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Rea es De Crian as E Professores Diante Da Dificuldade De Entendimento Em Salas De Aula: A Vis o Dos Alunos
Alda Junqueira Marin,Maria Iolanda Monteiro
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2009,
Abstract: O relata refere-se a parte dos dados obtidos no estudo "A vis o dos alunos de 1a" a 4a" série do ensino fundamental sobre a escola e o trabalho educativo", realizado em 1997. Este estudo faz parte de um projeto que foi iniciado em 1996, "Desenvolvimento Profissional Docente e Transforma es na Escola". A equipe deste projeto realizou, como parte do diagnóstico, uma investiga o com 10% de alunos, para captar a representa o sobre o dia-a-dia das escolas, sobre si próprios e seus professores. Nesta comunica o, est o analisados dados obtidos de três quest es com crian as das séries iniciais: a avalia o das crian as para verificar se entendem tudo o que a professora fala, seguida da rea o das professoras e dos alunos, quando n o entendem. Após tabula o, verificamos baixo índice de entendimento apontado pelas crian as. Detectamos, também, que a maioria busca ajuda para conseguir entender bem como reconhecem atitudes de (re) ensino por parte do professor.
Alunos e projetos de extens o: uma integra o universitária na comunidade
Kelle Cristina Paschoalon,Viviane Granzotto,Heloísa Maria Herad?o Rogone
Revista Ciência em Extens?o , 2010,
Abstract: Introdu o: A atua o do psicólogo visa atender as amplas necessidades da sociedade. Este profissional busca contribuir efetivamente para a melhoria das condi es de saúde e qualidade de vida da popula o. Preocupado com a promo o do bem-estar do ser humano, o psicólogo pode atuar em trabalhos que envolvam diferentes campos sociais. Um exemplo dessa prática refere-se ao Projeto de Extens o: “A universidade nos programas sociais do município”, desenvolvido pelo Departamento de Psicologia Clínica da Unesp-Assis. Esta atividade conta com a participa o de alunos -estagiários, do Curso de Gradua o de Psicologia, em um trabalho de oficinas inseridas no projeto municipal sócio-educativo denominado ABC “Aprender, Brincar e Crescer”. é realizado com crian as entre sete e doze anos que n o possuem condi es necessárias de se desenvolverem plenamente, e que vivem em precárias situa es sócio-econ micas, de rela es familiares e afetivas. As oficinas coordenadas pelos alunos integram-se às demais atividades do referido programa da Secretaria Municipal de Assistência Social de Assis, sendo elaboradas e desenvolvidas de acordo com as diferentes faixas etárias. A partir de um referencial teórico psicanalítico busca-se, de forma geral, oferecer a constitui o de sujeitos cidad os. As oficinas partem de um foco educacional e da perspectiva de produ o de conhecimento e têm como objetivo possibilitar que as crian as entrem em contato com sua subjetividade e possam expressá-la, elaborando sentimentos e adquirindo no o de coletivo. Objetivos: Propiciar atividades que despertem nessas crian as algo novo para a recupera o de sua identidade, valoriza o e auto-estima, com o intuito de auxiliá-las no desenvolvimento físico e cognitivo. Proporcionar aos estudantes de psicologia um contato com a realidade social por meio de a es junto às crian as a fim de compreender suas peculiaridades e subjetividades. Métodos: A realiza o dos grupos-oficinas ocorre semanalmente, no CSU (Centro Social Urbano), em horários complementares ao período escolar, com dura o de uma hora. S o formados grupos de aproximadamente doze crian as, coordenados por uma dupla de alunos-estagiários, os quais participam semanalmente de supervis es teóricas e práticas. As oficinas abrangem atividades lúdicas variadas, como desenhos, pinturas, recortes e colagens, modelagens, sucatas, origamis, dinamicas, jogos e brincadeiras. Resultados: O projeto conta com a participa o de doze estudantes e cento e vinte crian as. O trabalho desenvolvido mostra que as crian as est o interagindo mais entre si e com os alu
Salas de recursos e o uso de jogos para o ensino de conceitos matemáticos  [cached]
Rosana Aparecida Albuquerque,Nerli Nonato Ribeiro Mori,Luciana Figueiredo Lacanallo
Revista Educa??o Especial , 2009,
