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Biofeedback and the electromyographic activity of pelvic floor muscles in pregnant women Biofeedback na atividade eletromiográfica dos músculos do assoalho pélvico em gestantes  [cached]
Roberta L. A. Batista,Maira M. Franco,Luciane M. V. Naldoni,Geraldo Duarte
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2011,
Abstract: BACKGROUND: Maintaining continence is among the functions of the pelvic floor muscles (PFM) and their dysfunction can cause urinary incontinence (UI), which is a common occurrence during pregnancy and the puerperal period. Pelvic floor muscle training (PFMT), therefore, is important during pregnancy, although most women perform the muscle contractions unsatisfactorily. OBJECTIVES: This study is an exploratory analysis of the results of three electromyographic (EMG) activity biofeedback sessions in pregnant women. METHODS: The study sample included 19 nulliparous women with low risk pregnancies. The participants performed three sessions of EMG biofeedback consisting of slow and fast contractions. The average value of the normalized amplitudes of surface electromyography was used to evaluate the results. The linear regression model with mixed effects was used for statistical analysis, with the EMG data normalized by maximum voluntary contraction (MVC). RESULTS: A steady increase in EMG amplitude was observed during each contraction and by the end of the biofeedback sessions, although this difference was only significant when comparing the first tonic contraction of each session (p=0.03). CONCLUSIONS: The results indicate that three sessions of training with biofeedback improved PFM EMG activity during the second trimester in women with low-risk pregnancies. The effectiveness of this protocol should be further investigated in randomized controlled trials. CONTEXTUALIZA O: Dentre as fun es dos músculos do assoalho pélvico (MAPs), pode-se citar a manuten o da continência, sendo que sua disfun o pode causar a incontinência urinária (IU), muito frequente no período gestacional e no puerpério. Diante disso, se faz importante o treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) durante o período gestacional, entretanto grande parte das mulheres realiza a contra o dessa musculatura de maneira insatisfatória. OBJETIVOS: Realizar uma análise exploratória dos resultados de três sess es de biofeedback na atividade eletromiográfica em mulheres gestantes. MéTODOS: Este estudo incluiu 19 gestantes nulíparas com gravidez de baixo risco. Foram realizadas três sess es de biofeedback eletromiográfico compostas por contra es lentas e rápidas, utilizando-se como método de avalia o dos resultados as médias das amplitudes normalizadas da eletromiografia (EMG) de superfície. Para a análise estatística, utilizou-se o modelo de regress o linear com efeitos mistos, sendo que os dados da EMG foram normalizados pela contra o voluntária máxima (CVM). RESULTADOS: Após as sess
For a dos músculos do assoalho pélvico e fun o sexual em gestantes Strength of pelvic floor muscles and sexual function during pregnancy  [cached]
Joseli Franceschet,Cinara Sacomori,Fernando L. Cardoso
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2009,
Abstract: CONTEXTUALIZA O: O bem-estar sexual depende de músculos do assoalho pélvico (MAP) fortes o suficiente para manter a sua fun o. Durante a gesta o, tanto a fun o sexual como a for a dos MAP podem modificar-se. OBJETIVOS: Comparar o grau de for a dos MAP e a fun o sexual em gestantes do segundo e terceiro trimestres. MéTODOS: Pesquisa descritiva causal comparativa realizada com 37 gestantes de Florianópolis (18 do segundo e 19 do terceiro trimestre), com média de idade de 25,22 anos (±5,7 anos). Os instrumentos utilizados foram o Questionário Female Sexual Function Index (FSFI) e o Teste Manual da Musculatura do Assoalho Pélvico, utilizando a escala de Oxford modificada para gradua o da for a. