmente no meio da lacta o. Os resultados indicam que a sele o direta para P305 proporciona maiores ganhos genéticos para essa característica que a obtida por meio de resposta correlacionada para as produ es em cada controle.
Substitui o parcial do farelo de soja por uréia e palma forrageira (Opuntia fícus indica Mill) em dietas para vacas em lacta o: I. Desempenho  [cached]
Melo Airon Aparecido Silva de,Ferreira Marcelo de Andrade,Verás Antonia Sherlanea Chaves,Lira Mario de Andrade
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: O objetivo desse trabalho foi avaliar a substitui o parcial do farelo de soja por nitrogênio n o protéico no desempenho de vacas holandesas em lacta o. Oito animais com 90 dias de lacta o e 600 kg de peso vivo, no início do experimento, foram distribuídos em dois quadrados latinos (4X4). A uréia representou 0,0; 0,8; 1,54; e 2,40% da matéria seca (MS) da dieta, correspondente a 2,32; 4,65; 6,66; e 8,02% de proteína bruta (PB) na forma de compostos nitrogenados-n o-protéicos (NNP), que representaram os tratamentos experimentais. O consumo de PB apresentou comportamento quadrático, com valor máximo de 3,3 kg/dia para o nível de 4,71% de NNP. O consumo de cálcio (Ca) aumentou e o de matéria seca (MS); matéria organica (MO); extrato etéreo (EE); carboidratos totais (CHT); carboidratos-n o-fibrosos (CNF); fibra em detergente ácido (FDA) e nutrientes digestíveis totais (NDT) diminuíram linearmente, enquanto os consumos de fibra em detergente neutro (FDN) e de fósforo (P) n o foram influenciados pelos tratamentos experimentais. As produ es de leite sem e com corre o para 3,5% de gordura diminuíram linearmente com a inclus o de uréia e palma forrageira nas dietas. A produ o de gordura, proteína, a composi o do leite, e a eficiência alimentar (kg de leite/ kg de MS consumida) n o foram afetadas pelos níveis de NNP.
Utiliza o de gordura protegida durante o ter o inicial da lacta o de vacas leiteiras em pastagem de coast-cross  [cached]
Vilela Duarte,Alvim Maurilio José,Matos Leovegildo Lopes de,Matiolli Jo?o Batista
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2002,
Abstract: O experimento foi realizado com o objetivo de avaliar o aumento na densidade energética de um concentrado quando se usa uma fonte comercial de gordura protegida, fornecida para vacas da ra a Holandesa em pastagem de coast-cross-1 (Cynodon dactylon (L.) Pers.), durante o ter o inicial da lacta o. Foram utilizadas 14 vacas, todas no início da lacta o e recebendo 9, 6 e 3 kg/vaca/dia de concentrado (23,5% de proteína bruta e 80% de NDT), no ter o inicial (até 90 dias), médio (91 a 180 dias) e final (de 181 a 273 dias), respectivamente. Esses animais foram distribuídos, usando blocos casualizados, em dois tratamentos (sete vacas cada) determinados pelo fornecimento ou n o de 700 g/vaca/dia da gordura protegida. Usou-se cerca eletrificada para auxiliar no manejo da pastagem, que se baseou em pastejo rotativo, com um dia de ocupa o dos piquetes e o período de descanso variando de 25 a 32 dias no ver o e no inverno, respectivamente. As produ es médias de leite nos três períodos avaliados aumentaram (P<0,05) de 18,4, 15,2 e 13,7 kg/vaca/dia para 21,3, 17,1 e 14,4 kg/vaca/dia, com o suprimento de gordura protegida nos primeiros 90 dias do experimento. A taxa de lota o média das pastagens foi de 4,6 vacas/ha, o que possibilitou produ es médias diárias de leite, no decorrer do experimento, de 72,4 kg/ha corrigido para 3,5% de gordura para o tratamento testemunha, e de 80,4 kg/ha com o uso da gordura protegida.
