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Acurácia da ultra-sonografia ocular na detec o de altera es vitreorretinianas em candidatos à vitrectomia  [cached]
Moura Nely Maria de Oliveira,Vlainich Ana Regina Cruz,Neustein Isaac
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a correla o entre os achados da ultra-sonografia ocular no pré-operatório e os achados intra-operatórios na vitrectomia via pars plana. MéTODOS: Em estudo prospectivo 21 olhos, que tinham indica o prévia de vitrectomia via pars plana, foram submetidos ao exame por um ultra-sonografista experiente e classificados em grupos de acordo com os achados. O valor preditivo positivo foi determinado a partir da correla o entre os achados de exame no pré-operatório e aqueles observados durante a cirurgia. RESULTADOS: A indica o mais freqüente das vitrectomias foi a hemorragia secundária à retinopatia diabética proliferativa (16 olhos). O valor preditivo positivo da ultra-sonografia ocular foi de 80%. A melhor correla o entre os achados dos exames e os cirúrgicos foi para os casos de opacidade vítrea isolada e de descolamento total de retina. O melhor prognóstico visual foi observado no grupo que tinha apenas hemorragia vítrea sem descolamento de hialóide ou de retina. CONCLUS ES: A ultra-sonografia ocular tem boa acurácia para detectar as altera es provenientes da inter-rela o entre retina e vítreo.
Use of intravitreal bevacizumab or triamcinolone acetonide as a preoperative adjunct to vitrectomy for vitreous haemorrhage in diabetics Inje o intravítrea de bevacizumabe ou triancinolona como adjuvantes da vitrectomia posterior no tratamento da hemorragia vítrea em diabéticos  [cached]
Daniel Araújo Ferraz,Celso Morita,Rony Carlos Preti,Vinicius Paganini Nascimento
Revista Brasileira de Oftalmologia , 2013,
Abstract: PURPOSE: To evaluate the effect of preoperative intravitreal bevacizumab (IVB) or triamcinolone (IVT) on the rate of early postvitrectomy hemorrhage in proliferative diabetic retinopathy (PDR). METHODS: Eligible eyes were assigned randomly to 1 of 3 groups: the IVB group received 1.25 mg bevacizumab, the IVT group received 4,0mg triamcinolone and the control group underwent a sham procedure. The primary outcome measure was the incidence of early postvitrectomy hemorrhage. Secondary outcome measures included changes in visual acuity (BCVA) and adverse events. RESULTS: Twenty and seven eyes, 9 in each group were randomized. The incidence of vitreous hemorrhage was lower in the IVB group (p=0.18). Postoperative vitreous hemorrhage at 1 month also was less in the IVB group compared with the control group (p > 0.05). The rate of bleeding immediately after surgery was higher in IVT group with 4 (44.4%) cases. The overall mean visual acuity was 1.72 ± 0.37 logMAR preoperatively and 1.32 ± 0.73 logMAR in 6 months after surgery. Accessing visual acuity by group evidenced that the IVB group had initial mean logMAR VA of 1.87 and 1.57 logMAR VA at the six months (p = 0.84). In IVT group, initial mean VA was 1.75 logMAR and 0.96 logMAR VA at six months (p < 0.001). And in control group, the initial mean VA was 1.85 logMAR and 1.57 logMAR VA at six months (p= 0.34). CONCLUSION: Intravitreal injection of bevacizumab 1 week before vitrectomy seems to reduce the incidence of early postvitrectomy hemorrhage in diabetic patients. There was a better visual acuity outcome in the triamcinolone group. OBJETIVO: Avaliar o efeito no pré-operatório da injecao intravítrea de bevacizumab (IVB) ou triancinolona (IVT) sobre a taxa de hemorragia precoce pos-vitrectomia na retinopatia diabética proliferativa. MéTODOS: Os olhos foram distribuídos em três grupos: IVB - 1,25 mg bevacizumab, IVT - 4,0 mg de triancinolona e o grupo controle - simula o da inje o. O objetivo primário foi a avalia o da incidência da hemorragia precoce pós-vitrectomia. Os objetivos secundários incluíram mudan as na acuidade visual corrigida e eventos adversos relacionados à inje o. RESULTADOS: Dos Vinte e sete olhos, 9 foram randomizados em cada grupo. A incidência de hemorragia vítrea foi menor no grupo IVB (P=0,18). A hemorragia vítrea em 1 mês também foi menor no grupo IVB (P > 0,05). A taxa de sangramento pós-operatório imediato foi maior no grupo IVT com 4 (44,4%) dos casos. A média da acuidade visual (AV) foi de 1,72 ± 0,37 logMAR no pré-operatório e 1,32 ± 0,73 logMAR em 6 meses após a cirurgia. An
Avalia o da contamina o da camara anterior na cirurgia de facoemulsifica o com implante de lente intra-ocular
Shiratori Cesar Nobuo,Schellini Silvana Artioli,Rodrigues Antonio Carlos,Correa Carlos Roberto
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2002,
Abstract: Objetivo: Avaliar a existência de contamina o da camara anterior durante a facectomia por facoemulsifica o com implante de lente intra-ocular. Método: Foi realizado estudo prospectivo, avaliando-se 30 pacientes submetidos a facectomia por facoemulsifica o com implante de lente intra-ocular, colhendo-se duas amostras de humor aquoso, uma obtida no início e outra no final da cirurgia. As amostras foram semeadas em meio de cultura para germes aeróbios, anaeróbios e fungos. Resultado: Todas as amostras avaliadas resultaram negativas. Conclus o: A contamina o da camara anterior na cirurgia de facoemulsifica o com implante de lente intra-ocular, usando os cuidados necessários, é infreqüente.
Prevalência da retinopatia diabética no Ambulatório de Endocrinologia Pediátrica da Santa Casa de Misericórdia de S o Paulo
Pereira Daniel de Souza,Reis Frederico Augusto Costa,Waetge Ricardo Themudo Lessa,Caliari Luis Eduardo
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Verificar a prevalência de retinopatia diabética encontrada na popula o de diabéticos tipo 1, acompanhada no Ambulatório de Endocrinologia Pediátrica da Santa Casa de Misericórdia de S o Paulo, entre 29 de agosto de 2000 e 17de agosto de 2001, e sua rela o com o sexo, a idade do paciente na ocasi o do diagnóstico do diabete e a dura o do diabete. MéTODO: Foi realizado mapeamento de retina, biomicroscopia de fundo e retinografia em 81 pacientes, 41 do sexo feminino e 40 do masculino, a fim de detectar e classificar a retinopatia diabética nessa popula o. RESULTADOS: A idade dos pacientes variou entre 4 e 23 anos (média = 12,0 ± 12,0), a idade do paciente na ocasi o do diagnóstico, entre 6 meses e 15 anos (média = 3,4 ± 5,8) e a dura o do diabete, entre 7 meses e 20 anos (média = 5,8 ± 4,4). A retinopatia diabética foi observada em 14 pacientes (17,3%), 7 (8,6%) com a forma n o proliferativa muito leve, 5 (6,2%) com forma n o proliferativa leve, 1 (1,2%) com forma proliferativa de alto risco e 1 (1,2%) com forma proliferativa avan ada. CONCLUS ES: A prevalência da retinopatia diabética na nossa amostra é 17,3%. N o há diferen a entre os portadores e n o portadores de retinopatia diabética quanto a sexo e idade do paciente na ocasi o do diagnóstico. Quanto maior a dura o da diabete, maior a prevalência da retinopatia diabética.