Abstract: Este estudo integra uma pesquisa realizada para investigar a prática pedagógica em Salas de Recursos (SR) para alunos de 5a. a 8a. séries, as quais tem como objetivo dar apoio especializado a alunos com distúrbios de aprendizagem ou deficiência mental matriculados em classes comuns da rede regular de ensino. Os dados de campo indicaram uma expressiva utiliza o do jogo no ensino de matemática. Com base no pressuposto da importancia deste recurso pedagógico para promover o desenvolvimento das fun es psicológicas superiores, delimitou-se a seguinte problemática: Como os jogos vêm sendo trabalhados nas Salas de Recursos de 5a a 8a séries? De que forma podem contribuir para a forma o de conceitos matemáticos? A pesquisa foi realizada em três escolas da rede pública estadual de ensino de um município do norte do Paraná, no período compreendido entre de maio e setembro de 2007. Os resultados apontam a prevalência dos jogos como um recurso de compensa o e passatempo nas aulas de matemática das SR e que, portanto, na maioria das vezes, eles n o contribuem para que a crian a estabele a rela es com os conteúdos estudados ou para formar o pensamento conceitual. Palavras-chave: Sala de Recursos. Jogos. Conceitos Matemáticos.
Construir redes: servi os de apoio em educa o especial no município de Porto Alegre / creating networks: Special education support services in the city of Porto Alegre  [cached]
Claudio Roberto Baptista,Mauren Lúcia Tezzari
Reflex?o & A??o , 2009,
Abstract: O presente trabalho tem como objetivo a análise de servi os especializados de educa o especial, com ênfase na sala de recursos e na sua fun o na Rede Municipal de Ensino de PortoAlegre. A análise tem como base estudos desenvolvidos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, os quais discutem a existência de um projeto político-pedagógico para a referida rede de ensino que apresenta sintonia com a perspectiva da inclus o escolar. Essa tendência, predominante ao longo dos últimos anos, tem exigido dos espa os de atendimento escolar uma intensa ressignifica o, favorecendo a amplia o do espectro de alunos atendidos pelo ensino comum e redefinindo a própria a o docente. S o apresentadas as mudan as introduzidas na rede de ensino em quest o em termos de uma reorganiza o curricular que tem como eixos: a flexibilidade, a participa o coletiva, o trabalho coletivo de planejamento e avalia o, a necessidade de valoriza o de espa os de assessoria como espa os de forma o. As salas de integra o e recursos, como s o designadas na rede investigada, s o 14 para o atendimento de alunos com necessidades educativas especiais, envolvendo 28 educadores especiais e atendendo um conjunto de aproximadamente 600 alunos. Além do atendimento direto ao aluno, discute-se a fun o de assessoria e responsabilidade quanto à forma o dos docentes em geral atribuída aos professores dessas salas. O principal aspecto analisado nessa rela o servi o/forma o diz respeito à necessária compreens o de diretrizes dos servi os que estejam em sintonia com as diretrizes gerais do projeto político-pedagógico da rede, assim como o reconhecimento de que a viabilidade e o efeito dessa proposta de forma o tenham como bases: a pluralidade de vivência, as articula es entre os diferentes saberes e a capacidade reflexiva que contempla a prática docente. The objective of this paper is to analyze services specialized in special education, placingemphasis on the resource room and the role it plays in the Porto Alegre Public School District. The analysis is based on studies developed at the Federal University of Rio Grande do Sul which discuss the existence of a political-pedagogical plan for the school district which is in tune with a perspective of educational inclusion. This trend, which has been predominant over the course ofrecent years, has demanded educational service spaces to undergo a process of intense resignification, in favor of broadening the spectrum of students served in regular classes and redefining teaching practices. The paper presents the main changes introduced to the school
O calcanhar de aquiles: do mito grego ao desafio cotidiano da avalia o inicial nas salas de recursos multifuncionais  [cached]
