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Digestibilidade aparente dos nutrientes de ra es contendo diferentes fontes de fibra e níveis de amido com coelhos em crescimento  [cached]
Arruda Alex Martins Varela de,Lopes Darci Clementino,Ferreira Walter Motta,Rostagno Horacio Santiago
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: O objetivo do presente estudo foi avaliar a digestibilidade aparente dos nutrientes com coelhos em crescimento alimentados com ra es contendo diferentes níveis de amido (22 a 32% em média) mediante a inclus o de milho gr o e diferentes fontes de fibra (feno de alfafa ou casca de soja), em esquema fatorial 2x2. As ra es foram peletizadas e fornecidas a 64 coelhos da ra a Nova Zelandia Branco (16 repeti es por tratamento), desmamados aos 34 dias, alojados individualmente em gaiolas de metabolismo e distribuídos em delineamento inteiramente casualizado. N o foram observados efeitos significativos para a intera o entre fontes de fibra e níveis de amido. A melhor digestibilidade dos nutrientes foi observada com as ra es contendo maior nível de amido (73,56%MS, 74,30%MO, 71,51%PB, 63,89%EB, 95,08% amido, 45,87%FDN, 37,78%FDA, 55,57% hemicelulose, 39,86% celulose), exceto para fra o lipídica. Por outro lado, melhor digestibilidade dos nutrientes foi observada com as ra es contendo casca de soja (72,37%MS, 73,06%MO, 69,10%PB, 61,74%EB, 76,84%EE, 95,10% amido, 47,00%FDN, 38,42%FDA, 55,51% hemicelulose, 42,42% celulose). Estes resultados sugerem que as ra es com maiores níveis de amido ou com casca de soja podem ser utilizadas eficientemente pelos coelhos, respeitando-se as recomenda es nutricionais.
Digestibilidade aparente de dietas contendo diferentes níveis de amido para coelhos em crescimento  [cached]
Arruda Alex Martins Varela de,Carregal Ronaldo Dessimoni,Ferreira Renato Gon?alves
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: Com o objetivo de avaliar a influência do amido dietético sobre a digestibilidade aparente dos nutrientes, para coelhos em fase de crescimento, quatro dietas experimentais foram elaboradas de forma a conter níveis crescentes de amido de milho (23, 28, 33 e 38% de amido total na base da matéria seca (MS), os quais foram fornecidas a 20 coelhos da ra a Nova Zelandia Branco, distribuídos em gaiolas de metabolismo individuais, segundo delineamento inteiramente casualizado. Os resultados obtidos demonstraram efeito linear crescente para os coeficientes de digestibilidade aparente da MS, matéria organica (MO), fibra em detergente neutro (FDN) e amido, à medida que aumentou o nível de amido dietético nas dietas experimentais. O nível de 38% de amido dietético proporcionou, portanto, o melhor coeficiente de digestibilidade para o amido (87,26%). N o foram observadas diferen as para os coeficientes de digestibilidade aparente da proteína bruta (PB), energia bruta (EB) e fibra em detergente ácido (FDA), em rela o aos diferentes níveis de amido nas dietas experimentais. No entanto, para o teor de extrato etéreo (EE), foi verificado melhor aproveitamento (89,46%) para os animais alimentados com a dieta contendo 23% de amido. Os coelhos foram eficientes em digerir o amido de milho, quando este apresentou alta participa o na por o carboidrato total da dieta.
Atividade microbiana cecal e contribui o nutricional da cecotrofia em coelhos alimentados com ra es contendo diferentes fontes de fibra e níveis de amido  [cached]
Arruda Alex Martins Varela de,Lopes Darci Clementino,Ferreira Walter Motta,Rostagno Horacio Santiago
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Objetivou-se neste estudo a avalia o da atividade microbiana cecal e a contribui o nutricional da cecotrofia em coelhos alimentados com ra es contendo diferentes níveis de amido (22 a 32% em média) mediante a inclus o de milho gr o e diferentes fontes de fibra (feno de alfafa ou casca de soja), em esquema fatorial 2x2. No primeiro experimento, 40 coelhos alojados em gaiolas de engorda individuais, em delineamento inteiramente casualizado e alimentados à vontade dos 45 aos 85 dias de idade, foram abatidos para coleta dos conteúdos ileais e cecais. A concentra o de ácidos graxos voláteis foi influenciada pela intera o entre tratamentos, sendo 93,82 mmol/l para ra o de maior nível de amido com casca de soja e 80,03 mmol/l para ra o de menor nível de amido com feno de alfafa. No segundo experimento, 40 coelhos aos 65 dias de idade, alojados em gaiolas de engorda individuais, em delineamento inteiramente casualizado, foram alimentados à vontade por 10 dias, e receberam colares de madeira para permitir a coleta total de cecotrofos. Houve influência da intera o entre tratamentos sobre os teores de proteína e energia dos cecotrofos, sendo de 29,66% e 4204,87 kcal/kg para ra o contendo maiores níveis de amido e casca de soja e de 27,98% e 4080,46 kcal/kg para ra o contendo menores níveis de amido e feno de alfafa. As ra es de alto amido ou com casca de soja propiciaram maior enriquecimento do conteúdo cecal e melhor aporte nutricional para os coelhos.
