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MERLEAU-PONTY E A FILOSOFIA DA NEGATIVIDADE EM O VISíVEL E O INVISíVEL
Adilson Xavier da Silva
Philósophos : Revista de Filosofia , 2007, DOI: 10.5216/phi.v10i1.3223
Abstract: O artigo tem como objetivo descrever a crítica de Maurice Merleau-Ponty (1908- 1961) sobre a Filosofia da negatividade, especialmente em sua obra O visível e o invisível (1964) publicada após sua morte. Essa crítica é endere ada principalmente ao filósofo Jean- Paul Sartre (1905-1980).
A dialética hegeliana na teoria da aliena o de Marx  [PDF]
Diogo Ramos
PERI , 2010,
Abstract: Apresentamos de forma resumida a teoria da aliena o elaborada por Karl Marx nos seus Manuscritos de Paris, dando especial ênfase à heran a hegeliana, neles fortemente visível. Vamos apresentar aqui este primeiro momento da sua obra no qual o tema pode ser apresentado com maior facilidade e seguran a, podendo de algum modo servir de exemplo para a discuss o maior sobre a influência hegeliana n o só sobre os demais escritos de Marx, como também sobre parte dos demais filósofos do século XIX e XX. A heran a hegeliana ultrapassa de longe a fronteira do marxismo e também carece de uma análise mais adequada quanto ao restante da filosofia destes dois últimos séculos.
AS FINALIDADES DA ARTE - AUTONOMIA E LIBERDADE NA ESTéTICA HEGELIANA
Cilene Nascimento Canda
Griot : Revista de Filosofia , 2010,
Abstract: O objeto de estudo do presente texto assenta-se na discuss o sobre as finalidades da arte referentes à liberdade e à autonomia humana, tendo como aporte teórico a estética hegeliana. O estudo pretende, ainda que de modo conciso, ser um caminho reflexivo de suporte para a compreens o da estética, enquanto área de conhecimento humano. A metodologia adotada refere-se ao estudo de cunho teórico sobre a arte enquanto express o, forma de produ o de conhecimento sensível e de cria o humana. Visa-se tecer argumentos acerca da filosofia da arte de Hegel, tendo como reflex o o campo estético, a constru o da liberdade do ser e da autonomia no processo de cria o artística. O estudo destina-se a contribuir para a discuss o nas áreas da filosofia, estética, arte e educa o.
DENEGRINDO A FILOSOFIA: O PENSAMENTO COMO COREOGRAFIA
Renato Noguera
Griot : Revista de Filosofia , 2011,
Abstract: Partindo da ideia de Deleuze que filosofia é criar conceitos, este artigo tem como objetivo apresentar a filosofia afroperspectivista, criando conceitos para articular ensino de filosofia e a educa o das rela es etnicorraciais. O conceito de denegrir trabalha para problematizar o nascimento da filosofia na busca por uma nova coreografia do pensamento.
Totalidade e negatividade: a crítica de Adorno à dialética hegeliana
Repa, Luiz;
Caderno CRH , 2011, DOI: 10.1590/S0103-49792011000200004
Abstract: the paper aims to clarify, first, adorno's critique of the association between negativity and totality in hegel, to then show that, despite this criticism, adorno himself does not dispense with the concept of totality with an explanatory function. only on a micrological level adorno's critique seems justified, in that the concept of totality is criticized as positivation of contemporary society. thus, his work on the negative dialectic exercises two distinct uses of the concepts of negativity and totality, which can be combined by means of his conception of totality as a socially necessary illusion.