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva e inferencial (teste t independente, teste U de Mann Whitney, correla o de Spearman), nível de significancia de 0,05. RESULTADOS: N o houve diferen a significativa entre a média dos valores dos postos do grau de contra o dos MAP de gestantes do segundo e do terceiro trimestre (U=150,5; p=0,512). Todavia, a fun o sexual das gestantes do segundo trimestre de gesta o foi melhor que as do terceiro (U=104; p=0,042), e o grau de contra o dos MAP apresentou correla es estatisticamente significativas com a idade (ρ=0,320, p=0,041) e com o escore do FSFI (ρ=0,540, p<0,001). CONCLUS ES: A fun o sexual diminuiu significativamente do segundo para o terceiro trimestre, enquanto que a for a dos MAP n o apresentou diferen a entre os trimestres. BACKGROUND: Sexual well-being depends on pelvic floor muscles (PFMs) that are strong enough to maintain their function. During pregnancy, both the sexual function and the strength of the PFMs may be altered. OBJECTIVES: to compare the degree of PFM strength and the sexual function of pregnant women in the second and the third trimesters. METHODS: a descriptive, causal-comparative study was carried out with 37 pregnant women in Florianópolis (18 in the second trimester and 19 in the third trimester) with a mean age of 25.22 years (±5.7 years). The instruments used were the Female Sexual Function Index (FSFI) Questionnaire and the Manual Test of Pelvic Floor Muscle Strength, using the modified Oxford scale to grade strength. The data were analyzed using descriptive and inferential statistics (independent t test, the Mann-Whitney U test, Spearman's correlation) with a significance level of 0.05. RESULTS: There was no significant difference between the mean rank values of PFM strength of pregnant women in the second and third trimester (U=150.5; p=0.512). However, the sexu
Estudo comparativo da fun o do assoalho pélvico em mulheres continentes e incontinentes na pós menopausa Comparative study of pelvic floor function in continent and incontinent postmenopausal women  [cached]
Cláudia E. C. Souza,Ricardo M. Lima,Lidia M. A. Bezerra,Rinaldo W. Pereira
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2009,
Abstract: CONTEXTUALIZA O: A incontinência urinária (IU) é de causa multifatorial, sendo atribuída, em parte, à fraqueza da musculatura do assoalho pélvico. Apesar de ser subestimada por muitas mulheres, a avalia o funcional do assoalho pélvico (AFA) pode contribuir para um correto diagnóstico e terapêutica adequada. OBJETIVOS: Comparar a fun o muscular do assoalho pélvico em mulheres continentes e incontinentes na pós menopausa como fator diagnóstico no tratamento da IU. MéTODOS: A partir da investiga o dos sintomas urinários, 153 mulheres (idade X=66,7±5,4) foram separadas em dois grupos (G1 incontinentes e G2 assintomáticas). Após análise dos critérios de inclus o, as mulheres foram submetidas à AFA por meio da palpa o bidigital (classifica o de Contreras Ortis, 1994) e à quantifica o da press o de contra o perineal por meio do perine metro (PERINA 996-2 QUARK). RESULTADOS: Observou-se prevalência de IU (54,9%) na amostra estudada, sendo a incontinência urinária de esfor o (IUE) (41,7%) o tipo mais presente. Em rela o aos sintomas urinários, como a frequência miccional diurna (p=0,004) e noturna (p=0,02), o grupo G1 apresentou um valor significativamente mais alto. A AFA mostrou resultados similares durante a palpa o e o perine metro, com diferen as significativas (p<0,001) entre os dois grupos. Utilizou-se estatística descritiva, teste t de Student para amostras independentes, medidas de prevalência e análise de variancia (one-way ANOVA), seguida do post hoc de Bonferroni (p<0,05). O software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) vers o 10,0 (SPSS, Chicago, IL) foi utilizado para realiza o de todas as análises. CONCLUS ES: A palpa o e o perine metro se mostraram eficientes na avalia o da for a e press o de contra o desse grupo muscular. BACKGROUND: Urinary incontinence (UI) is multifactorial and attributed, in part, to weakness of the pelvic floor muscles. Despite being underestimated by many women, a