Denise Meyrelles de Jesus,Ana Marta Bianchi de Aguiar
Revista Educa??o Especial , 2012, DOI: 10.5902/1984686x6532
Abstract: http://dx.doi.org/10.5902/1984686X6532 Este artigo objetiva discutir os processos de avalia o que acontecem na sala de recursos multifuncionais, partindo da pesquisa intitulada: Observatório Nacional de Educa o Especial: Estudo em rede sobre as Salas de Recursos Multifuncionais (MENDES, 2010). Justificando o título dado a este trabalho, utilizamos a metáfora do “Calcanhar de Aquiles”, configurando, como na mitologia grega, a avalia o como uma grande vulnerabilidade do processo inclusivo. A estratégia principal de coleta de dados da pesquisa foi a utiliza o de grupos focais conduzidos pelos pesquisadores. Queremos entender como os professores envolvidos na pesquisa est o significando aavalia o inicial em seu cotidiano. A partir da análise dos dados, pudemos constatar que os procedimentos avaliativos iniciais est o fortemente remetidos à ideia de laudos de profissionais da área clínica, cabendo ao professor especialista, junto com o professor de sala regular, somente a identifica o inicial de condi es "da n o aprendizagem". Os professores especializados desconhecem o indicativo de eles serem responsáveis por esta avalia o, inclusive para finalidade de preenchimento de censo escolar. Os dados apontam para uma vis o de avalia o pouco clara, observando-se uma desarticula o entre esses processos de identifica o e os modos de interven o. Podemos constatar, ainda, a partir dos dados que há uma desarticula o entre os servi os públicos envolvidos, fazendo com que a participa o da família seja de responsabiliza o pela consecu o do laudo. Os resultados apontam a necessidade de que se fa a um investimento bastante significativo na reestrutura o das escolas, garantindo espa oscoletivos de discuss es e encaminhamentos para quest es t o sérias, possibilitando-nos, assim, construir práticas pedagógicas mais inclusivas noque tange à avalia o dos alunos. Palavras-chave: Avalia o; Educa o especial; Inclus o escolar.
Análise de uma exposi o científica e proposta de interven o
Stuchi Adriano M.,Ferreira Norberto Cardoso
Revista Brasileira de Ensino de Física , 2003,
Abstract: A proposta desse trabalho é a de analisar e intervir numa exposi o de termodinamica da Esta o Ciência. Recorremos à investiga o da linguagem dos monitores da Esta o Ciência na explica o dos experimentos para ajudar no aperfei oamento da exposi o. Utilizamos e analisamos alguns instrumentos de avalia o do processo ensino-aprendizagem em Museus e Centros de Ciências fundamentados em Vigotski e em cálculos estatísticos. Os resultados dessa pesquisa levam à considera o de três aspectos fundamentais: -A importancia dos monitores numa exposi o científica e seu contínuo treinamento; -A necessidade de aprimoramento da exposi o num processo de avalia o que busque melhores resultados de aprendizagem; -Visitas escolares programadas aos Museus e Centros de Ciência podem ser um fator muito importante para aumentar o interesse de alunos pelas exposi es e para tornar mais significativa a aprendizagem nesses ambientes.
Percep??o do ambiente térmico nas salas de aula pelos alunos da UFOP
Souza, Henor Artur de;Fontanella, Márcia Silva;
Rem: Revista Escola de Minas , 2011, DOI: 10.1590/S0370-44672011000500005
Abstract: education is one of the factors that most influence the development of a country. good quality education does not only depend on the training of teachers, but also the physical conditions of the classroomwhere they interact with students. in this study, the thermal environment of the classrooms of the federal university of ouro preto (ufop) was evaluated, specifically at the "escola de minas" and the "instituto de ciências exatas e biológicas" (both with different building systems). for the evaluation, questionnaires to obtain student perceptions and measurement of the environmental variables in locowere implemented. the results were statistically treated, obtaining the comfort limits for the sample of this study by probit analysis. with this method, the percentage of satisfaction with the thermal environment was 70%.