A natureza da Filosofia e o seu ensino  [cached]
Desidério Murcho
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2002,
Abstract: O ensino da Filosofia é muitas vezes de má qualidade, devido a uma incompreens o da natureza da própria Filosofia — e do conhecimento em geral. Neste artigo, procuro mostrar que a Filosofia difere apenas em grau, e n o em espécie, de outros tipos de conhecimento, e retiro daí conseqüências para o seu ensino. Ensinar Filosofia é ensinar a pensar criticamente sobre os problemas, as teorias e os argumentos da filosofia. Para isso, o estudante tem de ter instrumentos críticos e informa o adequada. Só assim poderá participar de igual para igual no debate de idéias filosóficas. Apesar de essas idéias serem praticamente senso comum nas melhores universidades onde se ensina Filosofia, elas constituem algo que ainda está longe de ser uma realidade no ensino português da Filosofia. Palavras-chave: filosofar, discuss o, aprendizagem.
Filosofia no ensino médio e seu professor: algumas reflex es  [cached]
Elisete M. Tomazetti
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2002,
Abstract: O ensino de Filosofia tornou-se novamente objeto de debates, estudos e polêmicas no campo educacional brasileiro, dando mostras de que, efetivamente, temos avan ado muito pouco na demarca o de sua importancia para a forma o do jovem estudante do ensino médio. Apesar do consenso sobre sua importancia nesse grau de ensino, continuamos a nos indagar sobre o que ensinar, como ensinar e por que o jovem aluno desprestigia esse saber juntamente, muitas vezes, com os professores de outras disciplinas. Também perguntamos sobre os problemas e desafios na forma o inicial do professor de Filosofia, que podem ser resumidos na concep o de que a docência é menos importante do que a pesquisa. Palavras-chave: ensino de Filosofia, ensino médio, professor de Filosofia.
A abordagem microgenética na matriz histórico-cultural: uma perspectiva para o estudo da constitui o da subjetividade  [cached]
Góes Maria Cecília Rafael de
Cadernos CEDES , 2000,
Abstract: Este trabalho focaliza a análise microgenética enquanto abordagem metodológica que está inscrita numa interpreta o histórico-cultural e semiótica dos processos humanos e que é distinta de formas de análise de microeventos ligadas a outros aportes teóricos. O propósito é caracterizar, dentro da matriz histórico-cultural, a vertente dessa abordagem que articula o nível microgenético das intera es sociais com o exame do funcionamento dialógico-discursivo, salientando, ainda, as propostas de vincula o com as proposi es do paradigma semiótico-indiciário. é salientado o caráter promissor de tais tendências para a investiga o da constitui o do sujeito, pois elas permitem adensar o estudo dos processos intersubjetivos e expandem as possibilidades de vincular minúcias e indícios de episódios específicos a condi es macrossociais, relativas às práticas sociais.
O amor é mais frio que a morte: negatividade, infinitude e indetermina??o na teoria hegeliana do desejo
Safatle, Vladimir;
Kriterion: Revista de Filosofia , 2008, DOI: 10.1590/S0100-512X2008000100006
Abstract: the aim of this article is to show how the experience of indetermination has a major role in the development of the process of recognition in hegelian philosophy. this indetermination, which has its phenomenological translation into experiences like anguish and fear of death, can explain some particularities in hegel's concepts of individuality and individuation. this may help us to understand the meaning of negativity in hegelian philosophy of subject, showing how some contemporary philosophy critics aren't concerned about this concept of negativity.
A Filosofia e sua didática  [cached]
Paulo Ghiraldelli Jr
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2002,
Abstract: O texto parte de uma reflex o sobre a necessidade de se questionar a banalidade do mundo a partir das pressuposi es filosóficas. Na compara o com o saber científico, Hegel, Marx e Richard Rorty s o utilizados como exemplos do genuíno espírito filosófico, capaz de nos distanciar do mundo para melhor admirá-lo nos seus múltiplos aspectos. A fidelidade ao espírito filosófico conduz à necessidade de ensinar a filosofia. A didática da Filosofia n o serve para retirar o rigor da tarefa filosófica. Grandes pensadores, como Descartes, souberam escrever para os eruditos e para o grande público. Embora haja características diferenciadas em cada tipo de publica o, n o deixam nada a desejar tanto para o ensino, como para a didática, e muito menos para a própria Filosofia. Palavras-chave: Filosofia, ensino, didática.
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