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Representa es de surdos/as em matérias de jornais e revistas  [cached]
Carolina Hessel Silveira
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2008,
Abstract: As lutas dos surdos pelo direito de se representarem n o como deficientes, mas como sujeitos com uma cultura própria, tendo Libras como primeira língua, s o recentes no Brasil e têm como resultado, por exemplo, a lei federal 10.436/ 2002 que reconheceu o uso da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Sua história é marcada por lutas contra a discrimina o e entre diferentes modelos de educa o; nela, predominantemente, a surdez é vista em termos clínicos, focalizando-se a perda auditiva, o desenvolvimento da oralidade, a articula o das palavras, etc. Essa luta também se relaciona a formas de nomea o: assim, os surdos querem ser chamados de “surdos”, e n o surdos-mudos, que os mostra como sujeitos sem comunica o ou deficientes auditivos, um termo pejorativo, da área clínica. Também a língua de nome LIBRAS é confundida com “gestos”, “linguagem”, “mímica”. Neste trabalho, focaliza-se a mídia escrita, importante para as representa es que os sujeitos fazem sobre os surdos. Foram analisadas 29 matérias e anúncios de jornais e revistas brasileiras variadas, desde 2004 até 2006, com notícias ou informa es sobre surdos. Investigaramse as formas de nomear os surdos – deficiente auditivo, surdo-mudo, surdo -, o tipo de referências à Língua de Sinais – língua de sinais, linguagem, gestos, LIBRAS - e também os assuntos em que os surdos eram mencionados: educa o, lutas políticas, conquistas pessoais, aspectos clínicos da surdez, legendagem, religi o, esporte, tecnologia, etc. Os resultados das análises mostram que ainda há muita luta para que os surdos sejam reconhecidos em sua cultura específica, como sujeitos integrais e n o como “excepcionais”. Palavras-chave: Surdos. Cultura Surda. Mídia Escrita.
Interatividade na correspondência publicada em jornais paulistas  [cached]
Victório de Oliveira Andrade Maria Lúcia da Cunha
Forma y Función , 2010,
Abstract: O objetivo deste trabalho é focalizar, numa perspectiva textual-interativa, como o gênero discursivo carta do leitor foi se constituindo e se modificando a partir das necessidades interacionais, isto é, o dialogismo estabelecido entre o escrevente e seu interlocutor, evidenciado por meio das marcas lingüísticas encontras nas Cartas publicadas em jornais paulistas do século XIX. Nesses jornais, havia uma se o de cartas enviadas pelos leitores da época, cujo propósito era, em certos casos, pedir ajuda para resolver algum problema ou contar um episódio particular que precisava de uma solu o. Podemos dizer que essa se o seria uma espécie de consultório de reclama es, pedidos ou mesmo para estabelecimento de contato com parentes ou amigos. O corpus é constituído de 14 cartas publicadas entre os anos de 1828 e 1893, nos seguintes jornais paulistas: Farol Paulistano, Diário de S o Paulo, A Província de S o Paulo, Correio Paulistano.
A interferência do judiciário nos assuntos internos das organiza es religiosas: quais os limites?  [cached]
Aloísio Cristovam dos Santos Junior
Espa?o Jurídico : Journal of Law , 2010,
Abstract: O artigo discute a interferência do Judiciário em assuntos internos das organiza es religiosas e sugere parametros para o sopesamento de interesses com vistas à viabiliza o de solu es para as eventuais colis es entre o princípio da inafastabilidade da jurisdi o e o da autodetermina o das organiza es religiosas. Palavras-chave: Limites da Jurisdi o. Liberdade religiosa coletiva. Sopesamento de interesses.
A VITóRIA DE LULA E SUA REPRESENTA O NOS JORNAIS NACIONAIS E INTERNACIONAIS  [cached]
MARíLIA MENDES FERREIRA
Signótica , 2004, DOI: 10.5216/sig.v16i2.3745
Abstract: Este artigo analisa o uso do discurso reportado em jornais brasileiros e internacionais no relato da vitória de Lula em 27 de outubro de 2002. O discurso reportado ajudou a compor um discurso da celebra o em que mudan a e felicidade foram enfatizadas ao passo que problemas, promessas e expectativas foram ofuscados.
A ciência nos jornais  [cached]
Isaltina Maria de Azevedo Mello Gomes
Galáxia , 2008,
Abstract: O objetivo central deste artigo é apontar os fen menos lingüí-sticos envolvidos na transposi o de entrevistas realizadas com cientistas em textos jornalí-sticos publicados na imprensa diária. Tomamos como objeto de análise conjuntos de textos (entrevistas e matérias jornalí-sticas) publicados no Jornal do Commercio, que nos permitiram identificar as principais opera es lingüí-sticas e as repercuss es dessa transforma o no conteíodo proposicional. Nossa análise mostra modifica es substanciais entre a entrevista e o texto jornalí-stico, mas normalmente a idéia básica do texto original é preservada. Asimprecis es atribuí-das pelos cientistas aos textos jornalí-sticos de divulga o cientí-fica s o muito mais uma quest o de mudan a da perspectiva de interesse do que propriamente distor o de informa es. Mesmo se tratando de um estudo de caso, acreditamos que nossas conclus es indicam o que geralmente ocorre na retextualiza o de entrevistas em textos de divulga o cientí-fica para a imprensa diária.Abstract: The main purpose of this article is to point out linguistic phenomena involved in the transformation of interviews with scientists into news texts published by the daily press. For the analysis, we used sets of texts (interview-journalistic text) published by the Jornal do Commercio, that permited us to identify the main linguistic operations and the effects of this kind of transformation on the propositional content. Our analysis showed substantial changes between interview and journalistic text, but, in general, the main idea from the original text is preserved. The inexactness attributed by scientists to scientific news texts are much more a question of a change in the point of interest than a question of informational distortion. Although a case study, we believe that our conclusions indicate what frequently happens in the transformation of interviews into texts of scientific divulgation by the daily press.
