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Letalidade hospitalar nas angioplastias coronárias no Estado do Rio de Janeiro, Brasil, 1999-2003
Godoy, Paulo Henrique;Klein, Carlos Henrique;Souza-e-Silva, Nelson Albuquerque de;Oliveira, Gláucia Maria Moraes de;
Cadernos de Saúde Pública , 2007, DOI: 10.1590/S0102-311X2007000400012
Abstract: this study analyzes hospital case fatality associated with percutaneous transluminal coronary angioplasties (ptca) covered by the brazilian unified national health system (sus) and performed in hospitals in the state of rio de janeiro from 1999 to 2003. ptca data were obtained from the state health department's database on authorizations for hospital admissions. case fatality rates were estimated according to age, gender, diagnosis, and hospital. overall case fatality was 1.9% in 8,735 ptcas. the lowest rate was associated with angina (0.8%) and the highest rates with acute myocardial infarction (6%) and other diagnoses (7%). in the 50-69-year bracket, case fatality was higher in women. in the over-70 group, it was almost three times that of the youngest group (4% versus 1.4%). there was great variability among ptca case fatality rates in different hospitals (from 0 to 6.5%). ongoing monitoring of ptcas is thus necessary in clinical practice. in conclusion, ptca performance was still unsatisfactory under the unified national health system.
Por que a letalidade hospitalar do infarto agudo do miocárdio é maior nas mulheres?
Passos Luiz Carlos Santana,Lopes Antonio Alberto,Barbosa Amine Amorim,Jesus Rogério Santos
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a influência da idade, da gravidade da doen a e das interven es terapêuticas na maior letalidade hospitalar do infarto agudo do miocárdio (IAM) em mulheres. MéTODOS: Estudo de coorte retrospectivo, envolvendo 388 pacientes com IAM (50 óbitos). Foram avaliadas, como possíveis explica es para a associa o entre sexo e letalidade hospitalar do IAM, as variáveis: idade (<60 vs > ou = 60 anos), dura o de sintomas, classe de Killip, tipo de IAM (com ou sem ondas Q), comorbidades, história de acidente vascular cerebral e interven es terapêuticas para o IAM (ácido acetil-salicílico, betabloqueadores e agentes trombolíticos). Modelos de regress o logística foram usados para avaliar a influência de potenciais variáveis confundidoras na associa o entre sexo e letalidade hospitalar do IAM. RESULTADOS: A letalidade hospitalar do IAM foi mais alta em mulheres (19,5% vs 9,4%) do que em homens (odds ratio (OR)= 2,34; IC 95%= 1,12-4,47). Embora as mulheres fossem significantemente (p<0,01) mais idosas, a associa o entre sexo e morte reduziu-se em apenas 15% após ajuste para idade (OR= 1,99; IC 95 %= 1,07-3,67). Esta associa o tornou-se mais fraca ao se considerar a gravidade da doen a na admiss o (OR= 1,84; IC 95%= 0,90-3,74) e interven es terapêuticas para o IAM (OR= 1,50; IC= 0,67-3,38). CONCLUS O: Diferen as de idade n o podem explicar completamente a maior letalidade do IAM em mulheres. A gravidade da doen a na admiss o e diferen as de abordagem terapêutica devem desempenhar importante papel na maior letalidade hospitalar do IAM em mulheres.
Mortalidade precoce por doen as do cora o no brasil. Compara o com outros países
Lotufo Paulo Andrade
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Comparar a mortalidade por doen as do cora o e pela doen a coronária (DC) nas faixas etárias dos 45 aos 64 anos, no período 1984-87, em capitais brasileiras com outros países. MéTODOS: Foram utilizadas as estatísticas oficiais de mortalidade de 8 capitais com boa qualidade de informa o: Belém, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, S o Paulo, Curitiba e Porto Alegre e analisadas as doen as do cora o [DC (410-414), mais insuficiência cardíaca (428), mais hipertens o (401-404)] e, isoladamente, a DC. A popula o foi a determinada nos Censos Demográficos de 1980 e 1991. RESULTADOS: A compara o com outros países mostrou que: a) as taxas de mortalidade por doen as do cora o situam algumas cidades brasileiras na posi o intermediária (Hungria, Rio de Janeiro, Finlandia, Porto Alegre e Pol nia) e entre as mulheres no topo (Rio de Janeiro, Curitiba, Hungria, Porto Alegre, Inglaterra e Gales); b) DC apresentou o mesmo padr o (intermediário alto) das doen as do cora o entre os homens (Finlandia, Hungria, Inglaterra e Gales, Porto Alegre e Rio de Janeiro). Entre as mulheres, repetiu-se a situa o das doen as do cora o (Rio de Janeiro, Curitiba, Hungria, Porto Alegre, Inglaterra e Gales). CONCLUS O: A compara o com outros países das taxas de mortalidade ajustadas por idade na faixa etária dos 45-64 anos no período 1984-87 mostrou que as cidades brasileiras estudadas têm altas taxas de mortalidade para as doen as do cora o, principalmente entre as mulheres, em valores t o ou mais elevados do que os da Europa e dos Estados Unidos.
