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Concentra o Sérica Materna da Proteína C Reativa em Gesta es Complicadas pela Pré-eclampsia  [cached]
Cabral Ant?nio Carlos Vieira,Lázaro Janaína de Freitas,Vitral Zilma Nogueira Reis
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivo: investigar a associa o entre a concentra o sérica da proteína C reativa e a ocorrência de pré-eclampsia, bem como sua rela o com a gravidade da doen a. Métodos: foram avaliadas, em estudo caso-controle transversal, 27 gestantes portadoras de pré-eclampsia e outras 27 sem nenhuma intercorrência clínica, no terceiro trimestre gestacional. As pacientes tiveram a dosagem sérica da proteína C reativa realizada no período antenatal, além de exames clínico e laboratoriais para diagnóstico da doen a. Foram investigadas a associa o entre a concentra o sérica da proteína C reativa e a presen a da pré-eclampsia e a correla o entre os valores desta proteína plasmática com os níveis da press o arterial e excre o urinária de proteína. Empregou-se o teste de significancia (chi2) e análise de regress o pela técnica dos mínimos quadrados, considerando-se significancia estatística quando p<0,05. Resultados: as gestantes portadoras de pré-eclampsia apresentaram níveis da press o arterial média maiores do que seus controles (129,9±12,1 e 87,2±6,5 mmHg, respectivamente) e valores médios da proteína C reativa significativamente superiores aos das normotensas (18,9±4,9 e 1,5±0,8 mg/L, respectivamente). Houve associa o significativa entre a eleva o da concentra o de proteína C reativa e a ocorrência da pré-eclampsia (p<0,0001, "odds ratio": 20,1). Verificou-se também que a medida da press o arterial média e a proteinúria apresentam correla o direta com a concentra o da proteína C reativa circulante no sangue materno (p=0,001 e p=0,018, respectivamente). Conclus o: a proteína C reativa mostrou-se um marcador efetivo da ocorrência da pré-eclampsia e tem significativa correla o com a gravidade da doen a. O uso deste exame para diagnóstico diferencial entre os diversos quadros hipertensivos da gestante e sua utiliza o como marcador de prognóstico da pré-eclampsia merecem novos estudos.
Concentra??o Sérica Materna da Proteína C Reativa em Gesta??es Complicadas pela Pré-eclampsia
Cabral, Ant?nio Carlos Vieira;Lázaro, Janaína de Freitas;Vitral, Zilma Nogueira Reis;
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002, DOI: 10.1590/S0100-72032002000100002
Abstract: purpose: to investigate the association between serum c-reactive protein concentration and preeclampsia occurrence, as well as its relation to the disease severity. patients and methods: twenty-seven preeclamptic pregnant women and 27 pregnant women with no clinical intercurrences, in the third trimester of pregnancy, were evaluated in a transversal case-control study. serum c-reactive protein dosage, besides clinical examination and laboratory tests for the diagnosis of the disease, were performed in the antenatal period. the association between c-reactive protein and the presence of preeclampsia, and the correlation between plasma protein values and blood pressure values were investigated. the c2 significance test and regression analysis through the square minimum technique were used, and the results were considered to be statistically significant when p<0.05. results: the preeclamptic pregnant women presented mean blood pressure levels higher than their controls (129.9±12.1 and 87.2±6.5 mmhg, respectively) and significantly higher c-reactive protein mean values than the normotensive women (18.9±4.9 and 1.56±0.8 mg/l, respectively). there was a significant association between the c-reactive protein concentration increase and preeclampsia occurrence (p<0.0001, odds ratio: 20.1). it was also observed that the mean arterial pressure and proteinuria presented a direct correlation with the circulating c-reactive protein in maternal blood (p=0.001 and p<0.001, respectively). conclusion: c-reactive protein is an effective marker of preeclampsia occurrence and significantly correlates with the disease severity. the use of this test for the differential diagnosis of pregnant women in several hypertensive situations and its utilization as a marker of preeclampsia prognosis deserve further studies.