Alunos talentosos: possíveis superdotados n o notados  [PDF]
Almeida, Maria Amélia,Capellini, Vera Lúcia Messias Fialho
Educa??o , 2005,
Abstract: A superdota o ainda se constitui um enigma para a Ciência e poucos estudos investigam esse fen meno no Brasil. Conseqüentemente, muitos talentos nem mesmo s o identificados. Esse estudo objetivou identificar o número de alunos considerados talentosos por seus professores, nas escolas públicas estaduais do ensino fundamental da cidade de Bauru-SP. Foram enviados 1408 questionários para professores de 1408 salas de aulas. Destes, retornaram 958. O resultado mostrou que 41% dos professores consideram ter em suas salas alunos talentosos e a maioria desconhece as necessidades desta popula o e os programas previstos para desenvolver os talentos.
Efeito da interven o terapêutica ocupacional junto a crian as com déficts de percep o visual, cordena o motora e integra o visuo-motora  [cached]
Rita de Cássia Tibério Araújo,Mariana Dutra Zafani,Débora Morais Pereira
Revista Educa??o Especial , 2012, DOI: 10.5902/1984686x4665
Abstract: http://dx.doi.org/10.5902/1984686X4665 Para que o aluno com necessidades educacionais especiais participe ativamente da escola s o necessários investimentos efetivos e sistemáticos, envolvendo a comunidade escolar como um todo. O terapeuta ocupacional é um dos profissionais que pode favorecer o processo de inclus o destes alunos. Este estudo teve como objetivo discutir o efeito da interven o terapêutica ocupacional junto a duas crian as com deficiência incluídas no ensino regular, com déficits de percep o visual, coordena o motora e integra o visuo-motora. Para a avalia o das habilidades de percep o visual, coordena o motora e integra o visuo-motora foi utilizado o Beery-Buktenica Developmental Test of Visual-Motor Integration. Em virtude dos déficits apresentados nas fun es investigadas foi verificada a necessidade de aplica o de um programa de interven o terapêutico ocupacional visando à melhora dessas fun es. Após aplica o do programa, o teste foi reaplicado. Os resultados apontaram para a melhora de todas as fun es consideradas deficitárias, sinalizando a importancia do treinamento de desempenho. Palavras-chave: Terapia ocupacional; Educa o especial; Integra o visuo-motora.
O pioneirismo da escola fl mming na proposta de integra o (inclus o) escolar na Alemanha: aspectos pedagógicos decorrentes  [cached]
Hugo Otto Beyer
Revista Educa??o Especial , 2012, DOI: 10.5902/1984686x4900
Abstract: A escola Fl mming, em Berlim, é um marco pioneiro na história da integra o (inclus o) escolar de alunos com necessidades educacionais especiais na Alemanha. Tendo iniciado como uma pequena experiência, acalentada por um grupo de pais de crian as com deficiência, primeiramente na pré-escola, para avan ar através do ensino fundamental, consolidou-se como uma experiência que se tornou paradigmática para novas experiências de integra o escolar em outros estados alem es. Depois de quase 30 anos, vários princípios pedagógicos decorrem desta experiência: o ensino orientado ao aluno, como base da educa o inclusiva; a individualiza o dos alvos; a individualiza o da didática; a individualiza o da avalia o; o sistema de bidocência; o princípio da comunalidade; o princípio da necessidade; o princípio da proximidade e o princípio da adapta o (conceito da educa o especial “subsidiária”). Palavras-chave: Escola Fl mming. Inclus o Escolar. Princípios Pedagógicos.
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