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Democracia e sujeito: uma rela o indissociável na obra de Alain Touraine (Democracy and subject: an indissocial relation on Alain Touraine work)  [cached]
Maria Salete da Silva
Revista Emancipa??o , 2008,
Abstract: Resumo: Refletir sobre a democracia na contemporaneidade é, sem dúvida, um exercício legítimo e indispensável. A express o “democracia”, ao longo dos tempos, foi apropriada por diferentes grupos e, evidentemente, encerra sentidos, formas, inten es e projetos societários distintos. No imaginário popular, a democracia está geralmente associada à presen a de elei o de governantes ou de representantes. Porém, esse é apenas um procedimento formal que, por si só, n o expressa o seu conteúdo. Logo, surge a necessidade de qualificar o termo, caso contrário, pode-se contribuir para a banaliza o e o esvaziamento de seu significado. é preciso saber de que democracia se está falando, bem como distinguir entre a forma, ou os procedimentos, e o seu conteúdo. Diante disso, explorar a concep o de democracia e de sujeito sob o ponto de vista de Touraine foi o objetivo do estudo que deu origem a este artigo, sem, no entanto, a pretens o de esgotar o debate. Dentre os resultados da pesquisa, constatou-se que só há democracias mediante a existência de sujeitos individuais e coletivos que assumem a cria o da própria vida, que reconhecem a pluralidade de interesses e valores a serem negociados no espa o público e que respeitam a diversidade de culturas, de modo a fomentar a comunica o entre os diferentes. Abstract: To reflect on the democracy on contemporaneous days is with no doubt an essential exercise. Different groups have been using the expression “democracy”, during these times, and, obviously, it contains feelings, forms, intentions and distinct sociable projects. On popular imaginary, the democracy is usually associated to the election of representatives for governing. However, this is only a formal proceeding that, by itself, does not express its content. Consequently, there is the need of qualifying the term; otherwise, we may contribute to a vulgarization and a deflation of its meaning. It is necessary to know exactly what democracy we are talking about, as well as to distinguish among the form, the procedures, and the content of the word. Regard to that, to explore the conception of democracy and of the subject under the Touraine viewpoint was our aim in this study, without, nevertheless, the pretension to empty the debate. Within the research results, we verify that there is only democracy when the involved. subjects assume their own lives and recognize the plurality of interests and values to be negotiate in the public place, respecting the culture diversity in order to foment the communication among the different ones.
A Sociologia da Infancia no Brasil: uma área em constru o  [cached]
Anete Abramowicz,Fabiana de Oliveira
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2010, DOI: 10.5902/198464441602
Abstract: Este artigo pretende discutir a história da constru o do campo da Sociologia da Infancia na Europa e nos países anglo-sax es para, a partir daí, propor algumas possibilidades e inflex es teóricas necessárias para se pensar sobre uma Sociologia da Infancia no Brasil. A partir de um debate no interior da Sociologia da Infancia procurar-se-á entender o que significa falar da crian a e da infancia a partir da base estabelecida por este campo, que consagra à crian a o papel de sujeito e protagonista da história, e dos processos de socializa o. Ou seja, a crian a é compreendida como sujeito social capaz de se atribuir significados, sentidos e cultura própria e inusitada. O presente artigo visa ainda desenvolver uma reflex o acerca da utiliza o da Sociologia da Infancia no Brasil, pois diferentemente do contexto europeu, nosso país apresenta especificidades que devem ser consideradas a partir deste referencial teórico e metodológico na pesquisa com crian as. A proposta do artigo pauta-se na considera o das diferen as, levando-se em conta a rela o entre a quest o racial, de gênero, sexualidade e classe social que devem ser pensadas como linhas que atravessam o debate sobre a crian a e a infancia, a partir delas mesmas. As temáticas da diferen a, diversidade e alteridade s o essenciais para entendermos o que vem sendo chamado de “cultura da infancia”, bem como o entendimento da crian a enquanto “ator social”. Palavras-chave: Sociologia da Infancia no Brasil. Crian a e infancia. Diferen as. Educa o Infantil.