Doen as cardiovasculares na popula o idosa: análise do comportamento da mortalidade em município da regi o Sul do Brasil no período de 1979 a 1998
Mathias Thais Aidar de Freitas,Jorge Maria Helena Prado de Mello,Laurenti Ruy
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Conhecer o comportamento da mortalidade por doen as cardiovasculares em idosos residentes em Maringá-PR. MéTODOS: Foram analisadas as causas de morte num período de 20 anos, segundo sexo, idade e agrupamentos da Classifica o Internacional de Doen as, 9a e 10a Revis es, utilizando-se banco de dados de mortalidade do Ministério da Saúde. RESULTADOS: Em rela o ao total de óbitos em idosos, a mortalidade proporcional por doen as cerebrovasculares e doen a isquêmica do cora o diminuiu 42,5% e 34,4% e aumentou de 119% para a hipertens o que passou de 2,1% para 4,6%. Houve queda do risco de morte por doen a cerebrovascular, doen a isquêmica do cora o e outras formas de doen as do cora o de 51,2%, 44,6% e de 12,5%, respectivamente. Para a doen a cerebrovascular e doen a isquêmica do cora o, a queda na estimativa do risco de morte foi maior para as mulheres e, para as outras formas de doen as do cora o, a queda foi maior para os homens. Em rela o às faixas etárias observou-se que os riscos de óbito s o crescentes à medida que avan a a idade para cada uma das doen as cardiovasculares, em ambos os sexos. CONCLUS O: As doen as cardiovasculares continuam sendo importantes na morbimortalidade da popula o idosa, exigindo ainda maiores esfor os dos servi os de saúde para sua preven o e tratamento.
Doen as isquêmicas do cora o: mortalidade em nativos e migrantes, S o Paulo, 1979-1998  [cached]
Marcopito Luiz Francisco
Revista de Saúde Pública , 2003,
Abstract: OBJETIVO: O Estado de S o Paulo tem sido pólo de atra o de migrantes, tanto estrangeiros como brasileiros, e n o se conhece o comportamento da mortalidade por doen as isquêmicas do cora o quanto à naturalidade dos falecidos. Assim, realizou-se estudo para identificar diferenciais de mortalidade por doen as isquêmicas do cora o em residentes no Estado de S o Paulo, segundo sua naturalidade. MéTODOS: Estudo analítico de série temporal com base em dados secundários. N o foram utilizadas taxas por falta de denominadores, mas sim indicadores n o-censitários (mortalidade proporcional, e raz o de mortalidade padronizada e ponderada para anos potenciais de vida perdidos antes da idade de 100 anos) e medianas. Tendências temporais foram avaliadas por regress o linear simples. RESULTADOS: Em S o Paulo, cerca de 40% dos óbitos por doen as isquêmicas do cora o ocorreram em migrantes. A tendência foi negativa nos estrangeiros e positiva nos brasileiros. Os naturais da regi o Nordeste, que tiveram a maior percentagem de óbitos hospitalares, foram os que apresentaram a pior situa o: mortalidade proporcional por doen as isquêmicas do cora o estável (embora claramente declinando em todos os outros grupos) e óbitos em idades mais jovens. CONCLUS ES: A participa o de migrantes no total de óbitos por doen as isquêmicas do cora o no Estado de S o Paulo teve mais destaque nos migrantes brasileiros, sendo que nos nascidos na regi o Nordeste foi mais destacada do que nos outros grupos de migrantes.
