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Tratamento de depress o em indivíduos infectados pelo HIV  [cached]
Malbergier André,Sch?ffel Adriana C
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2001,
Abstract: A infec o pelo HIV/Aids é freqüentemente associada a transtornos psiquiátricos. Dentre eles, a depress o é o mais comum. O diagnóstico e o tratamento dos transtornos depressivos s o fundamentais para melhorar a qualidade de vida desses pacientes. Esta revis o tem como objetivo sintetizar e discutir os resultados mais importantes da literatura a respeito das particularidades do tratamento dos transtornos depressivos em indivíduos infectados pelo HIV. S o discutidos a epidemiologia, o quadro clínico, a influência da depress o na evolu o da infec o, o tratamento farmacológico com antidepressivos, testosterona e psicoestimulantes e a intera o farmacológica entre os antidepressivos e benzodiazepínicos e as drogas antivirais. Conclui-se que o tratamento antidepressivo nessa popula o é eficaz, seguro e n o promove imunossupress o nos indivíduos afetados.
Revis o sobre a eficácia de psicoterapia vs. farmacoterapia no tratamento de depress o em idosos  [cached]
Scazufca Marcia,Matsuda Cintia MCB
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2002,
Abstract: INTRODU O: Depress o é uma das doen as mentais mais prevalentes entre pessoas idosas. Embora os tratamentos farmacológicos já estejam validados, a recorrência de depress o é comum. Este artigo revisa ensaios clínicos que examinaram a eficácia da psicoterapia versus os tratamentos farmacológicos, sozinhos ou combinados, para pessoas idosas com depress o. MéTODOS: Foi realizada busca na internet, em dois bancos de dados (Medline e PsychINFO), por ensaios clínicos randomizados e controlados publicados entre 1984 e 2001 que examinaram a eficácia de psicoterapias versus farmacoterapia para depress o em indivíduos com 60 anos ou mais, com diagnóstico de distimia, depress o menor ou maior. RESULTADOS: Foram incluídos quatro estudos. Três compararam a eficácia da psicoterapia versus a farmacoterapia durante a fase aguda e de continua o do tratamento para depress o, e um examinou a eficácia desses tratamentos durante a fase de manuten o. Tratamentos com psicoterapia (sozinha ou combinada com medica o) foram superiores à farmacoterapia em três estudos com sujeitos com depress o maior. Psicoterapia n o foi superior a placebo ou antidepressivos em um estudo com sujeitos com distimia ou depress o menor. CONCLUS O: As evidências empíricas sobre a eficácia da psicoterapia versus a farmacoterapia para pacientes idosos com depress o s o escassas e n o conclusivas, sugerindo a necessidade de novos ensaios clínicos que investiguem a eficácia da psicoterapia para o tratamento de depress o em idosos.
Tratamento de idosos com depress o utilizando tricíclicos, IMAO, ISRS e outros antidepressivos
Scalco M?nica Z
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2002,
Abstract: Antidepressivos s o eficazes no tratamento da depress o em idosos. O sucesso do tratamento depende do tipo e da gravidade da depress o; das comorbidades com outras doen as psiquiátricas ou clínicas; da escolha adequada de antidepressivos, de sua eficácia e perfil de efeitos adversos; da orienta o do paciente e de sua aderência ao tratamento. O manejo dos efeitos adversos em pacientes idosos, que usam muito mais medica es e apresentam mais doen as, é o ponto forte na escolha de antidepressivos. Em geral, os inibidores seletivos da recapta o de serotonina têm sido preferidos por apresentar menos riscos de complica es por efeitos adversos. Porém, diferentes antidepressivos podem ser preferíveis para diferentes pacientes. é indispensável que o médico conhe a o paciente que irá tratar e o perfil de efeitos adversos e de possíveis intera es medicamentosas dos antidepressivos para poder escolher o mais adequado para cada paciente. Neste artigo, s o abordados os diferentes grupos de antidepressivos no tratamento agudo da depress o em idosos e o tratamento em popula es especiais de idosos (idosos debilitados e idosos com demência).
