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Atualidade da Revolu o e Poder Popular
Aldo Casas
Revista Espa?o Acadêmico , 2011,
Abstract: O presente texto faz uma reflex o sobre a atualidade histórica da revolu o e a constru o do poder popular, discutindo a emancipa o social e a transforma o radical da sociedade, através da prática revolucionária.
Texto e contexto: quest es metodológicas da pesquisa em educa o e comunica o  [cached]
Admilson de Souza Soares
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2005,
Abstract: O artigo discute quest es metodológicas que envolvem a interpreta o das notícias sobre escola pública divulgadas no jornal Estado de Minas entre 1930 e 1934. Afirma-se que a reciprocidade dialética entre o texto da notícia e o contexto de sua produ o e veicula o deve ser considerada. Para isso, prop e-se uma hermenêutica das notícias a partir da releitura da "revolu o de trinta" no Brasil como revolu o passiva, conceito formulado por Antonio Gramsci para explicar processos de moderniza o capitalista feita pelo alto, com participa o popular controlada, vigiada e dirigida pelas elites dominantes. O jornal e a escola surgem, naquele contexto, como espa os de disputas ideológicas entre diferentes grupos sociais visando a conquista da hegemonia política e cultural. As notícias sobre escola pública, divulgadas nas páginas do jornal, expressam de forma viva e contraditória as transforma es de um país que dava apenas seus primeiros passos no caminho da democracia política e social. Palavras-chave: Hermenêutica. Escola Pública. Jornal Estado de Minas. Brasil. Notícias. Reportagens Impressas. Revolu o no Brasil em 1930.
The national revolution of ISEB: H. Jaguaribe and N. W. Sodré A revolu o nacional isebiana: H. Jaguaribe e N. W. Sodré  [cached]
Virgilio Roma de Oliveira Filho
Estudos de Sociologia , 2007,
Abstract: In this article I make a comparative analysis of two of the most prominent thinkers that belonged to the developmental thinking in the 50’s : Helio Jaguaribe e Nelson Werneck Sodré. Their writings were published ISEB, an institution which elaborated the nationalistic ideology known as the fundamental support for the surpassing of underdevelopment. It is not our goal to examine the thought underlying ISEB . I think that the choice of these two important authors – Jaguaribe and Werneck – allows us to revise some of the interpretations of the modern propositions of ISEB and yet the diversity of parameters which direct their/its notion of duality and Brazilian revolution. Keywords: Nationalism. Development. Ideology. State. Revolution. Dualism. Modernization. Intelligentsia. Neste artigo fa o uma análise comparativa de dois expoentes do pensamento desenvolvimentista dos anos 50: Hélio Jaguaribe e Nelson Werneck Sodré. A produ o desses dois autores foi veiculada através do ISEB, institui o que elaborou a ideologia nacionalista, tida como suporte fundamental para a supera o do subdesenvolvimento. N o é objetivo deste trabalho examinar o pensamento isebiano como um todo. Creio que a sele o de dois autores singulares - Hélio Jaguaribe e Nelson Werneck Sodré - permite revisar algumas interpreta es sobre as propostas isebianas de moderniza o e, ainda, a diversidade de parametros que norteiam suas no es de dualidade e revolu o brasileira. Palavras-chave: Nacionalismo. Desenvolvimento. Ideologia. Estado. Revolu o. Dualismo. Moderniza o. Intelligentsia.
PROGRESSO, MODERNIZA O E SUSTENTABILIDADE: DESAFIOS PARA AS POLíTICAS AGRíCOLAS
Telmo Marcon
Olhar de Professor , 2012, DOI: 10.5212/olharprofr.v.15i1.0009
Abstract: This text based on bibliographic research discusses how the discourse about modernization and progress, especially in the last decades, achieved a hegemonic stand even in relation to agricultural matters. A determinist perspective predominates in this movement, according to which there is no other alternative to the predominant model which has been established since the 1950’s in the context of the green revolution based on the intensive use of chemical products. The production experiences of subsistence which had traditionally been built are neglected on behalf of modernization and progress. In this context, the intensive exploitation of the soil, the destruction of natural resources and the excessive use of chemical input stand out. How far does this model sustain itself? What about the historically built experiences that are considered impracticable? What are the risks of this model to people and to the planet, i.e., to the future of humanity?Resumo: O presente texto é resultado de pesquisas bibliográficas já realizadas e discute como o discurso da moderniza o e do progresso, de modo mais acentuado nas últimas duas décadas, vem conquistando cada vez mais uma posi o hegem nica também em rela o à agricultura. Nesse movimento, predomina uma perspectiva determinista, segundo a qual n o existe qualquer possibilidade alternativa ao modelo dominante que se acha em implanta o desde a década de 1950 no contexto da revolu o verde, baseado no uso intensivo de produtos químicos. As experiências de produ o da subsistência tradicionalmente construídas s o desprezadas em nome da moderniza o e do progresso. Nesse contexto, ganha destaque a explora o intensiva do solo, a destrui o de recursos naturais e o uso em larga escala de insumos químicos. Até onde esse modelo sustenta-se? Como ficam as experiências historicamente construídas, desqualificadas como inviáveis? Quais s o os riscos desse modelo para as pessoas e para o planeta, ou seja, para o futuro da humanidade?
