oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Produtividade de seis cultivares de maracujazeiro-azedo durante três anos em Vargem Bonita, DF  [cached]
Melo Karina Tittoto,Manica Ivo,Junqueira Nilton Tadeu Vilela
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2001,
Abstract: Avaliou-se a produtividade de cultivares de maracujazeiro-azedo (Passiflora edulis), com vistas à sele o de um material mais produtivo nas condi es do Distrito Federal para frutos destinados ao consumo in natura. As cultivares Maguari, CSB Marília, NJ3 Vermelho, CSB Marília x NJ3 Vermelho, Roxo Australiano e Sele o DF foram avaliadas durante três anos de produ o, em Latossolo Vermelho-Amarelo, no sistema de espaldeira vertical. A cultivar Maguari apresentou porcentagem de germina o das sementes superior à das demais cultivares. A média da altura das plantas das cultivares Sele o DF e Roxo Australiano foi superior à das outras quatro cultivares. A cultivar Maguari apresentou o maior vigor vegetativo durante os três anos de experimento, e o menor número de plantas perdidas por declínio da cultura. A cultivar CSB Marília foi a mais precoce e a primeira a produzir frutos. Na primeira safra, as cultivares CSB Marília, CSB Marília x NJ3 Vermelho, Roxo Australiano e Sele o DF foram as mais produtivas. No segundo ano de colheita, as seis cultivares apresentaram alta produtividade, destacando-se a cultivar Sele o DF, que produziu 50 t/ha. No terceiro ano de produ o, em que ocorreu um declínio considerável, a cultivar Maguari apresentou a maior produtividade. Na produ o média dos três anos, as seis cultivares mostraram-se superiores em produtividade aos resultados já conhecidos da pesquisa no Brasil.
INFLUêNCIA DE DIVERSOS SUBSTRATOS NO DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE MARACUJAZEIRO AZEDO (Passiflora edulis Sims f. flavicarpa DEG)
SILVA ROGéRIO PEREIRA DA,PEIXOTO JOSé RICARDO,JUNQUEIRA NILTON TADEU VILELA
Revista Brasileira de Fruticultura , 2001,
Abstract: Objetivando avaliar a influência de diversos substratos no desenvolvimento de mudas de maracujazeiro-azedo, conduziu-se um experimento em casa de vegeta o da Emprapa Cerrados. Utilizou-se o delineamento experimental de blocos casualizados, em esquema fatorial 2 x 4 x 3 x 2, totalizando 48 tratamentos, 18 plantas úteis por parcela e 4 repeti es. Os tratamentos constituíram-se das combina es de: dois substratos comerciais (PlantmaxR -- à base de vermiculita mais casca de Pinus sp e VermiculitaR); três fontes organicas (f.o.) (húmus, esterco de curral e NutriplantaR (produto à base de bactérias) e ausência de f.o., na propor o de 3:1 do substrato básico para a f.o.); duas formula es de adubo [OsmocoteR na fórmula 14-14-14 (produto de lenta libera o de nutrientes) e 4-14-8 (de libera o normal)], além da ausência de adubo; e Glomus etunicatum, ausência e presen a. O substrato comercial PlantmaxR foi superior à VermiculitaR em todas as características analisadas. Dentre as f.o., o NutriplantaR junto com o esterco proporcionaram o melhor desempenho. O OsmocoteR promoveu o maior desenvolvimento das mudas, seguido pelo 4-14-8. A presen a ou ausência de f.o. combinada com PlantmaxR praticamente n o influenciou nas características analisadas. N o se deve utilizar o Glomus etunicatum associado a PlantmaxR, devido ao alto teor de fósforo presente neste substrato.
