oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Morfologia e histoquímica da pele de ratas hipotireóideas castradas e n o castradas  [cached]
Ferreira E.,Serakides R.,Nunes V.A,Gomes M.G.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2003,
Abstract: Foram estudadas as altera es cutaneas de ratas Wistar adultas castradas e n o castradas, mantidas em estado hipotireóideo por 120 dias. Dois grupos eutireóideos, um castrado e outro n o castrado, serviram de controle. Sec es da pele abdominal ventral e torácica dorsal foram coradas pelas técnicas de HE, PAS, azul de alcian (alcian blue), picro-sirius red-luz polarizada e Verhoeff. Adelga amento da epiderme, atrofia de glandulas sebáceas, redu o parcial ou total de fibras elásticas e do colágeno do tipo III da derme caracterizaram tanto o hipotireoidismo quanto a castra o. Retardo no crescimento dos folículos pilosos e hiperceratose foram vistos apenas na deficiência dos horm nios tireoidianos, independente do estado funcional das g nadas. A associa o hipotireoidismo e castra o caracterizou-se por adelga amento da epiderme da regi o abdominal ventral e espessamento e aumento da celularidade na regi o torácica dorsal, com derme adelga ada e desprovida de fibras elásticas e de colágeno do tipo III. Conclui-se que a deficiência dos horm nios sexuais ou tireoidianos altera todos os componentes da pele e que as les es s o agravadas na associa o hipotireoidismo-castra o.
ESTRUTURA E SOBREVIVêNCIA DOS CORTI OS NO BAIRRO BEXIGA  [cached]
Francisco Capuano Scarlato
Revista do Departamento de Geografia , 1995, DOI: 10.7154/rdg.v0i9.216
Abstract: ESTRUTURA E SOBREVIVêNCIA DOS CORTI OS NO BAIRRO BEXIGA
Válvula de uretra anterior  [cached]
Tucci Jr. Silvio,Franco Paulo B.,Molina Carlos A.F.,Suaid Haylton J.
Jornal de Pediatria , 2003,
Abstract: Objetivo: apresentar os aspectos clínicos, diagnósticos e terapêuticos de pacientes portadores de válvula da uretra anterior. Descri o: em dois neonatos, o diagnóstico presuntivo de patologia obstrutiva do trato urinário foi sugerido pela ultra-sonografia realizada no período pré-natal, confirmando-se o diagnóstico de válvula de uretra anterior pela avalia o pós-natal. Os pacientes foram submetidos a tratamento cirúrgico paliativo, com vesicostomia temporária e, posteriormente, definitivo, pela fulgura o endoscópica das válvulas. Ambos evoluíram com fun o renal normal. Comentários: a válvula da uretra anterior é anomalia rara que deve ser considerada em meninos com quadro radiológico pré-natal sugestivo de obstru o infravesical, secundariamente à hipótese mais comum de válvula da uretra posterior. Ressaltamos a utiliza o da vesicostomia como deriva o urinária temporária nestes casos, prevenindo potenciais complica es pela manipula o da uretra do recém-nascido.
Terapia de reposi o hormonal no hipopituitarismo
Abucham Julio,Vieira Teresa C. Alfinito,Barbosa Erika Ribeiro,Ribeiro Rogério Silicani
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2003,
Abstract: Esse artigo traz uma revis o do hipopituitarismo com ênfase na terapia de reposi o hormonal. O conhecimento das bases fisiológicas da terapia de reposi o hormonal, assim como dos aspectos práticos do tratamento, constitui o suporte racional para tratar esses pacientes. Essa revis o foi organizada por deficiência hormonal e cada um desses tópicos inclui epidemiologia, etiologia, apresenta o clínica, diagnóstico, prepara es hormonais disponíveis para o tratamento de cada deficiência, dosagens, vias de administra o, efeitos colaterais e monitoriza o clínico-laboratorial durante os diferentes períodos da vida para cada reposi o hormonal: horm nio de crescimento na crian a e no adulto, horm nios tiroideanos no hipotiroidismo central, glicocorticóides no hipoadrenalismo central, análogos de vasopressina no diabetes insípidus central, esteróides sexuais no homem e na mulher, da puberdade à senescência e gonadotrofinas no tratamento da infertilidade. As informa es aqui contidas resultam de uma revis o crítica da literatura aliada à nossa experiência de mais de duas décadas no diagnóstico e tratamento do paciente hipopituitário na Unidade de Neuroendocrinologia da Universidade Federal de S o Paulo.
