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Efeito da altura do capim-Tanzania diferido nas características da pastagem no período do inverno  [cached]
Canto Marcos Weber do,Cecato Ulysses,Peternelli Maurício,Jobim Clóves Cabreira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: O estudo foi desenvolvido no Município de Astorga, PR, na Fazenda Nossa Senhora de Aparecida, com o objetivo de avaliar as características da pastagem e o acúmulo de forragem em capim-Tanzania (Panicum maximum Jacq.), diferido e após pastejado no período de 23/07 a 18/09/1999, sob diferentes níveis de altura de pasto. O delineamento experimental usado foi o inteiramente casualizado, com duas repeti es. Os tratamentos foram quatro alturas de pasto: T1=20, T2=40, T3=60 e T4=80 cm. Entretanto, para a análise estatística, utilizaram-se as alturas reais de pasto mantidas nas unidades experimentais, sendo: T1R1 = 26,3, T1R2 = 24,6, T2R1 = 47,9, T2R2 = 42,5, T3R1 = 55,8, T3R2 = 61,7, T4R1 = 69,2 e T4R2 = 71,4 cm. Pode-se concluir que a altura de pasto aumenta de forma linear as massas de forragem e de colmos verdes. O acúmulo de forragem n o foi afetado pelas diferentes alturas de pasto.
Variáveis morfogênicas e estruturais de azevém anual (Lolium multiflorum Lam.) manejado em diferentes alturas  [cached]
Pontes Laíse da Silveira,Nabinger Carlos,Carvalho Paulo César de Faccio,Trindade Júlio Kuhn da
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Variáveis morfogênicas e estruturais foram quantificadas a partir da técnica de "perfilhos marcados" no período de agosto a outubro de 1999 numa pastagem de azevém anual, mantida em quatro diferentes alturas (5, 10, 15 e 20 cm) através de lota o contínua em carga variável com ovinos. O delineamento experimental foi o de blocos completos casualizados com três repeti es. Utilizaram-se 50 perfilhos marcados por unidade experimental, distribuídos ao longo de transectas. As observa es foram efetuadas em dois períodos: no primeiro, da entrada dos animais até a obten o das alturas pretendidas, n o se observaram diferen as entre os tratamentos. No segundo (fase de estabiliza o das alturas pretendidas), a taxa de elonga o foliar, o comprimento da lamina verde total por perfilho e o tamanho das folhas apresentaram resposta positiva frente a maiores alturas de manejo, enquanto o tempo de elonga o da lamina foliar diminui com a altura. As variáveis taxa de surgimento de folhas, tempo de vida das folhas, densidade populacional de perfilhos e número de folhas vivas por perfilho n o foram afetadas pelos tratamentos.
Sorgo e girassol no outono-inverno, em sistema plantio direto, no Mato Grosso do Sul, Brasil  [cached]
Heckler Jo?o Carlos
Ciência Rural , 2002,
Abstract: A falta de culturas alternativas para o cultivo de outono-inverno é importante problema para os sistemas de produ o de gr os da Regi o Oeste do Brasil, em particular no Estado do Mato Grosso do Sul. Com o propósito de estudar o comportamento de genótipos de girassol (Helianthus annuus L.) e sorgo (Sorghum bicolor L. Moench) em Sistema Plantio Direto, no outono-inverno do ano 2000, foram conduzidos dois experimentos na Embrapa Agropecuária Oeste, em Dourados, MS, utilizando-se o delineamento de blocos ao acaso. Os resultados das avalia es do girassol mostraram diferen as significativas entre os tratamentos quanto ao rendimento de gr os que, em média, produziram 2.176kg ha-1. O maior rendimento foi do híbrido M 734 (3.028kg ha-1). O rendimento médio de gr os alcan ado pelos genótipos de sorgo foi de 7.861kg ha-1, com destaque para: BR 304, M 51 e AG 2005E, com 9.865, 9.771 e 9.055kg ha-1, respectivamente.