Desempenho e características de carca a de coelhos alimentados com ra es contendo diferentes níveis de amido e fontes de fibra  [cached]
Arruda Alex Martins Varela de,Lopes Darci Clementino,Ferreira Walter Motta,Rostagno Horacio Santiago
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: O objetivo do presente estudo foi avaliar o desempenho e as características quantitativas e qualitativas da carca a de coelhos em crescimento alimentados com ra es contendo diferentes níveis de amido (22 e 32% em média) mediante a inclus o de milho gr o e diferentes fontes de fibra (feno de alfafa ou casca de soja), em esquema fatorial 2x2. As ra es experimentais foram peletizadas e fornecidas à vontade durante um período de 40 dias, para 40 coelhos desmamados aos 35 dias, alojados individualmente e seguindo delineamento inteiramente casualizado. N o foram observados efeitos significativos para a intera o entre fonte de fibra e nível de amido sobre os parametros avaliados neste estudo. O consumo de alimento foi maior para as ra es contendo feno de alfafa (91,27 g/d), mas ganho de peso e convers o alimentar n o diferiram estatisticamente entre os tratamentos (média geral de 30,18 g/d e 2,94). O rendimento, teor de proteína, a eficiência protéica e energética de carca a foram melhores com as ra es contendo maiores níveis de amido (50,20; 62,36; 56,38; e 30,04%, respectivamente), mas n o diferiram estatisticamente para as fontes de fibra. Assim, ra es contendo maiores níveis de amido ou contendo casca de soja propiciaram melhores índices de convers o alimentar e melhores características de carca a, possivelmente, reflexo de melhor eficiência de utiliza o dos nutrientes.
Desempenho produtivo e atividade microbiana cecal de coelhos alimentados com dietas contendo diferentes níveis de amido  [cached]
Arruda Alex Martins Varela de,Carregal Ronaldo Dessimoni,Ferreira Renato Gon?alves
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: Com o objetivo de avaliar a influência do amido dietético sobre o rendimento produtivo e a atividade microbiana cecal de coelhos em crescimento, quatro dietas experimentais foram elaboradas de forma a conter níveis crescentes de amido (23, 28, 33 e 38% de amido total na base da MS), os quais foram fornecidos a 32 coelhos da ra a Nova Zelandia Branco, distribuídos em gaiolas de engorda individuais, seguindo um delineamento em blocos casualizados. Houve efeito linear decrescente para consumo e convers o alimentar, em que valores de 108,67 g/d e 3,216, respectivamente, foram obtidos para os animais alimentados com 38% de amido dietético. No entanto, o ganho de peso e o rendimento de carca a n o foram influenciados pelos tratamentos. Por outro lado, os valores de pH, as concentra es totais e as propor es molares dos ácidos graxos voláteis n o foram influenciados pelos tratamentos, porém, para o ácido propi nico, houve efeito linear decrescente, sendo a maior propor o molar (12,06%) verificada no conteúdo cecal de coelhos alimentados com 23% de amido dietético. O milho-gr o apresentou maior influência sobre a atividade microbiana cecal que o amido de milho purificado, porém, sem alterar o desempenho e rendimento de carca a.