Cardiotocografia Anteparto e Prognóstico Perinatal em Gesta es Complicadas pelo Diabete: Influência do Controle Metabólico Materno  [cached]
Mascaro Moacyr Sanches,Calderon Iracema de Mattos Paranhos,Costa Roberto Antonio de Araujo,Maestá Izildinha
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivo: relacionar a qualidade do controle metabólico com os resultados da cardiotocografia (CTG) anteparto e avaliar sua capacidade preditiva no prognóstico perinatal de gesta es associadas ao diabete. Pacientes e Métodos: estudo retrospectivo de 125 gestantes, portadoras de diabete gestacional ou clínico, no qual se relacionou a última CTG anteparto (intervalo máximo de 48 horas) à qualidade do controle metabólico materno e aos resultados perinatais. A qualidade do controle metabólico foi definida pela média glicêmica do dia do exame (MGd) e da gesta o (MG) e pelo comportamento da requisi o de insulina (R/insulina). Para os resultados perinatais foram analisados os índices de Apgar de 1o e 5o minuto, a classifica o peso/idade gestacional, o tempo de interna o, a necessidade de cuidados de UTI e a ocorrência de óbito neonatal (ONN) precoce. A capacidade diagnóstica da CTG anteparto foi avaliada pelos índices de sensibilidade, especificidade e valor preditivo positivo e negativo. Resultados: a MGd adequada (<120 mg/dL) associou-se a 2,9% dos resultados de CTG anteparto alterados e a inadequada ( > ou = 120 mg/dL), a 26,1% (p<0,005). A MG mantida inadequada se relacionou a 13,7% de CTG anteparto alterada e a adequada, a apenas 2,7% (p<0,005). O comportamento da requisi o de insulina n o interferiu nos resultados da CTG anteparto. Os índices de Apgar de 1o e 5o minuto, a necessidade de cuidados de UTI e a ocorrência de ONN precoce n o dependeram do último tra ado da CTG anteparto. O exame diferenciou o tempo de interna o dos recém-nascidos: quando normal, 46,4% tiveram alta hospitalar até o 3o dia de vida e, quando alterado, 62,5% deles ficaram internados por mais de sete dias. Conclus es: os resultados alterados da última CTG anteparto relacionaram-se com níveis inadequados de MG, diária e da gesta o, e n o dependeram da R/insulina. O resultado normal da CTG anteparto foi adequado para garantir a saúde neonatal. Ao contrário, os resultados alterados indicaram risco de complica es nos filhos de m es diabéticas.
CONCENTRA O SéRICA DE PROGESTERONA PARA DIAGNóSTICO PRECOCE DE GESTA O NA CABRA DOMéSTICA  [cached]
Elzylene Léga,Gilson Hélio Toniollo,Ant?nio Sérgio Ferraudo
Ciência Animal Brasileira , 2006,
Abstract: Com o objetivo de determinar varia es na concentra o sérica de progesterona de cabras gestantes ou vazias, primíparas ou multíparas, e com gesta o simples ou gemelar, utilizaram-se dezesseis cabras da ra a Saanen, para avalia o do momento mais adequado para diagnóstico gestacional pela técnica de dosagem de progesterona por radioimunoensaio. Para isso calcularam-se as médias das concentra es de progesterona desde o dia do acasalamento (dia 0) até o 60o dia, fazendo-se a compara o dos valores entre cabras gestantes e n o-gestantes, entre cabras primíparas e multíparas, e entre cabras com gesta o simples e com gesta o gemelar. A concentra o média de progesterona nas cabras gestantes e n o-gestantes no 23o dia pós-acasalamento foi de 7,86 ± 0,18 ng/ml e 0,12 ± 2,60 ng/ml, respectivamente, apresentando diferen as estatisticamente significativas entre elas (p<0,05). N o foram encontradas diferen as significativas entre primíparas e multíparas ou entre cabras com gesta o simples e gemelar. PALAVRAS-CHAVE: Cabra, gesta o, progesterona.