Perdas de forragem em capim-Tanzania (Panicum maximum Jacq cv. Tanzania-1) manejado sob diferentes alturas sob pastejo  [cached]
Cecato Ulysses,Castro Christian Roberto de Carvalho,Canto Marcos Weber do,Peternelli Maurício
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: RESUMO - O experimento foi conduzido com objetivo de avaliar as perdas de forragem e a acumula o de liteira em uma pastagem de capim-Tanzania (Panicum maximum Jacq cv. Tanzania-1 ) manejada sob diferentes alturas. Os níveis de altura (tratamentos) estudados foram: 29,8; 32,0; 47,1; 51,5; 57,9; 62,7; 72,6 e 80,0 cm, em um delineamento completamente casualizado e com duas repeti es. As taxas de acúmulo e acumula o de liteira e as perdas de forragem foram iguais em todas as alturas. A porcentagem de forragem senescente foi influenciada de forma quadrática pelos níveis de altura. Os resultados indicam que foram altos os níveis de acumula o de liteira e as perdas de forragem, em média, 38,9 kg/ha/dia de MS e 2179 kg/ha de MS, respectivamente. Devido à possibilidade de se reduzirem a persistência da pastagem e a modifica o da estrutura das plantas, recomenda-se n o utilizar pastagens de capim-Tanzania em alturas próximas ou iguais a 20 e 80 cm, sob lota es contínuas.
Viabilidade do cultivo do feij o-arroz no outono-inverno em regi es de inverno ameno Viability of rice bean cultivation in fall-winter season in regions of mild winter  [cached]
Rogério Faria Vieira,Trazilbo José de Paula Júnior,Miller da Silva Lehner
Ciência e Agrotecnologia , 2009, DOI: 10.1590/s1413-70542009000700063
Abstract: Foram conduzidos três ensaios em município de Minas Gerais, com inverno ameno, para estudar a viabilidade do cultivo do feij o-arroz no outono-inverno. Os ensaios foram instalados em Leopoldina, nestas datas: 3 de maio de 1996, 18 de abril de 1997 e 11 de maio de 1998. Foram usados 12 genótipos de feij o-arroz; uma cultivar de feij o-comum foi usada para compara o. Foi empregado o delineamento em blocos ao acaso, com 4 repeti es. As plantas foram irrigadas por aspers o, e o controle de pragas com inseticida foi feito quando necessário. Os ciclos de vida do feij o-arroz variaram de 99 a 111 dias (da emergência à colheita), enquanto os do feij o-comum variaram em torno de 90 dias. N o foi observada doen a na folhagem do feij o-arroz. As produtividades médias variaram de 1164 (11 de maio) a 2261 kg ha-1 (18 de abril). O feij o-arroz foi t o produtivo quanto o feij o-comum. Conclui-se que é viável o cultivo do feij o-arroz [Vigna umbellata (Thunb.) Ohwi & Ohashi] no outono-inverno em regi es de inverno ameno. Three trials were carried out in a municipality of the state of Minas Gerais of mild winter to study the viability of rice bean cultivation in fall-winter season. Trials were installed in Leopoldina on the following dates: May 3, 1996; April 18, 1997; and May 11, 1998. Twelve genotypes of rice bean were used; one cultivar of common bean was also included for comparison. A randomized complete-block design with 4 replications was used. Plants were sprinkler irrigated and insecticide was applied when necessary. Rice bean life cycles varied from 99 to 111 days (from emergence to harvest), while common bean life cycles varied around 90 days. No foliar disease was observed on rice bean plants. Yields ranged from 1164 (May 11) to 2261 kg ha-1 (April 18). Rice bean yielded as much as common bean. One concluded that the cultivation of rice bean [Vigna umbellata (Thunb.) Ohwi & Ohashi] in fall-winter in regions of mild winter is viable.
Características morfológicas e índice de área foliar do capim-tanzania (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzania-1) manejado em diferentes alturas, sob pastejo  [cached]
Rêgo Fabíola Cristine de Almeida,Cecato Ulysses,Canto Marcos Weber do,Martins Elias Nunes
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito de diferentes alturas (24, 26, 43, 45, 52, 62, 73 e 78 cm) do pasto e diferentes períodos de coleta (28, 56, 84 dias), sobre a densidade de perfilhos aéreos e basais, peso e diametro de perfilhos basais, índice de área foliar (IAF), altura do meristema apical, número de nós e comprimento de entrenós em pastagem de capim-Tanzania (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzania - 1). Foram utilizados novilhos da ra a Nelore em regime de pastejo com carga animal variável, por meio da técnica "put and take". O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado com duas repeti es. A densidade de perfilhos aéreos, o peso, o diametro, o número de nós e o comprimento de entrenós de perfilhos basais , a altura de meristema apical e o IAF aumentaram com os incrementos da altura de manejo das plantas. O perfilhamento basal n o foi alterado em fun o das alturas de manejo, mas reduziu no decorrer do experimento, assim como o perfilhamento aéreo. As variáveis número de nós, comprimento de entrenós, altura do meristema apical e IAF apresentaram comportamento quadrático, em fun o do período de coleta.