Letalidade e complica??es da cirurgia de revasculariza??o miocárdica no Rio de Janeiro, de 1999 a 2003
Oliveira, Thaís Mendon?a Lips de;Oliveira, Gláucia Maria Moraes de;Klein, Carlos Henrique;Souza e Silva, Nelson Albuquerque de;Godoy, Paulo Henrique;
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 2010, DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000091
Abstract: background: coronary artery bypass grafting (cabg) is a consolidated procedure for the treatment of ischemic heart diseases (ihds), which requires continuous assessment. objective: to assess the quality of cabg surgery by reviewing patients' clinical characteristics, mortality rates up to one year after hospital discharge, primary causes of death and postoperative complications, at four public hospitals in rio de janeiro from 1999 to 2003. methods: cabg patient charts were randomly selected. a retrospective review was conducted to collect data on clinical characteristics, complications and deaths from patient medical charts and statements of death (sds). mortality rates were estimated for the hospitalization period and for up to one year after hospital discharge. results: the prevalence of preoperative patient characteristics were: women: 31.9%; arterial hypertension: 90.7%; dyslipidemia: 67.4%; diabetes: 37.2%; current smoking status: 22.9%; obesity: 18.3%; chronic obstructive pulmonary disease: 8.2%; prior stroke: 5.8%; extracardiac artery disease: 12.7%; elevation of creatinine levels: 4.1%; critical preoperative status: 3.7%; recent acute myocardial infarction: 23.5%; unstable angina: 40.8%; acute coronary syndrome: 50.0%; prior cabg: 2.4%; left ventricular dysfunction: 27.3%; left main coronary artery lesion: 3.9%; and associated with lesion in another system: 19.8%. in-hospital mortality rates ranged from 7.0% to 14.3%, and up to one year after hospital discharge from 8.5% to 20.2%. ischemic heart disease (ihd) accounted for more than 80% of the deaths, and the most frequent complications after surgery were hemorrhage or post-procedural low cardiac output. sixty percent of the patients who died had five or more complications, whereas 40% of those who survived had none. conclusion: mortality and complication rates were high. even among those patients who survived, complications were more frequent than expected.
Letalidade na epidemiologia da doen a meningocócica: estudo na regi o de Campinas, SP, 1993 a 1998  [cached]
Donalisio Maria Rita C,Kemp Brigina,Rocha Marilu MM,Ramalheira Raquel MF
Revista de Saúde Pública , 2000,
Abstract: OBJETIVO: Analisar a tendência da letalidade e da incidência da doen a meningocócica no período de 1993 a 1998 na regi o de Campinas, SP, abrangendo cinco municípios de seu entorno (1,2 milh es de habitantes). MéTODOS: Foi realizado estudo longitudinal retrospectivo de todos os casos notificados (375) da doen a meningocócica pela vigilancia epidemiológica regional. Por meio de análise de regress o logística foram identificados os fatores associados ao aumento da letalidade dessa doen a. RESULTADOS: Os anos de 1996 e de 1997 apresentaram maiores coeficientes de letalidade (23,8%), coincidindo com picos de incidência do sorogrupo B, altos percentuais de meningococcemia e menor investiga o etiológica. Observou-se padr o sazonal e predomínio da circula o da Neisseria meningitidis das cepas B:4:P1.15 e C:2b:P1.3. Os fatores relacionados com o aumento da letalidade pela análise de regress o logística foram: presen a de meningococcemia, com ou sem meningite (odds ratio ajustado (ORaj) 13,88 e intervalo de confian a de 95% (IC) 4,68-42,13); idade acima de 30 anos (ORaj 6,42; IC 2,32-17,80); idade inferior a 1 ano (ORaj 2,95; IC 1,55-5,63); e sorogrupo B (ORaj 2,33; IC 1,14- 4,79). CONCLUS ES: A septicemia, a idade e o sorogrupo mostraram-se variáveis preditoras de morte. Em alguns anos os coeficientes de letalidade apresentaram-se altos, indicando a necessidade de investiga o da qualidade e da agilidade da assistência à saúde na preven o dos óbitos. O percentual de identifica o etiológica dos casos dificultou conclus es mais precisas sobre o comportamento epidemiológico das cepas.