Borgismo, Coronelismo e dissidências políticas nas páginas dos jornais santa-marienses
Márcio Alex Cordeiro Biavaschi
BIBLOS : Revista do Instituto de Ciências Humanas e da Informa??o , 2005,
Abstract: Este artigo analisa o modo como a imprensa político-partidária na cidade de Santa Maria durante a Primeira República, sobretudo no período de governo de Borges de Medeiros, proporcionou a constru o de um imaginário simbólico e político das fac es políticas locais, enquanto portadores, produtores e reprodutores de sentidos. Esse momento histórico correspondeu, em Santa Maria, a constantes conflitos intrapartidários no seio do PRR local que se tornaram de conhecimento da esfera pública estadual da época, por meio da propaga o daqueles casos políticos nas páginas dos jornais, amparados e combatidos pelos coronéis locais em suas disputas políticas regionalizadas.
JORNAIS POPULARES DE QUALIDADE: ética e sensacionalismo em um novo padr o do jornalismo de interior catarinense  [cached]
Laura Seligman
Brazilian Journalism Research , 2011,
Abstract: A decadência da tiragem de jornais impressos no Brasil, que acompanhava uma tendência internacional, transformou-se em um fen meno único observado no país. A retomada do sucesso editorial deste meio com a ado o de novas características que dirigem conteúdo e forma às camadas populares. Em Santa Catarina, foram examinados jornais numa amostra representativa de todo o estado, através da Análise de Conteúdo de acordo com as defini es de Krippendorff (1990). O que se pode observar é o estabelecimento de um novo padr o de jornalismo de interior catarinense, com o conteúdo próprio do que hoje se classifica como Jornalismo Popular de Qualidade – a preferência pelo local e pelo servi o à comunidade a que se destina, abandonando antigos tra os deste segmento, como o sensacionalismo.
A imprensa e o discurso da defesa do consumidor  [cached]
Renata Maldonado da Silva Lyra
Ciberlegenda , 2011,
Abstract: Este artigo teve o objetivo de discutir o discurso construído pela imprensa sobre os chamados direitos dos consumidores. Através da análise de colunas que se prop em a defendê-los, existentes em jornais da cidade do Rio de Janeiro, buscou-se perceber como os ‘consumidores’ representam a atua o da imprensa sobre o problema. Mencionou-se, ainda, os principais assuntos e reclama es reivindicados pelos leitores dos periódicos analisados.
A autoria institucional nos editoriais de jornais
Francisco Alves Filho
Alfa : Revista de Linguística , 2006,
Abstract: Este trabalho resulta de uma discuss o em torno das rela es de implica o e determina o entre as no es de autoria e de gêneros do discurso. A discuss o é realizada com base num alargamento da no o de autoria, a qual passa a ser vista como uma categoria constitutiva dos gêneros do discurso como um todo, e n o somente daqueles em que o estilo individual é concebido como um empreendimento enunciativo de base – caso dos gêneros literários. A perspectiva principal do estudo considera que há uma rela o de mútua determina o entre gênero e autoria de modo que, por um lado, os gêneros já contemplam uma dada concep o de autoria, mas, por outro, é o trabalho da autoria que vai configurando a “relativa estabilidade” formal e funcional dos gêneros. A análise comparada de editoriais de jornal lan a luz sobre essa discuss o e aponta o fato de que, mesmo em gêneros fortemente institucionais, o estudo da autoria oferece contribui es significativas para o estudo dos gêneros.
Drogas e saúde na imprensa brasileira: uma análise de artigos publicados em jornais e revistas  [cached]
Noto Ana Regina,Baptista Murilo C.,Faria Silene T.,Nappo Solange A.
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: O presente estudo analisa as informa es que a imprensa escrita vem divulgando atualmente no Brasil sobre as implica es do uso de drogas para a saúde. Por meio de análise de conteúdo, foi pesquisada uma amostra de 502 artigos divulgados ao longo do ano de 1998 em jornais e revistas. Entre os psicotrópicos mais evidenciados nas manchetes, destacaram-se o cigarro comum (18,1%), derivados da coca (9,2%), maconha (9,2%), bebidas alcoólicas (8,6%) e anabolizantes (7,4%). Em contrapartida, os solventes, que s o os psicotrópicos mais usados no Brasil (excetuando-se o álcool e o tabaco), foram evidenciados em apenas um artigo. Esses dados indicam um descompasso entre o enfoque jornalístico e o perfil epidemiológico do consumo de psicotrópicos no Brasil. A dependência foi a conseqüência mencionada com maior freqüência nos artigos (46%), seguida de violência (9,2%), síndrome de abstinência (8,0%) e AIDS (6,8%). Os artigos apresentaram diferentes enfoques de acordo com a droga em quest o; por exemplo, enquanto para a maconha prevaleceram os artigos sobre o seu uso terapêutico e a descriminaliza o, para a cocaína predominaram temas relacionados aos danos decorrentes do uso, ao tratamento e à repress o.
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