Malforma es Fetais em Gesta o Múltipla  [cached]
Brizot Maria de Lourdes,Fujita Marisa Marie,Reis Nádia Stela Viegas dos,Banduki Neto Jorge Demétrio
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2000,
Abstract: Objetivos: demonstrar os tipos de malforma es em gesta es múltiplas assim como a influência da corionicidade nestes casos. Métodos: foram analisadas 169 gesta es múltiplas submetidas à avalia o ultra-sonográfica no Setor de Medicina Fetal da Clínica Obstetrícia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S o Paulo no período de janeiro de 1997 a janeiro de 1999. A corionicidade foi definida por meio de ultra-sonografia no primeiro trimestre, presen a de placentas separadas, sexos diferentes ou exame anatomopatológico da placenta. Resultados: do total de gesta es, 24 apresentavam malforma es fetais (14,2%) sendo 22 em gesta es duplas e 2 em gesta es triplas. Das gesta es gemelares que apresentavam malforma es fetais, 13 eram monocori nicas, 4 dicori nicas e em 5 a corionicidade n o era conhecida. Os tipos de malforma es fetais foram aquelas associadas unicamente a gesta es múltiplas (gêmeos unidos, n = 5; gêmeo acárdico, n = 3) e as que também ocorrem em gesta es únicas. A idade gestacional do parto de fetos com anomalias foi menor em rela o aos sem anomalias. Conclus es: a maioria das malforma es congênitas ocorreu em gesta es monocori nicas. A determina o precoce do tipo de placenta o é útil no estabelecimento do prognóstico de gesta es gemelares, permitindo o planejamento das condutas em gesta es complicadas por anomalias congênitas.
Vitalidade Fetal em Gesta es Complicadas com Diabete Melito Pré-Gestacional: Um Estudo Longitudinal
Nomura Roseli Mieko Yamamoto,Francisco Rossana Pulcineli Vieira,Maganha Carlos Alberto,Miyadahira Seizo
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivos: estabelecer parametros dos testes de vitalidade fetal em gesta es com diabete melito pré-gestacional que se correlacionam com a ocorrência de recém-nascidos (RN) grandes para idade gestacional (GIG). Métodos: entre mar o de 1999 e junho de 2001, 46 gesta es simples sem malforma es com diabete melito pré-gestacional foram acompanhadas prospectivamente e foram realizados semanalmente, a partir da 28a semana: perfil biofísico fetal (PBF), índice de líquido amniótico (ILA) e dopplervelocimetria das artérias umbilical e cerebral média. Os RN foram classificados como GIG quando apresentavam peso superior ao percentil 90. Testes estatísticos: teste exato de Fisher e t de Student. Resultados: a média da idade gestacional no nascimento foi de 37,6 semanas e 15 RN foram GIG (32,6%). Os resultados do ILA demonstraram média significativamente superior nos casos com RN GIG, nas semanas: 32a (16,5 cm, p=0,02), 33a (16,7 cm, p=0,03), 34a (17,0 cm, p=0,02), 35a (17,9 cm, p=0,000), 36a (15,8 cm, p=0,03) e 37a (17,5 cm, p=0,003). Nos RN n o GIG, os resultados do ILA demonstraram as seguintes médias: 13,5 cm (32a semanas), 13,1 cm (33a semanas), 13,4 cm (34a semanas), 12,8 cm (35a semanas), 12,5 cm (36a semanas) e 12,8 cm (37a semanas). Constatou-se associa o significativa entre a ocorrência de valores superiores ou iguais a 18,0 cm no ILA e RN GIG, nas semanas: 34a (60%, p=0,03), 35a (71,4%, p=0,01), 36a (80%, p=0,02) e 37a (66,7%, p=0,04). Nos RN n o GIG, verificou-se que as propor es de casos com ILA de valor superior ou igual a 18,0 cm, por semana, foram: 40,0% (34a semana), 28,6% (35a semana), 20,0% (36a semana) e 33,3% (37a semana). Conclus es: as altera es do ILA, principalmente aqueles superiores a 18,0 cm, est o relacionadas ao RN GIG. A terapêutica materna deve ser ajustada para que se obtenha o melhor resultado possível para o bin mio m e-feto, de acordo com os valores do ILA calculado durante a gesta o.
