oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Transplante de medula óssea em leucemia mielóide aguda
Tabak Daniel G.
Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia , 2000,
Abstract: O transplante de medula óssea constitui terapêutica eficaz no tratamento da leucemia mielóide aguda. Embora utilizado inicialmente em pacientes em fases tardias da doen a, os melhores resultados s o documentados em pacientes submetidos ao procedimento enquanto em primeira remiss o. Avan os no manuseio do paciente neutropênico permitem hoje a utiliza o com maior seguran a de regimes quimioterápicos agressivos que resultam em uma sobrevida prolongada, semelhante àquela observada pós regimes mieloablativos. Ainda existem dúvidas sobre quais os pacientes que deveriam ser submetidos às diferentes modalidades de intensifica o. Os estudos citogenéticos e uma melhor defini o das características biológicas de cada indivíduo permitir o uma melhor sele o de pacientes. O melhor controle da Doen a do Enxerto contra Hospedeiro, o melhor manuseio das complica es infecciosas pós transplante, a utiliza o de regimes de condicionamento menos agressivos e a maior disponibilidade de doadores n o aparentados permite antever uma maior aplicabilidade do transplante de medula óssea alogênico no tratamento da Leucemia Mielóide Aguda, inclusive em pacientes mais idosos. O papel do transplante autólogo precisa ser melhor definido.
Metodologia diagnóstica e tratamento da recaída após transplante de medula óssea em paciente com leucemia promielocítica aguda
Pallotta Ronald,Ramos Estácio,Ribeiro Mara R.
Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia , 2000,
Abstract: O transplante de medula óssea, que é um consagrado tratamento de várias doen as oncológicas, hematológicas e imunológicas, tem a recaída como um das principais causas de falha. As variáveis de sele o, condicionamento e de seguimento devem ser analisadas, pois influenciam de maneira fundamental tal falha. O diagnóstico precoce da recaída tem como pilar de sustenta o a capacidade de detec o a doen a residual mínima. A metodologia empregada, com a citometria de fluxo, citogénetica convencional, fluorescent in situ hybridization e com o polimerase chain reaction, permite uma detec o cada vez mais precoce deste clone residual que é responsável pela volta da doen a de base. L.M.S.O, de 54 anos, teve o diagnóstico de leucemia promielocítica em 1997. Foi submetida a um transplante de medula óssea autogênico em 01/09/98 como terapêutica de consolida o. Dois anos após o transplante de medula óssea apresentou recaída molecular diagnosticada por RT PCR realizado sequencialmente. O uso de ácido all-trans-retinóico foi capaz de induzir a nova remiss o molecular. O all-trans-retinóico, que tem um mecanismo de a o n o bem estabelecido na indu o da remiss o completa na LMA M3, pode ser utilizado em recaídas. No caso apresentado o diagnóstico precoce a partir de um esquema de avalia o pós-transplante bem programado permitiu um bom resultado. Conclui-se que as variáveis de sele o, condicionamento e seguimento devem ser muito bem estudadas para planejar um acompanhamento adequado e prolongado após o transplante de medula óssea, permitindo cada vez mais melhores resultados com o procedimento.
