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Semiologia neurológica numa popula o de escolares da primeira série do ensino fundamental
GON?ALVES VANDA M. G.,TONELOTTO JOSIANE M. F.,RAVANINI SOLANGE G.
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2000,
Abstract: Avaliamos escolares de primeira série do ensino fundamental, utilizando semiologia neurológica. Foram convidados, sem o conhecimento prévio do desempenho escolar, todos os alunos que frequentavam 5 classes de primeira série do primeiro grau de uma escola pública escolhida ao acaso, no município de Itatiba / S o Paulo, cujos pais assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Foram excluídos aqueles cujos pais n o assinaram esse termo ou n o compareceram a 3 consultas agendadas em dias diferentes. Utilizou-se o Exame Neurológico Tradicional (ENT) (Lefèvre, 1972). Considerou-se como normal a realiza o de todas as provas do ENT e as medidas do perímetro craniano propostas por Diament & Rodrigues (1976). Os dados foram armazenados em banco de dados do programa Epi6 (Epidemiologic Information). Os resultados foram analisados pelo cálculo de porcentagem e pelo teste c2. O nível de significancia foi 0,05. Foram avaliados 124 alunos. O ENT foi normal em 87 (70,16%) e alterado em 37 (29,83%) escolares. Entre as altera es, foram observados: leve tremor, leve hipotonia muscular, atraso na aquisi o da fala, macrocefalia, microcefalia, hiperatividade, síndrome de nervo craniano e paresia facial central. Um escolar apresentou síndrome de libera o piramidal nos membros inferiores.
O conceito de risco na vis o baseada em recursos (RBV): uma análise exploratória
Leonardo Fernando Cruz Basso,Herbert Kimura
Revista de Administra??o Mackenzie , 2010,
Abstract: A vis o baseada em recursos (RBV) apresenta-se como uma teoria mais abrangente que a teoria neoclássica para explicar a cria o de valor no sistema capitalista. A RBV enfatiza o papel de recursos estratégicos para a empresa. Um tema pouco abordado na RBV é o papel que o risco e a incerteza desempenham nessa teoria. A RBV destaca o papel dos recursos estratégicos para a empresa enfatizando a relevancia deles para a determina o do nível de lucratividade da empresa. O objetivo deste trabalho é apresentar um conceito alternativo para risco com base no conceito de recurso. O trabalho está dividido em quatro se es: na primeira, apresentam-se duas metodologias para lidar com risco na RBV: o enfoque do fluxo de caixa descontado e o enfoque de op es reais. Na segunda, aborda-se um conceito alternativo de risco (incluindo a forma de mensurá-lo) que leva em considera o o nível (montante) de recursos essenciais para a empresa, como também a volatilidade desse nível (aplicaremos o conceito incluindo a mensura o do risco para um setor no qual a atividade inovativa é essencial). Na terceira, apresenta-se um modelo baseado em finan as comportamentais para o comportamento do gestor perante o risco. E, para terminar, a Conclus o, na quarta se o.
O DOCE SABOR DA COOPERA O: UMA MATRIZ DE RELACIONAMENTO COLABORATIVO NA ECONOMIA SOLIDáRIA
Pio Marinho de Souza Neto,Francoise Dominique Valery
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: Com princípios de autogest o, participa o, coopera o e responsabilidade social, a economia solidária apresenta-se como uma das principais formas de (re)organiza o da sociedade para obten o de trabalho e renda. Com o objetivo de avaliar o nível de coopera o existente na Associa o de Apicultores da Serra do Mel (APISMEL), este artigo apresenta uma matriz baseada na revis o teórica sobre relacionamento colaborativo em canais de distribui o. Concluiu-se que a capacidade de adapta o dos associados, a comunica o eficaz e a cultura organizacional de compartilhamento das informa es e democratiza o da tomada de decis o possibilitam um relacionamento colaborativo pleno baseado na confian a e na coopera o.