functional pelvic floor assessment (FPA) may contribute to a correct diagnosis and appropriate treatment. OBJECTIVES: To compare the function of pelvic floor muscles in continent and incontinent postmenopausal women as a diagnostic factor in UI treatment. METHODS: Based on the investigation of urinary symptoms, 153 women (age X=66.7±5.4) were divided into two groups (G1-incontinent and G2-continent). After analysis of the inclusion criteria, the women were submitted to FPA by means of bidigital palpation according to Contreras Ortiz (1994) and quantification of perineal strength with a perineometer (PERINA 996-2 QUARK ). RESULTS: Ther
Muscle strength of the pelvic floor among young and climateric continent women For a muscular do assoalho pélvico entre mulheres continentes jovens e climatéricas  [cached]
Eliane Cristina Hilberath Moreira,Paula Bueno de Arruda
Semina : Ciências Biológicas e da Saúde , 2010,
Abstract: The menopause represents a stage in life when modifications in the urogynecological tract occur as a decrease in the muscle strength of the pelvic floor and urethral turgidity. It is suggested that healthy muscles are thick and this enables them to support the vagina walls as well as provide a sphincteral action, favoring the closing and urethral continence. It is possible that the blood supply associated to strong muscles will promote the health of the epithelium in the area, stimulating the adequate vaginal lubrication and the delay of atrophic changes due to the age. The purpose of this study was to verify the muscle strength of the pelvic floor among healthy young and climateric women, in order to identify the existing alterations in this musculature. The study consisted of 49 women divided in two groups: Group 1 consisting of women (N=24) with an average age of 29.33 years old and Group 2, consisting of women (N=25) with an average age of 51.8 years old, submitted to the evaluation of the muscle strength of the pelvic floor by means of bidigital palpation and perineometry. Significant differences were not identified concerning the pelvic floor muscle strength by means of the perineometry in the studied groups. As for the bidigital palpation evaluation, a larger capacity of voluntary contraction and sustained maintenance of this contraction in 25 to 35-years old women was observed. O climatério representa a fase em que ocorrem modifica es no trato uroginecológico, como a diminui o da for a muscular do assoalho pélvico e turgidez uretral. é sugerido que músculos sadios s o volumosos e isso os capacita a suportar as paredes da vagina t o bem como prover uma a o esfincteriana, favorecendo o fechamento e a continência uretral. é plausível que o suprimento de sangue associado a músculos fortes promoverá a saúde do epitélio na área, estimulando a lubrifica o vaginal adequada e o retardo das mudan as atróficas da idade. O objetivo deste estudo foi verificar a for a muscular do assoalho pélvico entre mulheres saudáveis jovens e climatéricas, buscando identificar as altera es existentes nesta musculatura. O estudo foi composto por 49 mulheres dividas em dois grupos: Grupo 1 composto por mulheres (N=24) com média de idade de 29,33 anos e o grupo 2 composto por mulheres (N=25) com média de idade de 51,8 anos, submetidas a avalia o da for a muscular do assoalho pélvico por meio de palpa o bidigital e perineometria. O presente estudo n o identificou diferen as significativas da for a de press o muscular do assoalho pélvico pela perineometria entre os grup
Grau de for a muscular do assoalho pélvico em mulheres incontinentes obesas e n o obesas Pelvic floor muscular force degree in obese and nonobese incontinent women
Joseane da Costa Silva,Maísa Camara Prado,Juliana de Faria Fracon e Rom?o,Cláudia Elaine Cestári
Ciência & Saúde , 2011,