Retinopatia hipertensiva: revis o
Silva Aurélio Paulo Batista da,Silva Andréa Vasconcellos Batista da,Herkenhoff Fernando Luiz
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2002,
Abstract: O presente estudo faz uma revis o do tema retinopatia hipertensiva. Para tanto prop s-se uma breve revis o dos dados históricos da retinopatia hipertensiva. Este estudo relata as altera es clássicas da retinopatia hipertensiva e suas classifica es, bem como os achados mais recentes associados à hipertens o arterial sistêmica, os prováveis mecanismos fisiopatológicos e as altera es histológicas associadas à retinopatia hipertensiva. Abordamos, ainda, os diversos métodos utilizados para a investiga o, suas vantagens e desvantagens; uma vis o crítica da interpreta o dos sinais do envolvimento do bulbo ocular pela hipertens o arterial sistêmica; ainda, baseado na diversidade das metodologias de investiga o da retinopatia, comenta-se a repercuss o desta, na prevalência da retinopatia hipertensiva e suas implica es, como órg o-alvo da hipertens o arterial sistêmica, em um contexto atualizado da síndrome metabólica e de outros fatores associados à fisiopatologia da HAS, como a leptina e a endotelina.
Síndrome ocular isquêmica simulando retinopatia diabética unilateral: relato de caso e revis o da literatura Ischemic ocular syndrome simulating unilateral diabetic retinopathy: case report and literature review  [cached]
Frederico Castelo Moura,Vitor Kazuo Lotto Takahashi,Eduardo Minelli
Revista Brasileira de Oftalmologia , 2012, DOI: 10.1590/s0034-72802012000400009
Abstract: A síndrome ocular isquêmica (SOI) ocorre devido à hipoperfus o ocular cr nica secundária à obstru o da artéria carótida. O quadro clínico inclui, entre outros, retinopatia proliferativa similar a retinopatia diabética. A SOI deve ser considerada principalmente nas retinopatias proliferativas unilaterais ou muito assimétricas e nos casos refratários ao tratamento por fotocoagula o. A indica o da endarterectomia nos pacientes com SOI isolada n o é bem definida. Este trabalho relata uma paciente com SOI simulando retinopatia diabética proliferativa unilateral e tratada por endarterectomia. Ischemic ocular syndrome (IOS) is caused by stenosis of carotid artery. Proliferative retinopathy is one of the signs and can lead to misdiagnosis with diabetic retinopathy. IOS must be considered in case of proliferative retinopathy asymmetric and refractory to laser treatment. Carotid endarterectomy in patients with IOS with no neurologic manifestations remains controversy. This paper reported a patient with IOS simulating diabetic retinopathy and treated with endarterectomy.
Qualidade de vida em pacientes com retinopatia diabética proliferativa
Mendon?a, Regina Halfeld Furtado de;Zihlmann, Karina Franco;Freire, Mayara Limeira;Oliveira, Regina Carvalho de Salles;José, Newton Kara;
Revista Brasileira de Oftalmologia , 2008, DOI: 10.1590/S0034-72802008000400004
Abstract: objective: to verify the quality of life for the proliferative diabetic retinopathy (pdr) patients. these subjects have a higher risk for severe visual loss, due to the vascular retina complications. methods: we evaluated the quality of life of 61 pdr patients, over 18 years old, who have been followed up in the ophthalmology clinic of the clinical hospital of medicine school of s?o paulo, brazil. all patients data were obtained using a questionnaire of health quality of life "whoqol bref - portuguese version - 1998", and the statistical analysis was done using spss program. the 61 patients were classified in two groups: group i, with 28 patients (46%), with better visual acuity (va) of 20/200 and group ii, with 33 patients (54%), with worse or equal va of 20/200. results: no statistical significant difference (ssd) was observed between the groups, regarding to physical domain (p= 0,255) and psychological domain (p=0,287). ssd was observed between the groups, regarding to social domain (p=0.019) and environment domain (p=0.009). conclusion: patients with poor va can be equivalent with those with better vision in physical and psychological domains (no ssd). the ssd regarding to social and environment domains demonstrate the lack of social support for people living with severe visual loss.