Análise clínica e epidemiológica do transplante de medula óssea em um servi o de oncologia pediátrica  [cached]
Castro Jr. Cláudio Galv?o de,Gregianin Lauro José,Brunetto Algemir Lunardi
Jornal de Pediatria , 2003,
Abstract: OBJETIVOS: Descrever o perfil e as complica es agudas mais importantes das crian as que receberam transplante de medula óssea no servi o de oncologia pediátrica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. CASUíSTICA E MéTODOS: Análise retrospectiva de 41 pacientes, menores de 21 anos, transplantados entre agosto de 1997 até junho de 2002. Deste total, 20 pacientes receberam transplante alogênico, e 21 transplante autogênico. RESULTADOS: No transplante de medula óssea alogênico, a média de idade foi de 8,9 + 5,4 anos, sendo 12 pacientes do sexo masculino. As fontes de células foram: medula óssea, 12; sangue periférico, 5; e sangue de cord o umbilical n o aparentado, 3. As doen as tratadas foram: leucemia linfóide aguda em 7 pacientes, leucemia mielóide cr nica em 2, leucemia mielóide aguda em 4, síndrome mielodisplásica em 2, linfoma de Burkitt em 1, anemia aplástica grave em 1, anemia de Fanconi em 1, síndrome Chediak-Higashi em 1, e imunodeficiência congênita combinada grave em 1. Um paciente desenvolveu doen a do enxerto contra hospedeiro aguda grau 2, três pacientes grau 4, e outros três desenvolveram doen a do enxerto contra hospedeiro cr nica. Todos haviam recebido sangue periférico como fonte de células. A sobrevida global aos 4 anos foi de 70,0 + 10,3%. A principal causa do óbito foi doen a do enxerto contra hospedeiro, em três pacientes, e sepse, em outros três. Todos os óbitos ocorreram antes do centésimo dia. Um dos pacientes que recebeu sangue de cord o umbilical n o aparentado está vivo, em bom estado e sem uso de medica es 3 anos e 6 meses pós-transplante. No transplante de medula óssea autogênico, a média de idade foi de 8,7 + 4,3 anos, sendo 11 pacientes do sexo masculino. As fontes de células foram: sangue periférico, 16; medula óssea, 3; sangue periférico mais medula óssea, 2. As doen as tratadas foram: tumor de Wilms em 5 pacientes, tumores da família do sarcoma de Ewing em 4, neuroblastomas em 3, linfomas de Hodgkin em 3, rabdomiossarcomas em 2, tumor neuroectodérmico primitivo do sistema nervoso central em 2, linfoma n o-Hodgkin em 1, e leucemia mielóide aguda em 1 paciente. A sobrevida global aos 4 anos está em 59,4 + 11,7%. Cinco óbitos tiveram como causa a progress o da doen a de base, um óbito ocorreu devido à infec o 20 meses pós-transplante, e dois óbitos foram precoces por sepse. As toxicidades mais comuns em ambos os grupos foram v mitos, mucosite, diarréia e dor abdominal. Infec es foram documentadas em 58,5% dos pacientes, e 46,9% tiveram no mínimo um agente isolado na hemocultura. O tempo de enxertia de neutrófilos e plaq
Estudo retrospectivo do tratamento de leucemia mielóide aguda com o transplante de medula óssea: a experiência brasileira
Hamerschlak, Nelson;Barton, Débora;Pasquini, Ricardo;Sarquis, Yana N.;Ferreira, Eurípedes;Moreira, Frederico R.;Colturato, Vergilio A. R.;Souza, Carmino A.;Voltarelli, Júlio;Piron-Ruiz, Lilian;Setúbal, Daniela C.;Zanichelli, Maria A.;Castro, Cláudio G. de;Bueno, Nadjanara D.;Seber, Adriana;Rotolo, Marco A.;Silla, Lucia M. R.;Bittencourt, Henrique;Souza, Mair P.;Vigorito, Afonso C.;Brandalise, Silvia R.;Maiolino, Angelo;Nucci, Márcio;Coelho, érika;Ostronoff, Maurício;Sim?es, Belinda;Ruiz, Milton A.;
Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia , 2006, DOI: 10.1590/S1516-84842006000100005
Abstract: data from the international bone marrow transplant registry (ibmtr) contribute for the improvement of bone marrow transplant (bmt) worldwide. we studied the brazilian experience in bmt for aml to compare this with international data. we performed a retrospective study by sending questionnaires to 16 bmt centers regarding clinical and treatment variables. statistical analyses concerning autologous bmt (autobmt) and allogeneic bmt (allobmt) were performed using the kaplan-meier method and the log-rank test. all p-values were two-tailed. we collected data from 731 patients (205 autobmt and 526 allobmt). median overall survival (os) for autobmt patients was longer than allobmt patients (1035 vs. 466 days, p=0.0012). allobmt stem cell source (scs): 73% bone marrow stem cell (bmsc), 23% peripheral blood stem cells (pbsc) and 4% umbilical cord blood. among the autobmt patients, the scs was 63% pbsc, 22% bmsc and 15% both. the scs did not impact on os. there was no difference in os between different fab classifications in the allobmt group, but in the autobmt the m3 patients had longer survival. as expected, the main cause of mortality among autobmt patients was related to disease relapse (60%), while in the allobmt, to infection (38%). in both groups we found longer os in first complete remission (1cr) compared to second (2cr) and other (p<0.0001), and longer os in de novo aml than in secondary. in the allobmt group we found more patients with advanced disease (60%), while in the autobmt group, we found more m3 patients (24%), which could explain the difference in os. most of our results are in accordance with ibmtr data. one should consider the fact that this is a retrospective study and our findings should be analysed with caution.