Abstract: Objetivo: Avaliar a for a e resistência da musculatura do assoalho pélvico em pacientes obesas e n o obesas e correlacioná-la com os sinais de perda involuntária de urina. Materiais e Métodos: Foram avaliadas 44 mulheres com queixa de incontinência urinária, média de idade de 64,34 (36-78). As pacientes foram distribuídas em dois grupos, Grupo 1 – (Obesas): n=19, composto de pacientes com índice de Massa Corporal (IMC) maior que 30; e Grupo 2 (N o-Obesas): n=25, pacientes com IMC menor que 30 e submetidas à Avalia o Funcional do Assoalho Pélvico (AFA) por meio da palpa o bidigital e do perine metro. Resultados: Foi possível observar, na avalia o da musculatura do assoalho pélvico, diferen as significativas nas pacientes obesas (p=0,0001), constatando-se menor valor de resposta muscular nesse grupo. Correla es negativas entre o IMC x AFA (r=-0,29; p=0,05) e entre o IMC x Diagnóstico (r=-0,10; p=0,51) também foram demonstradas. Conclus o: A AFA apresentou menor valor no grupo de pacientes obesas e a medida que aumenta o IMC, aumenta a frequência miccional noturna. Objective: To evaluate the strength and endurance of pelvic floor muscles in obese and nonobese patients and to correlate it with the signs of urine involuntary loss. Materials and Methods: We have evaluated a total of 44 women complaining of urinary incontinence, mean age of 64.34 (36-78). The patients were divided into two groups, Group 1 - (Obese): n=19, composed of patients with Body Mass Index (BMI) greater than 30; and Group 2 (nonobese): n=25, patients with BMI less than 30 and submitted to the Pelvic Floor Functional Assessment (AFA) through palpation and bidigital perineometer evaluation. Results: It was possible to observe, in the evaluation of pelvic floor muscles, significant differences in obese patients (p=0.0001), confirming a lower level of muscle response in this group. Negative correlations between BMI x AFA (r=-0.29, p=0.05) and between BMI x Diagnostic (r=-0.10, p=0.51) were also demonstrated. Conclusion: The AFA evaluation showed a decreased value in the group of obese patients and as the BMI increases, the nighttime urinary frequency also increases.
O fortalecimento do assoalho pélvico com cones vaginais: programa de atendimento domiciliar = Strengthening of pelvic floor muscles using vaginal cones: a home care program  [cached]
Dreher, Daniela Z. et al.
Scientia Medica , 2009,
Abstract: Objetivos: avaliar a eficiência de um programa de fisioterapia domiciliar com cones vaginais para o fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico, na resolu o da incontinência urinária de esfor o. Relato do caso: foi selecionada para o estudo uma voluntária com 60 anos de idade, com história de única gesta o, com parto vaginal, apresentando queixa e diagnóstico de incontinência urinária de esfor o. Para avalia o pré e pós-interven o utilizaram-se como instrumentos: anamnese, avalia o da qualidade de vida, avalia o físico-funcional e exame de urodinamica. A interven o fisioterapêutica foi realizada através de um protocolo de exercícios terapêuticos com cones vaginais durante oito semanas, com frequência de três vezes semanais em duas sess es diárias. Na avalia o inicial foi realizada a manobra de Valsalva com 300 ml de volume intra-vesical, ocorrendo discreta perda urinária com a press o de perda ao esfor o de 94 cmH2O, indicando incontinência urinária de esfor o de grau leve. Na reavalia o n o se observou perda urinária com press o vesical de até 117 cmH2O para o mesmo volume, expressando melhora considerável da continência urinária. Conclus es: o programa de exercícios terapêuticos com cones vaginais a domicílio mostrou-se efetivo na resolu o da incontinência urinária de esfor o. Descritores: incontinência urinária por estresse/terapia, modalidades de fisioterapia; períneo; soalho pélvico; cinesiologia aplicada; feminino; genitália feminina. Aims: to evaluate the efficiency of a home care physiotherapy program using vaginal cones for the pelvic floor muscles strength to approach the treatment of stress urinary incontinence. Case description: A female volunteer, 60 years-old, with history of a single pregnancy and vaginal delivery, presenting complaints and diagnosis of stress urinary incontinence, was selected for the study. The evaluation instruments