Facoemulsifica??o: resultados e complica??es nos primeiros 100 olhos
Araújo, Maria Emília Xavier dos Santos;Chou, André Chang;Silva, Clebert Reinaldo da;Oliveira, Leonardo Bruno de;Neustein, Isaac;
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2000, DOI: 10.1590/S0004-27492000000100006
Abstract: purpose: to analyze outcomes and incidence of compli-cations in 100 eyes submitted to phacoemulsification perfor-med by surgeons at the start of their career at the hospital do servidor público estadual de s?o paulo. methods: the first 100 consecutive cataract operations performed by five surgeons, in patients of the hspe, using phacoemulsification were evaluated. the surgical technique included a scleral tunnel, continuous curvilinear capsulo-rhexis, nucleus removal by phacoemulsification using a peristaltic pump and intraocular lens implantation, under peribulbar anesthesia. results: the incidence of complications was 15.2%: posterior capsule tear in 8.7%, vitreous loss in 5.4% and one case of posterior dislocation of the nucleus. posterior chamber iol were implanted in 96.7% of the eyes, 70.8% of these being in the capsular bag, 28% in the sulcus and 1.2% were fixed superiorly. the final visual acuity was 20/40 or better in 89% of the cases. none of them developed bullous keratopathy or retinal detachment. conclusion: the complication rate was comparable to that of the literature, suggesting that this technique may be learned during the residency program.
Retinopatia associada ao uso de didanosina  [cached]
Muralha Acácio,Reisner Márcio L.,Curi André L. L.
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2001,
Abstract: Os autores descrevem um caso de paciente adulto infectado com o vírus da imunodeficiência humana (HIV) que apresentou retinopatia tóxica secundária ao uso da didanosina (DDI). A didanosina é inibidor da transcriptase reversa utilizado no tratamento da síndrome da imuno-deficiência adquirida (AIDS). A associa o da didanosina com retinopatia é bem estabelecida em crian as, porém é bastante rara em adultos.
Incidência e fatores de risco da retinopatia diabética em pacientes do Hospital Universitário Onofre Lopes, Natal-RN  [cached]
Garcia Carlos Alexandre de Amorim,Gomes Alexandre Henrique Bezerra,Nunes Israel Monte,Oliveira Tatiana Lucena de
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Estudar a incidência e fatores de risco (tempo de doen a e presen a de hipertens o arterial sistêmica) para retinopatia diabética em 1002 pacientes encaminhados pelo Programa de Diabetes do Hospital Universitário Onofre Lopes no período de 1992 - 1995. MéTODOS: Estudo retrospectivo de pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus encaminhados ao Setor de Retina do Departamento de Oftalmologia pelo Programa de Diabetes do Hospital Universitário e submetido, sob a supervis o do autor, a exame oftalmológico, incluindo medida da acuidade visual corrigida (tabela de Snellen), biomicroscopia do segmento anterior e posterior, tonometria de aplana o e oftalmoscopia binocular indireta sob midríase (tropicamida 1% + fenilefrina 10%). Foi realizada análise dos prontuários referente ao tempo de doen as e diagnostico clínico de hipertens o arterial sistêmica. RESULTADOS: Dos 1002 diabéticos examinados (em 24 deles a fundoscopia foi inviável), 978 foram separados em 4 grupos: sem retinopatia diabética (SRD), 675 casos (69,01%); com retinopatia diabética n o proliferativa (RDNP), 207 casos (21,16%); com retinopatia diabética proliferativa (RDP), 70 casos (7,15%); e pacientes já fotocoagulados (JFC), 26 casos (2,65%). Do total, 291 eram do sexo masculino (29%) e 711 do sexo feminino (71%). Os 4 grupos foram ainda avaliados quanto ao sexo, a faixa etária, a acuidade visual, tempo de doen a, presen a de catarata e hipertens o arterial sistêmica e comparados entre si. Com rela o ao tipo de diabetes, 95 eram do tipo I (9,4%), 870 pacientes eram do tipo II (86,8%), e em 37 casos (3,7%) o tipo de diabetes n o foi determinado. CONCLUS ES: Comprovou-se que os pacientes com maior tempo de doen a tinham maior probabilidade de desenvolver retinopatia diabética, e que a hipertens o arterial sistêmica n o constituiu fator de risco em rela o à diminui o da acuidade visual nos pacientes hipertensos.
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