Digestibilidade aparente de dietas contendo diferentes níveis de amido para coelhos em crescimento
Arruda, Alex Martins Varela de;Carregal, Ronaldo Dessimoni;Ferreira, Renato Gon?alves;
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000, DOI: 10.1590/S1516-35982000000300019
Abstract: with the objective to evaluate the effect of dietetic starch on the nutrients apparent digestibility for rabbits in the growing phase, four experimental diets were formulated to contain increasing corn starch levels (23, 28, 33 and 38% total starch levels in dry matter [dm] basis). a total of 20 white new zealand rabbits were allotted to metabolism cages in a completely randomized design. the results showed a crescent linear effect for the coefficients of apparent digestibility for dm, organic matter (om), neutral detergent fiber (ndf) and starch as the dietary starch level increased in the experimental diets. the 38% of dietary starch level presented, therefore, the best digestibility of starch (87.26%). no differences were observed for the coefficients of apparent digestibility for crude protein (cp), gross energy (ge) and acid detergent fiber (adf) at different starch levels. however, the best fat digestibility (89.46%) was verified for the animals fed diet with 23% starch. the rabbits were efficient in digesting purified cornstarch, when this ingredient have a high participation in total carbohydrate fraction of the diets.
Digestibilidade aparente de dietas contendo milho ou casca de mandioca como fonte energética e farelo de algod o ou levedura como fonte protéica em novilhas  [cached]
Martins Adriana de Souza,Prado Ivanor Nunes do,Zeoula Lúcia Maria,Branco Ant?nio Ferriani
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: RESUMO - Vinte e oito novilhas, com 303 kg PV médio, foram usadas para determinar a digestibilidade aparente da matéria seca (MS), proteína bruta (PB), matéria organica (MO), energia bruta (EB), fibra em detergente ácido (FDA), fibra em detergente neutro (FDN) e amido, em dietas contendo gr o de milho ou casca de mandioca e levedura ou farelo de algod o mais farinha de carne e ossos, durante sete dias. O efeito da adi o de sal ou sal mineral às dietas também foi avaliado. A cinza insolúvel em ácido foi usada como indicador interno. As digestibilidades da MS, MO e EB foram maiores para as dietas contendo levedura em rela o àquelas com farelo de algod o + farinha de carne e ossos. O mesmo ocorreu com a digestibilidade da PB, FDA e FDN, porém somente para as dietas contendo milho como fonte energética. N o houve influência das fontes protéicas sobre a digestibilidade do amido. A casca de mandioca apresentou maior digestibilidade dos nutrientes em compara o ao milho. O sal mineral promoveu maior digestibilidade da MS, PB, MO, FDN e amido em compara o às dietas à base de milho e sal.
Digestibilidade e degradabilidade de ra es à base de milho desintegrado com palha e sabugo em diferentes graus de moagem
Paziani Solidete de Fátima,Berchielli Telma Teresinha,Andrade Pedro de
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi determinar a digestibilidade, usando óxido cr mico (Cr2O3) e FDN indigestível, como indicadores, e a degrada o de dietas compostas de milho desintegrado com palha e sabugo (MDPS) em três graus de moagem (3/8, 9/16 e 3/4 de polegadas) e duas fontes protéicas, o farelo de amendoim e o glúten de milho-20, em um experimento fatorial com seis tratamentos. Os graus de moagem de MDPS e as fontes protéicas n o tiveram efeito sobre pH, concentra o de am nia ruminal, digestibilidade das ra es (matéria seca - MS, proteína bruta - PB, extrato etéreo - EE, amido, fibra em detergente neutro - FDN e fibra em detergente ácido - FDA) e degrada o ruminal de matéria seca e amido. Os coeficientes de digestibilidade para todos os nutrientes diferiram entre os dois indicadores, sendo maiores para o Cr2O3. Houve intera o significativa entre fonte protéica e graus de moagem do MDPS para pH e am nia, somente para a moagem 9/16 polegadas, com menor pH ocorrendo com o farelo de amendoim e a menor concentra o de am nia com o glúten de milho-20. Para a degrada o ruminal da MS n o houve efeito de grau de moagem de MDPS, mas houve efeito de fonte protéica, com degrada o efetiva maior com o uso do glúten de milho-20. Quanto à degrada o ruminal de amido do MDPS incubado com o concentrado protéico, n o houve diferen a entre as fontes protéicas, mas, ao se incubar somente o MDPS, a degrada o do amido foi maior em animais que estavam recebendo glúten de milho-20.