Perfil hematológico de ratas adultas hipotireóideas castradas e n o castradas
Gomes Mardelene G.,Serakides Rogéria,Nunes Vera Alvarenga,Silva Cristiana M. da
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2004,
Abstract: A rela o tireóide-g nadas sobre o perfil hematológico foi investigada em ratas Wistar adultas castradas e n o castradas mantidas em hipotireoidismo induzido pela administra o diária de propiltiouracil por 120 dias. Dois grupos eutireóideos n o castrado e castrado foram mantidos nas mesmas condi es e serviram como controle. Foram colhidos o plasma para dosagem de T4 livre e o sangue para análise hematológica. Os valores de T4 livre significativamente menores nas ratas tratadas confirmaram seu estado hipotireóideo. O hipotireoidismo causou anemia apenas em ratas com g nadas funcionais, já que a castra o reverteu os efeitos do déficit de tiroxina sobre o eritrograma. Tanto o hipotireoidismo quanto o hipogonadismo apresentaram pouco significado sobre o leucograma.
Análise dos Vasos do Trato Urinário Inferior de Ratas Durante e Após a Prenhez
Kosmiskas José Vicente,Gir?o Manoel Jo?o Batista Castello,Sartori Marair Gracio Ferreira,Baracat Edmund Chada
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivos: estudar as varia es da anatomia vascular de ratas, avaliando o número de vasos da uretra proximal e distal, da jun o vésico-uretral e da bexiga, durante e após a prenhez. Métodos: trinta ratas, com teste positivo de acasalamento, foram divididas aleatoriamente em três grupos contendo 10 animais cada, a saber: GI - ratas no 10o dia de prenhez; GII - ratas no 20o dia de prenhez; GIII - ratas no 5o dia de puerpério; um grupo controle (GIV) era composto de 10 ratas na fase de estro. Foram contados os vasos sangüíneos em quatro laminas, por animal, coradas pelo método do tricr mico de Masson, com ocular de integra o de 25 pontos, acoplada a microscopia de luz, com objetiva de 40 X. As regi es estudadas foram uretra proximal e distal, jun o vésico-uretral e bexiga. Resultados: n o houve varia o significativa no número de vasos da bexiga, da jun o vésico-uretral e da uretra proximal nas ratas durante a gesta o ou em rela o ao grupo controle. Na uretra distal, o número de vasos no grupo controle foi 13,7, sendo significativamente menor do que nos grupos com prenhez (20,5 a 24,4 vasos). Conclus es: as ratas prenhes apresentaram maior número de vasos na uretra distal do que aquelas em estro. Nos demais locais estudados n o houve diferen as entre os grupos.
Reposi o de nutrientes durante três cultivos de alface em hidroponia
Backes Fernanda Alice A.L.,Santos Osmar,Schmidt Denise,Nogueira Filho Hercules
Horticultura Brasileira , 2003,
Abstract: O experimento foi realizado em estufa plástica na UFSM, de agosto a novembro/99. Avaliou-se cinco formas de reposi o de nutrientes na solu o nutritiva com base na condutividade elétrica (CE), no sistema 'NFT' (Nutrient Film Technique) e duas cultivares de alface: Regina e Deisy, cultivadas em bancadas de sustenta o formadas por telhas de fibro-cimento revestidas com tinta betuminosa Neutrola. Foram dispostas 14 plantas por canal para cada repeti o e uma cultivar em cada três canais, totalizando 84 plantas por bancada de produ o. Comparou-se a eficiência de métodos de reposi o de nutrientes na produ o de alface, assim como a utiliza o da mesma solu o, com reposi o de nutrientes, durante três cultivos consecutivos. O delineamento experimental foi de blocos casualizados, com três repeti es, em esquema fatorial 5x2. Os resultados demonstraram que o desempenho das cultivares avaliadas n o foi influenciado pelos métodos de reposi o de nutrientes. A ausência de reposi o de nutrientes na solu o nutritiva, durante um cultivo, permitiu maior produtividade da cultura, n o se recomendando a reposi o quando o objetivo for renovar a solu o ao final do cultivo. As formas de reposi o de nutrientes na solu o nutritiva, durante o primeiro e segundo cultivos, n o alteraram a produtividade da cultura em rela o à renova o completa da solu o nutritiva ao final do cultivo hidrop nico. Para a reutiliza o de solu o nutritiva, recomenda-se a reposi o de nutrientes sempre que a CE diminuir 50% da inicial, possibilitando a produ o por pelo menos três cultivos.