Produtividade de genótipos de maracujazeiro azedo sob doses de potássio, no Distrito Federal  [cached]
Oliveira Aurélio Tinoco de,Peixoto José Ricardo,Junqueira Nilton Tadeu Vilela,Rangel Luiz Eduardo Pacifici
Revista Brasileira de Fruticultura , 2003,
Abstract: Objetivando avaliar o efeito de três diferentes níveis de aduba o potássica sobre a produ o do maracujazeiro azedo (Passiflora edulis Sims e P. edulis Sims f. flavicarpa Deg.), foi realizado um experimento na Fazenda água Limpa da Universidade de Brasília de dezembro/1999 a maio/2001, utilizando-se o delineamento em blocos casualizados, em esquema fatorial 9x3, sendo nove genótipos e três níveis de aduba o potássica, totalizando 27 tratamentos, quatro repeti es e nove plantas úteis/parcela. Os genótipos avaliados foram: Híbrido EC-2-0; Marília Sele o Cerrado; F1 (Roxo Fiji x Marília); Porto Rico; Vermelh o (RC1); F1 (Marília x Roxo australiano); Redond o; IAC-273 e Itaquiraí. Os três níveis de aduba o potássica aplicados foram de 0, 640 e 1280 kg de K2O ha-1, utilizando-se como fonte o cloreto de potássio. Ao final de cinco meses de colheita os genótipos híbrido EC-2-0 e Marília Sele o Cerrado foram os que apresentaram as maiores produ es (21.675 e 21.577 kg ha-1) e maiores números de frutos por planta (155,28 e 149,24), respectivamente. O peso médio de fruto variou de 88g (Itaquiraí) até 103,42g (F1 - Marília x Roxo Australiano). As doses de aduba o potássica influenciaram as seguintes variáveis estudadas: produ o de frutos de primeira ha-1; produ o frutos totais ha-1; peso médio de frutos de primeira e peso médio de frutos 1A. A intera o genótipos x aduba o potássica apresentou diferen a estatística para o número de frutos de primeira/planta para uma dosagem de 640 kg K2O ha-1.
Estimativas de correla??es genotípicas e fenotípicas em germoplasma de maracujazeiro
Oliveira, Eder Jorge de;Santos, Vanderlei da Silva;Lima, Diego Souza de;Machado, Marlos Dourado;Lucena, Rangel Sales;Motta, Tiago Borges Nunes;
Bragantia , 2011, DOI: 10.1590/S0006-87052011000200002
Abstract: the objective of this study was to estimate the genotypic and phenotypic correlations among 25 morphological and agronomic characteristics of leaves, flowers and fruits of passion plants. seventeen germplasm accessions were evaluated in a randomized block design with two replications and ten plants per plot. the data were standardized and phenotypic (rp) and genotypic (rg) correlation coefficients were estimated. ninety phenotypic correlations (30%) were significant by t-test and 83% of correlations were above 0.60. the results showed a high genotypic correlation among the following characteristics: a) androgynophore length vs. leaf width (rg = -0.61); b) peel thickness vs. petiole length (rg = 0.98); c) pulp yield without seed vs. petiole length and petal width, both with rg -0.88; d) total soluble solids vs. fruit width (rg = -0.72), and e) weight of fruit vs. fruit width and peel weight (rg = -0.88 and 0.91, respectively). although the genotypes are not originated from a single population, indirect selection to aforementioned characteristics is easily, because the genotypic correlation was higher than the phenotypic.
Produ o do Maracujazeiro Amarelo em Condi es de Sequeiro e Irrigado em Jataí – GO  [cached]
MARCELO MARQUES COSTA,ROBSON BONOMO,DARLY GERALDO DE SENA JúNIOR,RAIMUNDO RODRIGUES GOMES FILHO
Revista Brasileira de Agricultura Irrigada , 2009, DOI: 10.7127/rbai.v3n100019
Abstract: O maracujazeiro pode ser irrigado com qualquer um dos métodos atualmente disponíveis de irriga o, por superfície, por aspers o e localizada. Este último método facilita a aplica o de fertilizantes via água, o que aumenta a eficiência de uso dos mesmos e reduz a m o-de-obra, permitindo flexibilizar a época de aplica o dos nutrientes, fracionando-os conforme a necessidade da cultura. Para avaliar o comportamento fenológico, a produtividade e a qualidade dos frutos, foi implantado um experimento em blocos casualizados, com quatro repeti es, com os tratamentos: T1- n o irrigado, com fertilizantes aplicados ao solo; T2- irrigado, com fertilizantes aplicados ao solo; T3- fertirrigado, com dose anual de fertilizantes parcelada em quatro aplica es; T4- fertirrigado, com dose anual de fertilizantes parcelada quinzenalmente ao longo do ano. O florescimento das plantas iniciou-se cerca de 120 dias após o transplantio e os primeiros frutos foram colhidos cerca de 200 dias após o transplantio, com intervalo entre o florescimento e a frutifica o de 80 dias em média. Os tratamentos utilizados n o proporcionaram diferen as significativas, em nenhum dos parametros avaliados, com picos de produ o em agosto e janeiro. As baixas temperaturas e os dias curtos, que ocorrem na regi o de maio a julho, interromperam a produ o nos meses de outubro e novembro. O maracujazeiro amarelo mostrou-se uma cultura com bom desenvolvimento na regi o, porém, com um período de entressafra que independe dos tratamentos. Os frutos produzidos foram de boa qualidade, tanto para o mercado in-naturaquanto para as indústrias processadoras de sucos concentrados.