Efeito das fontes de amido e nitrogênio de diferentes degradabilidades ruminais.1. Digestibilidades parcial e total  [cached]
Fregadolli Fábio Luiz,Zeoula Lúcia Maria,Prado Ivanor Nunes do,Branco Ant?nio Ferriani
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Avaliaram-se as digestibilidades parcial e total de ra es combinando fontes de amido (AM) de alta (casca de mandioca desidratada) e baixa (milho) degradabilidade ruminal, com fontes de nitrogênio (N) de alta (levedura) e baixa (farelo de algod o + farinha de carne e ossos) degradabilidade ruminal, em arranjo fatorial 2x2. Foram utilizados quatro novilhos da ra a Holandesa (334 kg), portadores de canula ruminal e duodenal, distribuídos em delineamento quadrado latino 4x4. O óxido cr mico foi utilizado como indicador de fluxo de matéria seca. Houve intera o das fontes de AM e N sobre o coeficiente de digestibilidade aparente (CDA) da proteína bruta (PB) e fibra em detergente neutro (FDN). As ra es com milho e levedura e as com casca de mandioca e farelo de algod o + farinha de carne e ossos apresentaram maior CDA para PB do que as ra es com milho e farelo de algod o + farinha de carne e osso e com as casca de mandioca e levedura. A ra o com amido e N de alta degradabilidade ruminal (casca de mandioca e levedura) propiciou menor valor sobre o CDA da FDN do que as demais ra es, que n o diferiram entre si. A digest o ruminal da FDN foi maior quando a fonte de AM foi o milho, comparada àquela contendo casca de mandioca. A maior digest o do AM foi para as ra es com casca de mandioca, comparada às ra es com milho, em todos os segmentos do trato digestivo. Observaram-se valores negativos para a digest o ruminal da PB para as ra es experimentais. A fonte de N influenciou a digest o ruminal e intestinal da energia bruta. A maior a digest o ruminal ocorreu nas ra es com levedura e a maior digest o intestinal, nas ra es com farelo de algod o + farinha de carne e ossos.
Valor nutritivo e desempenho de coelhos em crescimento alimentados com ra es contendo milho extrusado  [cached]
Furlan Antonio Claudio,Monteiro Renilda Terezinha,Scapinello Claudio,Moreira Ivan
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Dois experimentos foram conduzidos com o objetivo de avaliar a utiliza o do milho, processado ou n o por extrus o, na alimenta o de coelhos em crescimento. No experimento 1, foram utilizados 21 coelhos da ra a Nova Zelandia Branco, 12 machos e 9 fêmeas, com 55 dias de idade, em um ensaio de digestibilidade, para determinar o valor nutritivo do milho, processado ou n o por extrus o. Os coelhos foram distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado com três tratamentos e sete repeti es, sendo uma ra o referência e duas ra es testes. Na elabora o das ra es testes, o alimento avaliado (milho, processado ou n o por extrus o) substituiu a ra o referência em percentuais de 30% com base na matéria natural. Os coeficientes de digestibilidade da matéria seca, matéria organica, proteína bruta, amido e energia bruta foram, respectivamente, de 81,39; 88,24; 87,08; 98,63 e 90,24% para o milho n o processado de 86,46; 96,96; 94,11; 98,91 e 97,54% para o milho extrusado. Os teores de matéria seca digestível, matéria organica digestível, proteína digestível, amido digestível, e energia digestível, com base na matéria seca, foram, respectivamente, de 71,16; 87,27; 7,78; 60,09 e 3997 kcal/kg para o milho n o processado e de 75,6; 95,9; 8,41; 60,26% e 4320 kcal/kg para o milho extrusado. No Experimento 2, foram utilizados 80 coelhos da ra a Nova Zelandia Branco, metade de cada sexo, no período de 35 a 75 dias de idade, com o objetivo de avaliar o desempenho de coelhos em crescimento, alimentados com ra es contendo diferentes níveis de substitui o do milho pelo milho extrusado. Os animais foram distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado com quatro tratamentos e vinte repeti es. Os tratamentos consistiram de quatro ra es isoenergéticas, sendo uma ra o testemunha à base de milho comum n o processado e outras três ra es onde o milho comum foi substituído em níveis de 33, 66 e 100%, pelo milho extrusado. A inclus o de níveis crescentes de milho extrusado nas ra es n o afetou o ganho de peso médio diário, a convers o alimentar, o peso e rendimento de carca a, porém, reduziu linearmente o consumo de ra o médio diário. O uso do milho extrusado ou n o, fica na dependência do pre o de mercado e disponibilidade.
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