Características fermentativas da silagem do capim Marandu manejado em diferentes alturas de dossel Marandu grass silage fermentative characteristic managed under different sward heights  [cached]
Jussara Barros Silva,Sidnei Tavares dos Reis,Vicente Ribeiro Rocha Júnior,Eleuza Clarete Junqueira de sales
Revista Brasileira de Saúde e Produ??o Animal , 2011,
Abstract: Objetivou-se avaliar as características fermentativas da silagem de Brachiaria brizantha (Hochst ex. Rich) Stapf cv. Marandu manejada em diferentes alturas de dossel. Utilizou-se o delineamento em blocos ao acaso, com quatro alturas de dossel (30; 45; 60 e 75cm) em cinco blocos, totalizando 20 unidades experimentais. A gramínea foi ensilada em silos experimentais de PVC, com peso conhecido. A abertura dos silos foi realizada aos 56 dias após a ensilagem. Momentos antes da abertura, os silos foram pesados para avaliar as perdas por gases, e em seguida, abertos para retirada da silagem e quantifica o das perdas por efluentes. Foram determinados os valores de pH, nitrogênio amoniacal, teores de ácidos organicos (lático, acético e butírico) e matéria seca. Os dados coletados foram submetidos à análise de variancia, e quando significativa, as médias de tratamentos foram submetidas ao estudo de regress o. A gramínea manejada a 30 e a 45cm de dossel resultou em silagens com melhores características fermentativas, com maior conteúdo de ácido lático, menores conteúdos de ácido butírico e nitrogênio amoniacal, e menores perdas durante a fermenta o. A gramínea manejada a 60 e a 75cm apresentou processo fermentativo totalmente inadequado à conserva o da forragem, portanto classificada como de péssima qualidade. Conclui-se que a altura de dossel de 30 e de 45cm do capim Marandu resultou em silagem com melhores características fermentativas, quando comparada com as silagens das demais alturas avaliadas, porém n o atingiu um nível de qualidade desejada. The objective of this study was to evaluate the fermentation characteristics of Brachiaria brizantha Hochst ex. Rich) Stapf cv. Marandu managed under different sward heights. We used a complete randomized block delimitation layout, with four sward heights (30; 45; 60 and 75cm) in 5 blocks totaling 20 experimental units. The grass was packed and weighted in PVC silos. The silos were opened again at precisely 56 days after ensiling. Moments before opening the silos after the 56 days of storage, these silos were first weighted to measure any weight loss due to the production of gasses during fermentation, and then opened to remove the silage and to quantificate of the effluent losses. The pH, ammonia and acids levels were then measured, along with the levels of organic (lactic, acetic, butyric) and dry matter. The data collected were subjected to variance analysis and when any significant average of treatment was found, a regression study was done. The grass silage measuring up to 30 and 45 cm resulted in silages with
Avalia o da produ o e de algumas características da rebrota de cultivares e acessos de Panicum maximum Jacq. sob duas alturas de corte  [cached]
Cecato Ulysses,Machado Andréa Oliveira,Martins Elias Nunes,Pereira Luiz Alberto Fontes
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: O experimento foi realizado no período de setembro de 1995 a setembro de 1996, objetivando avaliar a produ o de matéria seca total/ha (PMST), folhas/ha (PMSf), vigor da rebrota (VR), número de perfilhos (NP) e porcentagem de meristemas apicais eliminados (MAE) em seis cultivares de gramíneas (Aruana, Centenário, Coloni o, Momba a, Tanzania e Tobiat ) e dois acessos (K249 e KK8) de Panicum maximum Jacq., em duas alturas de corte (20 e 40 cm), no período seco e chuvoso. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados com parcelas subdivididas. A altura de corte influenciou apenas a PMST e PMSf do capim-tanzania, que foi maior nos cortes mais baixos no período chuvoso. Os capins Centenário e KK8 apresentaram maiores MAE à altura de 20 cm e o capim-Aruana, a 40 cm, nos dois períodos. A menor VR foi apresentada pelo capim-Aruana nas duas alturas, nos dois períodos experimentais. Os capins Centenário, KK8, Momba a, Tanzania e Tobiat mostraram maior produ o de matéria seca total e de folhas nos dois períodos avaliados, nas duas alturas de corte. Em fun o dos resultados obtidos, os capins podem ser manejados em qualquer altura de corte, exceto o capim-tanzania, que pode ser manejado mais baixo.