Coopera o e Constru o de Conhecimento em Cabo Verde
Challinor, Elizabeth Pilar
Ellipsis , 2008,
Abstract: Este artigo analisa um programa de coopera o em Cabo Verde à luz de uma tipologia de produ o de conhecimento, que ilumina diferentes vertentes do processo de constru o. A primeira corrente denomina o conhecimento como um “regime de poder” que é imposto pelo Norte aos países do Sul. A segunda encara o conhecimento como uma “competência partilhada” entre profissionais e beneficiários, podendo-se distinguir entre uma competência técnica e uma competência relacionada com o conceito de “empowerment”, mas em que ambas salientam o papel da forma o. A terceira tipologia designa o conhecimento como um “bem cobi ado” que engendra lutas de poder à volta do acesso ao conhecimento. A comunica o explora estas inter-rela es entre as vertentes de processos de constru o de conhecimento a nível teórico e empírico, através de uma análise sócio-histórica de um programa de coopera o.
Cultura da Coopera o: Uma Abordagem Psicossocial em uma Cooperativa de Trabalho  [cached]
Cacilda Nacur Lorentz Thesek
Revista Gest?o & Tecnologia , 2006,
Abstract: Esta pesquisa avalia a incorpora o da cultura da coopera o a partir da análise de fen menos psicossociais que permeiam as intera es entre os membros de um empreendimento cooperativo. A pesquisa configura-se como uma abordagem qualitativa, de caráter exploratório, realizada através de um estudo de caso em uma cooperativa de trabalho. A metodologia da pesquisa baseou-se no método de observa o, associado a entrevistas semi-estruturadas. De posse desses dados, realizou-se a análise documental e a análise de conteúdo das entrevistas. Foram selecionados os seguintes fen menos psicossociais: a socializa o organizacional, a lideran a e o poder, a comunica o e os vínculos afetivos, para buscar estabelecer uma rela o entre eles e o que é esperado de uma cultura direcionada para a coopera o. Deste modo, foi possível verificar se de fato, no empreendimento estudado, tem havido a incorpora o de uma cultura baseada na coopera o. Os resultados mostraram que os cooperados têm empenhado esfor os para construírem uma cultura da coopera o, que, portanto, se encontra em processo. Observa-se, ainda, uma tentativa de se obter uma forma de organiza o diferente daquelas nas quais os membros tiveram experiências anteriores.
Cultura da Coopera o: Uma Abordagem Psicossocial em uma Cooperativa de Trabalho
Cacilda Nacur Lorentz Thesek
Revista Gest?o & Tecnologia , 2010,
Abstract: Esta pesquisa avalia a incorpora o da cultura da coopera o a partir da análise de fen menos psicossociais que permeiam as intera es entre os membros de um empreendimento cooperativo. A pesquisa configura-se como uma abordagem qualitativa, de caráter exploratório, realizada através de um estudo de caso em uma cooperativa de trabalho. A metodologia da pesquisa baseou-se no método de observa o, associado a entrevistas semi-estruturadas. De posse desses dados, realizou-se a análise documental e a análise de conteúdo das entrevistas. Foram selecionados os seguintes fen menos psicossociais: a socializa o organizacional, a lideran a e o poder, a comunica o e os vínculos afetivos, para buscar estabelecer uma rela o entre eles e o que é esperado de uma cultura direcionada para a coopera o. Deste modo, foi possível verificar se de fato, no empreendimento estudado, tem havido a incorpora o de uma cultura baseada na coopera o. Os resultados mostraram que os cooperados têm empenhado esfor os para construírem uma cultura da coopera o, que, portanto, se encontra em processo. Observa-se, ainda, uma tentativa de se obter uma forma de organiza o diferente daquelas nas quais os membros tiveram experiências anteriores.
Coopera o e poder: a Organiza o de Coopera o de Shangai como express o da política externa chinesa para a ásia Central  [cached]
Andréa Freire Lucena,Helder Paulo Machado Silva
OPSIS : Revista do Departamento de História e Ciências Sociais , 2011,
Abstract: At the beginning of the twenty-first century, Kazakhstan, China, Kyrgyzstan, Russia, Tajikistan and Uzbekistan established the Shanghai Cooperation Organization. This international organization represents the first Chinese initiative in building an international security organization. This article aims to study the Chinese Foreign Policy for Central Asia from the perspective of the Shanghai Cooperation Organization. We seek to answer how this international organization enables the Chinese state to achieve its interests in Central Asia. / No início do século XXI, Cazaquist o, China, Quirguist o, Rússia, Tajiquist o e Uzbequist o criaram a Organiza o de Coopera o de Shangai. A proeminência dessa organiza o internacional está no fato de ela representar a primeira iniciativa chinesa na constru o de um organismo internacional de seguran a. O presente artigo tem por objetivo estudar a Política Externa Chinesa para a ásia Central sob a ótica da Organiza o de Coopera o de Shangai. Como problemática, busca- se responder de que maneira essa organiza o internacional possibilita ao Estado chinês atingir seus interesses na regi o centro asiática.