of pre and post-intervention were anamnesis, evaluation of quality of life, semiological evaluation and urodynamics examination. It was applied a therapeutical exercise protocol using vaginal cones, three times a week, two times a day. Valsalva maneuver presenting intra- vesical volume of 300 ml was the initial evaluation. Mild urinary incontinence with Valsalva leak-point pressure of 94 cmH2O denoted a mild stress urinary incontinence. During reevaluation, urinary loss was not observed with vesical pressure, until 117 cmH2O for the same volume, showing a considerable reduction in urinary incontinence. Conclusions: A home care program of therapeutical exercises using vaginal cones presented
Effect of pelvic floor muscle training on labour and newborn outcomes: a randomized controlled trial Efeitos do treinamento da musculatura do assoalho pélvico sobre o parto e recém-nascido: estudo controlado randomizado  [cached]
Letícia A. R. Dias,Patricia Driusso,Daniella L. C. C. Aita,Silvana M. Quintana
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2011,
Abstract: BACKGROUND: The use of the pelvic floor muscle training for urinary incontinence treatment is well established but little is known about its effects in labor and newborn outcomes. OBJECTIVES: To evaluate the effects of antenatal pelvic floor muscle training and strength in labor and newborn outcomes in low-income pregnant women. METHODS: This is a randomized controlled trial that recruited forty-two nulliparous healthy pregnant women aged between 18-36 years old and able to contract the pelvic floor muscles. The participants were included in the study with 20 weeks of gestational age and had their pelvic floor muscles measured by vaginal squeeze pressure. They were randomly allocated into two groups: training group and a non-intervention control group. Then, all participants had their labor and newborn outcomes evaluated through consultation of medical records by a blinded researcher. RESULTS: There were no statistically significant differences between the groups regarding gestational age at birth, type of labor, duration of the second stage of labor, total time of labor, prevalence of laceration, weight and size of the baby, and Apgar score. No correlation was observed between pelvic floor muscle strength and the second stage or the total length of labor. CONCLUSIONS: This randomized controlled trial did not find any effect of pelvic floor muscle training or pelvic floor muscle strength on labor and newborn outcomes. CONTEXTUALIZA O: O treinamento da musculatura do assoalho pélvico para tratamento da incontinência urinária é bem estabelecida, mas pouco se sabe sobre seus efeitos sobre o parto e o recém-nascido. OBJETIVOS: Avaliar se os desfechos do parto e os resultados dos recém-nascidos s o influenciados pelo treinamento e for a da musculatura do assoalho pélvico realizados por gestantes de baixa renda. MéTODOS: Trata-se de um ensaio clínico randomizado que incluiu 42 gestantes nulíparas de baixo risco, com idade entre 18 e 36 anos, e que eram capazes de contrair a musculatura do assoalho pélvico. As gestantes foram incluídas no estudo com 20 semanas de idade gestacional, e realizava-se a avalia o da press o de contra o vaginal pela contra o da musculatura do assoalho pélvico. Elas foram randomizadas em dois grupos: grupo de treinamento e grupo controle. Todas as voluntárias tiveram o trabalho de parto e os resultados dos recém-nascidos avaliados por meio de consulta ao prontuário por um pesquisador n o envolvido com o grupo de treinamento. RESULTADOS: N o houve diferen a significativa entre os grupos quanto à idade gestacional no nascimento, tip
Comparison of active and passive forces of the pelvic floor muscles in women with and without stress urinary incontinence Compara o das for as ativa e passiva dos músculos do assoalho pélvico de mulheres com e sem incontinência urinária de estresse  [cached]
Carla C. M. Chamochumbi,Fabiana R. Nunes,Rinaldo R. J. Guirro,Elaine C. O. Guirro
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2012,