Correla es entre caracteres quantitativos em milho pipoca
Carpentieri-Pípolo Valéria,Takahashi Hideaki Wilson,Endo Romeu Munashi,Petek Marcos Rafael
Horticultura Brasileira , 2002,
Abstract: Em um programa de melhoramento, o conhecimento da grandeza das associa es entre caracteres de interesse, é de fundamental importancia na obten o de popula es melhoradas. O presente trabalho teve como objetivo determinar as correla es genotípicas, fenotípicas e ambientais entre caracteres quantitativos em milho pipoca. Foram avaliados nove genótipos de milho pipoca dispostos no campo em delineamento em blocos casualizados com oito repeti es. Os genótipos UEL ZP, UEL SI e UEL PAP revelaram maiores capacidades de expans o (27,50; 27,15 e 24,40 respectivamente) e número de gr os por volume (244,75; 248,50 e 248,75 respectivamente). A capacidade de expans o revelou correla o fenotípica positiva com o tamanho da pipoca e com o número de gr os por volume, e correla o negativa com massa de gr os por planta. Os caracteres massa de gr os por planta e peso total da espiga revelaram correla es fenotípicas e genotípicas positivas entre si, o que possibilita a utiliza o de um ou outro na sele o, optando-se pelo que melhor convier aos propósitos do programa de melhoramento.
Correla es fenotípicas, genotípicas e ambientais em aceroleira  [cached]
CARPENTIERI-PíPOLO VALéRIA,BRUEL DANIELA CRISTINA
Revista Brasileira de Fruticultura , 2002,
Abstract: O conhecimento das associa es entre caracteres de interesse no melhoramento da aceroleira (Malpighia emarginata D.C.) é de fundamental importancia na obten o de cultivares melhoradas. O trabalho teve por objetivo observar as correla es fenotípicas, genotípicas e ambientais entre caracteres quantitativos de aceroleira. Foram avaliados onze genótipos em delineamento experimental inteiramente ao acaso, com três repeti es. Para os pares de caracteres obtidos: massa do fruto e altura, massa da polpa e rendimento de polpa, altura do fruto e massa da polpa, semente com embri o normal e rendimento de polpa, foram constatadas correla es fenotípicas e genotípicas significativas, o que indica que a sele o de um dos caracteres de cada par pode ser feita por meio da sele o daquele que possuir maior herdabilidade ou através do caráter de mais fácil sele o.