O uso da terapia cognitivo-comportamental no tratamento do transtorno depressivo: uma abordagem em grupo  [cached]
Partinobre Brito Freitas,Terezinha Rech
Barbarói , 2010,
Abstract: A depress o tem atingido amplos grupos sociais sem distin o entre eles e, constantemente, está associada como comorbidade a outras doen as. A Terapia Cognitivo- Comportamental (TCC) come ou a ser estruturada pelo psicanalista e psiquiatra Aaron Beck para oferecer tratamento a pessoas deprimidas. Foi aprimorada e chegou a propostas de tratamento em grupo desenvolvidas por Aaron Beck e demais colaboradores. Este estudo procura fazer uma breve revis o dos temas da TCC e de sua aplica o no tratamento em grupo para depress o, desde a sua formula o até a revis o do uso dessa terapia na atualidade. Foram analisados artigos do ano de 2008 dessa metodologia de trabalho e comparados com os canones dessa tipologia de tratamento. A depress o tem atingido amplos grupos sociais sem distin o entre eles e, constantemente, está associada como comorbidade a outras doen as. A Terapia Cognitivo- Comportamental (TCC) come ou a ser estruturada pelo psicanalista e psiquiatra Aaron Beck para oferecer tratamento a pessoas deprimidas. Foi aprimorada e chegou a propostas de tratamento em grupo desenvolvidas por Aaron Beck e demais colaboradores. Este estudo procura fazer uma breve revis o dos temas da TCC e de sua aplica o no tratamento em grupo para depress o, desde a sua formula o até a revis o do uso dessa terapia na atualidade. Foram analisados artigos do ano de 2008 dessa metodologia de trabalho e comparados com os canones dessa tipologia de tratamento. Abstract Depression affects a variety of social groups without distinction, and usually occurs as comorbidity with other disorders. The Cognitive Behavioral Therapy (CBT) was originally structured by Aaron Beck to provide treatment to depressed people. It was later improved by him and his collaborators and developed into a proposal of group therapy. This study comprises a brief review of CBT topics and their application in group therapy of depression, from its formulation to its current employment. Recent publications regarding this method were analyzed and compared to the canons of this type of treatment.
Diagnóstico e intensidade da depress o
Mariana Esteves Paranhos,Blanca Guevara Werlang
Barbarói , 2009,
Abstract: Este artigo desenvolve uma revis o da literatura sobre os critérios que integram o diagnóstico de depress o e a intensidade de seus sintomas. Discute-se que é relevante e importante realizar uma análise detalhada das respostas dos indivíduos em instrumentos que fornecem um escore quantitativo. Utilizaram-se para essa discuss o, casos ilustrativos de respostas de adolescentes ao Inventário de Depress o de Beck–II (BDI–II), em fun o do alto valor que esse instrumento possui no meio clínico e de pesquisa. é possível concluir que diferentes níveis de intensidade de depress o podem ser melhor compreendidos a partir de um exame qualitativo de cada um dos itens da escala que representam a constela o da depress o. Quando bem estudados e observados, esses itens podem ser indicadores subclínicos importantes que podem levar ao entendimento de uma dificuldade mais grave que o sujeito possa estar apresentando. Abstract The purpose of this article is to provide a literature review about the criteria that makeup the depression diagnosis and the intensity of its symptoms. It is in discussion that doing a more detailed analysis of the subject’s answers in the instruments which give a quantitative score is important and very relevant. In the study, answers from adolescents to the Beck Depression Inventory-II were used to illustrate the discussion, because of the high value of this instrument in the clinical and in the research community. It is possible to conclude that different levels of depression intensity may have a better comprehension using a qualitative study of each of the scale items that represent the depression constellation. When well studied and observed these items may be important subclinical indicators that may bring a better understanding of some problem more severe that the subject may be dealing with..
Depress o pós-AVC: fatores de risco e terapêutica antidepressiva
Terroni Luisa de Marillac Niro,Leite Claudia Costa,Tinone Gisela,Fráguas Jr Renério
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2003,
Abstract: A depress o é a complica o psiquiátrica mais freqüente nos pacientes com acidente vascular cerebral (AVC). Vários aspectos têm sido detectados como fatores de risco para a sua ocorrência. Neste artigo faz-se uma revis o dos fatores envolvidos na depress o pós-AVC e o estado atual de seu tratamento, a fim de estimular sua detec o e adequado tratamento pelo médico n o-psiquiatra. A prevalência da depress o maior pós-AVC é de 10% a 34%, variando conforme as diferen as dos métodos de pesquisa. O período do pós-AVC, o tipo de popula o avaliada e o tratamento recebido pelos pacientes, assim como o critério utilizado para o diagnóstico da depress o, podem influir a sua prevalência. Fatores de risco associados à ocorrência da depress o pós-AVC têm sido detectados, tais como: prejuízo funcional, prejuízo cognitivo, história de depress o no passado, idade, sexo, AVC prévio, hipercortisolemia, precária rede de suporte social e características neuroanat micas do AVC. Estes têm fornecido suporte para formula o de um mecanismo fisiopatológico da depress o pós-AVC, relacionado às vias prefrontosubcortical e à neurotransmiss o das aminas biogênicas. As repercuss es da depress o s o significativas, incorrendo em um maior grau de prejuízo funcional, retardo do processo de reabilita o, complica es na evolu o e maior risco de mortalidade. A isto se soma o seu subdiagnóstico e subtratamento. Com o advento da ressonancia magnética, pesquisadores devem investigar a associa o de regi es cerebrais específicas com a manifesta o depressiva e resposta terapêutica. Aspectos metodológicos devem ser levados em considera o para uma análise mais confiável.