Reposi o de nutrientes em solu o nutritiva para o cultivo hidrop nico de alface  [cached]
Backes Fernanda Alice Antonello Londero,Santos Osmar Souza dos,Pilau Felipe Gustavo,Bonnecarrère Reinaldo Ant?nio Garcia
Ciência Rural , 2004,
Abstract: Este trabalho teve como objetivos comparar a produ o de alface sob diferentes métodos de reposi o de nutrientes em solu es renovadas a cada cultivo, bem como avaliar a utiliza o da mesma solu o, com reposi o de nutrientes, durante três cultivos consecutivos. O experimento foi realizado em casa-de-vegeta o da Universidade Federal de Santa Maria-RS, no período de agosto a novembro de 1999. O delineamento experimental foi um fatorial 5x2 em blocos casualizados, com três repeti es. Avaliaram-se cinco formas de reposi o de nutrientes na solu o nutritiva com base na condutividade elétrica (CE), no sistema de fluxo laminar de nutrientes - NFT, e duas cultivares de alface: Regina e Deisy, cultivadas em bancadas de produ o formadas por telhas de fibro-cimento revestidas com tinta betuminosa Neutrola. Os resultados demonstraram que a reposi o de nutrientes na solu o nutritiva renovada a cada cultivo n o resulta em ganhos de produtividade da alface em rela o à ausência de reposi o de nutrientes. Os métodos de reposi o de nutrientes com base na redu o de 0,25mScm-1 da CE inicial e redu o de 50% da CE inicial permitiram a utiliza o da mesma solu o por três cultivos consecutivos, sendo que a reposi o com base na redu o de 50% da CE inicial promoveu melhores resultados, em especial quanto à matéria fresca de planta. N o houve intera o de cultivares com métodos de reposi o, sendo a cultivar Regina caracterizada pelo maior número de folhas por planta.
Histopatologia e morfometria da bexiga de gatos com doen a idiopática do trato urinário inferior (DITUI)  [cached]
Reche Jr Archivaldo,Hagiwara Mitika Kuribayashi
Ciência Rural , 2001,
Abstract: Com o objetivo de caracterizar a inflama o da bexiga envolvida na doen a idiopática do trato urinário inferior dos felinos e de se comprovar seu caráter cr nico, procedeu-se à análise histopatológica e morfométrica da bexiga de felinos que haviam apresentado recidivas da doen a urinária e que n o apresentavam sinais clínicos por, pelo menos, seis meses antes dos exames macro e microscópicos da bexiga. Foram utilizados 15 felinos, machos e fêmeas, de ra as e idades variadas, sendo oito felinos com doen a idiopática do trato urinário inferior e assintomáticos e sete felinos hígidos. Os resultados evidenciaram espessamento das camadas mucosa e muscular da bexiga, infiltrado inflamatório mononuclear acentuado na mucosa e muscular, petéquias subepiteliais, hiperplasia e pregueamento epitelial, aumento no número de vasos sangüíneos na lamina própria, e infiltrado inflamatório perineural, altera es estas encontradas apenas nos felinos com doen a idiopática do trato urinário inferior. Esses achados sugerem cistite cr nica.
Neoplasmas da bexiga associados à hematúria enzoótica bovina  [cached]
Souto Marione de Albuquerque Moreira,Kommers Glaucia Denise,Barros Claudio Severo Lombardo de,Rech Raquel Rubia
Ciência Rural , 2006,
Abstract: Relatam-se três casos de hematúria enzoótica bovina (HEB) em animais provenientes do município de Jaguari, RS, Brasil. As pastagens de todas as propriedades de origem estavam altamente infestadas por samambaia (Pteridium aquilinum). Três bovinos, com idades entre 4 e 7 anos, apresentaram sinais clínicos que incluíam emagrecimento progressivo, hematúria intermitente e palidez das mucosas. As principais les es foram observadas na bexiga e consistiam de três tipos de neoplasmas: hemangioma capilar, hemangiossarcoma e carcinoma de células escamosas. A epidemiologia, os sinais clínicos e as les es macroscópicas e microscópicas observadas nos três bovinos s o consistentes com o diagnóstico de HEB.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.