Crescimento e sobrevivência do catfish de canal (Ictalurus punctatus sp) e jundiá (Rhamdia sp) no outono-inverno do Rio Grande do Sul  [cached]
Souza Luciano Sena de,Pouey Juvêncio Luís Osório Fernandes,Camargo Sabrina Ortiz de,Vaz Bernardo dos Santos
Ciência Rural , 2005,
Abstract: O catfish é um peixe de couro, com hábito alimentar onívoro, nativo dos Estados Unidos, tendo despertado interesse dos produtores e indústrias da regi o sul do Rio Grande do Sul, devido à qualidade da carne, crescimento e facilidade de manejo. O jundiá também é um peixe de couro com hábito alimentar onívoro, apresentando bom desenvolvimento e fácil reprodu o, sendo necessário avaliar seu potencial em sistemas de produ o intensiva. O objetivo deste trabalho foi comparar o desempenho e sobrevivência do catfish, jundiá cinza e albino. O experimento foi realizado na esta o de piscicultura do Chasqueiro, localizada no município de Arroio Grande - RS, no período de abril a agosto de 2001, tendo a dura o de 135 dias. Utilizaram-se 120 juvenis de catfish (91,8?25,8g), 120 de jundiá albino (83,7?20,9g) e 120 de jundiá cinza (80,4?12,5g), distribuídos em 3 tanques de terra retangulares, com 180m2, divididos longitudinalmente em três parcelas, formando um total de 9 divis es de 60m2 cada. Os peixes foram colocados em uma densidade de 0,6 peixe/m2 da área, e alimentados com ra o comercial extrusada (PB 36%) na ordem de 3% da biomassa ao dia. Durante o período experimental avaliou-se o ganho de peso, o crescimento e a sobrevivência dos animais. A temperatura da água variou entre 11 e 290C, com média de 18,5degreesC. Os resultados indicaram um ganho de peso no período de 40,4; 74,1 e 109,1g e sobrevivências de 14, 32 e 63% para o catfish, jundiá albino e cinza, respectivamente. Conclui-se que o jundiá cinza apresentou o melhor desempenho produtivo no período analisado.
ácido giberélico (GA3) no crisantemo (Dedranthema grandiflora Tzvelev.) de corte 'viking': cultivo ver o/outono  [cached]
Schmidt Claudinei Márcio,Bellé Rogério Ant?nio,Nardi Claudia,Toledo Kassiano dos Anjos
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Este trabalho tem como objetivo avaliar a a o do ácido giberélico (AG3) em plantas crisantemo de corte 'Viking' quanto a parametros fenométricos, melhor época e concentra o da aplica o para obter-se hastes de melhor qualidade no cultivo de ver o/outono. Avaliou-se o efeito de cinco épocas de aplica o (sem aplica o, aplica o na segunda, quarta, oitava e décima semana após o plantio) e quatro concentra es (0, 100, 200 e 300 mg.L-1 de GA3). Verificou-se que as maiores alturas foram obtidas com as aplica es na segunda e quarta semanas de cultivo e nas concentra es entre 200 a 300 mg.L-1. O maior diametro de haste e pedúnculo floral foram obtidos com a aplica o de 100 a 200 mg.L-1 GA3 na quarta semana. A concentra o de 200 mg.L-1 de GA3, independente da época de aplica o proporcionou a antecipa o do florescimento em cinco dias, todas as concentra es aplicadas a partir da oitava semana provocaram o clareamento do disco floral.
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