Sarcoma granulocítico de sistema nervoso central pós transplante de medula óssea: relato de caso
Tatsui Cláudio Esteves,Koerbel Andrei,Prevedello Daniel Monte-Serrat,Araújo Jo?o Candido
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2002,
Abstract: Sarcoma granulocítico é tumor sólido, constituído por células precursoras de granulócitos, localizado em sítio extra medular. Geralmente surge precedendo uma leucemia mielóide aguda ou concomitantemente a ela, sendo considerado fator de mau prognóstico. Tem como principais modalidades terapêuticas a radioterapia e a quimioterapia. Um caso de sarcoma granulocítico intracraniano ocorrido seis meses após transplante de medula óssea por leucemia mielóide aguda é relatado. A paciente apresentava cefaléia e hemiplegia esquerda, causada por extensa les o fronto-parietal direita. Após a ressec o completa do tumor, houve total recupera o do déficit neurológico. A paciente completou o tratamento radio e quimioterápico, estando livre de doen a após três meses de acompanhamento. O manejo cirúrgico do sarcoma granulocítico é modalidade adjuvante, indicada quando o efeito compressivo tumoral determina déficit neurológico. é o meio mais rápido de descompress o do tecido nervoso, possibilitando a chance de recupera o funcional, melhorando a qualidade de vida do paciente.
O transplante de medula óssea na leucemia mielóide aguda: análise de 80 pacientes transplantados no complexo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S?o Paulo
Bueno, Nadjanara D.;Saboya, Rosaura;Martins, Maria Cristina;Silva, Roberto L.;Chamone, Dalton A. F.;Rocha, Isamara F.;Sturaro, Daniel;Dulley, Frederico L.;
Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia , 2004, DOI: 10.1590/S1516-84842004000200004
Abstract: the patients records of eighty consecutive patients with acute myeloid leukemia (aml) submitted to allogeneic (allo bmt) and autologous (auto bmt) bone marrow transplantation (bmt) between 1989 and 2001 were assessed. forty percent were alive in the end of the study; 37.9% of allogeneic patients and 45.4% of autologous. factors such as gender, the french-american-british aml classification, induction treatment, number of infused cells and the conditioning regiment did not have any impact in survival. patients with aml from m1 to m4, and who were consolidated with high doses of arabinoside had better a survival rate (p=0.0148). patients in their first complete remission also had better survival both with allogeneic and autologous bmt, with respective survival rates of 52.6% and 69.2%. acute graft-versus-host disease (gvhd) had an impact when it was compared the absence, grade i/ii with iii/iv giving a p-value of 0.0285. infection was the most frequent cause of death in allogeneic bmt. in autologous bmt relapse was the principal cause of death. toxicity related to the procedure occurred in 38.9% of patients who died in allogeneic bmt and 16.7% in autologous bmt. in univariant cox analyses for prognostic factors, the disease status and acute gvhd were significant, but this significance was lost in the multiple variant analyses (p-value = 0.069).
Transplante de medula óssea em leucemia mielóide aguda
Tabak, Daniel G.;
Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia , 2000, DOI: 10.1590/S1516-84842000000100008
Abstract: bone marrow transplantation represents an effective therapy for acute myelogenous leukemia. despite its initial use in patients in late stages of their disease, the best results have been documented when the procedure is undertaken while in first complete remission. recent advances in the management of the neutropenic patient have guaranteed the safe use of aggressive chemoterapy regimens, resulting in a prolonged disease free survival, similar to what is documented after myeloablative regimens. doubts still remain as of which patients should be submitted to marrow transplantation and at which stage of their disease. cytogenetics and a better definition of other biological characteristics will allow a better selection of patients. the control of graft versus host disease, improvement in the management of infectious complications, the use of nonmyeloablative conditioning regimens and a greater availability of unrelated marrow donors will permit a greater use of allogeneic marrow transplantation in acute myelogenous leukemia, including elderly patients. the role of autologous transplantation must be better defined.