Abstract: BACKGROUND: The reduction of the pelvic floor muscles (PFM) strength is a major cause of stress urinary incontinence (SUI). OBJECTIVES: To compare active and passive forces, and vaginal cavity aperture in continent and stress urinary incontinent women. METHODS: The study included a total of thirty-two women, sixteen continent women (group 1 - G1) and sixteen women with SUI (group 2 - G2). To evaluate PFM passive and active forces in anteroposterior (sagittal plane) and left-right directions (frontal plane) a stainless steel specular dynamometer was used. RESULTS: The anteroposterior active strength for the continent women (mean±standard deviation) (0.3±0.2 N) was greater compared to the values found in the evaluation of incontinent women (0.1±0.1 N). The left-right active strength (G1=0.43±0.1 N; G2=0.40±0.1 N), the passive force (G1=1.1±0.2 N; G2=1.1±0.3 N) and the vaginal cavity aperture (G1=21±3 mm; G2=24±4 mm) did not differ between groups 1 and 2. CONCLUSION: The function evaluation of PFM showed that women with SUI had a lower anteroposterior active strength compared to continent women. CONTEXTUALIZA O: A redu o da for a dos músculos do assoalho pélvico (MAP) é a maior causa da incontinência urinária de estresse (IUE). OBJETIVO: Comparar as for as ativa e passiva e a abertura da cavidade vaginal em mulheres continentes e com IUE. MéTODOS: O estudo incluiu um total de 32 mulheres, 16 mulheres continentes (grupo 1 - G1) e 16 mulheres com IUE (grupo 2 - G2). Um espéculo dinamométrico de a o inoxidável foi usado para avaliar as for as ativa e passiva dos MAP nas dire es antero-posterior (plano sagital) e látero-lateral (plano frontal). RESULTADOS: A for a ativa antero-posterior nas mulheres continentes (0,3±0,2 N) foi maior que nas mulheres com IUE (0,1±0,1 N). N o houve diferen a entre o G1 e o G2 nos valores de for a ativa látero-lateral (G1=0,43±0,1 N; G2=0,40±0,1 N), for a passiva (G1=1,1±0,2 N; G2=1,1±0,3 N) e abertura da cavidade vaginal (G1=21±3 mm; G2=24±4 mm). CONCLUS O: A avalia o da fun o dos MAP mostrou que mulheres com IUE tiveram uma menor for a ativa antero-posterior quando comparadas com as mulheres continentes.
Home exercises for pelvic floor in continent women one year after physical therapy treatment for urinary incontinence: an observational study Exercício domicilar para o assoalho pélvico em mulheres continentes após tratamento fisioterapêutico para incontinência urinária: um estudo observacional  [cached]
Ana P. Krüger,Soraia C. T. Luz,Janeisa F. Virtuoso
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2011,
Abstract: OBJECTIVES: To describe the results of home exercise targeting the pelvic floor in continent women one year after the end of a physical therapy treatment for the following outcomes: functional assessment of the pelvic floor and urinary incontinence. METHODS: This is an observational study that evaluated fifteen women one year after physical therapy treatment for Stress Urinary Incontinence (SUI). The outcomes for this study were: situations of urinary loss, use of daily protection, practice of home exercises for the pelvic floor, functional assessment of the pelvic floor (FAPF) and patient satisfaction. We also investigated some confounding variables such as hormonal status, number of vaginal deliveries and previous history of episiotomy. RESULTS: One year after completion of physical therapy treatment, we observed that the FAPF median remained stable over time (Median=5, p=0.08). The presence of urinary incontinence was reported by 40% of women in the sample, however, was characterized as mild (i.e. not requiring the use of daily protection). There was also a significant association (p=0.001) between the completion of home exercises (twice or more per week) and the normal clinical status. Confounding variables, which could compromise the clinical status, showed no significant association with the outcomes (p≥0.05). CONCLUSION: Home exercises contributed to the maintenance of continence following a physical therapy