Avalia??o prospectiva do índice de líquido amniótico em gesta??es normais e complicadas
Costa, Fabrício da Silva;Cunha, Sérgio Pereira da;Berezowski, Aderson Tadeu;
Radiologia Brasileira , 2005, DOI: 10.1590/S0100-39842005000500006
Abstract: objective: to prospectively analyze the amniotic fluid index of low-risk pregnant women who presented or not complications during pregnancy and perinatal period. materials and methods: the amniotic fluid index was prospectively studied in 45 first pregnancy women with no diseases at study entry. the amniotic fluid index was determined at four time points during pregnancy - 18-20, 24-26, 28-30 and 34-36 weeks - and the values were correlated with the appearance of pregnancy and perinatal complications, uterine artery doppler findings, gestational age at delivery, route of delivery, and newborn weight. results: amniotic fluid index was not significantly different among patients with normal and high risk pregnancies at any of the four time points studied. likewise, there was no association with gestational age at delivery, route of delivery or newborn weight. the mean amniotic fluid index at 28-30 weeks was higher (p = 0.004) in patients with bilateral incisure than in patients with normal doppler. conclusion: prospective evaluation of amniotic fluid index in low-risk pregnancies does not seem to be a good predictor of complications during pregnancy or perinatal period.
Leptina, Elo Adicional na Fisiopatologia da Pré-eclampsia?
Duarte Angela Vargas Borges,Barroso Sérgio Gir?o,Francischetti Emílio Ant?nio,Abreu Virgínia Genelhu de
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivo: avaliar o comportamento dos níveis séricos de leptina durante a evolu o da gesta o de adolescentes primigestas normotensas e pré-eclampticas. Métodos: estudo prospectivo e longitudinal, realizado em 15 pacientes normotensas e 5 pré-eclampticas. Os níveis séricos de leptina (ng/ml) foram determinados por radioimunoensaio e a press o arterial foi aferida pelo DINAMAP 1846. Foram feitas avalia es em dois períodos gestacionais distintos: entre a 21a e a 30a semana e entre a 31a e a 40a semana. Utilizou-se a raz o leptina/índice de massa corporal (IMC) para corrigir a varia o do IMC ao longo da gravidez. Considerou-se como pré-eclampticas as gestantes com press o arterial > ou = 140/90 mmHg, proteinúria >300 mg/24 h e espasmo arteriolar pelo exame de fundo de olho. Resultados: quando se comparou o período entre a 21a e a 30a semana com o período entre a 31a e a 40a semana, houve tendência de aumento da leptina sérica no último período nos dois grupos estudados, mais acentuadamente nas pré-eclampticas que nas grávidas normotensas: de 11,9±1,59 para 17,6±4,55 ng/ml e de 11,9±1,20 para 13,9±2,33 ng/mL, respectivamente. O IMC de gestantes normotensas n o se alterou nos dois períodos analisados: 24,9±1,5 kg/m2 vs 25,2±1,0 kg/m2. Entretanto, o IMC aumentou significativamente nas pré-eclampticas no final da gravidez: 21,5±0,8 vs 27,4±1,7 kg/m2,p<0,05. Nas pré-eclampticas a raz o leptina/IMC elevou-se significativamente no final da gesta o: de 0,56± 0,06 (da 21a à 30a semana) vs 0,70 ± 0,15 (entre 31 e 40 semanas), p<0,05. Os valores da raz o leptina/IMC de grávidas normotensas foram de 0,44±0,02 com 21 a 30 semanas vs 0,41±0,04 com 31 a 40 semanas. Nas gestantes normais a leptina se correlacionou direta e significativamente com o IMC tanto entre a 21a e a 30a semana (r = 0,7, p<0,004), como entre a 31a e a 40a semana (r=0,94, p<0,0001). Estas correla es se perderam nas pré-eclampticas. Conclus o: o aumento das concentra es séricas de leptina e da rela o leptina/IMC nas pré-eclampticas em rela o às normotensas, nos dois períodos gestacionais, sugere resistência à a o da leptina na pré-eclampsia.
