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Reestrutura o produtiva e variabilidade do trabalho: uma abordagem da ergonomia  [cached]
Abrah?o Júlia Issy
Psicologia: Teoria e Pesquisa , 2000,
Abstract: Este artigo é um estudo teórico que discute a pertinência de incorporar no escopo de um projeto de automa o/informatiza o dos postos de trabalho o conceito de variabilidade. Neste sentido, ressalta a contribui o da ergonomia ao processo de introdu o de novas tecnologias que, além de modificar a natureza do trabalho, a produtividade afeta, muitas vezes a saúde do trabalhador. A variabilidade do trabalho, decorrente da diferen a entre a prescri o e a realidade, pode ser compreendida considerando: (a) as características do trabalhador, ressaltando a no o de variabilidade inter e intra individual, e (b) a organiza o do trabalho, onde destaca-se a variabilidade dos equipamentos/materiais e dos procedimentos. Ao considerar as variabilidades na concep o de um projeto ou na situa o de inova o tecnológica, propicia-se uma melhoria das condi es de trabalho, flexibilizando e reduzindo a polariza o imposta pelo trabalho prescrito, cuja referência é, geralmente, um operário médio, bem treinado, que trabalha em um posto estável.
A APRENDIZAGEM DO SABER ENSINAR POR ASSISTENTES SOCIAIS NO EXERCíCIO DA DOCêNCIA  [cached]
Yara Pires Gon?alves
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2011,
Abstract: O presente artigo trata da aprendizagem do saber ensinar por assistentes sociais, no exercício da docência, no ensino superior, no ambito curricular e em sua rela o com a prática de ensino. Considera o saber ensinar em sua multidimensionalidade (dimens es contextual, humana, lógica, ideológica, ética e pedagógica). Utilizou-se de metodologia de base filosófica dialética, com pesquisa de abordagem qualitativa analítico-descritiva e procedimentos realizados por meio de análise documental, ficha sócio-demográfica, entrevista semi-estruturada e grupo focal. Os resultados apontam que o saber ensinar sup e o saber da profiss o e fundamenta-se no saber de experiência. Os assistentes sociais aprendem a ensinar, ensinando. é um processo contínuo, realizado individualmente e na troca de experiências, por meio da intera o e da reflex o sobre a a o.
O modelo da natureza e a natureza do modelo
Godoy, Ana;
S?o Paulo em Perspectiva , 2000, DOI: 10.1590/S0102-88392000000400015
Abstract: este artigo aborda as diferentes articula??es entre os processos que permitem e validam a cria??o de áreas protegidas, segundo um modelo que tem como fundamento a existência de uma única natureza. tal abordagem permite explicitar os percursos inventados pela ecologia na constitui??o de um território científico e os critérios que esta área de conhecimento cria e estabelece no esfor?o de definir a natureza e aquilo que nela deve ser considerado como "destinado a preserva??o".
Ergonomia e o cirurgi o-dentista: uma avalia o do atendimento clínico usando análise de filmagem  [PDF]
Garbin, Artênio José Isper et al.
Revista Odonto Ciência , 2008,
Abstract: Objetivo: Analisar os princípios de ergonomia durante atendimento odontológico realizado por cirurgi o-dentista e auxiliar, com o uso de análise de imagens digitais capturadas por filmagem. Metodologia: Foram estudadas sessenta sess es clínicas de atendimento odontológico. A filmagem do atendimento clínico foi realizada com quatro cameras profissionais CCO Color Keep HDL com lente íris fixa. Utilizou-se uma placa de captura para quatro canais (Pico 2000) de transmiss o digital geovision para capturar as imagens e transmiti-las ao computador. Resultados: Na análise das filmagens os atendimentos duraram em média 1h 30min. O profissional n o colocou em prática os princípios de ergonomia, sendo observados principalmente: tor o da coluna vertebral para alcan ar os instrumentais na posi o de 7h ao trabalhar em 9h, auxiliar trabalhando com as pernas cruzadas; n o-utiliza o da mesa auxiliar; levantamento dos ombros do operador, n o deixando a linha do antebra o paralela ao ch o; e inadequada acomoda o do operador sentado no mocho. Conclus o: Os profissionais n o seguiram os princípios básicos de ergonomia durante o trabalho. O recurso de filmar os atendimentos para análise dos procedimentos pode possibilitar que os profissionais realizem seu trabalho de forma planejada e estratégica para atingir suas metas sem prejuízo da saúde.
Natureza jurídica do pedágio
Carlos Araújo Leonetti
Sequência : Estudos Juridicos e Politicos , 2004,
Abstract: Este ensaio visa identificar a naturezajurídica do pedágio, exa o cobrada pelouso de inúmeras vias públicas no Brasil, à luzda Constitui o de 1988. A determina o daexata natureza desta exa o revela-se imprescindívelao exame jurídico das quest es a elarelativas. Para atingir-se o objetivo colimado,parte-se do resgate histórico da exa o, procede-se à sua análise à luz da reda o da Constitui ode 1988, examina-se o posicionamentoda doutrina e da jurisprudência brasileiraspara, finalmente, concluir-se que o pedágiopode tanto revestir a natureza de tributo (e,neste caso, será uma taxa) como de tarifa, dependendode determinadas circunstancias.This essay aims identify the juridical nature of the road tolls, under the Brazilian Constitution provisions. We willstart with a brief history of the toll roadsin Brazil. In a second moment, we willstudy the toll roads under the BrazilianConstitution provisions. Later, we will seethe jurisprudence and courts opinion to,eventually, conclude that the toll roadswill be taxes, or not, depending on thecircumstances.