Effect of different forages preserved in silage form on feed intake and milk production of lactating cows/ Efeito de diferentes volumosos conservados na forma de silagem sobre a ingest o de alimentos e produ o de leite de vacas em lacta o  [cached]
Elzania Sales Pereira,Alex Martins Varela de Arruda,Ivone Yurika Mizubuti,Augusto César de Queiróz
Semina : Ciências Agrárias , 2003,
Abstract: The objective of this study was to evaluate the effect of different forages preserved in silage form on the intake of dry matter, crude protein, organic matter, ether extract, neutral detergent fiber, total carbohydrates and non structural carbohydrates, milk composition and milk production. Twelve Holstein lactating cows with average production of 30 kg milk were used. They were fed with three experimental diets composed by a combination of forages plus concentrate: (T1) 50 % of corn silage + 25 % of ryegrass silage + 25% of barley silage; (T2) 50 % of ryegrass silage + 25 % of corn silage + 25 % of barley silage; and (T3) 50 % of barley silage + 25% of corn silage + 25% of ryegrass silage. The experimental design was 3 x 3 Latin squares with extra period in a change over arrangement. The dry matter, organic matter, ether extract and neutral detergent fiber intakes were not influenced by the combinations of the different forage sources in the diets. However, the crude protein intake by the animals was highest for the diet 2 (T2), that contained 50 percent of ryegrass silage +25 % of corn silage + 25 % of barley silage. The corrected milk production, or not, for 3.5 percent of fat, the fat and protein milk content, and the feeding efficiency (kg milk production/kg DM intake) were not influenced by the experimental diets. O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito de diferentes volumosos conservados na forma de silagem sobre os consumos de matéria seca, proteína bruta, matéria organica, extrato etéreo, fibra em detergente neutro, carboidratos totais e carboidratos n o estruturais, e produ o e composi o do leite. Foram utilizadas 12 vacas Holandesas em lacta o com produ o média de 30 kg de leite, alimentadas com três dietas compostas pela combina o de forragem mais concentrado, a saber: (T1) 50% de silagem de milho + 25% de silagem de azevém + 25% de silagem de cevada, (T2) 50% de silagem de azevém + 25% de silagem de milho + 25% de silagem de cevada e (T3) 50% de silagem de cevada + 25% de silagem de milho + 25% de silagem de azevém. Utilizou-se delineamento em quadrado latino 3 x 3 com período extra. Os consumos de matéria seca, matéria organica, extrato etéreo e fibra em detergente neutro n o foram influenciados pelas combina es das fontes de volumosos usados. Entretanto, o consumo de proteína bruta foi maior nos animais alimentados com a dieta 2 (T2) constituída de 50% de silagem de azevém + 25% de silagem de milho + 25% de silagem de cevada. A produ o de leite corrigida, ou n o, para 3,5% de gordura; os teores de gordura e proteína, be
Diferentes níveis de gordura na dieta de vacas Jersey em lacta o influenciam a resposta superovulatória?  [cached]
Coscioni Anelis Cristina,Pegoraro Lígia Margareth Cantarelli,Pimentel Cláudio Alves,Fischer Vivian
Ciência Rural , 2005,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar diferentes níveis de gordura na dieta de vacas em lacta o, sobre a resposta superovulatória e qualidade embrionária. Foram utilizadas dezoito vacas Jersey (420?70,6kg de peso vivo; 22,2?1,7kg de leite) agrupadas em blocos de acordo com a data de pari o e ordem de lacta o e aleatoriamente distribuídas nos tratamentos. As dietas consistiram de: controle- dieta a base de milho e farelo de soja contendo 4,0% de extrato etéreo (EE); médio- dieta controle adicionada de sebo bovino para aumentar o extrato etéreo da dieta para 6,0% e alto- dieta controle adicionada de sebo bovino para se obter extrato etéreo de 8,0% na dieta. Todos os animais foram superovulados duas vezes (aos 90 e 130 dias pós-parto), sendo as coletas realizadas sete dias após a insemina o artificial (IA). As estruturas coletadas foram avaliadas para estágio de desenvolvimento e qualidade embrionária (IETS, 1999). N o foram encontradas diferen as significativas com rela o ao número de estruturas coletadas, corpos lúteos, embri es de grau um e dois, e embri es de grau quatro. O grupo que recebeu alta (2,9?0,4) gordura apresentou maior número de embri es de grau três em rela o aos grupos controle (0,2?0,4) e médio (0,0?0,5). A adi o de sebo para aumentar o EE em dietas vacas lactantes n o melhorou a resposta superovulatória e a qualidade embrionária.
Gordura protegida na dieta de vacas de alta produ o a campo, em alfafa verde ou pré-secada, na fase inicial da lacta o: parametros plasmáticos
Bermudes Rogério F?lha,López Jorge,Gallardo Miriam,Silva José Henrique Souza da
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: O trabalho foi desenvolvido na Esta o Experimental Agropecuária do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (EEA-INTA, Rafaela) da Argentina. Foram utilizadas 32 vacas da ra a Holando-Argentina, de alta produ o (média de 36 litros de leite por dia) e na fase inicial da lacta o, com o objetivo de avaliar os parametros plasmáticos (ácidos graxos, glicose, triglicerídeos e a enzima hepática gama-glutamiltransferase). Foram comparados dois níveis de gordura protegida (0 e 400 gramas) e duas formas de oferecimento de alfafa (verde e pré-secada). Todos os animais foram submetidos a um período pré-experimental de 15 dias, quando receberam ou n o suplementa o de gordura. Após o parto os animais foram distribuídos em piquetes com alfafa verde ou alfafa pré-secada, constituindo quatro tratamentos. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso em fatorial 2x2, utilizando-se dias pós-parto e ordem de lacta o como covariancias. A interpreta o estatística foi feita pela análise da variancia e teste F e os resultados mostraram que n o houve diferen as significativas entre os tratamentos experimentais.
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