treatment. OBJETIVOS: Descrever os resultados da prática de exercícios domicilares para o assoalho pélvico em mulheres continentes nos quesitos avalia o funcional do assoalho pélvico (AFA) e presen a de incontinência urinária após um ano de tratamento fisioterapêutico. MéTODOS: Estudo observacional com 15 mulheres um ano após o tratamento fisioterapêutico para incontinência urinária de esfor o (IUE). As variáveis analisadas neste estudo foram: situa es de perda urinária, utiliza o de prote o diária, manuten o dos exercícios domiciliares para o assoalho pélvico, AFA e satisfa o da paciente em rela o ao tratamento. Também foram investigadas algumas variáveis de confus o, como: estado hormonal, número de partos vaginais e realiza o de episiotomia. RESULTADOS: Após um ano do término do tratamento fisioterapêutico, observou-se que a AFA manteve-se (Md=5; p=0,08). Quanto à presen a de perda urinária, 40% da amostra relatou ser leve, n o sendo necessária a utiliza o de protetores diários. Observou-se também associa o significante (p=0,001) entre a prática de exercícios domiciliares e o quadro clínico normal. As variáveis de confus o, que p
Qual o índice de massa corporal de mulheres com disfun es dos músculos do assoalho pélvico que procuram tratamento fisioterapêutico? What is the body mass index of women with pelvic floor muscles dysfunctions that seek for physiotherapy treatment?  [cached]
Fátima Faní Fitz,Thaís Fonseca Costa,Suellen Maurin Feitosa,Denise Rodrigues Yuaso
Fisioterapia e Pesquisa , 2012,
Abstract: Sobrepeso e obesidade s o relatados como importantes fatores de risco para desenvolvimento de disfun es do assoalho pélvico (AP) feminino. Assim, objetivou-se averiguar o índice de massa corporal (IMC) de mulheres com disfun es do AP que procuraram tratamento fisioterapêutico, e comparar com as estatísticas nacionais. Trata-se de um estudo observacional. Foram avaliados os prontuários de mulheres com disfun es do AP atendidas pelo Setor de Fisioterapia no período de 2004 à 2010, e incluídas todas as mulheres com a presen a de algum sintoma de disfun o do AP. Calculou-se o IMC de 312 mulheres com disfun o do AP. A média de IMC foi de 28,1 kg/m2. Dessas mulheres, cerca de 70% apresentavam sobrepeso ou obesidade, resultado maior do que o índice nacional de 59%. A base fisiopatológica da rela o entre obesidade e disfun es do AP está na correla o entre o IMC e a press o intra-abdominal. A identifica o do sobrepeso e da obesidade deve fazer parte dos programas de reabilita o do AP, uma vez que a redu o do peso corporal pode contribuir para redu o da severidade da disfun o. Com o presente estudo observa-se que as mulheres que procuram tratamento fisioterapêutico para disfun es do AP apresentam índice de obesidade maior do que a popula o feminina nacional. Overweight and obesity are reported as important risk factors for developing of female pelvic floor (PF) dysfunction. Thus, the objective was to verify the body mass index (BMI) of women with PF dysfunctions who sought physiotherapy treatment, and comparing it with national statistics. This is an observational study. There were evaluated the records of women with PF dysfunctions served by the Physiotherapy Service from 2004 to 2010, and included all women with the presence of any symptom of PF dysfunction. It was calculated the BMI of 312 women with PF dysfunction. The BMI mean was 28.1 kg/m2. Approximately 70% of these women were overweight or obese, a value higher than the national rate of 59%. The pathophysiological basis of the relationship between obesity and PF dysfunction is the correlation between BMI and intra-abdominal pressure. The identification of overweight and obesity should be part of the rehabilitation programs of the PF, since the reduction in body weight can contribute by reducing the severity of the disorder. With the present study it was observed that women seeking physiotherapy treatment for PF dysfunction have higher rates of obesity than the national female population.
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