A natureza da Filosofia e o seu ensino  [cached]
Desidério Murcho
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2002,
Abstract: O ensino da Filosofia é muitas vezes de má qualidade, devido a uma incompreens o da natureza da própria Filosofia — e do conhecimento em geral. Neste artigo, procuro mostrar que a Filosofia difere apenas em grau, e n o em espécie, de outros tipos de conhecimento, e retiro daí conseqüências para o seu ensino. Ensinar Filosofia é ensinar a pensar criticamente sobre os problemas, as teorias e os argumentos da filosofia. Para isso, o estudante tem de ter instrumentos críticos e informa o adequada. Só assim poderá participar de igual para igual no debate de idéias filosóficas. Apesar de essas idéias serem praticamente senso comum nas melhores universidades onde se ensina Filosofia, elas constituem algo que ainda está longe de ser uma realidade no ensino português da Filosofia. Palavras-chave: filosofar, discuss o, aprendizagem.
A natureza do mecanicismo cartesiano  [PDF]
César Augusto Battisti
PERI , 2010,
Abstract: O texto examina as características centrais do mecanicismo moderno a partir de seu principal representante, René Descartes. Ele come a apresentando cinco elementos a partir dos quais esse movimento intelectual do século XVII pode ser compreendido adequadamente (a redu o das entidades e dos processos naturais a elementos simples e a suas combina es; a utiliza o da máquina como modelo explicativo; a introdu o da matemática na estrutura da explica o científica; a distin o entre mundo humano-volitivo e mundo natural-determinista; a redu o da causalidade à causalidade eficiente e a nega o da teleologia). Em seguida, depois de examinar o antifinalismo de Descartes, ele analise: 1) os fundamentos filosóficos do mecanicismo cartesiano (especialmente a emergência do mundo sensitivo, cuja má compreens o acarreta o antropomorfismo e a atribui o de propriedades qualitativas à matéria); 2) o mecanicismo do ponto de vista fisiológico (cujo resultado principal é a demonstra o da subjetividade das qualidades secundárias em contraposi o à objetividade das primárias); e, 3) o mecanicismo do ponto de vista físico (cujas principais consequências s o a dessemelhan a entre os objetos externos e as nossas sensa es, e a explica o dos fen menos físicos por um número reduzido de propriedades quantitativas da matéria).
Natureza jurídica do mandado monitório  [cached]
Vicente de Paula Marques Filho
Scientia Iuris , 1999,
Abstract: The study of the monitory procedure and the verification of the juridical nature of the injuctive court order, introduced in the Civil Suit Proceeding by the Law n° 9.079/95 from July 14, 1995, are the purposes of this work. As for the specific purpose of the work the conclusion in that the monitory court order, promulgated at first time, has juridical nature of a convictional veredict suspensively conditioned to the non opposition of embargoes, with competence for declaring the existence or inexistence of the controverted material juridical relation. The conclusions of the work are legitimate in face of the constitutional garantee of the due process of law, due to the broad possibility as reaction and defense garanted to the convict. O trabalho tem por finalidade a verifica o da natureza jurídica do mandado injuncional, introduzido no Código de Processo Civil pela Lei n° 9.079/95, de 14 de julho de 1995. Para tanto, s o analisadas as diversas opini es da doutrina nacional e estrangeira. As conclus es s o no sentido de que o mandado monitório, expedido liminarmente, tem natureza jurídica de uma senten a condenatória suspensivamente condicionada, com aptid o para declarar a existência ou inexistência da rela o jurídica material controvertida. As conclus es s o legítimas em face da garantia constitucional do contraditório, devido à ampla possibilidade de rea o e defesa franqueados ao réu.
Urbaniza o e fragmenta o: a natureza natural do mundo
Odette Carvalho de Lima Seabra
Geografares , 2000,
Abstract: O artigo resulta da conferência de abertura da Semana do Geógrafo, ocorrida em 1999, na Ufes,Vitória (ES). Apresenta primeiramente discuss osobre a urbaniza o no Brasil e em seguida discute o homem urbano e a natureza para, finalmente,apontar considera es sobre a natureza natural domundo.
NATUREZA DO TRABALHO DE CAMPO EM GEOGRAFIA HUMANA E SUAS LIMITA ES  [cached]
Armando Corrêa da Silva
Revista do Departamento de Geografia , 1982, DOI: 10.7154/rdg.v0i1.293
Abstract: NATUREZA DO TRABALHO DE CAMPO EM GEOGRAFIA HUMANA E SUAS LIMITA ES
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