ECLAMPSIA
TASNEEM ASHRAF
The Professional Medical Journal , 2004,
Abstract: Objective: To evaluate incidence, morbidity andmortality associated with Eclampsia. Design: Prospective study of 98 cases of eclampsia. Setting: departmentof obstetrics and gynaecology unit II Bolan Medical Collage Complex Quetta. Patients: 98 cases were admittedwith eclampsia during two years and six months period from 1st June 2001 to December 2003. Results: Totalno of admissions were 6952. 98 patients presented with eclampsia making a frequency of 1.40%. Of these 98cases of eclampsia 58 % were primigravidas, mean age of eclamptic patients was 34 years. Gestational age atadmission was less than 35 weeks in 80(78.4%) cases. 54(55%) patients had intrapartum eclampsia.64 (66.7%)patients received diazepam and rest received Magnesium sulphate as anticonvulsant. Caesarean section was donein 10 (11.49%) cases rest delivered vaginally. Fetal loss was seen in 72(82.75%) patients, while 7(7.14%) mothersdied of eclampsia. Conclusion: Maternal and perinatal mortality and morbidity is very high in eclempticpatients. Magnesium sulphate is good anticonvulsant, helpful in reducing maternal morbidity and mortalityconsiderably. Good antenatal practices, maternal education and awareness, provision of better health facilitiesand their utilization will definitely improve maternal and fetal outcome.
Cardiotocografia Anteparto e Prognóstico Perinatal em Gesta??es Complicadas pelo Diabete: Influência do Controle Metabólico Materno
Mascaro, Moacyr Sanches;Calderon, Iracema de Mattos Paranhos;Costa, Roberto Antonio de Araujo;Maestá, Izildinha;Bossolan, Graziela;Rudge, Marilza Vieira Cunha;
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002, DOI: 10.1590/S0100-72032002000900005
Abstract: background: the antepartum nonstress test (nst) is the most commonly used test to evaluate fetal well-being in pregnancies complicated by diabetes, its results being related to the quality of maternal metabolic control and perinatal prognosis. purpose: to relate the quality of metabolic control to the results of the nst and to evaluate its predictive capacity for the perinatal prognosis of pregnancies associated with diabetes. patients and methods: this is a retrospective study of 125 pregnant women with gestational or clinical diabetes in which the last nst (maximum interval of 48 h) was related to the quality of maternal metabolic control and perinatal results. quality of metabolic control was defined by the glycemic mean on the test day (gmd), glycemic mean during pregnancy (gm), and behavior of insulin requirement (insulin/r). for the perinatal results, the following parameters were evaluated: the 1st and 5th min apgar scores, the gestational weight/age classification, the length of hospitalization, the use of neonatal icu, and the occurrence of early neonatal death. diagnostic capacity of the nst in relation to the perinatal results was evaluated by sensitivity and specificity values, positive predictive value, and negative predictive value. results: the adequate gmd (<120 mg/dl) on the test day showed that 2.9% of the nst results were abnormal; for inadequate gm (3120 mg/dl), 26.1% (p<0.005). maintained inadequate gm during pregnancy was related to 13.7% abnormal nst; that adequate to only 2.7% (p<0.005). insulin requirement behavior did not interfere with the nst. the 1st and 5th min apgar scores, use of icu, and occurrence of neonatal death did not depend on the last nst result. this test influenced the length of newborn hospitalization: when normal, 46.4% were discharged on up to the 3rd day after birth; when abnormal, 62.5% were discharged after the 7th day of birth. conclusions: the abnormal results of the last antepartum nst correlated with inadequate mg
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