Variabilidade e correla es entre caracteres em cruzamentos de soja  [cached]
Lopes ?ngela Celis de Almeida,Vello Natal Antonio,Pandini Fábio,Rocha Maurisrael de Moura
Scientia Agricola , 2002,
Abstract: A estima o de parametros em gera es iniciais de endogamia tem importancia para direcionar o programa de melhoramento, principalmente em rela o ao processo de sele o dos genótipos mais promissores. Este trabalho avaliou 21 genótipos de soja (seis parentais e 15 combina es dialélicas em F2), em dois locais (ESALQ e Anhembi) de Piracicaba, SP. O delineamento usado foi em blocos ao acaso, com seis repeti es por local. A parcela experimental foi de 12 covas de plantas individuais espa adas de 0,80 m x 0,80 m. Os caracteres avaliados foram número de dias e altura da planta no florescimento e maturidade; valor agron mico; produtividade de gr os; teor de óleo na semente e produtividade de óleo. Todas as estimativas de parametros basearam-se nos componentes das análises de variancia e covariancia individuais e conjuntas. Parentais e F2 apresentaram variabilidade para todos os caracteres. Em termos de qualidade ambiental favorável, os dois locais foram bons para a express o do potencial genético dos genótipos, no entanto, o local Anhembi foi mais favorável para produtividade de gr os. A intera o genótipos x locais mostrou-se um importante componente da varia o fenotípica, com exce o do caráter teor de óleo. As correla es genotípicas foram geralmente maiores que as fenotípicas e de ambiente nos dois locais. A magnitude das correla es fenotípicas e genotípicas mostrou que o fenótipo refletiu satisfatoriamente o genótipo. Os caracteres relacionados ao florescimento e à maturidade mostraram-se importantes para o melhoramento da produtividade, com destaque para o valor agron mico. Existe evidência de dificuldades em obter novos genótipos produtivos e precoces.
Correla es e análise de trilha em linhagens de soja semeadas em diferentes épocas
Carvalho Claudio Guilherme Portela de,Arias Carlos Alberto Arrabal,Toledo José Francisco Ferraz de,Oliveira Marcelo Fernades de
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2002,
Abstract: A associa o entre a produtividade e outras características da planta identifica caracteres para uso na sele o indireta para produtividade. A produtividade da soja é muito influenciada pelo fotoperíodo e pela temperatura, e a semeadura fora de época acarreta redu o na produtividade. Os programas de melhoramento procuram desenvolver cultivares adaptadas a um período mais amplo de semeadura. No Brasil, entretanto, n o há estudos sobre as inter-rela es entre a produtividade e algumas características de importancia agron mica da soja (dias para matura o, altura da planta no florescimento e número de nós da haste principal), em um período mais amplo de semeadura (setembro a dezembro). Este trabalho procura quantificar essas rela es e identificar possíveis critérios de sele o indireta em rela o à produtividade, avaliando linhas puras derivadas dos cruzamentos entre BR85-29009, FT-2, BR-13 e OCEPAR-8. O delineamento experimental usado foi o inteiramente casualizado. Os estudos de correla es e análise de trilha revelaram que a influência das características sobre a produtividade dependeu do cruzamento, da época de semeadura, e do ano. As correla es fenotípicas e genotípicas entre as características e a produtividade foram essencialmente positivas. As análises de trilha mostraram que dias para matura o e altura da planta no florescimento, individualmente, ou a combina o dias para matura o, altura da planta no florescimento e número de nós em um índice, podem auxiliar na sele o quanto à produtividade. A contribui o dos dois primeiros caracteres para o aumento na produtividade foi maior em semeaduras realizadas em novembro e outubro, respectivamente.
Correla es inter e intragera es e herdabilidade de cor de chips, matéria seca e produ o em batata
Rodrigues Andréa Felix Souza,Pereira Arione da Silva
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2003,
Abstract: Os objetivos deste trabalho foram determinar correla es inter e intragera es clonais, estimar herdabilidade quanto à cor de chips, teor de matéria seca e produ o de batata, e suas implica es na sele o. Duzentos e cinqüenta clones de dez famílias foram escolhidos aleatoriamente de uma popula o de primeira gera o clonal, destinada ao processamento de batatas chips, do programa de melhoramento genético de batata da Embrapa-Centro de Pesquisa Agropecuária de Clima Temperado. Os clones foram avaliados em segunda (G2), terceira (G3) e quarta (G4) gera es, respectivamente, no outono e primavera de 1999, e outono de 2000, em Pelotas, RS. Os coeficientes de correla o entre gera es e as estimativas de herdabilidade dentro das gera es clonais foram baixas em rela o à cor de chips, baixas a moderadas quanto à matéria seca e incrementais com as gera es nos componentes de produ o. Os coeficientes de correla o entre as características de qualidade e os componentes de produ o dentro de cada gera o foram baixos e, na maioria, n o-significativos. As estimativas de herdabilidade dos dados conjuntos da G3 e G4 foram moderada, moderadamente alta e alta, respectivamente, em rela o à cor de chips, teor de matéria seca e produ o.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.