A contribui??o de Alain Touraine para o debate sobre sujeito e democracia latino-americanos
Gadea, Carlos A.;Scherer-Warren, Ilse;
Revista de Sociologia e Política , 2005, DOI: 10.1590/S0104-44782005000200005
Abstract: the purpose of the present paper is to analyze the french sociologist alain touraine's diverse analytical and theoretical contributions on the social, cultural and political realities of latin america. starting from the idea that the author's main concerns refer to the dynamics of latin american modernity, we seek to understand how this theme is complemented with observations on democracy and the social subject. we are interested in showing that for touraine, latin american modernity is characterized by an inevitable tension: between an "instrumental universe" and a "symbolic universe", correlate of a ever present dual image of rationalization and subjectivation. from here, touraine moves on to analyze the political and social potential that underlies the idea of subject and social actor. finally, we emphasize the contributions that can be perceived in his concrete analyses of social movements that today make up part of the heterogeneous latin american scene: the neo-zapatista movement in chiapas, mexico; the landless peasant and rural workers movement, and in a more generic sense, urban movements, ecology, black, youth, women's and intercultural education movements.
A Sociologia no Brasil: história, teorias e desafios
Liedke Filho Enno D.
Sociologias , 2005,
Abstract: Este estudo focaliza a história da sociologia no Brasil e as recep es de tradi es sociológicas européias e norte-americana pela sociologia brasileira. As etapas e os períodos da evolu o da Sociologia e de sua institucionaliza o como disciplina acadêmico-científica no Brasil s o apresentados em seus tra os principais, assim como a situa o atual da sociologia nas universidades, os principais campos de pesquisa da sociologia brasileira e os novos temas e novas abordagens que vieram a ser propostos para a explica o e/ou compreens o da situa o social brasileira.
Para uma sociologia da pequena infancia
Plaisance Eric
Educa??o & Sociedade , 2004,
Abstract: A sociologia da pequena infancia é analisada como uma sociologia da socializa o. A no o de socializa o é descrita, primeiro, segundo dois modelos principais: o modelo vertical de imposi o de normas, valores e práticas (o modelo durkheimiano), e o modelo interativo da constru o de si por meio de "negocia es" entre a crian a e o seu meio. A seguir, as pesquisas sobre a defini o dominante da pequena infancia e sua difus o entre as classes sociais s o examinadas e criticadas. O caso da escola maternal na Fran a é abordado por uma análise da evolu o da freqüenta o e uma análise do currículo, sendo este entendido ao mesmo tempo como currículo formal (prescrito oficialmente) e como currículo real (a experiência vivida nas situa es cotidianas). Os trabalhos recentes apontam para uma aproxima o da sociologia com a antropologia e com a etnologia, assim como para o uso do conceito de "cultura".
Por uma sociologia do desemprego  [cached]
Guimar?es Nadya Araujo
Revista Brasileira de Ciências Sociais , 2002,
Abstract: O artigo busca refletir sobre os elos entre os fen menos do emprego e do desemprego em contextos de intensa flexibiliza o do trabalho e de reconstru o institucional e normativa dos padr es de prote o ao trabalhador. Para tanto, a argumenta o se desenvolve em três dire es. Em primeiro lugar, acompanha o movimento de re-significa o da no o de "desemprego", perseguindo, com a literatura sociológica recente, a constitui o, e legitima o social, da nova figura do "desempregado de longa dura o". Em segundo lugar, compara desenvolvimentos teóricos voltados a entender este fen meno com os esfor os empreendidos pela sociologia brasileira do trabalho no sentido de interpretar a problemática do desemprego. Em terceiro lugar, argumenta em favor do valor heurístico de compara es contextualizadas para testar, para o caso brasileiro, hipóteses desenvolvidas pela sociologia do desemprego na Europa e, sobretudo, na Fran a.