NuMA Overexpression in Epithelial Ovarian Cancer  [PDF]
Anke Brüning-Richardson, Jaqueline Bond, Rawiah Alsiary, Julie Richardson, David A. Cairns, Luci McCormac, Richard Hutson, Philip A. Burns, Nafisa Wilkinson, Geoff D. Hall, Ewan E. Morrison, Sandra M. Bell
PLOS ONE , 2012, DOI: 10.1371/journal.pone.0038945
Abstract: Highly aneuploid tumours are common in epithelial ovarian cancers (EOC). We investigated whether NuMA expression was associated with this phenomenon. NuMA protein levels in normal and tumour tissues, ovarian cell lines and primary cultures of malignant cells derived from ovarian ascitic fluids were analysed by Affymetrix microarray analysis, immunoblotting, immunohistochemistry (IHC) and immunofluorescence (IF), with results correlated to associated clinical data. Aneuploidy status in primary cultures was determined by FACS analysis. Affymetrix microarray data indicated that NuMA was overexpressed in tumour tissue, primary cultures and cell lines compared to normal ovarian tissue. IHC revealed low to weak NuMA expression in normal tissues. Expression was upregulated in tumours, with a significant association with disease stage in mucinous EOC subtypes (p = 0.009), lymph node involvement (p = 0.03) and patient age (p = 0.04). Additional discontinuous data analysis revealed that high NuMA levels in tumours decreased with grade (p = 0.02) but increased with disease stage (p = 0.04) in serous EOC. NuMA expression decreased in late disease stage 4 endometrioid EOCs. High NuMA levels decreased with increased tumour invasion in all subtypes (p = 0.03). IF of primary cultures revealed that high NuMA levels at mitotic spindle poles were significantly associated with a decreased proportion of cells in cytokinesis (p = 0.05), increased binucleation (p = 0.021) and multinucleation (p = 0.007), and aneuploidy (p = 0.008). NuMA is highly expressed in EOC tumours and high NuMA levels correlate with increases in mitotic defects and aneuploidy in primary cultures.
Parallel FDTD Simulation Using Numa Acceleration Technique
Xiao-Mei Guo;Qing-Xin Guo;Wei Zhao;Wenhua Yu
PIER Letters , 2012, DOI: 10.2528/PIERL11101706
Abstract: In this paper, we introduce a new non-uniform memory access (NUMA) acceleration algorithm for parallel finite-difference time-domain (FDTD) method on NUMA architecture workstation. We compare the performance of parallel FDTD method with and without the NUMA acceleration technique. An ideal test case and an engineering example show that the NUMA acceleration technique can efficiently improve the computing performance of FDTD parallel applications.
Psiquiatria baseada em evidências
Lima Maurício S de,Soares Bernardo GO,Bacaltchuk Josué
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2000,
Abstract: Em psiquiatria, observa-se grande variabilidade de práticas clínicas, muitas vezes desnecessária. Essas varia es podem estar relacionadas à ausência de evidência científica confiável ou ao desconhecimento das evidências de boa qualidade disponíveis. A medicina baseada em evidências (MBE) é uma combina o de estratégias que busca assegurar que o cuidado individual do paciente seja baseado na melhor informa o disponível, a qual deve ser incorporada à prática clínica. Neste artigo, conceitos de MBE s o discutidos com rela o a aspectos e desafios no tratamento de pacientes com distimia, bulimia nervosa e esquizofrenia. A partir de resultados de três revis es sistemáticas recentemente publicadas, conclui-se que a prática de psiquiatria baseada em evidências acrescenta qualidade à prática psiquiátrica tradicional.
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