Trotsky e o período tardio da revolu o mexicana
Everaldo Oliveira Andrade
Revista Espa?o Acadêmico , 2010,
Abstract: Embora o centenário da revolu o mexicana seja comemorado neste ano, muitos historiadores estendem seu desfecho até o ano de 1940, chamado de período tardio ou final do longo processo revolucionário. Foi neste período final que viveu seu último exílio no México o revolucionário russo Leon Trotsky. Sua presen a no país permitiu um ponto de intersec o de duas tradi es revolucionárias que marcaram o início do século XX na América Latina e que se refletiu em sua elabora o e a o política. O México vivia nesse período sobre o governo do revolucionário nacionalista Lázaro Cárdenas. Este artigo pretende examinar este diálogo protagonizado por Trotsky frente à experiência do México revolucionário, pontuando algumas de suas contribui es teóricas.
Constru es passiva e impessoal: distin es funcionais  [cached]
Roberto Gomes Camacho
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: A caracteriza o tipológica da passiva, necessariamente escalar e n o discreta, envolve, segundo Givón (1981), três domínios funcionais: atribui o de um tópico, impessoaliza o e detransitiviza o. O principal interesse deste trabalho é fornecer uma caracteriza o funcional à diferen a morfossintática entre as constru es passiva e impessoal do português falado.
APONTAMENTOS SOBRE O PAPEL DAS ARTES COMO PRECURSORAS E AGENTES DA MODERNIZA O  [cached]
Paulo Marques
Revista do Departamento de Geografia , 1999, DOI: 10.7154/rdg.v0i13.149
Abstract: APONTAMENTOS SOBRE O PAPEL DAS ARTES COMO PRECURSORAS E AGENTES DA MODERNIZA O
Da Revolu o Cultural Chinesa à Revolu o Sexual hoje
Raymundo de Lima
Revista Espa?o Acadêmico , 2009,
Abstract: A revolu o cultural promovida por Mao Tsé-tung também contribuiu para o fracasso da economia libidinal do povo chinês. Noutros termos, ela reprimiu a psicossexualidade e aumentou a ignorancia sexual da popula o.
RESENHA: A revolu o urbana  [cached]
Amélia Luisa Damiani,Odette Carvalho de Lima Seabra
Revista do Departamento de Geografia , 2001, DOI: 10.7154/rdg.v0i14.92
Abstract: LEFéBVRE, Henri. A revolu o urbana. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999. 178 p. Tradu o de Sérgio Martins e revis o técnica de Margarida Maria de Andrade.
Encruzilhadas da participa o popular na moderniza o das políticas públicas de seguran a: uma análise do CONSEP em Brumadinho (MG) = Intersections of popular participation in the modernization of public security policies: an analysis of the CONSEP in Brumadinho (MG)  [PDF]
Ribeiro, Ludmila Mendon?a Lopes,Teodósio, Armindo dos Santos de Sousa
Civitas , 2011,
Abstract: A proposta deste trabalho é analisar os Conselhos Comunitários de Seguran a Pública (CONSEPs) como esferas de aproxima o entre polícia e comunidade e, por conseguinte, reorganiza o de estruturas tradicionalmente hierárquicas pela via da inser o da participa o popular na gest o de políticas públicas. O tema da participa o popular na gest o de políticas públicas emergiu como foco de análise das ciências sociais brasileira especialmente após a conforma o de conselhos municipais, que procuram aproximar dos cidad os dos gestores de políticas públicas. No caso específico da seguran a pública, a motiva o para o engajamento dos cidad os nas políticas públicas adquire conota o mais incisiva frente ao crescimento dos níveis de criminalidade no país. O presente trabalho tomou como estudo de caso o Conselho Municipal de Seguran a Pública de Brumadinho, município da Regi o Metropolitana de Belo Horizonte, uma vez que nesta realidade se encontram presentes elementos relevantes para a compreens o da complexa intera o entre os atores sociais e agentes públicos nos canais de participa o popular e seus rebatimentos na constru o de políticas públicas, abrindo, desta forma, a possibilidade de se discutir, simultaneamente, os meandros da participa o popular e o rearranjo das estruturas públicas tradicionalmente responsáveis pela gest o das políticas de seguran a.
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