Diabetes mellitus e depress o: uma revis o sistemática
Moreira Rodrigo O.,Papelbaum Marcelo,Appolinario José C.,Matos Amélio G.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2003,
Abstract: A presen a de depress o no paciente com diabetes mellitus (DM) parece relacionar-se a altera es no curso clínico da doen a. O objetivo deste trabalho é realizar uma revis o sistemática sobre a associa o entre o DM e depress o. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica utilizando as bases de dados MEDLINE e LILACS para identificar artigos relevantes, publicados entre 1990 e 2001, que avaliassem esta associa o. Foram analisadas informa es referentes à prevalência, ao impacto e ao tratamento da depress o no DM. A prevalência de depress o no DM variou de 0 a 60,5%. Sintomas depressivos relacionaram-se a um pior controle glicêmico, a um aumento e a uma maior gravidade das complica es clínicas, a uma piora da qualidade de vida e ao comprometimento de aspectos sociais, econ micos e educacionais ligados ao DM. O tratamento da depress o está relacionado à melhora dos níveis glicêmicos, podendo contribuir para um melhor controle de diversos aspectos relacionados ao DM.
O impacto da depress o materna nas intera es iniciais  [PDF]
Brum, Evanisa Helena Maio,Schermann, Lígia
Psico , 2006,
Abstract: O presente estudo objetiva examinar quest es teóricas a respeito da depress o materna nas intera es iniciais para o desenvolvimento infantil, os estudos apontam para a ocorrência de desordens comportamentais, afetivas, cognitivas e sociais, bem como altera es da atividade cerebral. Salienta-se algumas formas de interven o precoce para dirimir a probabilidade de conseqüências adversas para o desenvolvimento infantil.
Tratamento cirúrgico da luxa o recidivante da ATM: uso de miniplaca  [PDF]
Cardoso, álvaro Bezerra et al.
Revista Odonto Ciência , 2006,
Abstract: Introdu o: A luxa o da articula o temporomandibular (ATM) ocorre quando o c ndilo mandibular move-se para fora da cavidade glenóide e permanece travado anteriormente a eminência articular, sendo sua ocorrência repetitiva geralmente associada a hipermobilidade mandibular e a inclina o da eminência articular. Geralmente, é bilateral e suas características clínicas s o: incapacidade de fechar a boca, depress o pré-auricular da pele, protus o do mento, saliva o, dificuldade de falar, dor em graus variáveis e tens o da musculatura mastigatória. Nos casos de luxa o unilateral ocorre um desvio do mento para o lado oposto. Em geral, existem duas modalidades de tratamento cirúrgico para a luxa o recidivante da ATM, uma com o objetivo de restringir a abertura bucal (aumento da eminência articular com uso de anteparo) e outra com a finalidade de promover movimentos mandibulares livres (remo o da eminência articular), cada um com suas vantagens e desvantagens. Objetivo: Este trabalho discute a técnica de miniplaca (restri o do movimento do c ndilo mandibular). Material e método: Apresenta o de caso clínico.
Tratamento farmacológico da distimia: avalia o crítica da evidência científica
Lima Maurício Silva de
Revista Brasileira de Psiquiatria , 1999,
Abstract: Distimia é um transtorno depressivo de natureza cr nica, mas de menor gravidade que a depress o maior, cujos sintomas persistem por mais ou menos dois anos. Este artigo aborda aspectos relativos à eficácia do tratamento farmacológico na distimia, a partir de resultados de revis es sistemáticas recentemente concluídas. Em termos de eficácia, os resultados foram similares para as diferentes classes de drogas, tais como tricíclicos (ADT), inibidores seletivos da recapta o da serotonina (ISRS), inibidores da mono-amino-oxidase (IMAO) e outras drogas (sulpirida, amineptina, e ritanserina). Os pacientes tomando tricíclicos relataram um maior número de efeitos adversos, comparado com placebo. Em resumo, o tratamento farmacológico da distimia é eficaz, sem efeito diferencial entre os diversos antidepressivos. O uso de tricíclicos está associado à maior ocorrência de efeitos adversos e de desistências. Apesar de a distimia ser uma doen a cr nica, existe ainda informa o limitada sobre a qualidade de vida dos pacientes e sobre o tratamento a médio e longo prazo.
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