Metodologia diagnóstica e tratamento da recaída após transplante de medula óssea em paciente com leucemia promielocítica aguda
Pallotta, Ronald;Ramos, Estácio;Ribeiro, Mara R.;
Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia , 2000, DOI: 10.1590/S1516-84842000000300008
Abstract: bone marrow transplantation is a well established modality of treatment for oncologic, hematolologic and immunologic diseases, however the recurrence is the main cause of treatment failure . the variables regarding to selection, conditioning and follow up should be analyzed since them can influence it in a fundamental manner. the early diagnosis of relapse is sustented by the ability to detect the minimal residual disease. the methodology using flowcitometry, conventional cytogenetic, fluorescence in situ hybridization (fish) and polymerase chain reaction (pcr) allow the diagnosis of these residual clone that are responsible for relapse. l.m.s.o., 54 year old lady, was diagnosed with promyelocitic leukemia (aml m3) in 1997. she was submitted to an autologous bone marrow transplantation in 09/01/98 as consolidation therapy. two years after the transplant she was diagnosed with a molecular relapse by rt-pcr sequentially performed. the use of all-trans-retinoic acid (atra) was able to induce a new molecular remission. the mechanism of action of atra to induce remission in aml m3 is not well established. this drug can be use in relapse. in the case that was presented, the early diagnosis that leaded to this good result happened because of a well planned post transplant evaluation. these variables of selection, conditioning and follow up should be well studied to plan an adequate and prolonged post transplant follow up, allowing better results with the procedure.
Carcinoma de células escamosas em língua pós-transplante de medula óssea por Anemia de Fanconi  [cached]
Pasquini Ricardo,Neto José Z.,Medeiros Carlos R.,Bitencourt Marco A.
Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia , 2003,
Abstract: Anemia Fanconi (AF) é uma síndrome autoss mica recessiva, caracterizada por pancitopenia progressiva com hipoplasia de MO, em associa o com várias anormalidades constitucionais, tendo como único recurso terapêutico com possibilidade potencial de cura o transplante de medula óssea, e sendo tais pacientes propensos ao desenvolvimento de malignidades hematológicas e carcinoma de células escamosas (CEC) em diversos locais: reto, vagina, cérvice, es fago, cavidade bucal, faringe ou pele, mas especialmente em cabe a e pesco o. Relatamos aqui três casos de pacientes portadores de AF, que após TMO desenvolveram CEC em língua. Além disso, mencionamos fatores de risco relatados para tal evento, como diagnóstico de AF, condicionamento pré-transplante (quimioterápicos e irradia o), terapia com drogas imunossupressoras para tratamento de doen a enxerto contra hospedeiro (DECH) aguda ou cr nica, sexo e idade avan ada. Além do que, discorremos sobre a existência de três mecanismos postulados que predisp em indivíduos com AF ao desenvolvimento de neoplasia: (1) defeito na repara o do DNA; (2) defeito na detoxifica o de radicais de oxigênio; e (3) imunodeficiência.
Perfil microbiológico dos pacientes nos primeiros trinta dias pós transplante de medula óssea do Servi o de Transplantes da Santa Casa de S o Paulo  [cached]
Naoum Flávio A.,Martins Larissa T. V.,Castro Nelson S.,Barros José C.
Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia , 2002,
Abstract: As infec es bacterianas continuam sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade nos pacientes transplantados de medula óssea. O período de neutropenia, que compreende os primeiros trinta dias do tratamento, é o mais vulnerável em rela o às infec es bacterianas. A melhora na cobertura antibiótica tem alterado a incidência e prevalência dos agentes bacterianos nas últimas décadas. O uso de culturas de vigilancia é uma estratégia usada no sentido de identificar um agente capaz de ocasionar morbidade importante nesta fase do tratamento. Entretanto, sua utiliza o sistemática é criticada no sentido de sua baixa sensibilidade e especificidade. Os autores avaliaram as culturas de vigilancia de 50 pacientes nos primeiros 30 dias de transplante do Servi o de Hematologia e Hemoterapia da Santa Casa de S o Paulo. Os indivíduos do sexo masculino compreenderam 62% da amostra, sendo o transplante alogênico e de células tronco periférica 68% e 72% respectivamente. A faixa etária prevalente foi de 21 a 40 anos. A leucemia mielóide cr nica foi a indica o mais freqüente de transplante. Os agentes Gram positivos foram isolados em 64% das culturas. O local de prevalência de culturas por bactérias Gram positivas ocorreu em pele, regi o nasal e de inser o de cateter e Gram negativos em regi o perianal. A avalia o retrospectiva n o mostrou rela o das culturas de vigilancia com a altera o do esquema antibiótico ou à presen a de hemoculturas positivas no período.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.