Touraine e Bourdieu nas ciências sociais brasileiras: duas recep es diferenciadas
José Sergio Leite Lopes
Sociologia & Antropologia , 2013,
Abstract: Ao retomar o tema da recep o da obra de Pierre Bourdieu no Brasil, o presente artigo o faz a partir da compara o com a recep o de outro sociólogo francês, Alain Touraine, anteriormente implantado na circula o de ideias e redes de pesquisadores entre os dois países. A trajetória dos dois no que diz respeito a sua rela o com o campo das ciências sociais brasileiras pode ser uma pista interessante para o conhecimento de aspectos deste mesmo campo no que se refere a sua inser o na circula o internacional de ideias e de pesquisadores. A bagagem acumulada de sociologia industrial de Touraine fez com que fosse procurado pela sociologia uspiana no momento em que as pesquisas sobre o fen meno industrial de S o Paulo eclodiam. Já a apropria o de Bourdieu incide sobre gera es subsequentes, e, ao ter adquirido renome nos anos 1990 nos países anglo-sax nicos, já era bem conhecido nos círculos especializados brasileiros.
Sujeito, sociedade e linguagem: uma reflex o sobre as bases teóricas da pesquisa com narrativas biográficas = Subject, society and language: a reflection on the theoretical grounds of biographic narratives research  [PDF]
Fanton, Marcos
Civitas , 2011,
Abstract: O foco deste artigo é o esclarecimento de alguns dos principais conceitos utilizados pelo método das narrativas biográficas. Ainda que esta metodologia seja utilizada amplamente, as suas bases teóricas ainda n o parecem ter sido sistematicamente elaboradas. Nesse sentido, os objetivos deste artigo s o os seguintes: [i] desenvolver o método de entrevista narrativa e o método de análise de narrativas biográficas criado por Fritz Schütze; [ii] esclarecer algumas das teses teóricas que tal autor assume, no que diz respeito à tarefa da sociologia e de seu(s) objeto(s) de estudo, a partir dos conceitos de sujeito, sociedade e linguagem; [iii] explorar as influências da matriz teórica da sociologia fenomenológica de Alfred Schutz na metodologia de Schütze e realizar uma compara o entre ambas. Concluimos afirmando que a sociologia fenomenológica n o pode ser considerada a única matriz teórica que fundamenta a metodologia de Schütze, o que aponta para novos questionamentos. The aim of this paper is the clarification of some key concepts of the methodology of biographical narratives. Despite of the fact that this methodology is widely used, its theoretical underpinnings not yet appear to have been systematically compiled. Accordingly, the objectives of this paper are as follows: [i] develop the method of narrative interview and the method of analysis of biographical narratives created by Fritz Schütze; [ii] clarify some of the theoretical points that this author assumes (as the task of sociology and its object of study) through the concepts of self, society and language; and [iii] explore the influences of the theoretical framework of the phenomenological sociology of Alfred Schutz and compare both authors. Its conclusion is the statement that the phenomenological sociology cannot be considered the only theoretical framework that underlies Schütze’s methodology, which points out to new questions.
Elementos para uma psicologia do sujeito cativo  [cached]
Ramos Conrado
Psicologia USP , 1999,
Abstract: Este artigo reflete sobre a autodestrui o do esclarecimento e as rela es entre sociologia e psicologia a partir da teoria crítica. Aponta a necessidade do estudo da sociedade para a compreens o do indivíduo contemporaneo. Defende também a importancia da investiga o da subjetividade para a crítica das media es sociais.
Em busca da Sociologia n o paroquial
Freitas Renan Springer de
Revista Brasileira de Ciências Sociais , 1998,
Abstract: O artigo desenvolve o argumento de que a sociologia do conhecimento de matriz wittgensteiniana, que se desenvolveu nos últimos 30 anos a partir da obra seminal de Thomas Kuhn, e que tem em autores como David Bloor e Bruno Latour seus principais expoentes, está no caminho errado ao supor que o que há para ser investigado a respeito do conhecimento s o as maneiras pelas quais as pessoas chegam a algum acordo sobre em que acreditar, e que o que há de importante em rela o às teorias científicas é o fato de haver algumas pessoas convencidas de sua validade. Tais premissas desviam a aten o do fato muito importante de que as teorias científicas exibem uma trajetória própria ao longo do tempo, passível de ser reconstruída racionalmente.
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