Diabetes mellitus e doen a isquêmica do cora o: estudo tipo caso-controle  [cached]
Moraes Suzana Alves de,Souza José Maria Pacheco de
Revista de Saúde Pública , 1996,
Abstract: Objetivou-se testar a associa o do diabetes mellitus com a doen a isquêmica do cora o, procedendo-se ao ajustamento simultaneo para possíveis variáveis de confus o e/ou modificadoras de efeito. O estudo foi planejado sob a forma de um desenho tipo caso-controle, a coleta de dados estendeu-se de mar o de 1993 a fevereiro de 1994. Utilizou-se a estratégia de compor três bancos de dados que permitiram a realiza o do estudo em duas bases populacionais: uma base primária e uma base secundária. A amostra total foi composta por 833 indivíduos de ambos os sexos, na faixa etária de 30 a 69 anos completos, sendo todos residentes no município de S o Paulo. A técnica estatística utilizada para a análise dos dados foi a regress o logística multivariada. Os resultados permitiram identificar que o diabetes mellitus n o se constituiu em fator de risco independente para a doen a isquêmica do cora o, nas duas bases populacionais estudadas. Por outro lado, foi possível identificar, de forma consistente, um efeito independente para as variáveis hipertens o arterial, hipercolesterolemia, hábito de fumar e antecedentes familiares de cardiopatia. As intera es consideradas de interesse, combinando-se história positiva de diabetes com as categorias de exposi o de outras variáveis, n o apresentaram significancia estatística. S o apresentadas algumas raz es de ordem metodológica que exerceriam influência sobre a magnitude das medidas de efeito em diferentes bases populacionais. Conclui-se que o desaparecimento da associa o diabetes x doen a isquêmica do cora o foi decorrente da presen a, nos modelos, de potentes fatores de risco.
Epidemiologia da doen a meningocócica na cidade do Rio de Janeiro: modifica es após vacina o contra os sorogrupos B e C  [cached]
Noronha Cláudio Pompeiano,Baran Meri,Nicolai Cecília Carmem de Araújo,Azevedo Marina Baptista de
Cadernos de Saúde Pública , 1997,
Abstract: A Doen a Meningocócica tem sido um sério problema de saúde pública no município do Rio de Janeiro nos últimos 10 anos, com altas taxas de incidência em crian as de baixa idade, elevada letalidade e predomínio do sorogrupo B. Em dezembro de 1994 foi realizada a segunda campanha de vacina o anti-meningocócica contra os sorogrupos B e C, visando à imuniza o de crian as de 6 meses a 13 anos de idade. Foram vacinadas com duas doses cerca de 950 mil crian as. A vacina utilizada foi a produzida pelo Instituto Finlay de Cuba. Em 1995 foi observada uma modifica o no comportamento da doen a, quando passou a predominar o sorogrupo C e aumentou a incidência global da doen a, particularmente entre os menores de 1 ano, adolescentes e adultos jovens. Nos grupos etários vacinados, a incidência foi menor que no ano de 1994, em fun o da diminui o do sorogrupo B. N o foram observadas modifica es importantes no comportamento da letalidade.
Diferen a de letalidade hospitalar do infarto agudo do miocárdio entre homens e mulheres submetidos a angioplastia primária
Passos Luiz Carlos Santana,Lopes Antonio Alberto,Esteves Fábio Peroba,Santos Fabiano Marins de Oliveira
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Comparar a letalidade hospitalar (LH) de homens e mulheres submetidos a angioplastia transluminal coronária primária (ATCP) como estratégia de reperfus o no infarto agudo do miocárdio (IAM). MéTODOS: Estudo de coorte retrospectivo baseado em informa es de prontuários médicos de pacientes hospitalizados devido a IAM em hospital de referência para doen a coronária, utilizando preferencialmente a ATCP como técnica de reperfus o miocárdica precoce. Foram incluídos 83 pacientes, 35 (42%) mulheres e 48 (58%) homens, que preencheram critérios para reperfus o miocárdica precoce. RESULTADOS: A média de idade das mulheres foi superior a dos homens (66±10 vs 58±11 anos; p<0,001). As mulheres também apresentaram uma maior freqüência de diabetes mellitus (37,1% vs 6,4%; p<0,001). Apesar destas diferen as na idade e na freqüência de diabetes mellitus, os percentuais de pacientes em que a ATCP foi considerada sucesso foram similares entre homens (83,3%) e mulheres (82,3%). A LH foi também bastante semelhante entre homens e mulheres; 14,6% vs 14,3%, respectivamente. CONCLUS O: A possibilidade de que o excesso de risco de morrer entre as mulheres com IAM em rela o aos homens possa ser reduzido ou até eliminado com o uso da ATCP apóia a necessidade de que se desenvolva um ensaio clínico a fim de avaliar esta quest o.
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